Levantamento do instituto Meio/Ideia, divulgado nesta quarta‑feira, 4, indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva encontra‑se em situação de empate técnico em possíveis segundas‑voltas contra três nomes do campo da direita: o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ), o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) e a ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro (PL‑DF). No cenário em que Flávio Bolsonaro aparece como candidato do grupo do ex‑presidente Jair Bolsonaro, Lula registra 45,8 % das intenções de voto, enquanto o senador alcança 41,1 %. Contra Tarcísio de Freitas, que sinaliza publicamente a intenção de buscar a reeleição no estado de São Paulo e não a Presidência, o presidente soma 44,7 % diante de 42,2 % do governador paulista. Em eventual disputa com Michelle Bolsonaro, o petista aparece com 45,0 % contra 40,7 % da ex‑primeira‑dama. Em todos esses confrontos, as diferenças permanecem dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais. Em comparação com o levantamento de janeiro, a pesquisa revela mudança no cenário: anteriormente, Lula vencia Michelle e Flávio fora da margem, ficando tecnicamente empatado apenas com Tarcísio. Ou seja, Lula está em queda. O levantamento ouviu 1,5 mil pessoas entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro, por meio de entrevistas telefônicas. A pesquisa foi encomendada pelo Meio, tem nível de confiança de 95 % e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-08425/2026.
Adolescente de 18 anos acusa ministro do STJ, indicado pelo PT, de assédio sexual
Uma acusação de assédio sexual envolvendo o ministro Marco Buzzi, integrante do Superior Tribunal de Justiça (STJ), está sendo investigada por autoridades desde janeiro. A denúncia foi apresentada por uma jovem de 18 anos, que afirma ter sido vítima do crime enquanto passava férias na residência do magistrado, em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina. De acordo com o relato, a jovem é filha de amigos do ministro. Ela contou que o episódio ocorreu no dia 9 de janeiro, durante um banho de mar. Segundo o depoimento, o ministro teria tentado agarrá‑la por três vezes dentro da água, demonstrando excitação, o que provocou pânico na vítima. Após conseguir se desvencilhar, a jovem procurou imediatamente os pais e relatou o que havia acontecido. Diante do relato, a família deixou Balneário Camboriú e retornou a São Paulo, onde registrou um boletim de ocorrência. Posteriormente, os pais foram orientados a encaminhar o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF), pois Marco Buzzi tem foro por prerrogativa de função em razão do cargo que ocupa. Como desdobramento da denúncia, nesta terça‑feira, 3, os denunciantes se reuniram com um juiz auxiliar do ministro Edson Fachin, presidente do STF. Em seguida, dirigiram‑se ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), onde estão formalizando a representação contra o magistrado. Marco Buzzi foi indicado ao Superior Tribunal de Justiça em 2011, durante o governo da então presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT). O ministro completa 68 anos nesta quarta‑feira, 4. Até o momento, nem ele nem o STJ se manifestaram publicamente sobre as acusações. O advogado Daniel Leon Bialski, responsável pela defesa da jovem, declarou que a prioridade neste momento é garantir a integridade da vítima e de seus familiares diante do que classificou como um “gravíssimo ato praticado”. “Aguardamos rigor nas apurações e o respectivo desfecho perante os órgãos competentes”, afirmou.
Moraes decreta nova prisão do cacique Serere por suposto descumprimento de medida cautelar
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta‑feira, 4, a nova prisão do cacique Serere. A decisão foi tomada após a constatação de suposto descumprimento das medidas cautelares impostas ao indígena, que se encontra no Estado de Mato Grosso. Segundo informações oficiais, Serere deixou de manter contato com a Central de Monitoramento Eletrônico por mais de 48 horas. Além disso, não atendeu às convocações para inspeção ou eventual substituição do equipamento, conforme informou a Secretaria de Administração Penitenciária do estado. O órgão responsável informou que diversas tentativas de contato foram realizadas sem êxito. De acordo com o gabinete do ministro, a secretaria acrescentou que foram feitas várias tentativas telefônicas e que, considerando que o dispositivo permanece sem comunicação desde 11/11/2025, não há como assegurar que o equipamento eletrônico continua instalado no tornozelo do monitorado. O histórico do caso mostra que esta não é a primeira vez que o cacique recebe ordem de prisão. Em dezembro de 2022, foi detido em Brasília, supostamente por participação em atos de violência registrados no dia 12 daquele mês. Em dezembro de 2024, foi novamente preso, desta vez em território argentino.
