Ruan Rocha Silva, 25 anos, conhecido nacionalmente desde 2017 por ter a frase “eu sou ladrão e vacilão” tatuada à força na testa, foi preso em flagrante nesta terça‑feira (27) após furtar um equipamento de lavagem de alta pressão de uma Unidade Básica de Saúde no bairro Casa Grande, em Diadema, Grande São Paulo. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, guardas civis municipais foram acionados ao constatar a invasão da UBS. O suspeito teria fugido carregando o equipamento. Durante a busca, a Guarda Civil Municipal encontrou Ruan ainda com o objeto. Ao ser abordado, ele admitiu o crime. O jovem foi levado à delegacia, onde a autoridade policial fixou fiança. Como o valor não foi pago, ele permaneceu detido à disposição da Justiça. Em 2017, quando tinha 17 anos, Ruan foi forçado a receber a tatuagem na testa pelos tatuadores Maycon Wesley Carvalho dos Reis e Ronildo Moreira de Araújo. Ambos foram condenados por lesão corporal gravíssima e constrangimento ilegal. Na ocasião, alegaram que o adolescente teria tentado furtar uma bicicleta e que a marca seria punição. Ruan negou o furto, afirmando estar embriagado e ter esbarrado na bicicleta, que caiu. O caso gerou grande repercussão. Movimentos sociais organizaram campanhas para custear a remoção da tatuagem, e Ruan chegou a passar por sessões de laser para apagar a frase. No mesmo período, ele foi internado por 16 meses em clínica de tratamento de dependência química.
IRMO DE BOLSONARO AFIRMA QUE PRÊMIO DA MEGA DA VIRADA FOI SACADO POR OUTRA PESSOA
Renato Bolsonaro, pré‑candidato a deputado federal (PL) e irmão do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmou nesta segunda‑feira (27) que não conseguiu receber o prêmio de R$ 216,76 conquistado na Mega da Virada. Segundo ele, ao tentar sacar o valor em uma casa lotérica, foi informado de que o dinheiro já havia sido retirado por outra pessoa. Em vídeo publicado nas redes sociais, Renato comentou o episódio com indignação. “Não existe coisa pior do que ganhar e não levar”, declarou. De acordo com o relato, a atendente informou que o prêmio constava como pago, embora o volante original ainda estivesse em sua posse. Renato afirmou que questionou a situação no momento do atendimento. “Indaguei: ‘Como? Se o volante está na minha mão, na minha posse, não dei para ninguém. E o cartão possui um QR Code para validar a aposta’”, relatou. Para ele, o caso levanta dúvidas sobre a segurança e a confiabilidade do sistema de pagamento. No mesmo vídeo, o irmão de Bolsonaro também criticou a Caixa Econômica Federal, responsável pelas loterias. Ele apontou o atraso no sorteio da Mega da Virada, que estava previsto para as 22h de quarta‑feira (31), mas só foi realizado às 10h de quinta‑feira (1º). Na avaliação de Renato, episódios como esse comprometem a credibilidade dos jogos promovidos pela instituição. Funcionários orientaram Renato a procurar uma agência da Caixa Econômica Federal para tentar resolver a situação e averiguar o que ocorreu com o prêmio registrado em seu nome. No início do mês, Renato já havia divulgado publicamente o acerto na Mega da Virada. Ele contou que, juntamente com o ex‑presidente Jair Bolsonaro e um assessor, acertou a quadra ao escolher quatro dos seis números sorteados: 13, 21, 32 e 59. O valor do prêmio, explicou na época, seria dividido entre os três. Os números oficialmente sorteados pela Caixa Econômica Federal foram 59, 21, 32, 13, 33 e 09.
Amigo de Bolsonaro, Magno Malta, tem visita à Papudinha impedida
O senador Magno Malta (PL‑ES) teve a entrada impedida ao tentar visitar o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) na unidade conhecida como Papudinha, no dia 17 de janeiro. A restrição ocorreu por ausência de autorização judicial, conforme registrado em ofício encaminhado nesta quinta‑feira (22) pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pelo processo envolvendo o ex‑chefe do Executivo. De acordo com o documento oficial, o parlamentar compareceu ao 19º Batalhão da PMDF com a intenção de acessar a área de custódia onde Bolsonaro se encontra detido, com o objetivo de conhecer a cela ocupada pelo ex‑presidente. Ainda segundo o registro, os policiais informaram imediatamente que o ingresso em áreas internas só seria permitido mediante autorização expressa do STF. Magno Malta confirmou o episódio, mas afirmou que não tentou entrar nas dependências restritas da unidade nem praticou qualquer ato fora dos parâmetros legais. Segundo o senador, sua ida ao local teve como único propósito obter informações sobre o estado de saúde e o bem‑estar de Jair Bolsonaro. O parlamentar relatou ainda que permaneceu cerca de 30 minutos conversando com os oficiais de plantão e que, durante o diálogo, questionou a possibilidade de realizar uma oração no local. O pedido, no entanto, foi negado, sob a justificativa de que a assistência religiosa ao ex‑presidente está limitada às pessoas, datas e horários previamente definidos em decisão judicial. Posteriormente, Magno Malta mencionou o episódio durante uma live, ocasião em que conduziu uma oração. Após ser informado das restrições impostas, o senador deixou voluntariamente as dependências do quartel, conforme consta no relatório da PMDF, reiterando que se limitou a solicitar informações sobre Bolsonaro.
Adélio, em surto, declara que concorreria à Presidência e quer Bonner como vice
Durante avaliações psiquiátricas recentes, Adélio Bispo de Oliveira, autor do ataque a faca contra o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL), apresentou novos episódios de delírio e chegou a afirmar que poderia disputar a Presidência da República. Em meio às falas desconectadas da realidade, mencionou os jornalistas William Bonner e Patrícia Poeta como possíveis integrantes de uma suposta chapa presidencial. As declarações constam de um novo exame pericial realizado em novembro do ano passado, solicitado para verificar se existiria alguma possibilidade de Adélio deixar o sistema prisional. O laudo, porém, aponta agravamento relevante do quadro psiquiátrico enquanto ele permanece custodiado na Penitenciária Federal de Campo Grande, reforçando a manutenção da medida de segurança. Adélio é considerado inimputável. Segundo os peritos, ao longo da entrevista clínica o detento manifestou o desejo de se candidatar ao Palácio do Planalto. Questionado sobre quem escolheria para compor a chapa, afirmou “com firmeza” que sua primeira opção seria Patrícia Poeta. Na sequência, declarou que, caso ela recusasse, escolheria o jornalista William Bonner. Ao tentar justificar as escolhas, Adélio alegou que ambos transmitiriam credibilidade ao eleitorado durante o processo eleitoral. Para os especialistas, essas falas evidenciam o distanciamento da realidade e a intensificação de ideias grandiosas incompatíveis com seu estado mental. “Tais manifestações denotam comprometimento do senso de realidade e exacerbação da autoestima delirante, reforçando o diagnóstico de transtorno psicótico persistente”, registra um trecho do laudo ao qual a coluna teve acesso. Os peritos descrevem Adélio como alguém de “humor subjetivo tranquilo”, porém ansioso e tenso. O relatório aponta ainda “afeto reduzido, empobrecido, com pouca variação emocional ao longo da entrevista”, além de dificuldades significativas de julgamento e compreensão das consequências do atentado cometido contra Bolsonaro. Na avaliação técnica, o juízo de realidade de Adélio é considerado severamente comprometido, com percepção distorcida dos fatos e da própria condição clínica. Ele possui diagnóstico de esquizofrenia paranoide, quadro que, segundo os especialistas, se agravou ao longo dos anos de custódia. Os peritos também destacam que Adélio apresenta alucinações durante a maior parte do tempo, associadas a prejuízo funcional relevante. O laudo descreve grave comprometimento da realidade e dificuldades para qualquer forma de autonomia ou convívio sem supervisão especializada. Outro ponto ressaltado no parecer é a recusa reiterada de tratamento. Adélio não reconhece que esteja doente nem compreende a necessidade de acompanhamento médico. Atualmente, do ponto de vista clínico, já não é considerado “racional”. Como revelado em abril de 2025, ele vinha recusando tratamento e afirmava aos agentes penitenciários que “não é doido”. “A análise clínica longitudinal do sr. Adélio Bispo de Oliveira demonstra um quadro de transtorno mental crônico, com características compatíveis com transtorno esquizofrênico, manifestado por sintomas positivos persistentes, prejuízo afetivo, ausência de insight e recusa terapêutica decorrente da própria psicose. Trata-se de condição clínica que, pela natureza e gravidade, exige cuidado especializado, contínuo e estruturado, conforme literatura psiquiátrica consolidada”, afirma outro trecho do laudo. Confusão toma conta de julgamento, juíza manda retirar advogados e diz: “OAB que se dane” (veja o vídeo).
Moraes visita mansão de Vorcaro, fuma charuto e celebra eleição de Trump (Veja o vídeo)
Uma informação chocante acaba de surgir: testemunhas afirmam que o ministro Alexandre de Moraes esteve na casa de Daniel Vorcaro, em Brasília. Segundo relatos, o encontro ocorreu na mansão do empresário, dono do banco Master, onde Moraes também conheceu o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. A reportagem do portal Metrópoles detalha a suposta amizade, destacando que nos encontros foram consumidas bebidas, charutos e que o ministro teria acompanhado a campanha que levou Donald Trump à vitória nas eleições americanas. Assista ao registro: Um dos temores de Moraes está disponível ao público: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. O texto denuncia perseguições contra parlamentares, jornalistas e outras ações iniciadas no chamado Inquérito das Fakes News, alertando que a censura vigia a obra. Supremo Silêncio – O que você não pode saber! Veja a capa:
URGENTE: Governo Lula reage ao escândalo Lewandowski com o Banco Master
Integrantes do governo Lula afirmaram que não tinham conhecimento prévio do contrato firmado pelo ex‑ministro da Justiça e Segurança Pública Ricardo Lewandowski com o Banco Master, controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo auxiliares do Planalto, a informação só veio à tona após a repercussão pública do caso. A informação foi divulgada pela CNN. Nos bastidores, ministros trabalham para conter o impacto político das revelações de que o escritório de advocacia de Lewandowski teria prestado consultoria ao Banco Master enquanto ele ainda comandava o Ministério da Justiça e Segurança Pública. A estratégia tem sido minimizar o episódio e afastar a narrativa de conflito de interesses. Apesar da versão oficial, informações apontam que a existência do contrato foi citada por integrantes do próprio governo como um dos fatores que aceleraram o pedido de demissão de Lewandowski da pasta. O ex‑ministro deixou o cargo em 10 de janeiro, em meio ao avanço das apurações envolvendo o banco. Após a divulgação do caso, Lewandowski publicou nota confirmando que prestou serviços ao Banco Master, mas sem especificar o período em que o contrato esteve em vigor. No Planalto, a avaliação predominante é de que o presidente Lula não foi informado sobre esse vínculo no momento da nomeação e de que não haveria irregularidade, pois, segundo essa versão, o contrato teria sido encerrado antes da posse no Ministério da Justiça. O episódio também gerou movimentações nos bastidores de Brasília. Lula chegou a se reunir, fora da agenda oficial, com Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. O deputado Nikolas Ferreira conquistou o objetivo da caminhada… Fez o Brasil todo parar e olhar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos do país, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Sua luta a partir de hoje será ainda maior… O “sistema” não vai descansar nas tentativas de silenciá‑lo.
Lewandowski confessa ter prestado consultoria ao Banco Master e suspendeu registro na OAB ao ser convidado para o Ministério da Justiça
O ex‑ministro Ricardo Lewandowski finalmente se manifestou. Ele confirmou que prestou serviços de consultoria jurídica ao Banco Master. A atuação, segundo ele, ocorreu ao retornar às atividades de advocacia após deixar o Supremo Tribunal Federal (STF) em abril de 2023. Em nota, Lewandowski declarou que, ao ser convidado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública, em janeiro de 2024, deixou seu escritório de advocacia e suspendeu o seu registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). “O ministro Ricardo Lewandowski, depois de deixar o Supremo Tribunal Federal (STF), em abril de 2023, retornou às atividades de advocacia. Além de vários outros clientes, prestou serviços de consultoria jurídica ao Banco Master. Ao ser convidado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública, em janeiro de 2024, Lewandowski retirou‑se de seu escritório de advocacia e suspendeu o seu registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), deixando de atuar em todos os casos”. Ficou público que o Banco Master, sob a direção de Daniel Vorcaro, pagou R$ 5 milhões ao escritório de Lewandowski na época em que ele comandava o Ministério da Justiça. O nome de Lewandowski não consta como sócio de escritórios de advocacia no cadastro da OAB. Contudo, os nomes de familiares ainda aparecem como sócios da “Lewandowski Advocacia”, que mantinha o grupo de Vorcaro como cliente. A Máquina Contra o Homem – Como o Sistema Tentou Destruir um Presidente e Despertou uma Nação
Gilmar Mendes impõe 48h ao governador aliado de Bolsonaro para responder a lei anti‑cotas
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes determinou prazo de 48 horas para que a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) e o governo estadual se manifestem sobre a lei recém‑sancionada que proíbe a adoção de cotas raciais nas universidades públicas do estado e também em instituições privadas que recebem recursos estaduais. O despacho, assinado nesta terça‑feira (27), foi classificado pelo ministro como urgente. Além de solicitar esclarecimentos formais sobre a norma, Gilmar Mendes requisitou informações específicas a respeito de um processo seletivo da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) que teria sido impactado pela nova legislação. Segundo o ministro, o pedido de explicações segue o procedimento padrão adotado em ações dessa natureza no STF. Até o momento, três Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) foram apresentadas contra a lei, que foi sancionada pelo governador Jorginho Mello (PL) na última quinta‑feira (22). A primeira iniciativa partiu do PSOL. Em seguida, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) protocolou ação semelhante, e, posteriormente, o PT também ingressou no Supremo. Todas as ações questionam a constitucionalidade da norma sob fundamentos convergentes. Os autores das ADIs sustentam que a proibição das cotas raciais viola o princípio da igualdade e representa omissão do Estado no dever constitucional de combate ao racismo. Também argumentam que a vedação a políticas de ação afirmativa configura retrocesso institucional. As ações pedem, ainda, a concessão de medida liminar para suspender imediatamente os efeitos da lei até o julgamento final do mérito. No caso apresentado pelo PT, há um pedido adicional para que o STF estabeleça uma tese de alcance nacional. Segundo o partido, “a revogação de cotas por lei estadual é formalmente inconstitucional, porque elas são permitidas por lei federal e, além disso, a sua revogação constitui um retrocesso inconstitucional”. Para subsidiar a análise, o relator determinou a intimação da Advocacia‑Geral da União (AGU) e da Procuradoria‑Geral da República (PGR), que deverão se manifestar. Em sentido oposto, a Procuradoria‑Geral do Estado de Santa Catarina informou que defenderá a constitucionalidade da norma. De acordo com o órgão, a lei não afronta dispositivos constitucionais e estaria alinhada ao princípio da igualdade, uma vez que a Constituição não impõe a obrigatoriedade de políticas de cotas raciais. A proposta legislativa teve origem na Alesc, por iniciativa do deputado estadual Alex Brasil (PL‑SC). Embora a lei proíba expressamente as cotas baseadas em critérios raciais, ela mantém a possibilidade de reserva de vagas para pessoas com deficiência, estudantes de baixa renda e egressos da rede pública de ensino. O texto legal prevê sanções para instituições que descumprirem a norma, incluindo multas que podem chegar a R$ 100 mil e a suspensão de repasses de recursos estaduais. O tema segue em análise no STF e deve gerar novos desdobramentos nos próximos dias.
Investigadores alertam ministros do STF sobre nova bomba no caso Master
Uma nova “bomba” está prestes a surgir… Segundo informações da jornalista Andreia Sadi, ministros do Supremo Tribunal Federal foram alertados por investigadores de que o caso Banco Master tende a se agravar se as investigações avançarem. “Nos bastidores, cresce a dúvida se o processo continuará na Corte, sob relatoria de Dias Toffoli, ou se será devolvido à primeira instância”, afirma a GloboNews. O deputado Nikolas Ferreira alcançou o objetivo de sua caminhada. Ele fez o Brasil inteiro parar para observar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos do país, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. A partir de hoje, sua luta será ainda maior. O “sistema” não descansará nas tentativas de silenciá‑lo.
URGENTE: O mais contundente pedido de impeachment contra Moraes, fundamentado em contrato de R$ 129 milhões, chega ao Senado
Nos últimos dias, chegou ao Senado Federal a primeira solicitação formal de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relacionada ao episódio envolvendo o Banco Master. A iniciativa foi protocolada por um cidadão sem vínculo institucional e já tramita na Casa. Trata‑se do pedido de impeachment mais forte contra Moraes, pois a representação tem como um de seus principais fundamentos o contrato firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia da esposa do ministro, Viviane Barci. Segundo o documento, o acordo teria valor estimado em R$ 129 milhões, o que, na avaliação do autor, levanta questionamentos relevantes sobre a conduta do magistrado. O requerente também faz referência a reportagem publicada pela coluna em setembro, que revelou a aquisição, pelo casal Moraes, de uma mansão em Brasília pelo montante de R$ 12 milhões. Essa informação é utilizada como elemento adicional para sustentar as alegações. Na peça protocolada, o autor afirma que os fatos configurariam “conflito de interesses grave e manifesto”, além de caracterizar “violação ao dever de decoro e moralidade” e possível “enriquecimento ilícito através de familiar”. Esses pontos são apresentados como base jurídica para a abertura de um processo de impeachment no Senado. No X, o deputado Nikolas Ferreira comentou: “Tenho a sensação que se houver uma manifestação ‘Acorda Brasil – Fora Moraes’, ele entenderá o que começou ontem.”