A casa onde vivia o médico aposentado Miguel Abdalla Netto, tio de Suzane von Richthofen, foi invadida e furtada após sua morte. O crime foi comunicado por Ricardo Abdala de Freitas, sobrinho de Miguel, que procurou as autoridades depois de encontrar o imóvel arrombado e com diversos bens subtraídos. Conforme o boletim de ocorrência, a residência encontrava‑se desabitada desde o falecimento de Miguel, cujo corpo foi localizado em 9 de janeiro. Um vizinho notou movimentação suspeita no local e alertou a família. Ao chegar, Ricardo deparou‑se com a porta da sala, blindada, violada. No interior, foram levados uma máquina de lavar roupas, um sofá, uma poltrona e uma bolsa contendo documentos e dinheiro, sem que fosse possível especificar quais documentos nem o valor subtraído. A polícia registrou o caso como furto, com autoria ainda desconhecida, e solicitou a realização de perícia no local.
PEGA FOGO NO CABARÉ: Lula, Esteves e Vorcaro no centro da crise
A realidade brasileira, exposta agora com o caso Master, faria qualquer roteirista da Netflix morrer de inveja. Daria série de mafioso, de ficção, e até filme pornô. Em todos os filmes sobre a máfia ou organizações criminosas produzidos por Hollywood, a briga interna por poder costuma destruir as próprias organizações quando crescem demais. Em Brasília, a suposta organização criminosa chamada ORCRIM, liderada por Lula, vem se expandindo desde 2002 e, hoje, teria tomado conta de todo o sistema, sujando o país e desencadeando o incêndio no cabaré do picareta. Segundo a narrativa, quem teria acendido o fogo foi André Esteves, do BTG, que disputa o poder em Brasília com Daniel Vorcaro, do Master. Ao lado de Esteves, de forma informal, estariam o Itaú de Setúbal, apontado como apoiador de Lula, e a Globo, que tem no banco um dos seus maiores anunciantes, patrocinando praticamente tudo, desde o Jornal Nacional até a programação esportiva, o Fantástico, entre outros, há décadas. O Itaú de Setúbal foi acusado, inclusive, em 2019, na delação de Palloci, de fazer doações a campanhas de Lula em troca de favores. Nas mãos desse grupo estaria Lula, que dependeria do silêncio e do apoio dos participantes para manter o poder, agora ameaçado. Lula não se preocuparia tanto com acusações de corrupção, a que já está habituado, mas com a perda de apoio financeiro em ano eleitoral, quando necessita comprar apoio. A situação agravaria com a perda do apoio financeiro de Maduro e com a provável queda de outro aliado de Lula, o líder iraniano Khamenei. Do outro lado, alinhariam-se ministros profundamente envolvidos no caso Master, como Alexandre de Moraes, Lewandowski, Gilmar Mendes e, atualmente, o ministro com alvo na testa — pintado por Lula —, Dias Toffoli. Todos, de um lado ou de outro, parecem ter esquecido que, em algum momento, existiu Constituição neste país, onde o crime parece ser recompensado. É uma briga de grandes criminosos. A sujeira espalhada no ventilador do cabaré de Lula mal começou, mas promete. O fósforo aceso por Esteves estaria espalhando o fogo de maneira inacreditável, expondo as vísceras podres de todo o sistema. O cabaré pegaria fogo, as prostitutas fugiriam desesperadas, num cenário de “salve‑se quem puder”. Existem ainda afirmações, ainda não confirmadas, de que altos oficiais da cúpula do Exército — milionários com fortunas incompatíveis com seus rendimentos — teriam recebido, durante anos, favores de Vorcaro para realizar tarefas que vão além de pintar meio‑fio de calçada em Brasília. Enfim, se fosse roteiro de filme, restariam apenas cinzas do cabaré de Lula, mas ele ainda está de pé na vida real. Se o fogo continuar se alastrando, ao lado de outros incêndios como a suposta fraude contra idosos pelo INSS, uma previsão otimista seria que ele se apagasse em breve. Mas estamos no Brasil, onde tudo parece possível. E onde a realidade supera, de longe, qualquer ficção. Pobre George Orwell, inocente que não sabia de nada.
Pesquisa judaica mostra que maioria dos católicos erra ao definir o Holocausto
A pesquisa “Conhecimento sobre o Holocausto no Brasil – 2025”, encomendada pela Confederação Israelita do Brasil, pelo Memorial do Holocausto de São Paulo, pelo Museu do Holocausto de Curitiba e pela StandWithUs, e conduzida pelo Grupo ISPO, apresenta seus resultados. Inserida em um contexto global marcado pelo crescimento do antissemitismo, da desinformação histórica e da banalização da violência, a iniciativa busca compreender como a sociedade brasileira conhece — ou desconhece — o Holocausto. O estudo se propõe a mapear as principais fontes de informação utilizadas pela população, analisando também fatores como escolaridade, renda, região e perfil sociodemográfico. Foram realizadas 7.762 entrevistas, com margem de erro de 4,7 % e intervalo de confiança de 95 %. A abrangência cobriu 11 regiões metropolitanas brasileiras. O perfil predominante dos entrevistados foi de 54,2 % mulheres; 31,4 % jovens de 18 a 29 anos; 51,8 % com ensino médio; 54,4 % com renda familiar de até dois salários‑mínimos. As entrevistas foram presenciais, realizadas em pontos de fluxo (estações de transporte, centros comerciais), com controle por cota sociodemográfica. Embora 59,3 % dos entrevistados afirmem ter algum conhecimento sobre o Holocausto, apenas 53,2 % o definem corretamente como o extermínio sistemático de seis milhões de judeus pelo regime nazista. O conhecimento se mostra ainda mais frágil quando são avaliados elementos específicos do tema. Apenas 38,5 % identificaram corretamente Auschwitz‑Birkenau como um campo de extermínio, enquanto 51,6 % declararam não saber responder. (Pergunta aplicada apenas na Etapa 2 – Nacional (Regiões Metropolitanas). A pesquisa foi estruturada em duas etapas: • Primeira etapa – Piloto (Região Sul): realizada em abril de 2025, abrangendo as regiões metropolitanas de Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis. • Segunda etapa – Nacional (Regiões Metropolitanas): realizada entre setembro e outubro de 2025, contemplando oito regiões metropolitanas adicionais, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Recife. De acordo com a pesquisa, grupos religiosos majoritários apresentam níveis de conhecimento abaixo da média nacional. “O que foi o holocausto?” (Católico) • Conflito militar com 50 milhões de mortos — 7 % • Assassinato sistemático de 6 milhões de judeus — 47 % • Movimento cultural promovendo a diversidade — 3 % • Episódio isolado sem relevância comprovada — 2 % • Não sei / Nenhuma — 41 % “O que foi o holocausto?” (Protestante) • Conflito militar com 50 milhões de mortos — 5 % • Assassinato sistemático de 6 milhões de judeus — 53 % • Movimento cultural promovendo a diversidade — 5 % • Episódio isolado sem relevância comprovada — 0 % • Não sei / Nenhuma — 37 % “O que foi o holocausto?” (Evangélico) • Conflito militar com 50 milhões de mortos — 9 % • Assassinato sistemático de 6 milhões de judeus — 49 % • Movimento cultural promovendo a diversidade — 4 % • Episódio isolado sem relevância comprovada — 2 % • Não sei / Nenhuma — 36 % “O que foi o holocausto?” (Afro‑Brasileiro) • Conflito militar com 50 milhões de mortos — 7 % • Assassinato sistemático de 6 milhões de judeus — 44 % • Movimento cultural promovendo a diversidade — 4 % • Episódio isolado sem relevância comprovada — 3 % • Não sei / Nenhuma — 42 %
PGR tenta proteger amiga de Lulinha; Mendonça impõe tornozeleira
A Procuradoria‑Geral da República (PGR) emitiu parecer afirmando que não há clareza sobre suspeitas de ilegalidades em negócios envolvendo a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), e Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. O órgão se afastou da posição da Polícia Federal ao sugerir ao ministro André Mendonça medidas menos rigorosas contra Luchsinger, como a apreensão do passaporte e a proibição de contato com outros investigados. Mendonça, porém, discordou da recomendação da PGR e autorizou a instalação de tornozeleira eletrônica na fase mais recente da Operação Sem Desconto, deflagrada em 18 de dezembro. O episódio indica uma tentativa de proteger Lulinha, mas a estratégia não prosperou. https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao
Tarcísio revela, pela primeira vez, sua resposta a Bolsonaro sobre candidatura presidencial
Na quinta‑feira, 29, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, terá um novo encontro com o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Ele garantiu que a conversa não abordará nenhum assunto relacionado à candidatura presidencial de Bolsonaro. Ao contrário, Tarcísio afirmou que o nome do senador Flávio está se consolidando rapidamente no cenário eleitoral. “Ele está preenchendo esse espaço; o nome Bolsonaro ainda tem muita força. Então, acredito que essa questão está decidida”, declarou. Pela primeira vez, o governador contou que, durante a visita anterior, Bolsonaro o questionou sobre sua posição nas eleições presidenciais. Segundo Tarcísio, Bolsonaro teria dito: “E aí, Tarcísio, eleição presidencial, qual é a sua posição?”. O governador respondeu: “A minha posição é ficar em São Paulo. Fui muito contundente, muito claro com ele, porque precisava manter uma linha de coerência”. Tarcísio ainda garantiu que continuará ao lado de Flávio na disputa presidencial.
Almoço secreto de Lula com Moraes surge em meio ao caso Master
Informações recentes revelam que o presidente Lula realizou um almoço secreto com o ministro do STF Alexandre de Moraes, em Brasília. O encontro ocorreu em meio à crise que envolve a Corte, provocada por supostas ligações de magistrados com o Banco Master, segundo o portal Metrópoles. De acordo com três fontes do governo e do Judiciário entrevistadas pela coluna, Lula e Moraes se encontraram a sós em janeiro, sem que o compromisso fosse registrado nas agendas oficiais de nenhum dos dois. Aliados de ambos afirmam que o tema principal foi a segurança pública. A reunião aconteceu logo após a nomeação do ex‑procurador Wellington César Lima como novo ministro da Justiça. Este foi o segundo encontro entre Lula e Moraes no mesmo mês. No dia 15 de janeiro, o presidente recebeu o ministro, o procurador‑geral da República, Paulo Gonet, e outros integrantes do governo para uma reunião ampliada no Palácio do Planalto, um dia depois de Moraes abrir, de ofício, um inquérito sobre possível quebra de sigilo fiscal da Receita Federal e do Coaf envolvendo ministros da Corte e seus familiares. Em dezembro, Lula já havia almoçado com o ministro do STF Dias Toffoli, relator do caso Master. O encontro, divulgado pelo colunista Lauro Jardim, contou com a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Tanto Toffoli quanto Moraes foram alvos de reportagens que apontam relações pouco ortodoxas com o Banco Master. No caso de Moraes, a imprensa revelou que o banco contratou o escritório de advocacia da esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes. Conforme reportagem da colunista Malu Gaspar, o contrato entre o escritório de Viviane Barci de Moraes e o Banco Master teria valor total de R$ 129 milhões, pagos em parcelas mensais de R$ 3,6 milhões.
Moraes elimina benefícios de milhares de funcionários dos Correios sob alegação de colapso
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu suspender uma determinação do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que obrigava os Correios a conceder um benefício extra de fim de ano aos empregados, conhecido como vale‑peru. Além do vale‑peru, Moraes determinou a suspensão de outras cláusulas fixadas pelo TST, entre elas a obrigação de custeio do plano de saúde dos funcionários, o pagamento de adicional de 200 % pelo trabalho em dias de repouso e a gratificação de férias equivalente a 70 % da remuneração. A decisão completa foi disponibilizada em documento oficial. A medida ainda precisará ser analisada e confirmada pelo plenário do STF. Alexandre de Moraes atuou no caso como presidente da Corte, em razão da ausência do ministro Edson Fachin, que cumpre compromissos oficiais na Costa Rica. O pedido analisado pelo Supremo partiu dos Correios, que alegaram grave impacto financeiro decorrente da implementação dos benefícios. Segundo a empresa, o custo total estimado alcançaria R$ 1,9 bilhão. Moraes destacou que a estatal apresentou, de forma “detalhadamente”, “o elevado impacto financeiro da implementação de cada parcela, bem como a periclitante situação financeira por que passa”. De acordo com os dados apresentados na ação, os impactos individuais seriam os seguintes: o vale‑peru acarretaria uma despesa de R$ 213.262.382,50; o plano de saúde, R$ 1.453.257.410,66; o adicional por trabalho em dia de repouso, R$ 17.040.326,22; e a gratificação de férias, R$ 272.905.737,81. Os Correios relataram que, em meados de 2025, durante as negociações salariais para o ano seguinte, não houve acordo entre a empresa, os sindicatos e as entidades representativas dos trabalhadores. Diante do impasse, foi deflagrada uma greve nacional em dezembro, culminando no ajuizamento do dissídio coletivo em janeiro de 2026 no TST. Ainda segundo a estatal, em 19 de janeiro deste ano, o Tribunal Superior do Trabalho decidiu estender os benefícios a todos os empregados, na avaliação da empresa, “exorbitam sobremaneira o poder normativo da Justiça do Trabalho”. Ao acolher o pedido, Moraes lembrou que o STF já declarou inconstitucional o princípio da ultratividade, que permitia a manutenção de cláusulas de acordos coletivos vencidos nos contratos de trabalho quando não havia novo ajuste firmado. Para o ministro, esse entendimento deve ser observado pela Justiça do Trabalho. Sobre o adicional pago em dias de repouso, Moraes reproduziu o argumento dos Correios de que, “embora estejamos diante de cláusula preexistente, o TST não poderia simplesmente repetir a redação do acordo coletivo anterior sem fazer qualquer ponderação entre os princípios envolvidos, notadamente diante das dificuldades financeiras enfrentadas pela empresa”. Em relação à gratificação de férias, o ministro também mencionou a justificativa da empresa de que o percentual de 70 % representa “mais que o dobro do adicional legal de 1/3 (33 %) previsto na Constituição Federal”. Ao concluir, Alexandre de Moraes afirmou que “todas essas alegações sinalizam indevida extrapolação do poder normativo da Justiça do Trabalho, de modo que se mostra demonstrada a plausibilidade do direito invocado”. Em reação à decisão, o Sintect‑SP (Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios Telégrafos e Similares de São Paulo, Grande São Paulo e zona postal de Sorocaba) divulgou nota criticando a iniciativa da empresa de recorrer ao STF. Segundo a entidade, a Justiça do Trabalho só interveio porque “a própria empresa se recusou a firmar um acordo com os sindicatos durante as negociações”. O sindicato também afirmou que o TST não criou novos benefícios, mas “apenas manteve direitos já existentes, justamente para evitar perdas à categoria”.
Mendonça mantém prisão preventiva do “Careca do INSS” e libera apenas R$ 12 mil
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve a prisão preventiva do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, negando o pedido de liberdade apresentado por sua defesa. Detido desde 12 de setembro, Antunes permanece no Bloco V do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, para o qual foi transferido recentemente. A defesa buscava a revogação da prisão preventiva, mas o ministro rejeitou o pedido. Além de negar a soltura, Mendonça indeferiu o pedido de desbloqueio de recursos financeiros que a defesa pretendia usar para pagar dívidas trabalhistas. Na decisão, o ministro constatou que não há elementos suficientes que justifiquem a liberação ampla dos valores bloqueados. Em caráter reservado, foi autorizada a liberação de R$ 12 mil das contas bancárias de Antunes, quantia destinada exclusivamente ao registro de imóveis, mantendo o restante dos recursos indisponíveis. No mesmo bloco, ao menos oito outros investigados no esquema de fraudes envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também estão custodiados. Essa ala abriga detentos considerados vulneráveis, que por razões pessoais ou pela repercussão nacional dos casos não podem ficar na população carcerária comum. O “Careca do INSS” está recolhido no mesmo espaço que seu filho, Romeu Carvalho Antunes. O local também abriga o empresário Gustavo Marques Gaspar, ex‑assessor do senador Weverton Rocha (PDT‑MA). A Polícia Federal investiga a possibilidade de o parlamentar ter atuado como sócio oculto de Antunes no esquema de fraudes, hipótese que segue em apuração. O deputado Nikolas Ferreira celebrou a conquista da sua caminhada, alegando ter mobilizado o país em defesa dos presos políticos, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, a luta continuará e o “sistema” não descansará nas tentativas de silenciá‑lo.
Nikolas Ferreira domina ranking 2026 e Rony Gabriel surge como nova aposta da direita
O ranking de engajamento nas redes sociais entre políticos em 2026 confirma o cenário que analistas digitais já apontavam: Nikolas Ferreira se mantém como um fenômeno fora da curva, referência máxima em mobilização, alcance e capacidade de pautar o debate político nacional a partir das plataformas digitais. Trata‑se de um patamar próprio. Nikolas não apenas lidera o ranking, como ocupa uma posição considerada nos bastidores como difícil de ser alcançada, resultado de uma combinação rara de base altamente mobilizada, linguagem direta e presença constante no debate público nacional. Ao lado dessa consolidação, o levantamento também revela a principal novidade do ranking. Em 2026, uma pesquisa de engajamento médio no Instagram, referente ao período de 1º a 26 de janeiro, coloca Rony Gabriel no Top 10 nacional, na 9ª colocação, ao lado de figuras centrais da política brasileira — inclusive o presidente da República. Em 2025, Rony aparecia na 25ª posição. A mudança chama atenção nos bastidores. O ponto de inflexão ocorre logo no início de 2026, quando Rony Gabriel protagoniza a denúncia que impactou estruturas do sistema financeiro‑político, trazendo novos elementos ao debate público e contribuindo para o avanço das investigações envolvendo o Banco Master. A repercussão foi imediata. O conteúdo circulou de forma orgânica, ampliou o escrutínio público e rompeu barreiras informacionais em torno de um tema que até então permanecia restrito a círculos técnicos. Analistas avaliam que o episódio marcou a transição de Rony de comunicador político relevante para ator político com capacidade real de interferência na agenda pública. Esse movimento aparece com clareza nos números. O levantamento indica que Rony Gabriel alcançou média de 134 697 interações por publicação, desempenho que o insere entre os principais nomes da política nacional em engajamento digital, em um ranking que reúne parlamentares federais, ministros, lideranças partidárias e o chefe do Executivo. Fenômeno consolidado e novidade emergente O contraste entre os dois nomes ajuda a explicar o momento do ranking. De um lado, Nikolas Ferreira, já consolidado como o maior fenômeno digital da política brasileira, referência absoluta de mobilização nas redes. De outro, Rony Gabriel, que surge como a grande novidade de 2026, chamando atenção por alcançar esse patamar a partir de um mandato municipal. Outro dado observado é o perfil ideológico predominante no ranking: a maioria dos políticos mais influentes nas redes em 2026 é identificada com a direita, indicando uma mudança estrutural no eixo de mobilização digital do país. Do interior ao radar nacional Vereador em Erechim (RS), Rony Gabriel aparece como o nome com maior presença digital do estado segundo a pesquisa. Embora exerça mandato municipal, é pré‑candidato a deputado federal, e seu desempenho nas redes passou a ser tratado, nos bastidores, como indicador de projeção política nacional. Enquanto Nikolas Ferreira representa a consolidação de um fenômeno já estabelecido, Rony Gabriel passa a ocupar o papel de novidade a ser observada. Em um ambiente político cada vez mais guiado por engajamento, narrativa e mobilização direta, o ranking de 2026 não apenas confirma lideranças — ele sinaliza quem começa a entrar no jogo grande.
AO VIVO: IMPRENSA ATACA TOFFOLI E MORAES (VEJA O VÍDEO)
O Palácio do Planalto foi usado como palco de reunião não registrada: em dezembro de 2024, o presidente Lula recebeu o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, sem que o encontro constasse na agenda oficial. A interlocução teria sido feita pelo ex‑ministro Guido Mantega, que atuaria como consultor do banco recebendo R$ 1 milhão por mês. O ministro Alexandre de Moraes teria visitado a mansão de Vorcaro em Brasília em, pelo menos, duas ocasiões. No Supremo Tribunal Federal, a jornalista Malu Gaspar revelou que ministros estão “apavorados” com os desdobramentos do caso Banco Master. Em Israel, o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ), pré‑candidato à Presidência, acusou Lula de antissemitismo e se encontrou com o primeiro‑ministro Benjamin Netanyahu. Para comentar os fatos, foram ouvidos o vereador Major Victor Hugo, que foi líder do governo Bolsonaro, e o analista político Fabio Rodrigues. Assista, compartilhe e apoie o trabalho do Jornal da Cidade Online! O deputado Nikolas Ferreira atingiu o objetivo da caminhada, que teria mobilizado o país em torno da defesa dos presos políticos, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Segundo o relato, sua luta continuará e o “sistema” não descansará nas tentativas de silenciá‑lo.