Polícia encerra investigação do caso Orelha e revela choque: adolescente autor da agressão
A Polícia Civil de Santa Catarina finalizou o inquérito que investigou a morte do cão comunitário Orelha e a tentativa de afogamento de outro cachorro, conhecido como Caramelo, ocorridas na Praia Brava, em Florianópolis. Os investigadores concluíram que apenas um adolescente foi o responsável direto pelas agressões que resultaram na morte de Orelha, motivo pelo qual foi solicitada à Justiça a internação provisória do jovem. De acordo com a investigação, o adolescente identificado como autor esteve fora do país durante parte do processo, o que levou a polícia a adotar medidas específicas para evitar risco de fuga e destruição de provas. O delegado Renan Balbino destacou que os depoimentos prestados pelo jovem apresentaram inconsistências relevantes e ausência de informações consideradas fundamentais para o esclarecimento dos fatos. “Em diversos momentos, ele se contradisse e omitiu fatos importantes para a investigação”, afirmou o delegado. A defesa do adolescente, por sua vez, questionou o resultado do inquérito. Em nota, os advogados sustentaram que as “informações que vieram a público dizem respeito a elementos meramente circunstanciais, que não constituem prova e não autorizam conclusões definitivas”. Os laudos elaborados pela Polícia Científica indicaram que Orelha sofreu um forte impacto na região da cabeça, compatível com um chute ou com um golpe aplicado por objeto rígido, como madeira ou garrafa. A agressão ocorreu na madrugada do dia 4 de janeiro, e o animal não resistiu, falecendo no dia seguinte, apesar de ter recebido socorro de moradores da Praia Brava. Orelha vivia na região há cerca de uma década e era conhecido pelo temperamento tranquilo e pela convivência próxima com moradores e visitantes. Na Praia Brava, três cães são reconhecidos como mascotes comunitários e recebem cuidados regulares da população local, o que aumentou a comoção após o caso. Para chegar às conclusões, a polícia ouviu 24 testemunhas, avaliou o envolvimento de oito adolescentes suspeitos e analisou mais de mil horas de gravações de 14 câmeras de segurança. A apuração também contou com o uso de um software estrangeiro de geolocalização e com o cruzamento minucioso de depoimentos. As imagens analisadas mostraram o adolescente saindo de um condomínio por volta das 5h25 e retornando cerca de 30 minutos depois, acompanhado de uma jovem. Em depoimento, ele declarou que não havia deixado o local, versão que foi refutada por registros de vídeo, relatos de testemunhas e outros elementos reunidos durante a investigação. Durante o andamento do inquérito, roupas que teriam sido usadas no dia das agressões foram apreendidas. Em uma abordagem no aeroporto, os policiais notaram atitude suspeita de um familiar do adolescente, que tentou esconder um boné dentro da bolsa. Esse mesmo familiar afirmou que um moletom teria sido comprado durante uma viagem aos Estados Unidos, informação posteriormente confrontada com imagens já obtidas pela polícia. A comparação das peças com os registros visuais permitiu identificar as roupas utilizadas no momento dos fatos. Além do adolescente apontado como agressor, três adultos foram indiciados por coação, em razão de comportamentos adotados ao longo das investigações. No caso do cachorro Caramelo, a Polícia Civil concluiu que quatro adolescentes participaram da tentativa de afogamento do animal. Todos responderão por ato infracional análogo ao crime de maus-tratos. Em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), dados como nomes, idades e locais relacionados aos envolvidos permanecem sob sigilo absoluto.
STM receberá pedido que pode excluir Jair Bolsonaro das Forças Armadas
O Ministério Público Militar (MPM) deverá encaminhar ao Superior Tribunal Militar (STM), nesta terça‑feira (3), um pedido formal para a exclusão das Forças Armadas do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) e de quatro militares de alta patente condenados por suposto plano de golpe. Caso a representação seja aceita, caberá ao STM decidir se Bolsonaro e os generais Walter Braga Netto, ex‑ministro da Casa Civil, Augusto Heleno, ex‑chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, ex‑ministro da Defesa, e o almirante Almir Garnier, ex‑comandante da Marinha, serão considerados “indignos” e “incompatíveis” para permanecer nos quadros das Forças Armadas. Segundo os próprios padrões do tribunal, o processo costuma tramitar de forma relativamente rápida, com duração média de cerca de seis meses. Ainda assim, o caso é tratado como excepcional, tanto pelo perfil dos envolvidos quanto pela natureza das acusações. Nunca antes o STM analisou pedidos de perda de patente relacionados a crimes contra a democracia. Da mesma forma, a Corte jamais deliberou sobre a expulsão de generais das Forças Armadas após condenações dessa gravidade, o que reforça o caráter histórico da medida. Mesmo que haja perda de patente, os militares condenados não deixarão de receber remuneração de forma automática. A legislação prevê a manutenção de pensões destinadas a esposas e familiares, de modo que os efeitos financeiros podem perdurar mesmo após eventual exclusão formal da carreira militar.
Tarcísio deve enfrentar firmemente os inimigos agora
Durante anos defendi Tarcísio de inúmeras calúnias. Hoje, ele é acusado de ser subserviente a Bolsonaro por Ciro Nogueira e Kassab, os mesmos líderes a quem os comunicadores afirmaram que Tarcísio iria se aliar. Você encontrou algum comunicador marcadamente bolsonarista comentando sobre isso? Parte dessa situação decorre da própria conduta de Tarcísio. Em vez de permanecer em silêncio, ele deveria posicionar‑se com firmeza e enfrentar os adversários com maior ânimo. Já demonstrou lealdade e consolidou sua atuação como governador. Chegou a hora de assumir uma postura mais combativa e de bater de frente com os inimigos velados, sejam eles da direita ou da esquerda.
Polícia do RJ lança nova operação contra o CV em Duque de Caxias
A polícia do Rio de Janeiro realizou, na manhã desta quarta‑feira (4), mais uma etapa da Operação Contenção, cumprindo 40 mandados de prisão contra suspeitos de integrar o Comando Vermelho em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A ação, voltada ao combate ao tráfico, tem como objetivo conter a expansão territorial da facção. Até as 9h, 13 pessoas foram detidas. Além dos mandados de prisão, foram cumpridos 33 mandados de busca e apreensão, concentrados sobretudo na comunidade Vai Quem Quer. De acordo com investigação da Polícia Civil, com apoio dos promotores do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado, a comunidade é controlada por Rodolfo Manhães Viana, conhecido como “Rato”. Embora esteja preso em um presídio federal, indícios apontam que ele continua comandando o tráfico de drogas na região. Parte dos alvos desta fase da operação é suspeita de participação na tentativa de resgate de “Rato”, ocorrida há cerca de um ano, quando a 60ª DP (Campos Elíseos) foi atacada a tiros.
A lenta morte de Jair Bolsonaro e o silêncio da nação
O Brasil observa, atônito, a morte lenta – física, moral e simbólica – do ex‑presidente Jair Bolsonaro. Não se trata apenas de um homem, mas de um método. Um roteiro antigo na história política: primeiro enfraquece‑se o corpo, depois silencia‑se a voz, em seguida destrói‑se a reputação e, por fim, elimina‑se o significado político que o indivíduo representa. Com passado militar, Bolsonaro surgiu como um outsider em pleno vigor físico. Praticava exercícios típicos da caserna, fazia flexões em público, saltava de paraquedas, andava de moto, barco e jet ski. Para milhões de brasileiros, simbolizava uma ruptura com o sistema político tradicional. Em 2018, sofreu um atentado a faca cometido por um militante ligado à esquerda radical, cujo mandante nunca foi esclarecido – episódio ainda relativizado por setores ideológicos. Mesmo após a facada, foi eleito presidente da República. Contudo, jamais foi aceito pelo sistema político, institucional e midiático. A partir daí, iniciou‑se uma perseguição contínua. Sua saúde nunca foi plenamente recuperada: foram nove cirurgias, internações recorrentes e um histórico médico grave. Nem o leito de UTI foi respeitado. Bolsonaro chegou a ser intimado dentro de um hospital, numa encenação repulsiva: enviou‑se deliberadamente uma oficial mulher para notificá‑lo, numa tentativa evidente de provocar reação e, caso houvesse qualquer resposta mais ríspida, acusá‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑‑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Ratinho entra na justiça, algo que Toffoli ainda não tem coragem de fazer
O apresentador Ratinho tomou uma atitude em relação aos vídeos que o relacionam ao Resort Tayayá, localizado em Porto Rico, no Paraná. Ele ingressou com ação judicial contra o Facebook e Gabriel Bertolucci, ex‑candidato a vereador pelo partido Missão, pedindo a remoção do material divulgado nas redes sociais. Nos vídeos, Bertolucci afirma que Ratinho teria ligações com o resort Tayayá e que a família Toffoli seria sócia da SM Holding, cujos proprietários supostamente teriam vínculos com o apresentador. Na ação, Ratinho sustenta que tem sido alvo de ataques e de fake news. Até o momento, Toffoli não apresentou a mesma coragem e parece tentar obstruir as investigações.
Novo pesadelo de Lula em pleno ano eleitoral (Veja o vídeo)
A articulação para a abertura da CPMI do Banco Master ganhou um novo patamar ontem, no Congresso Nacional. O que antes era tratado como movimentação nos bastidores passou a se tornar um fato político concreto: 280 parlamentares assinaram o requerimento, número suficiente para demonstrar que o tema deixou de ser restrito à oposição e passou a envolver diferentes correntes dentro da própria base. Esse volume de assinaturas não é apenas um dado regimental; é um termômetro político. Quando deputados e senadores de diversos espectros aderem a uma CPMI, o recado é claro: o assunto tem potencial de desgaste institucional e repercussão pública relevante. É exatamente isso que começa a se desenhar em Brasília. A eventual instalação da comissão coloca o governo de Lula diante de um cenário delicado, em pleno ano eleitoral. CPMIs não são apenas instrumentos de investigação. Elas funcionam como palcos permanentes de exposição política, com depoimentos televisionados, convocações, vazamentos, disputas narrativas e cobertura diária da imprensa. Mesmo quando não produzem consequências jurídicas imediatas, geram algo igualmente sensível: desgaste de imagem contínuo. E esse desgaste ocorre no pior momento possível para qualquer governo: quando o debate público já começa a se deslocar para o ambiente eleitoral. A cada sessão, a cada requerimento aprovado, a cada depoimento, o tema sai das páginas técnicas e vai para o centro da opinião pública. O foco deixa de ser apenas a investigação e passa a ser a associação política que se constrói ao longo das semanas. Historicamente, CPMIs em anos pré-eleitorais têm um efeito previsível: contaminam o debate político e forçam o governo a dividir energia entre governar, se defender e administrar a narrativa. Isso altera prioridades, trava agendas e muda o clima dentro do Congresso. Com 280 assinaturas consolidadas, a leitura em Brasília é direta: há massa crítica suficiente para que a comissão não seja apenas protocolar, mas sim ativa, barulhenta e permanente no noticiário. É justamente isso que amplia o potencial de desgaste para o Planalto. Em ano eleitoral, tempo de exposição negativa vale mais do que qualquer resultado formal da investigação. O simples fato de o tema permanecer em pauta por semanas ou meses já cria um ambiente adverso para o governo. A CPMI do Banco Master, portanto, deixa de ser apenas uma iniciativa parlamentar e passa a ser um fator político relevante no cenário eleitoral de 2026. Veja o vídeo: