O deputado federal Nikolas Ferreira (PL‑MG) divulgou publicamente uma mensagem enviada por sua irmã, Ellen Ferreira, na qual ela afirma ter recebido uma revelação espiritual envolvendo o parlamentar. Segundo o relato compartilhado nas redes sociais, Ellen disse ter tido uma visão e alertou sobre a existência de pessoas que estariam praticando “magia negra” contra ele. Na mensagem, enviada em julho do ano passado, Ellen afirmou que foi orientada diretamente por Deus a repassar o conteúdo apenas ao irmão. Ela descreveu uma cena simbólica, associada a sujeira e lama, que, segundo suas palavras, representaria um processo de limpeza espiritual. “Eu vi jorrando dessa parte muita lama. Muita sujeira, como se fosse um cano de esgoto estourado”, escreveu, acrescentando que começou a chorar enquanto repetia: “Teu povo clama! teu povo clama!”. Ainda de acordo com o texto, Ellen relatou que a mensagem recebida iria além de críticas a adversários políticos. Ela escreveu: “O problema do Brasil não é o Lula, o PT ou a esquerda. O problema é o joio, os que estão entre vocês. Os que estão crescendo às suas custas”, afirmando que Deus teria alertado para pessoas próximas que estariam agindo de forma negativa. Na sequência, a irmã reforçou a ideia de que “nada ficará oculto”. Ela descreveu, na visão que alega ter tido, uma mulher identificada como “empregada” colocando “objetos consagrados com magia negra” dentro de casas e gabinetes. Também recomendou cuidados redobrados, como orações, consagração de alimentos e louvores antes de reuniões, sustentando que “o louvor liberta”. Nikolas Ferreira explicou que havia esquecido completamente da mensagem até que a irmã a reenviou. Ele afirmou que a lembrança ganhou novo significado durante a caminhada que realizou entre Paracatu (MG) e Brasília (DF), percurso de cerca de 250 kilômetros. Em um dos dias, o grupo enfrentou forte chuva, com água suja subindo pelo caminho, o que ele interpretou como símbolo da “limpeza da sujeira de Brasília”. O parlamentar iniciou a caminhada em 19 de janeiro e concluiu o trajeto no dia 25, relatando que a experiência reforçou reflexões pessoais e espirituais. A divulgação da mensagem gerou repercussão nas redes sociais e reacendeu debates sobre a mistura entre religião, política e a atuação de figuras públicas. O deputado Nikolas Ferreira declarou que a caminhada atingiu seu objetivo: chamar a atenção nacional para o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, o “sistema” não descansará nas tentativas de silenciá‑lo e o povo precisa permanecer ao seu lado.
Estado falha e a fraude se torna sistema
A matéria “Anatomia de uma fraude”, de Malu Gaspar, publicada em O Globo, revela um padrão recorrente na vida institucional brasileira: grandes escândalos não prosperam sem a participação — ou a conivência — de agentes públicos relevantes. Quando as estruturas do Estado falham, são capturadas ou se omitem, a fraude deixa de ser episódica e passa a operar como sistema. Nesse cenário, os principais órgãos de fiscalização do país já não gozam de credibilidade pública, condição indispensável para qualquer democracia funcional. O quadro se agrava com a prática cada vez mais comum de impor sigilo a procedimentos investigativos e até judiciais, mesmo em casos de inequívoco interesse público. Trata‑se de uma inversão grave do princípio constitucional da publicidade, que deveria ser a regra, não a exceção. O sigilo excessivo não protege a Justiça; ele fomenta a desconfiança, alimenta a percepção de seletividade e enfraquece as instituições. O Brasil não romperá esse ciclo enquanto não enfrentar o essencial: restaurar a credibilidade do sistema de controle, fiscalização e Justiça. Transparência, independência e responsabilidade institucional não são opcionais; são pressupostos mínimos para que o Estado volte a servir ao interesse público, e não a corroê‑lo. Marcelo Bretas. Juiz Federal.
Jornalista respeitado afirma que Lula trouxe lobista ao governo deliberadamente (Veja o vídeo)
O jornalista Hélio Beltrão afirma que o escândalo do Master seria inaceitável em qualquer país sério e que a escolha de Lula foi consciente. “Lula foi avisado da consultoria milionária de Lewandowski ao banqueiro do Master e, mesmo assim, o nomeou ministro. Escolheu conscientemente levar um lobista para dentro do governo.” “Os negócios seguiram na família, com o filho operando, enquanto o Planalto fingia não ver. Guido Mantega, outro aliado histórico, também assessorava o mesmo banqueiro.” “A promiscuidade entre o governo Lula e esquemas financeiros voltou, e ainda não terminou de aparecer.” Veja o vídeo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao
Jornalista afirma que Lula nomeou conscientemente um lobista ao governo (Veja o vídeo)
O jornalista Hélio Beltrão afirma que o escândalo Master seria inaceitável em qualquer país sério e que a escolha de Lula foi consciente. “Lula foi avisado da consultoria milionária de Lewandowski ao banqueiro do Master e, mesmo assim, o nomeou ministro. Escolheu conscientemente levar um lobista para dentro do governo.” “Os negócios seguiram na família, com o filho operando, enquanto o Planalto fingia não ver. Guido Mantega, outro aliado histórico, também assessorava o mesmo banqueiro.” “A promiscuidade entre o governo Lula e esquemas financeiros voltou, e ainda não terminou de aparecer.” Veja o vídeo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao
Toffoli, irresponsavelmente, lança nova atrocidade
O ministro Dias Toffoli tem envolvimento sério e inexplicável no caso Master, o que coloca em dúvida sua condição moral para permanecer no Supremo Tribunal Federal (STF). Nos últimos dias, foi revelado que fundos vinculados ao Master adquiriram a participação dos irmãos do ministro em um resort localizado em Ribeirão Claro, no Paraná. Toffoli voltou a se manifestar sobre o caso, afirmando que, sob pressão para abandonar a investigação, não pretende desistir. Em nota divulgada nesta quinta‑feira (29), o magistrado declarou que o eventual envio do processo à primeira instância só será decidido após o término das investigações da Polícia Federal. “Encerradas as investigações, será possível examinar os casos para eventual remessa às instâncias ordinárias, sem a possibilidade de que se apontem nulidades em razão da não observância do foro por prerrogativa de função ou de violação da ampla defesa e do devido processo legal”, diz o documento. Inaceitável. Insustentável.
Lula deixa a “democracia” em estado terminal: colapso moral e administrativo do governo
Se a democracia é um organismo vivo, a versão gerida pelo atual governo encontra‑se em estado terminal, respirando por aparelhos. Não se trata mais apenas de divergência ideológica ou de disputas partidárias comuns ao jogo político. O que assistimos nos últimos meses é a falência múltipla dos órgãos vitais da República: da diplomacia que envergonha a nação perante o mundo livre à gestão interna que abandona seus cidadãos mais vulneráveis nas filas do INSS. O diagnóstico é claro: o governo Lula perdeu o pulso da realidade e, ao tentar salvar companheiros ideológicos, arrasta a imagem do Brasil para a lama. O suicídio diplomático: de mãos dadas com o terror A política externa brasileira, outrora respeitada por seu pragmatismo, transformou‑se em um braço de relações públicas para regimes autocráticos. O caso mais recente — e repugnante — é a nota oficial do Itamaraty sobre as tensões envolvendo o Irã. Enquanto as grandes democracias ocidentais condenam o financiamento do terrorismo e a desestabilização global promovida por Teerã, o governo brasileiro optou por um palavreado morno, covarde e equidistante. Ao se recusar a chamar o terror pelo nome, Lula não apenas isola o Brasil das potências econômicas e democráticas; ele sinaliza que, para a esquerda no poder, a fidelidade ao “Sul Global” antiocidental vale mais do que a vida de inocentes. O Brasil não é mais um “anão diplomático”; tornou‑se um gigante moralmente cego. O silêncio ensurdecedor sobre Maduro Se a postura com o Irã foi um erro, a reação (ou falta dela) à prisão de Nicolás Maduro é uma confissão de culpa. O mundo assiste ao desmoronamento da ditadura venezuelana, um regime que esfomeou seu povo e exportou refugiados aos milhões para as nossas fronteiras. A justiça internacional finalmente alcança o tirano. E qual é a postura do Palácio do Planalto? Um silêncio constrangedor, entrecortado por notas de “preocupação” que parecem lamentar não o sofrimento dos venezuelanos, mas o destino do carcereiro. A lealdade de Lula ao chavismo não é apenas um erro estratégico; é uma afronta à democracia que ele diz defender. Ao não celebrar a justiça contra um ditador, o governo brasileiro mostra que sua “democracia” é seletiva: vale para os amigos, mas nunca para os opositores. O escândalo do INSS: a face cruel da incompetência Enquanto o governo gasta capital político defendendo ditadores em hotéis de luxo internacionais, o brasileiro comum paga a conta em casa. O escândalo do INSS é a prova cabal de que a gestão petista, que se autoproclama “pai dos pobres”, é, na prática, uma máquina de ineficiência. Filas intermináveis, sistemas inoperantes e denúncias de desvios e fraudes mostram um desmonte administrativo sem precedentes. Não é apenas burocracia; é crueldade. Idosos e deficientes aguardam meses por perícias que nunca chegam, enquanto o orçamento é canibalizado para sustentar a máquina pública inchada e as emendas parlamentares. A “picanha” prometida na campanha transformou‑se na humilhação da fila da previdência. O paciente não reage A “democracia inabalável” vendida pelo governo é, na verdade, um regime que prioriza a ideologia sobre a técnica, e o partidarismo sobre o patriotismo. Diplomaticamente isolado no lado errado da história e administrativamente colapsado, o governo Lula coloca o Brasil na UTI. Resta saber se as instituições e a sociedade civil terão a força necessária para realizar a cirurgia de emergência que o país precisa, ou se assistiremos passivamente ao óbito da nossa relevância internacional e da nossa dignidade interna. Mario Robert Gonçalves Souto. Analista Político
Pesquisa revela empate inesperado entre Lula, Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, frustrando planos do presidente
Um levantamento nacional do instituto Paraná Pesquisas indica que o petista Lula estaria tecnicamente empatado com dois possíveis adversários em cenários de segundo turno nas eleições presidenciais de 2026. Os dados foram divulgados nesta quinta‑feira (29) e mostram disputas equilibradas contra o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) e contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Na simulação em que Lula enfrenta Flávio Bolsonaro, o atual presidente aparece com 44,8 % das intenções de voto, enquanto o senador soma 42,2 %. Nesse cenário, 8,3 % dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, e 4,7 % declararam ainda não saber em quem votar. Já no confronto hipotético entre Lula e Tarcísio de Freitas, o resultado também revela proximidade entre os dois nomes. O petista registra 43,9 % das preferências, ante 42,5 % do governador paulista. Nesse recorte, os votos em branco ou nulo chegam a 9,1 %, enquanto 4,6 % dos participantes não souberam responder. Os planos de Lula, aos poucos, vão sendo frustrados… Será uma eleição acirrada O estudo foi realizado com 2 080 eleitores de todas as regiões do país, entre os dias 25 e 28 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95 %. O levantamento está devidamente registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR‑08254/2026.
Moraes determina expulsão da família Caiado da comunidade quilombola de Antinha de Baixo
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Justiça Federal assegure a retirada de integrantes da família Caiado da região conhecida como Antinha de Baixo, localizada em Santo Antônio do Descoberto, no entorno do Distrito Federal. A área é reivindicada como território quilombola pelos seus moradores. No despacho, Moraes ordena que a 1ª Vara Federal Cível e Criminal, vinculada ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF‑1), adote medidas efetivas para garantir a segurança dos moradores da comunidade e o direito à posse das terras que ocupam, consideradas essenciais para sua reprodução física, social, econômica e cultural. O ministro menciona a presença de “pessoas estranhas à comunidade”, referência direta aos irmãos Murilo Caiado e Breno Caiado, além de funcionários ligados a ambos. Os dois são primos do governador de Goiás, Ronaldo Caiado. Segundo a decisão, cabe à Justiça Federal assegurar, “pelos meios possíveis”, a ausência dessas pessoas na área, a fim de evitar riscos à integridade dos moradores da Antinha de Baixo. A determinação também estabelece que a Procuradoria‑Geral da República (PGR) deverá informar, no prazo de 15 dias, se houve eventual descumprimento de ordens judiciais anteriores. Caso seja constatada desobediência, a própria 1ª Vara Federal Cível e Criminal poderá ser responsabilizada. Relatório do Incra embasa a decisão A decisão de Moraes tem como base um relatório produzido pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), elaborado após denúncias de que pessoas ligadas à família Caiado continuavam na região mesmo depois de decisões judiciais favoráveis à comunidade. O documento, assinado em 5 de janeiro, relata que uma casa teria sido demolida em 26 de dezembro de 2025, apesar de determinação do STF que proibia novas desapropriações no local. Segundo o Incra, os fatos configurariam “afronta direta à autoridade da Suprema Corte”. O relatório também descreve outras ações graves, como o soterramento de poços artesianos, comprometendo o acesso à água potável, a circulação frequente de homens armados e o uso de drones para vigilância e intimidação dos moradores. Fotos anexadas por servidores do órgão indicariam a presença de pessoas vinculadas aos Caiados na Antinha de Baixo. Diante do conjunto de indícios, o Incra solicitou ao STF a retirada imediata de Murilo e Breno Caiado e de seus funcionários, com o objetivo de preservar o território quilombola e suas referências históricas e culturais. O relatório afirma ainda que ao menos três casas de famílias, incluindo crianças e adolescentes com necessidades especiais, teriam sido demolidas. Também aponta que áreas já desapropriadas estariam sendo aradas e utilizadas para plantio, inclusive em locais cujos moradores não teriam sido formalmente retirados. Conforme o documento, a comunidade vive em clima de medo, receosa de novas demolições. Histórico do conflito judicial A disputa judicial envolvendo a Antinha de Baixo remonta a decisões do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) tomadas na década de 1990, que reconheceram três pessoas como herdeiras das terras: Luiz Soares de Araújo, Raul Alves de Andrade Coelho e Maria Paulina Boss, tia do governador Ronaldo Caiado. Em julho de 2025, a Justiça estadual determinou o cumprimento dessas decisões e expediu mandados de desocupação de 32 imóveis da região. Com a repercussão do caso, moradores passaram a reivindicar o reconhecimento da área como território quilombola. Em agosto, após decisões do STF, da Justiça Federal de Anápolis e do próprio TJGO, as demolições foram suspensas para apuração da autodeclaração da comunidade. O Supremo assumiu a competência do caso, retirando do TJGO a possibilidade de novas ordens de despejo. Posteriormente, decisão do STF devolveu a posse integral das terras aos antigos moradores da Antinha de Baixo, afastando os herdeiros da família Caiado da área. O encaminhamento à Justiça Federal ocorreu após solicitação do Incra para que a Advocacia‑Geral da União (AGU) atuasse no processo, diante da alegação de que a comunidade ocupa o local há cerca de 400 anos. Outro lado O advogado Eduardo Caiado, que representa o espólio de Maria Paulina Boss, afirmou que não houve oportunidade de manifestação sobre o relatório do Incra, classificando‑o como baseado em “afirmações inverídicas”. Segundo ele, o documento descreve situações inexistentes e sem provas de exercício arbitrário da posse por parte dos proprietários. De acordo com o advogado, os herdeiros sempre atuaram dentro das decisões judiciais vigentes e aguardam uma solução consensual para um litígio que, segundo ele, se arrasta há mais de 80 anos, sem que tenha sido garantido o pleno exercício da posse das áreas que consideram de sua titularidade.
PM solicita a Moraes alteração na custódia de Bolsonaro, alegando sobrevivência
A Polícia Militar do Distrito Federal enviou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, um ofício solicitando alterações na rotina de custódia do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL‑RJ), atualmente detido no 19º Batalhão da corporação. O documento foi remetido nesta quarta‑feira, 28, e traz preocupações relativas à segurança e ao funcionamento interno da unidade. O ofício, assinado pela comandante‑geral da PMDF, coronel Ana Paula Barros Habka, classifica Bolsonaro como “custodiado sensível”. Entre as medidas pedidas estão a mudança do dia das visitas, que hoje ocorrem às quintas‑feiras, para os sábados; a autorização de caminhadas controladas; e a ampliação da assistência religiosa. A corporação afirma que tais providências não constituem privilégios, mas ações preventivas destinadas à preservação da integridade física do ex‑presidente e à segurança institucional. Para Carlos Bolsonaro, “não se trata apenas de um encaminhamento burocrático. Trata‑se de sobrevivência”. Bolsonaro não possui mais parede abdominal funcional em razão da facada sofrida em 2018. Após mais de oito cirurgias na região, a tela implantada já não consegue conter adequadamente os órgãos internos. As estruturas estão fragilizadas. O risco é permanente e iminente. Sem atividade física adequada, sem acompanhamento médico contínuo e sob estresse extremo, novas complicações são apenas uma questão de tempo. Bolsonaro é forte – sempre foi –, mas o corpo tem limites. Não há Photoshop ou IA. E esses limites estão sendo ultrapassados. Ele está, literalmente, explodindo por dentro. A missão confiada a ele em 2018 ainda não foi concluída. E há quem faça de tudo para que ela se conclua. Esse é apenas um entre dezenas de problemas de saúde enfrentados pelo presidente Jair Bolsonaro, preso político, submetido a um regime de cárcere que impõe propositais sofrimento físico e psicológico diário, por meio de métodos sofisticados de desgaste, tortura e isolamento e negação de condições mínimas de recuperação. Não é retórica. Não é exagero. É um fato.
Carlos Bolsonaro deixa a prisão e acusa perseguição ao pai
Carlos Bolsonaro acabou de deixar a prisão onde seu pai está detido e fez um desabafo: “Saio neste momento da Papuda, em Brasília. Estou exausto como nunca estive; não consigo expressar o quanto meu pai está cansado. Peço a todos boas energias, como sempre me enviaram. Só assim ele poderá se manter de pé.” A situação continua extremamente preocupante. A perseguição, que ele descreve como cruel, absurda e desumana, contra o ex‑presidente Jair Bolsonaro e seus aliados, não tem fim. Segundo ele, tudo indica que um agravamento pode ocorrer em breve, com tentativas de silenciar o presidente e ocultar os acontecimentos de 2022. Contudo, para o que ele chama de “terror do sistema”, a verdade não será apagada. Ele afirma que tudo foi registrado no livro “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, best‑seller no Brasil. O autor descreve a obra como um documento histórico que relata as supostas manobras do “sistema” para favorecer o ex‑presidiário Lula, bem como os episódios que desencadearam a perseguição contra Bolsonaro e as “tramoias” da esquerda: eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e outros. O próprio Jair Bolsonaro já conhece o livro: