A influenciadora digital Jéssica Daugirdas morreu aos 35 anos, após uma longa luta contra o câncer. A família comunicou o falecimento nas redes sociais, onde a influenciadora reunia milhares de seguidores que acompanhavam de perto sua trajetória de enfrentamento da doença. Na mensagem publicada, os familiares prestaram uma homenagem destacando a força e a fé de Jéssica ao longo do tratamento. “É com profunda tristeza que anunciamos o falecimento de Jéssica. Deus, em sua infinita sabedoria, levou nossa guerreira para estar com Ele, depois que ela lutou bravamente até o fim, com força, fé e coragem”. Em seguida, a nota pediu apoio espiritual neste momento difícil: “Neste momento de luto, nos unimos em oração para que o Senhor console os corações de todos os familiares e amigos, e que a paz de Cristo sustente a cada um”. Dias antes do falecimento, uma irmã da influenciadora informou que Jéssica estava internada em decorrência de um quadro grave de sepse, complicação que agravou seu estado de saúde. Jéssica foi diagnosticada com câncer colorretal em 2023 e, desde então, passou a relatar publicamente cada etapa do tratamento. Ainda naquele ano, submeteu‑se a uma cirurgia experimental com o objetivo de preservar o útero, além de sessões de quimioterapia oral e radioterapia. Posteriormente, enfrentou um procedimento cirúrgico para retirada do câncer e reconstrução do útero. Com quase 100 mil seguidores apenas no Instagram, a influenciadora utilizava as redes para compartilhar informações sobre a rotina de tratamento, a experiência de viver com uma bolsa de ostomia e reflexões pessoais sobre fé, esperança e superação. Sua história mobilizou seguidores e gerou mensagens de apoio ao longo de todo o processo.
Mauro Cid perde a moral e se aposenta do Exército
O Exército Brasileiro autorizou a aposentadoria antecipada do tenente‑coronel Mauro Cid, de 46 anos, ex‑ajudante de ordens do ex‑presidente Jair Bolsonaro e condenado por suposta participação na tentativa de golpe. A decisão foi formalizada na noite de terça‑feira (27) pelo comandante da Força, general Tomás Paiva, e prevê a saída definitiva do militar do serviço ativo em 31 de janeiro. A medida foi precedida por parecer técnico elaborado por uma comissão interna do Exército e encaminhado na última semana ao comando. No documento, os integrantes recomendaram a transferência antecipada de Mauro Cid para a reserva, recomendação confirmada com a assinatura do comandante da instituição. Cid foi condenado a dois anos de reclusão, em regime aberto, por participação no núcleo central da suposta tentativa de golpe. Seus advogados atuam no Supremo Tribunal Federal (STF) para que seja reconhecido o cumprimento integral da pena. A defesa sustenta que o militar já ultrapassou o período de duas restrições, somando o tempo em prisão preventiva e o período em que esteve submetido ao uso de tornozeleira eletrônica. O pedido ainda aguarda decisão do ministro Alexandre de Moraes. A passagem para a reserva ocorreu por meio da chamada cota compulsória, mecanismo que permite a aposentadoria antes do tempo mínimo regular, com pagamento proporcional ao período de serviço prestado. Mauro Cid acumula 29 anos e 11 meses de carreira, pouco mais de um ano abaixo dos 31 exigidos para a aposentadoria integral. Na prática, a redução nos vencimentos tende a ser limitada. Mesmo fora da ativa, o ex‑ajudante de ordens continuará tendo acesso a alguns benefícios previstos na carreira militar, como o recebimento de uma ajuda de custo equivalente a oito salários. Em contrapartida, deverá desocupar o imóvel funcional em que reside em Brasília, com prazo de até 90 dias para efetuar a mudança. Pessoas próximas afirmam que Mauro Cid ainda não definiu onde pretende morar após a aposentadoria. Ele possui familiares tanto na capital federal quanto no Rio de Janeiro e aguardava a decisão do Exército para organizar seus próximos passos. Com a ida para a reserva, também passa a ter autorização para exercer atividades profissionais fora da carreira militar e avalia atuar como consultor na área de assuntos militares. No contexto do acordo de delação firmado, Mauro Cid e seus familiares teriam direito à proteção da Polícia Federal. Contudo, o militar optou por recusar o benefício no fim do ano passado, por entender que não corre mais riscos. A PF chegou a sugerir sua inclusão no programa de proteção a testemunhas, alternativa que contou com o aval da Procuradoria‑Geral da República e foi apresentada ao STF. Ainda assim, Cid mantém a decisão de rejeitar a medida, sustentando que sua segurança não está ameaçada. Pelo visto, Cid sentiu – certamente ao ver a reação de seus colegas – que não tem mais moral para vestir a farda… Triste fim.
Bolsonaro faz último pedido a Moraes por autorizações de visitas políticas e religiosas
A equipe jurídica do ex‑presidente Jair Bolsonaro apresentou, nos últimos dias, seis pedidos formais solicitando autorização para visitas políticas e religiosas. As petições ainda aguardam análise do ministro Alexandre de Moraes. Entre os nomes indicados pela defesa estão o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, os senadores Magno Malta (PL‑ES) e Wilder Morais (PL‑GO), além dos deputados federais Hélio Lopes (PL‑RJ) e Gilberto Gomes (PL‑PB). Também consta na lista Nabhan Garcia, que atuou como secretário de Assuntos Agrários durante o governo Bolsonaro. Os advogados solicitaram ainda a inclusão do Padre Paulo M. Silva entre as pessoas autorizadas a prestar assistência religiosa ao ex‑presidente, “a ser realizada nos mesmos dias e condições previamente autorizados”. O pedido amplia a relação de religiosos habilitados a visitá‑lo. Na decisão que determinou a transferência de Bolsonaro para a Papudinha, o ministro Alexandre de Moraes estabeleceu que o ex‑presidente pode receber assistência religiosa uma vez por semana, às terças ou sextas‑feiras, com duração máxima de uma hora. Atualmente, já estão autorizados a realizar esse atendimento o bispo Robson Lemos Rodovalho e o pastor Thiago de Araújo Macieira Manzoni. A equipe jurídica denuncia o que chama de “cruel, absurda e desumana perseguição” contra Bolsonaro e seus aliados, afirmando que há tentativas de silenciar a verdade sobre os acontecimentos de 2022. O próprio Jair Bolsonaro já manifestou conhecimento da publicação.
GloboNews destaca crise do STF e intensifica debate sobre impeachment de ministros
Durante o programa Estúdio I, da GloboNews, comentaristas avaliaram que o Supremo Tribunal Federal (STF) atravessa um momento delicado, com reflexos diretos na confiança da sociedade e impacto crescente no cenário político nacional. Na análise apresentada, o jornalista Merval Pereira afirmou que a crise tende a se aprofundar e alertou que os ministros da Corte precisam se preparar para um período prolongado de desgaste institucional. Para ele, a sucessão de revelações e acusações mantém o tema em evidência e impede que o assunto seja encerrado no curto prazo. “É inevitável que o Supremo enfrente este problema, porque se continuar assim, vai continuar afetando a credibilidade do Supremo enquanto as novidades aparecerão. Não há dúvida nenhuma. Ninguém pense que isso vai acabar. Não pense que não tem gente querendo fazer delação premiada, não tem gente querendo contar mais história. Não há como escapar a não ser com censura. Os ministros do Supremo têm que se preparar para um ano muito duro”, disse. Merval também destacou que, por se tratar de um ano eleitoral, o debate sobre o impeachment de ministros do STF tende a ganhar espaço nas campanhas. Segundo ele, o tema encontra respaldo popular, já que parte da população deseja esclarecimentos sobre quem estaria envolvido em irregularidades e quem estaria atuando em defesa do Banco Master. A comentarista Andréia Sadi endossou a avaliação e observou que o discurso favorável ao impeachment de ministros deixou de ser um assunto restrito a grupos identificados como “extrema‑direita”, passando a alcançar um espectro político mais amplo. Já o jornalista Octavio Guedes chamou atenção para declarações públicas do ministro Gilmar Mendes sobre o caso, lembrando que a Lei Orgânica da Magistratura impõe limites a manifestações desse tipo por parte de membros do Judiciário.
Lula tenta lavar as mãos enquanto STF protege Toffoli
De acordo com informações, nos bastidores da ala do Supremo Tribunal Federal (STF) que defende Dias Toffoli, o clima é de forte irritação com o petista Lula. Diz a colunista Andreia Sadi: Ministros relatam que cresceu a percepção de que o Palácio do Planalto estaria deixando — ou até estimulando — que o desgaste político recaia sobre a Corte no contexto da crise envolvendo o ministro e o chamado “caso Master”. A ala que hoje atua em defesa de Toffoli avalia que o governo tenta se afastar do problema, empurrando o ônus para o STF. Para esse grupo, Lula “lava as mãos” e permite que o Supremo fique sozinho no centro da crise. Esse sentimento tem unido magistrados. Ministros passaram a se mobilizar para “salvar” Toffoli e defender uma saída institucional: que o caso desça para a primeira instância, mas que ele permaneça no âmbito do Supremo. A avaliação é que uma explosão completa de Toffoli teria custo alto para toda a Corte, abrindo um precedente e deixando o STF vulnerável. Confusão toma conta de julgamento, juíza manda retirar advogados e diz: “OAB que se dane” (veja o vídeo) O deputado Nikolas Ferreira conquistou o objetivo da caminhada… Fez o Brasil todo parar e olhar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos do país, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Sua luta, a partir de hoje, será ainda maior. O “sistema” não vai descansar nas tentativas de silenciá‑lo.
Mulher atingida por raio quebra narrativas da esquerda em única frase
Lúcia Helena Canhada Lopes, de 68 anos, foi uma das pessoas atingidas por um raio durante a caminhada liderada por Nikolas Ferreira. Sobre o risco de morte no incidente, ela respondeu com uma frase que, segundo o relato, “destruiu as narrativas da esquerda e da velha mídia”: “Se eu tivesse morrido, também não teria problema. Morreria por uma causa justa, nobre”. No X, Nikolas Ferreira comentou a declaração da senhora: “O que essa mulher disse escancara uma verdade que muita gente foge: a vida não vale nada quando é vivida sem sentido. Quem acha exagero é porque já trocou a própria consciência pelo conforto. Ela não está flertando com a morte — está rejeitando a ideia de viver como um animal domesticado, cuja única virtude é continuar respirando. Quando alguém entende que há causas mais altas que o próprio medo, essa pessoa já deixou de ser massa e voltou a ser indivíduo. O desespero do nosso tempo não é o risco, é a covardia travestida de prudência. E a fala dela lembra algo simples e incômodo: quando a consciência desperta, o corpo deixa de ser o centro do mundo. Isso é o que assusta tanto. Jamais esquecerei de você, Lúcia.” O deputado afirmou que a caminhada atingiu seu objetivo, ao fazer o país parar para observar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro, e que a luta continuará ainda mais intensa.
PGR recebe pedido de investigação sobre vínculo de Ricardo Lewandowski com o Banco Master
A Procuradoria‑Geral da República (PGR) foi acionada nesta terça‑feira, 27, para analisar possíveis irregularidades envolvendo o ex‑ministro da Justiça Ricardo Lewandowski, atualmente sócio de um escritório de advocacia contratado pelo Banco Master. O pedido busca esclarecer se houve tráfico de influência ou violação à Lei de Conflito de Interesses. A iniciativa partiu do deputado estadual paulista Guto Zacarias (União), que apresentou uma notícia de fato — instrumento usado para provocar a apuração de eventuais crimes. O parlamentar se baseia em reportagem do portal Metrópoles que revelou a existência de um contrato entre o Banco Master e o escritório de Lewandowski, com pagamentos mensais de R$ 250 mil, totalizando mais de R$ 5 milhões, inclusive em período posterior à posse do ex‑ministro no governo federal. Lewandowski deixou o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) em abril de 2023 e passou a integrar o governo Lula em fevereiro de 2024, assumindo posição de destaque no primeiro escalão. Para o deputado, esse histórico torna indispensável uma investigação aprofundada sobre a relação contratual. Segundo Zacarias, “a apuração se mostra indispensável para verificar eventual nexo entre os valores recebidos, os serviços prestados e o exercício pretérito de função pública estratégica”. Ele acrescenta que “o interesse público na apuração decorre não apenas do expressivo valor financeiro envolvido, mas, sobretudo, do risco institucional inerente à eventual utilização indevida de prestígio, influência ou informações obtidas durante o exercício do mais alto cargo da política de justiça e segurança pública do país”. Na representação encaminhada à PGR, o deputado solicita que sejam examinadas a compatibilidade entre os valores pagos por Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, e os serviços supostamente prestados pelo escritório, além de eventual participação direta ou indireta de familiares, pessoas próximas ou empresas vinculadas ao ex‑ministro. O pedido ocorre em um contexto recente de negativas da PGR para investigar outros ministros do STF. O procurador‑geral Paulo Gonet rejeitou solicitações de parlamentares para o afastamento do ministro Dias Toffoli da relatoria do caso Master, apesar de reportagens apontarem relações entre o magistrado, investigados e advogados. Na avaliação de Gonet, não houve comprovação de ilegalidade, e o processo segue tramitando regularmente no Supremo. Situ ação semelhante ocorreu em relação ao ministro Alexandre de Moraes. Parlamentares da oposição pediram investigação sobre um contrato de R$ 129 milhões entre o escritório de Viviane Barci, esposa do ministro, e o Banco Master. A suspeita levantada era de prática de lobby, já que Moraes teria mantido conversas — segundo o jornal O Globo — por ao menos três meses com Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, sobre a liquidação do banco. O pedido, no entanto, também foi arquivado sob o argumento de inexistência de indícios de ilicitude.
Amazon demite 16 mil funcionários apesar de lucro recorde
A Amazon anunciou nesta quarta‑feira (28) uma nova rodada de cortes, dispensando cerca de 16 mil funcionários da área corporativa. A medida faz parte de um programa mais amplo de redução de pessoal iniciado em outubro, quando a empresa já havia demitido aproximadamente 14 mil colaboradores. Mesmo registrando lucro robusto – US$ 21,2 bilhões no terceiro trimestre de 2025, 38 % superior ao mesmo período de 2024 – a companhia decidiu cortar despesas operacionais e direcionar recursos para projetos estratégicos, sobretudo em inteligência artificial. Segundo a própria Amazon, o objetivo é “fortalecer a organização”, diminuir a burocracia e ampliar a responsabilidade individual nas equipes. Os desligamentos atingem apenas funcionários corporativos e já eram esperados desde outubro, quando a empresa estimava um total de cerca de 30 mil cortes. A empresa também deixou claro que novas demissões não estão descartadas. Em comunicado interno, a vice‑presidente sênior de Pessoas, Experiência e Tecnologia, Beth Galetti, afirmou que não pretende que reduções frequentes se tornem rotina, mas que cada equipe continuará avaliando responsabilidade, velocidade e capacidade de inovar para os clientes, realizando os ajustes necessários. “Isso nunca foi tão importante quanto hoje, em um mundo que muda mais rápido do que nunca”, concluiu Galetti.
Moraes é chamado de mentiroso pelo Metrópoles ao negar reunião na mansão de Vorcaro
Enfurecido, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que não se encontrou com o ex‑presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, na residência do empresário mineiro Daniel Vorcaro, em Brasília. A suposta reunião foi divulgada na coluna de Andreza Matais, publicada no portal Metrópoles, nesta terça‑feira. O Metrópoles manteve a apuração, repetindo informações já apresentadas na reportagem original, que descrevia encontros anteriores, uma relação de amizade e até o consumo de charutos entre Moraes e Vorcaro. “A ida mais recente de Moraes ao local foi em um fim de semana do primeiro semestre de 2025. Além do ministro e de Paulo Henrique, estavam presentes Daniel Vorcaro e um assessor de Moraes.” “A outra visita ocorreu no fim de semana da eleição norte‑americana de 2024, em novembro daquele ano, quando o republicano Donald Trump foi eleito presidente dos Estados Unidos.” Na prática, o Metrópoles qualificou o ministro de “mentiroso”, configurando‑se como o mais novo algoz de Alexandre de Moraes. Assista ao vídeo relacionado:
Moraes rebate acusação de encontro com Vorcaro e Costa e chama reportagem de mentira
O ministro Alexandre de Moraes, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), veio a público para negar que tenha participado de uma reunião com o presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, na residência do ex‑presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro. A versão contestada foi divulgada por testemunhas ouvidas pelo portal Metrópoles. Segundo o conteúdo publicado, o suposto encontro teria ocorrido no ano passado, em um fim de semana. Ainda conforme a reportagem, Daniel Vorcaro teria solicitado que Paulo Henrique se dirigisse até sua casa sob a justificativa de que “o homem estava lá”, referência direta ao ministro do STF. Moraes, de acordo com esse relato, estaria acompanhado de um assessor no momento em que teria sido apresentado ao então presidente do BRB. Diante da repercussão, o ministro divulgou uma nota oficial rebatendo a narrativa. No comunicado, afirmou que a reportagem “sobre uma suposta reunião do ministro Alexandre de Moraes, acompanhado por um assessor, com o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, em um fim de semana do primeiro semestre de 2025, na casa do banqueiro Daniel Vorcaro, é falsa e mentirosa”. Moraes também reforçou que o encontro jamais ocorreu e criticou o que classificou como prática recorrente de ataques direcionados à Corte. “Essa reunião não ocorreu e, lamentavelmente, segue um padrão criminoso de ataques desqualificados contra os integrantes do Supremo Tribunal Federal”, declarou, enfatizando a gravidade das acusações infundadas contra membros do STF. A reportagem revelou detalhes sobre suposta amizade, bebidas, charutos, eleição de Donald Trump e outros assuntos. Assista: