A Justiça Federal determinou que a União deve apresentar, no prazo de quinze dias, toda a documentação relativa ao asilo diplomático concedido à ex‑primeira‑dama do Peru, Nadine Heredia Alarcón, condenada por corrupção, bem como esclarecimentos sobre o uso de aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) para o seu deslocamento ao Brasil. A decisão foi proferida nesta terça‑feira (27) em Brasília, pela juíza federal Diana Maria Wanderlei da Silva. A medida decorre de ação popular ajuizada pelo professor aposentado Daltro Feltrin, morador de Dourados, a 251 km de Campo Grande. O autor pede a anulação do asilo e questiona a legalidade do eventual uso de recursos públicos para o transporte da peruana em avião oficial. Ao analisar o caso, a magistrada ressaltou que o ponto central é verificar se a concessão observou os critérios estabelecidos na Convenção sobre Asilo Diplomático de 1954, da qual o Brasil é signatário. O tratado impede a concessão do benefício a pessoas condenadas por crimes comuns e exige fundamentação formal e respaldo jurídico nos atos administrativos. “O cerne da controvérsia reside em verificar se a concessão do asilo observou os limites objetivos impostos pelo artigo III da Convenção sobre Asilo Diplomático de 1954”, registrou a magistrada. A juíza também destacou a necessidade de apurar se houve procedimento administrativo regular e autorização expressa para o uso de recursos públicos no traslado da ex‑primeira‑dama. Determinou que, neste momento, a produção de provas fique restrita à apresentação de documentos oficiais. Pedidos de perícia técnica, oitiva de testemunhas e depoimentos pessoais dos réus foram indeferidos, pois a controvérsia tem natureza predominantemente jurídica. “A controvérsia posta nos autos é predominantemente jurídica”, afirmou. Com a decisão, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, o comandante da FAB, Marcelo Damasceno, e a própria União deverão encaminhar, dentro do prazo estabelecido, os documentos relativos ao asilo diplomático e ao uso da aeronave oficial. “A instrução probatória adequada ao deslinde da causa consiste, neste momento, na produção de prova documental”, reforçou a juíza. A magistrada ainda incluiu o ministro da Justiça no processo, na condição de terceiro interessado, permitindo que ele apresente manifestações e documentos que considere pertinentes para o esclarecimento dos fatos.
Veja Vorcaro revelar que conversou com o governador Ibaneis Rocha sobre a tentativa de venda do Master ao BRB
O empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, declarou em depoimento à Polícia Federal (PF) que manteve conversas diretas com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), a respeito da tentativa de aquisição do banco pelo Banco de Brasília (BRB). As informações constam de uma acareação conduzida pela PF em dezembro e foram divulgadas ao público nesta quinta‑feira (29). Durante o depoimento, a delegada Janaina Palazzo questionou de forma objetiva se Vorcaro havia tratado com o governador sobre a proposta anunciada em 28 de março de 2025. “O senhor conversou com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, sobre a proposta de aquisição do Banco Master pelo BRB, anunciada em 28 de março de 2025?”, indagou a delegada. Em resposta, o banqueiro confirmou o contato: “Conversei em algumas poucas oportunidades, sim”. Em seguida, a autoridade policial pediu que Vorcaro detalhasse os encontros, indicando datas aproximadas, locais e o conteúdo das conversas, além de perguntar se houve visitas à residência do governador ou à sua própria casa. O dono do Banco Master afirmou que os encontros ocorreram em ambientes privados, mas minimizou a frequência: “Já foi à minha casa, se eu não me engano, uma vez. E eu já fui à casa dele. A gente se encontrou poucas vezes. Conversas institucionais”, declarou à PF. Veja:
Toffoli divulga depoimentos do caso Banco Master e evidencia gravidade das revelações
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a retirada do sigilo dos depoimentos prestados à Polícia Federal por figuras centrais da investigação que apura fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Entre os testemunhos agora tornados públicos estão os dos banqueiros Daniel Vorcaro, controlador do Master, e Paulo Henrique Costa, então presidente do Banco de Brasília (BRB), colhidos no final de dezembro. As oitivas foram conduzidas pela delegada da PF Janaína Palazzo e antecederam a acareação entre os dois empresários, procedimento determinado pelo próprio Toffoli no curso das apurações. O caso investiga um complexo esquema financeiro que envolve operações entre instituições bancárias e o uso de garantias do sistema financeiro. Também prestou depoimento na mesma ocasião o diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino. Conforme já havia sido revelado anteriormente, ele afirmou que a provisão de recursos que o BRB precisaria fazer para cobrir eventuais prejuízos relacionados ao Banco Master poderia chegar a aproximadamente R$ 5 bilhões. No depoimento agora público, Daniel Vorcaro declarou à Polícia Federal que manteve mais de uma conversa com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, a respeito da tentativa de venda do Banco Master ao BRB. O banqueiro reconheceu ainda que a instituição enfrentava dificuldades de caixa durante o período investigado. Vorcaro também explicou que o modelo de negócios do banco estava fortemente estruturado no uso do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), mecanismo financiado pelo próprio sistema financeiro para proteger investidores e correntistas em caso de quebra de instituições. Já Paulo Henrique Costa relatou à PF que a operação envolvendo o Master ocorria em meio a um processo de substituição de ativos da instituição privada. Segundo ele, era necessário ganhar tempo para viabilizar esse rearranjo, em sua função de “zelar pelo BRB”. A declaração foi feita em resposta a questionamentos da Polícia Federal sobre uma anotação encontrada na agenda da ex‑diretora de Controle e Riscos do BRB, Luana Andrade Ribeiro. De acordo com os investigadores, o registro indicava que Costa teria determinado a compra de carteiras de crédito com o objetivo de evitar a quebra do Banco Master. Com a retirada do sigilo, os depoimentos passam a integrar de forma mais transparente o conjunto de informações analisadas no inquérito que apura responsabilidades e eventuais irregularidades nas operações envolvendo o Banco Master, o BRB e outros agentes do sistema financeiro. O deputado Nikolas Ferreira conquistou o objetivo da caminhada… Fez o Brasil todo parar e olhar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos do país, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Sua luta, a partir de hoje, será ainda maior… O “sistema” não vai descansar nas tentativas de silenciá‑lo.
URGENTE: VORCARO E EX‑PRESIDENTE DO BRB DISPUTAM VERSÃO SOBRE VENDAS DE CARTEIRAS DE CRÉDITO (VEJA O VÍDEO)
Imagens recentes mostram o empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, e o ex‑presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, apresentando versões divergentes durante acareação realizada no final de dezembro pela Polícia Federal, acerca da origem das carteiras de crédito vendidas pelo Banco Master ao banco público. Os vídeos da acareação foram publicados nesta quinta‑feira (29) pelo portal Poder 360. Veja: Durante o depoimento, a delegada responsável pelo inquérito questionou Vorcaro, que negou ter informado que as carteiras comercializadas teriam origem na empresa Tirreno ou no próprio Master. Segundo o empresário, o que foi comunicado ao BRB foi apenas a mudança de modelo de negócios, passando a vender carteiras originadas por terceiros. “Anunciamos que faríamos vendas de originadores terceiros. Não me lembro, naquela ocasião, sequer do nome Tirreno. A conversa era sobre um novo formato de comercialização, com carteiras originadas por terceiros, e não mais por originação própria”, afirmou. A investigação da Polícia Federal enumerou diversas operações suspeitas entre o Banco Master e o BRB, apontando falhas graves de governança. A PF apura se houve omissão dos gestores do BRB e se os procedimentos de prudência e governança foram violados na aquisição de carteiras que representavam 30 % dos ativos do banco público. Conforme a investigação, isso pode indicar que o BRB teria ajudado irregularmente o Master em sua crise de liquidez. O deputado Nikolas Ferreira conquistou o objetivo da caminhada… Fez o Brasil todo parar e olhar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos do país, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Sua luta a partir de hoje será ainda maior… O “sistema” não vai descansar nas tentativas de silenciá‑lo.
Fachin vira o jogo contra Gilmar, Toffoli e Moraes
Fachin, como presidente do Supremo Tribunal Federal, tem duas alternativas: estabelecer um código de conduta para os ministros, contribuindo para a estabilização da crise institucional, ou tentar encobrir o caso Master, correndo o risco de ser visto como cúmplice de um grande escândalo. Gilmar Mendes e Dias Toffoli não querem levar a questão ao plenário; Xerxes Ribeiro depende das decisões monocráticas para consolidar sua autoridade. Os três se opõem ao código de conduta, mas enfrentam um problema: Fachin afirma contar com cinco votos, o que, somado ao seu, garante maioria para aprovar a proposta.
Reflexos imediatos da cruzada trumpista contra a China e o narcoterrorismo no Brasil
O governo em crise tenta se equilibrar entre as forças instáveis e corruptas da banca financeira e midiática, que lava dinheiro e está subordinada às interferências globalistas do Fórum Econômico Mundial e ao bloco russo‑chinês‑islâmico, além do Foro de São Paulo, financiadores do narcoterrorismo, consequência das organizações criminosas como PCC, Hamas, Hezbollah, Cartel de Los Soles etc. Com a cruzada trumpista contra o avanço chinês no Ocidente, o narcoterrorismo islâmico e a queda de Maduro, reflexos imediatos surgiram no Brasil. Privado do apoio norte‑americano promovido pelos democratas de Biden, cataclismos atingiram o interior da banca financeira nacional. Escândalos envolvendo traidores da Pátria em todas as esferas de poder eclodiram, desintegrando esquemas bilionários e criminosos de lavagem de dinheiro do narcotráfico em instituições financeiras que compravam políticos, juízes e veículos de mídia. O levante popular e o surgimento de novas lideranças, no caminho aberto por Jair Bolsonaro no Brasil, Donald Trump nos EUA e Benjamin Netanyahú em Israel, expõem e colocam em xeque a resistência popular às tentativas de hegemonia mundial dos globalistas do WEF e do bloco russo‑chinês‑islâmico. Nada acontece por acaso; os acontecimentos alarmantes que presenciamos no Brasil estão intrinsecamente ligados à disputa mundial entre uma elite que pretende dominar o povo e o povo que luta por liberdade e pelo direito de escolher seus líderes em eleições limpas, auditáveis e sem suspeitas. Não estamos sozinhos. Pedro Possas, médico.
Carta de demissão chega à mesa de Eduardo Leite e sinaliza definição da eleição 2026 no RS
O governador Eduardo Leite publicou no X a mensagem: “Recebi hoje a carta do secretário Vilson Covatti, colocando seu cargo à disposição, e comunico que aceitei. Agradeço profundamente a dedicação e a contribuição ao longo destes anos à frente da Secretaria do Desenvolvimento Rural. Respeito a decisão dos Progressistas e seu caminho no processo eleitoral, e sou muito grato a todos os que colaboraram com o governo, com tantos avanços e conquistas para o RS. Nos próximos dias anunciarei o novo titular da pasta.” A saída de Covatti interfere diretamente no tabuleiro das eleições de 2026 no Rio Grande do Sul. O PP, maior partido gaúcho em número de prefeituras – elegeu 164 prefeitos nas municipais de 2024, o mais vitorioso do estado – firmou apoio oficial ao deputado federal Zucco (PL) na disputa pelo Palácio Piratini. A sigla, presidida no RS pelo deputado estadual Covatti Filho, integrará a coligação com o PL de Zucco. “O povo gaúcho, em breve, terá um governador de verdade!”, declarou Leite.
Destruição do Banco Central começa; chefes renunciam durante sindicância
Vai começar a investigação interna no Banco Central. Um verdadeiro absurdo que parece ter a clara intenção de ocultar a fraude bilionária do Banco Master. A reação no BC foi imediata. Os chefes que comandavam o Departamento de Supervisão Bancária (Desup) entregaram seus cargos. A sindicância está sendo conduzida sob sigilo pela corregedoria e foi iniciada a partir de uma decisão do presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo, tomada no fim do ano passado.
Políticos que ‘investiram’ dinheiro público no Banco Master são revelados
Muito dinheiro público foi ‘investido’ no Banco Master. Denúncias e investigações apontam suspeitas de fraudes e de lobby ligado ao controlador da instituição. Se as irregularidades forem confirmadas, o prejuízo poderá recair sobre servidores e contribuintes. Como o dinheiro chegou ao Master Estados e municípios aplicaram recursos por meio dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), adquirindo títulos vinculados ao banco. A Distrito Federal realizou operações através do Banco de Brasília (BRB), envolvendo ativos e carteiras relacionadas ao Master. ESTADOS DF — R$ 12,2 bilhões — Ibaneis Rocha (MDB) RJ — R$ 970 milhões — Cláudio Castro (PL) AP — R$ 400 milhões — Clécio Luís (Solidariedade) AM — R$ 50 milhões — Wilson Lima (União Brasil) MUNICÍPIOS Maceió/AL — R$ 97 mi — JHC (PL) São Roque/SP — R$ 93,15 mi — Guto Issa (PSD) Cajamar/SP — R$ 87 mi — Danilo Joan (PSD) Itaguaí/RJ — R$ 59,6 mi — Dr. Rubão (PSC) Aparecida/GO — R$ 40 mi — Vilmar Marinho (União) Araras/SP — R$ 29 mi — Pedrinho Eliseu (PSDB) Congonhas/MG — R$ 14 mi — Cláudio Dinho (PSD) Fátima do Sul/MS — R$ 7 mi — Ilda Machado (PSD) Sto. Antônio de Posse/SP — R$ 7 mi — João Leandro Lolli (União) Paulista/PE — R$ 3 mi — Yves Ribeiro (MDB) São Gabriel do Oeste/MS — R$ 3 mi — Jeferson Tomazoni (PSDB) Jateí/MS — R$ 2,5 mi — Eraldo Jorge Leite (PSDB) Angélica/MS — R$ 2 mi — Roberto Cavalcanti (União) Santa Rita d’Oeste/SP — R$ 2 mi — Osmarzinho (Republicanos) Campo Grande/MS — R$ 1,2 mi — Adriane Lopes (PP) Fica uma dúvida: se houver prejuízo, quem paga a conta? – O servidor público – O contribuinte – Eu e você AO VIVO: Bomba ‘master’ no colo de Lula (veja o vídeo)
Tarcísio de Freitas visita Bolsonaro recém solto e critica perseguição (VEJA O VÍDEO)
Há pouco, o governador Tarcísio de Freitas visitou o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Ao deixar a prisão, o governador prestou solidariedade a Bolsonaro e afirmou: “Transmiti minha solidariedade, disse que estamos juntos. […] Sem dúvida, estou apoiando Flávio Bolsonaro, como já venho afirmando constantemente. Não há dúvidas em relação a isso.” Veja: A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim. Tudo indica que, em breve, o pior pode acontecer: pretendem tirar a vida dele e ocultar o que realmente ocorreu em 2022. Contudo, para o “terror” do “sistema”, a verdade não desaparecerá.