Deputada federal Caroline De Toni, de Santa Catarina, recusou a proposta apresentada pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e comunicou que deixará a sigla. Ela informou ao dirigente que não abrirá mão de disputar uma vaga ao Senado em SC e, diante da falta de espaço no partido, optou pela desfiliação. A recusa foi transmitida a Valdemar em conversa telefônica ocorrida nas últimas horas. Simultaneamente, Caroline passou a avisar lideranças políticas catarinenses sobre a intenção de formalizar sua saída do PL nos próximos dias. A parlamentar declarou a aliados que ainda não definiu novo destino partidário. Segundo interlocutores, recebeu convites de ao menos seis legendas interessadas em abrigar sua candidatura ao Senado: MDB, PSD, Novo, PRD, Avante e Podemos. A ruptura com o PL se deu depois que Valdemar deixou claro que o partido não reservaria espaço para Caroline na disputa ao Senado. Conforme já havia sido divulgado, o presidente da sigla apresentou alternativas para tentar mantê‑la no partido. Em conversa realizada na terça‑feira, 3 de fevereiro, Valdemar sugeriu que Caroline aceitasse concorrer como candidata a vice‑governadora na chapa do governador Jorginho Mello (PL), que buscará a reeleição neste ano. Além disso, segundo relatos de aliados, o dirigente ofereceu outro cenário: caso a deputada concorra à reeleição para a Câmara dos Deputados em 2026, será indicada para a liderança do PL na Casa em 2027. Durante a mesma negociação, Valdemar argumentou que o PL precisaria destinar uma das vagas ao Senado ao senador Esperidião Amin (PP‑SC), enquanto a outra ficaria com Carlos Bolsonaro (PL). Esse arranjo faria parte de um acordo político mais amplo entre PL e PP, que envolveria ainda a composição de alianças em outros estados. Na terça‑feira, o PP rompeu com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), e anunciou apoio ao PL no estado, movimento citado como parte desse entendimento nacional entre as legendas. No mesmo dia da conversa com Valdemar, o governador Jorginho Mello declarou publicamente, durante evento em Brasília, que seus candidatos ao Senado seriam Caroline De Toni e Carlos Bolsonaro. Apesar disso, o presidente do PL deixou claro que está disposto a intervir no diretório estadual de Santa Catarina para assegurar a vaga de Esperidião Amin na chapa, caso o governador insista em apoiar Caroline.
Marisa abandona o sul do Rio Grande do Sul ao fechar sua última loja
A rede varejista Marisa encerrou definitivamente a última loja em funcionamento no sul do Rio Grande do Sul. O estabelecimento, situado no Calçadão Andrade Neves, em Pelotas, cessou o atendimento ao público às 16h do sábado (31), marcando o fim da presença física da marca na região. Na segunda‑feira (2), a fachada já não exibia a identidade visual da empresa e o prédio passou a ser preparado para a retirada total das mercadorias. Segundo apuração da reportagem, o elevado custo do aluguel foi decisivo; com o término do contrato de locação, a empresa optou por não renová‑lo. Até pouco tempo atrás a Marisa mantinha três lojas no sul do estado — duas em Rio Grande e a unidade de Pelotas. Desde 2023, porém, as operações vêm sendo encerradas progressivamente. Com o fechamento mais recente, a varejista não possui mais nenhum ponto físico na região. Esse movimento local reflete um processo de reestruturação que a empresa vem conduzindo em âmbito nacional. Só em 2023, a Marisa fechou 93 unidades em todo o país. Fundada em 1948, a rede já chegou a superar a marca de 340 lojas, mas atualmente opera com cerca de 200 pontos de venda. Como outras companhias do setor, a Marisa enfrenta dificuldades financeiras. Em 2023, a companhia informou ter renegociado aproximadamente 90 % das dívidas com fornecedores e 65 % dos débitos com proprietários de imóveis, totalizando mais de R$ 460 milhões. Até 15 de fevereiro, os 13 funcionários da loja de Pelotas permanecerão trabalhando internamente, focados na transferência do estoque remanescente. Após essa data, os colaboradores serão desligados.
Mesmo preso, Bolsonaro denuncia que o “sistema” amplia a humilhação suprema
O ex‑presidente Jair Bolsonaro prestou depoimento como investigado em apuração que analisa declarações feitas contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A oitiva ocorreu na unidade prisional conhecida como Papudinha e teve como foco publicações divulgadas por Bolsonaro nas redes sociais em março de 2025, nas quais ele se referiu a Lula como “cachaça” e contestou acusações relacionadas a uma suposta tentativa de golpe. Além das críticas diretas ao presidente, Bolsonaro usou suas redes para relembrar o atentado que sofreu durante a campanha eleitoral de 2018, afirmando que foi vítima de violência política. Em uma das postagens, destacou que o ataque teria sido praticado por um ex‑militante do PSOL, partido aliado do atual governo. Em outros trechos, o ex‑presidente também direcionou críticas à condução da política econômica sob a gestão de Lula. A investigação busca apurar se as declarações configuram crimes contra a honra, especialmente injúria, em razão da forma como Lula foi citado. O conteúdo do depoimento prestado por Bolsonaro permanece sob sigilo e não foi divulgado oficialmente. Outro ponto analisado no inquérito envolve um vídeo publicado por Bolsonaro no YouTube, em 26 de março de 2025. Nesse material, o ex‑presidente sugere uma ligação entre Lula e traficantes do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, o que pode caracterizar calúnia, segundo os investigadores. O episódio retoma discussões surgidas durante a campanha eleitoral de 2022, quando Lula visitou o Complexo do Alemão usando um boné com a sigla “CPX”. Críticos e alguns especialistas em segurança pública interpretaram a inscrição como referência a organizações criminosas, enquanto aliados de Lula e parte da imprensa sustentaram que “CPX” seria apenas uma abreviação informal de “complexo”, termo comum para regiões formadas por várias comunidades. As postagens de Bolsonaro no X (antigo Twitter) empregam expressões como “cachaça” e “patifaria armada” para se referir ao presidente, linguagem que está no centro da apuração. O inquérito foi instaurado após solicitação do Ministério da Justiça. A defesa do ex‑presidente argumenta que as manifestações se inserem no âmbito do debate político e da liberdade de expressão. Em uma das mensagens usadas na investigação, Bolsonaro escreveu: “Lula, cachaça, o brasileiro sabe de sua índole e de como você chegou até aqui”, afirmou. “Só um imbecil ou um canalha compra esse papo de plano de assassinato. A única pessoa que tentaram matar fui eu, em uma ação de um antigo militante do PSOL, seu braço político de primeira hora. Não conseguiram! Esse foi o grande erro de vocês, como admitiu José Dirceu.” Em outra sequência, ele acrescentou: “Quanto à narrativa de vocês sobre o ‘gópi’, ela é conhecida por todos os seus adversários, inclusive Temer e outros”, continuou. “Ninguém de bom senso aguenta mais essa patifaria armada, por isso fomentam diariamente a destruição cerebral do indivíduo e a destruição dos laços familiares que norteiam uma sociedade saudável.” Para Carlos Bolsonaro, o depoimento atrás das grades é “a humilhação suprema não tem limites”. A crueldade, a absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim. Tudo leva a crer que, em breve, o pior pode acontecer: pretendem tirar a vida dele e esconder o que realmente ocorreu em 2022. Contudo, para o “terror” do “sistema”, a verdade não vai morrer.
Moraes manda prender ré dos atos de 8 de janeiro, mesmo após absolvição de Fux
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão de Cristiane Angélica Dumont Araújo, de 59 anos, condenada a 14 anos de reclusão por participação nos atos de 8 de janeiro. A ordem foi expedida após o encerramento definitivo do processo, sem possibilidade de novos recursos. A decisão ocorreu depois do trânsito em julgado da condenação, que prevaleceu por maioria, mesmo diante do posicionamento contrário do ministro Luiz Fux. No julgamento, Fux sustentou que o STF não teria competência para julgar os acusados pelos atos e, por esse motivo, votou pela absolvição da ré. Ao apresentar seu voto divergente — o único nesse sentido — Fux argumentou que as imagens reunidas no processo não demonstram Cristiane praticando atos de depredação, incêndio ou destruição de patrimônio público. Segundo ele, os registros indicariam apenas a presença da acusada dentro do Congresso Nacional durante a invasão. Entre os elementos citados pelo ministro está uma fotografia em que Cristiane aparece ao lado de um policial legislativo. Em depoimento, o agente afirmou que, naquele momento, havia pessoas rezando no plenário do Senado Federal, incluindo a então acusada. No voto, Fux reforçou a versão apresentada pela defesa ao afirmar que a ré teria ingressado no prédio para se proteger das “bombas de efeito moral” lançadas do lado de fora. Ele destacou que não houve, por parte dela, qualquer conduta violenta ou ato de vandalismo. “Em verdade, todas as provas convergem para a versão apresentada pela defesa, no sentido de que a ré ingressou no Senado Federal para fugir das bombas de efeito moral que estavam sendo lançadas na via pública, sem praticar violência”, afirmou o ministro, acrescentando que o policial ouvido confirma que Cristiane apenas rezou no local. Esse entendimento, porém, foi rejeitado pela maioria da Primeira Turma, que acompanhou o voto do relator. Moraes ressaltou que Cristiane entrou no Congresso quando a invasão já estava em andamento, permaneceu no interior do prédio e teria participado ativamente do ambiente de exaltação do grupo. De acordo com o ministro, ela aparece em vídeos proferindo palavras de ordem como “a nossa bandeira jamais será vermelha” e “de Florianópolis, 63 BI”, referência a um acampamento em Santa Catarina. Para o relator, tais condutas demonstram adesão consciente à ação coletiva voltada à suposta tentativa de golpe. Moraes afirmou que o simples fato de ingressar, filmar, comemorar e permanecer no local já caracterizaria participação criminosa. O ministro também destacou que a própria ré teria confessado os crimes em depoimentos prestados à Polícia Federal e ao STF.
Polícia encerra inquérito e divulga imagens que contradizem adolescente no caso Orelha
Imagens de câmeras de segurança analisadas pela Polícia Civil de Santa Catarina reforçaram a conclusão do inquérito sobre a morte do cão comunitário Orelha, ao indicar que um adolescente deixou e retornou a um condomínio justamente no intervalo em que ocorreram as agressões ao animal, na Praia Brava, em Florianópolis. Os registros mostram que o jovem saiu do condomínio por volta das 5h25 da manhã e voltou cerca de meia hora depois, às 5h58, acompanhado de uma amiga. Esse horário coincide com a estimativa da polícia de que as agressões contra Orelha aconteceram por volta das 5h30. As filmagens contradizem diretamente o depoimento prestado pelo adolescente à Polícia Civil, que havia afirmado não ter deixado o condomínio naquele período e que permaneceu na área da piscina enquanto as agressões ocorriam. A análise das imagens demonstrou o deslocamento externo, o que foi corroborado por testemunhas e por outros elementos reunidos ao longo da apuração. Além dos vídeos, as roupas utilizadas pelo adolescente no dia do crime também foram consideradas relevantes para a elucidação do caso. A Polícia Civil concluiu o inquérito nesta terça‑feira, 3, e solicitou à Justiça a internação do jovem apontado como autor das agressões que resultaram na morte de Orelha, medida equivalente à prisão no sistema socioeducativo. Três adultos foram indiciados por coação no curso do processo.
Moraes alerta: juízes não podem julgar casos com advogados da família
Durante sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF) realizada nesta quarta‑feira (4/2), o ministro Alexandre de Moraes enfatizou que já existem normas claras que disciplinam a conduta da magistratura, proibindo juízes de atuar em processos nos quais haja vínculo familiar com advogados das partes. A declaração foi feita no julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 6293 e 6310, que contestam resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) acerca do uso de redes sociais por membros do Judiciário. Moraes ressaltou que a imparcialidade constitui princípio central da função jurisdicional. “O magistrado não pode ter ligação com o processo que julga. Todos os magistrados, inclusive os magistrados desta Suprema Corte, não julgam nunca nenhum caso que tem ligação. O magistrado está impedido de julgar qualquer causa que tenha como advogado seus familiares”, afirmou no plenário. Segundo o ministro, o conjunto normativo já existente — formado pela Constituição Federal e pela Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) — basta para regular a atuação dos magistrados. Ele acrescentou que, quando essas normas não forem suficientes para resolver eventuais conflitos, o Código Penal pode ser aplicado, conforme entendimento adotado pelo CNJ. “O cumprimento da Constituição e da Loman (Lei da Magistratura) bastam para regrar a magistratura. Em alguns casos, citando o ministro Zanin, se a Constituição não solucionou e a Loman não solucionou, o Código Penal irá solucionar, e foi o que fez o CNJ”, disse Moraes durante o voto.
Moraes defende que magistrados podem cobrar por palestras e ser acionistas, dentro da lei
Durante sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) realizada nesta quarta‑feira (4/2), o ministro Alexandre de Moraes afirmou que juízes podem receber remuneração por palestras e possuir participação societária em empresas privadas, desde que observados os limites estabelecidos na legislação vigente. A declaração foi feita no julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 6293 e 6310, ambas sob relatoria do ministro. As ADIs questionam trechos de uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que trata do uso de redes sociais por membros do Poder Judiciário. Para Moraes, não existe vedação legal que impeça magistrados de exercer essas atividades, contanto que sejam respeitadas as restrições previstas na Constituição Federal e na Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman). Quando a norma constitucional ou a Loman não abordam especificamente a situação, o entendimento adotado pelo CNJ é de que o Código Penal pode servir como referência suplementar. “A outra vedação, para lembrar os críticos de plantão, é receber, a qualquer título ou pretexto, auxílios e contribuições de pessoas físicas, entidades públicas ou privadas, ressalvadas as exceções previstas em lei, que é exatamente aqui: o magistrado pode receber por palestras, pode ser acionista”, afirmou o ministro durante o voto. Em seguida, o ministro detalhou que a legislação não impede que magistrados sejam sócios de empresas, desde que não assumam funções de direção ou administração. “O magistrado é sócio de determinada empresa. Pode, pode. A Constituição diz: ‘ressalvadas as exceções previstas em lei’. E a Loman diz que não pode ser sócio dirigente. Se assim não fosse, nenhum magistrado poderia, por exemplo, ter uma aplicação no banco, ações no banco. ‘Ah, é acionista do banco’. Então não vai poder julgar ninguém do sistema financeiro”, completou. Veja:
Ao vivo: Lula viaja aos EUA para implorar apoio a Trump (veja o vídeo)
Jornalistas da grande mídia revelam tentativa escancarada de “acordão” nos corredores do poder para barrar a CPMI do Banco Master — que investiga rombo bilionário — e conter a CPMI do INSS, blindando quem tem muito a perder. Enquanto isso, Lula prepara viagem aos Estados Unidos no primeiro semestre para tentar convencer Trump a não interferir na fiscalização das eleições brasileiras. Diplomacia ou desespero? Além disso, servidores do IBGE estão sendo exonerados em série após denunciarem abusos na gestão de Marcio Pochmann, indicado por Lula — uma caça às bruxas que ameaça a independência do instituto. Para comentar os assuntos, o Jornal do JCO recebe a vereadora Nina Braga, o vereador Darcio Bracarense e o analista político Paulo Baltokoski. Assista, compartilhe, apoie o trabalho do Jornal da Cidade Online! Veja o vídeo:
Oruam desafia a Justiça e promete não se entregar
A defesa do rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, afirmou que o artista não deve se entregar à Justiça nos próximos dias, mesmo após a decretação de um novo pedido de prisão. O pedido foi aprovado pelo ministro Joel Ilan Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que negou o habeas corpus apresentado pelos advogados do músico. Com a decisão, perdeu validade a liminar que autorizava o cumprimento de medidas alternativas à prisão, como o uso de tornozeleira eletrônica. Na terça‑feira, 3 de fevereiro, agentes da Polícia Civil cumpriram mandados de busca em endereços vinculados ao rapper, inclusive sua residência, situada no bairro da Freguesia, na zona sudoeste do Rio de Janeiro. Oruam não foi encontrado e passou a ser considerado foragido. No processo, a juíza Tula Melo apontou diversos descumprimentos das condições impostas anteriormente pela Justiça, entre eles falhas recorrentes no monitoramento eletrônico e registros de deslocamentos durante a madrugada, período em que o artista deveria permanecer em recolhimento domiciliar. As informações foram divulgadas com exclusividade por coluna especializada. Relatórios anexados aos autos também indicaram longos intervalos sem qualquer sinal emitido pela tornozeleira eletrônica. A defesa alegou que tais inconsistências decorriam de falhas técnicas no equipamento, afirmando que o dispositivo não estava carregando adequadamente. A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, porém, apresentou versão distinta à Justiça, sustentando que a tornozeleira funcionava normalmente e que não foram identificados indícios de defeito que justificassem as interrupções no monitoramento.
Advogado de Trump denuncia que Moraes foge da justiça dos EUA ao impedir citação
Martin de Luca, advogado das empresas de Donald Trump, soltou o verbo no X: “No início desta semana, a Rumble e a Trump Media entraram com uma ação em um tribunal federal dos EUA solicitando autorização para citação por meios alternativos do Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal do Brasil.” “Por quase um ano, o Rumble tentou seguir o processo formal de citação internacional previsto na Convenção de Haia. Esse processo está paralisado no Brasil, sem prazo definido e sem garantia de que a citação será realizada. O efeito prático é que um processo judicial nos EUA contestando as ordens de censura extraterritorial emitidas por Moraes permanece suspenso, enquanto a plataforma continua banida no Brasil e as multas diárias continuam a se acumular.” “As autoridades brasileiras sinalizaram publicamente uma redução da tensão após um período conturbado com os Estados Unidos. No entanto, a questão central permanece sem solução. As medidas de censura contra o Rumble, incluindo a proibição total no Brasil devido à recusa da empresa em censurar usuários americanos em território americano, ainda estão em vigor.” “Este momento representa uma oportunidade para as autoridades brasileiras. Respeitar o devido processo legal, facilitar a citação e permitir que o caso prossiga com base no mérito seria um passo concreto para o cumprimento dos compromissos internacionais do Brasil.” Eduardo Bolsonaro comentou: “Advogado da Rumble/Trump Media relata tentativas infrutíferas para intimar Moraes seguindo as normas internacionais.” “Acrescenta ainda que houve uma desescalada nas tensões com os EUA, porém o sentimento perseguidor de autoridades brasileiras continua e impede a solução de diversos problemas que persistem.”