Ao longo da história, as pesquisas de opinião pública no Brasil foram, em sua maioria, conduzidas por institutos sob influência da esquerda. Esquerdistas também ocupam cargos de direção nesses institutos. Assim, o fato de, ainda distante da eleição, as pesquisas indicarem avanço de uma candidatura de direita constitui motivo de celebração para seus apoiadores. O destaque vai para Flávio Bolsonaro, que tem registrado forte crescimento. Na pesquisa mais recente divulgada pelo Instituto Meio Ideia, ele ganhou dez pontos na avaliação espontânea. “É uma evolução relevante de janeiro para fevereiro”, afirmou Maurício Moura, fundador do Instituto Ideia. Nos números referentes ao segundo turno, Flávio já empata com Luiz Inácio Lula, segundo a mesma pesquisa. Em outras sondagens realizadas por diferentes institutos, o candidato de direita também aparece na liderança. Um dado que o próprio Flávio ressaltou foi a rejeição de 51,4 % dos eleitores a Lula, o que ele considera um obstáculo decisivo para o adversário. Ele afirma que, à medida que o eleitorado o conhece melhor, sua intenção de voto tende a subir ainda mais, podendo superar o concorrente em outubro. Flávio não se conteve nas redes sociais e escreveu: “Hoje saiu uma nova pesquisa, a Meio Ideia. Reforça o que temos sentido na rua: Lula é um produto vencido! Se as pesquisas já mostram isso, imagina como está na vida real!”
Globo volta a ser acusada de manipular votos no BBB
O BBB 26 está no centro de uma grande polêmica. Internautas alegam que votos destinados a eliminar Leandro foram contabilizados para Brigido, que acabou saindo da casa de forma injusta. Mas as críticas não param por aí: a Globo também é acusada de supostamente levar informações externas para dentro do jogo. Segundo relatos, uma psicóloga da produção — que na verdade seria o diretor do programa, conhecido como Dourado — teria repassado dados de fora para alguns participantes. O principal beneficiado seria Ana Paula Renault, apontada por críticos como a “favorita garantida” desde a primeira semana do reality. Veja os percentuais oficiais da eliminação: – ANA PAULA RENAULT: Média 10,08% | Voto Único 9,95% | Voto Torcida 10,37% – BRIGIDO: Média 77,88% | Voto Único 79,73% | Voto Torcida 73,58% – LEANDRO (BONECO): Média 12,04% | Voto Único 10,32% | Voto Torcida 16,05% Nas redes sociais, o público não hesitou em criticar: “É impossível confiar no BBB. A Globo manipula votos e favorece participantes!” O episódio reacende o debate sobre a transparência do programa e a ética da emissora, que segue sob forte pressão do público e da internet. Globo reconhece que o STF está “acuado” e dá os nomes dos responsáveis (veja o vídeo).
PF demora em diligências sobre Lulinha, irrita Mendonça e gera alarme no pai do garoto
O relator do inquérito sobre a farra do INSS, ministro do STF André Mendonça, teria questionado investigadores da Polícia Federal acerca do motivo da demora em concluir as diligências relacionadas ao passaporte do filho do presidente Lula. O magistrado considerou estranho o fato de a Polícia Federal ainda não ter solicitado a apreensão do documento de viagem de Lulinha. A informação de que Mendonça fez essa cobrança à PF chegou ao Palácio do Planalto e teria causado preocupação ao pai do rapaz. Por outro lado, investigadores da Polícia Federal afirmam que o trabalho envolvendo o filho de Lula está avançando e que, em breve, haverá novidades.
Ibaneis Rocha tem nome incluído na investigação formal do caso Master
Já está no Superior Tribunal de Justiça (STJ) um procedimento que cita o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, em diferentes negócios nebulosos, entre eles atos do mandatário no Banco Regional de Brasília e indícios de seu envolvimento com o Banco Master. O procedimento foi distribuído por sorteio à ministra Isabel Gallotti. O material foi encaminhado à Procuradoria‑Geral da República, que deverá determinar as diligências necessárias. O governador do Distrito Federal figura no centro do escândalo que envolve o uso de prestígio político por parte do banqueiro Daniel Vorcaro para viabilizar uma operação que trouxe prejuízos bilionários aos cofres do BRB. Ibaneis Rocha nega qualquer ligação com o caso Master, porém foi mencionado em depoimento pelo próprio Vorcaro como interlocutor no negócio.
CONGRESSO CUMPRE SUA PARTE; AGORA CÉDERE A ALCOLUMBRE
O pedido de CPMI do Banco Master foi protocolado com um feito inédito: 42 senadores e 238 deputados federais assinaram o requerimento, totalizando 280 parlamentares que exigem investigação. Trata‑se de um recorde que demonstra a força do Parlamento e a indignação da sociedade diante de mais um escândalo que não pode ser varrido para debaixo do tapete. O deputado Carlos Jordy, autor do requerimento, celebrou: “Alcançamos um recorde histórico de assinaturas para a instalação de uma CPMI. Isso mostra que o Parlamento brasileiro está atento e comprometido em investigar esse escândalo que causa indignação na população. Não podemos permitir que fatos dessa dimensão fiquem sem resposta. A sociedade exige transparência e nós vamos entregá‑la.” O peso da decisão Agora, o destino da CPMI está nas mãos do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e é aqui que reside o risco. Alcolumbre tem histórico de deixar pedidos — inclusive de impeachment — enferrujarem nas gavetas enquanto o país clama por respostas. A pergunta que ecoa é simples: será que este pedido, mesmo com recorde de apoio, se tornará mais um papel esquecido sob o peso da inércia? A ineficiência que corrói O Congresso fez sua parte. Deputados e senadores mostraram que estão atentos e dispostos a investigar. Mas não adianta se o Senado se transforma em um cemitério de requerimentos. A ineficiência de Alcolumbre não é apenas burocrática — é política, institucional, um ataque silencioso à democracia. Cada pedido ignorado é um tapa na cara da sociedade. Cada protocolo engavetado nega a transparência. Cada silêncio colabora com a impunidade. A hora da verdade O Brasil não pode ser refém da paralisia de um homem. O Senado não é propriedade privada de seu presidente. O recorde de assinaturas não pode virar estatística inútil. Se Alcolumbre repetir o roteiro da omissão, rasgará o compromisso com a democracia e mostrará que, no Brasil, até recordes históricos podem ser enterrados pela inércia de quem deveria servir ao povo. O Congresso fez a sua parte. Agora resta aguardar se Alcolumbre honrará o cargo ou, mais uma vez, se sentará sobre a vontade popular. Se repetir a omissão, será cúmplice da impunidade. O Brasil não precisa de gavetas cheias; precisa de respostas.
Escolas: fábricas de militantes de esquerda
Durante décadas, o Brasil assistiu à transformação metódica de escolas em células de doutrinação. A esquerda chama isso de “democratização do ensino”. Eu chamo pelo óbvio: aparelhamento ideológico. Gramsci ensinou que a revolução não se faz com fuzis, mas com livros didáticos. Ele entendeu que a conquista do poder passa pela conquista da cultura. Controlar escolas e universidades significa controlar o imaginário das próximas gerações. É guerra de posicionamento, não de movimento. No Brasil, essa estratégia foi aplicada com precisão cirúrgica. O Ministério da Educação foi aparelhado e virou laboratório gramsciano. Nos governos de esquerda, as nomeações políticas substituíram critérios técnicos. O conteúdo curricular passou por filtro ideológico. Professores viraram agentes de transformação social — máscara retórica elegante para militantes de sala de aula. O cavalo de Troia perfeito foi a pedagogia de Paulo Freire. Sob o pretexto de “educação libertadora”, introduziu‑se a ideia de que todo conhecimento é político e que o professor deve “conscientizar” o aluno — eufemismo para doutrinação marxista. Freire tornou‑se patrono da educação brasileira por lei federal em 2012. Não por acaso, a educação brasileira é um desastre absoluto. A ironia é brutal: enquanto países asiáticos focavam em matemática, ciências e conteúdo objetivo, o Brasil abraçou pedagogias construtivistas que priorizavam “consciência crítica” sobre conhecimento factual. As consequências são claras: gerações inteiras que decoram slogans de esquerda, mas não sabem interpretar um texto. Sabem protestar, mas não sabem pensar. O resultado? O país que celebra esse método como gênio pedagógico ocupa as últimas posições em leitura e matemática no PISA 2022, entre 81 países avaliados. Mas, para a esquerda, isso não é falha — é método. Afinal, o objetivo nunca foi educar e sim formar militantes. Veja o ENEM. Prova que deveria medir conhecimento virou teste de alinhamento ideológico. Questões sobre desigualdade social, racismo estrutural e gênero aparecem sistematicamente, enquanto conteúdos factuais de História e Geografia ficam em segundo plano. Matemática e ciências seguem o mesmo destino. A mensagem é clara: importa mais saber a narrativa progressista correta do que dominar conteúdo objetivo. As universidades federais completaram o projeto. Transformaram‑se em feudos ideológicos onde discordância é heresia. Casos de perseguição a professores conservadores são recorrentes, mas raramente ganham visibilidade. Alunos de direita são hostilizados. Currículos privilegiam pensamento crítico de esquerda, vitimismo histórico e relativismo moral — jargões sofisticados para um marxismo requentado. O mais perverso? Tudo financiado com dinheiro público. O contribuinte que mal terminou o ensino médio paga para formar militantes que o desprezam. E, quando questiona o sistema, é taxado de fascista. A esquerda domina institucionalmente, mas há resistência silenciosa de professores conservadores que, intimidados, não se posicionam. Enquanto a direita discutia currículo e meritocracia, a esquerda construiu, silenciosamente, seu domínio cultural. Quando os pais conservadores perceberam a captura institucional, já era tarde. Seus filhos estavam doutrinados. As universidades tomadas. A narrativa estabelecida. A arquitetura desse fracasso educacional foi planejada, sistemática e devastadoramente eficaz. Porque criar cidadãos pensantes é perigoso. Formar militantes obedientes é estratégico. E assim, o Brasil segue produzindo analfabetos funcionais que repetem bordões revolucionários. A esquerda comemora. Afinal, eles não queriam educação de qualidade. Queriam controle de mentes. E conseguiram. A pergunta que fica é incômoda: quando a direita vai perceber que a batalha cultural não se vence com propostas técnicas, mas com conservadores dispostos a lecionar, a enfrentar hostilidade acadêmica e a não abrir mão de formar a próxima geração? A esquerda venceu porque executou um plano deliberado de aparelhamento — enquanto a direita, distraída com economia e eleições, nem percebeu o controle institucional acontecendo. Quando finalmente acordou, o estrago já estava feito. Hoje, conservadores fogem da educação por medo de hostilidade ou desprezo acadêmico, e a esquerda forma militantes sem oposição. É preciso voltar às salas de aula — não para doutrinar, mas para formar cidadãos pensantes. É hora de acordar — ou a próxima geração já estará perdida. A esquerda venceu porque executou um plano deliberado de aparelhamento — enquanto a direita, distraída com economia e eleições, nem percebeu o controle institucional acontecendo. Quando finalmente acordou, o estrago já estava feito. Hoje, conservadores fogem da educação por medo de hostilidade ou desprezo acadêmico, e a esquerda forma militantes sem oposição. É preciso voltar às salas de aula — não para doutrinar, mas para formar cidadãos pensantes. É hora de acordar — ou a próxima geração já estará perdida. Claudio Apolinario. Articulista e analista político.
Careca do INSS usava gesto para sinalizar a participação de Lulinha nas falcatruas
O Careca do INSS costumava exibir sua relação estreita com Lulinha, o filho de Luiz Inácio Lula da Silva. O jornalista Tácio Lorran entrevistou um ex‑funcionário do lobista e revelou o gesto que indicava a presença de Lulinha nas negociações. Segundo a testemunha, ao falar sobre o filho do presidente, Antonio utilizava a mão para mostrar quatro dedos, sinalizando “filho”. “Antonio falava abertamente sobre o filho do rapaz!!! Fábio Lula da Silva. Falava ‘filho’ e sinalizava mostrando a mão com quatro dedos… Falou o nome de Fábio Lula diversas vezes, a mim, a alguns parceiros comerciais, em reunião de diretoria”, detalhou o ex‑funcionário, hoje considerado testemunha‑chave da Polícia Federal nas investigações da Operação Sem Desconto, que apura a chamada Farra do INSS. A testemunha também confirmou a denúncia de que o Careca do INSS pagava uma mesada ao filho do presidente e antecipava recursos em projetos governamentais. “Antonio me disse que ele pagava uma mesada de 300 mil e que antecipou 25 milhões (não foi especificado em que moeda) em função do Projeto Amazônia e Projeto Teste de Dengue. Antonio comentou que algumas vezes o encontrava em São Paulo e no Distrito Federal”.
Aumento salarial “merecido” e folga a cada três dias: o Congresso se protege às custas do contribuinte
Já sei o que vocês estão pensando. Não é nada disso. O trabalho no Congresso é tremendamente extenuante. Conceder um dia de licença a cada três dias de trabalho é uma medida justa e correta para preservar a saúde mental daqueles que mantêm nossas instituições democráticas em funcionamento. A democracia brasileira não merece menos. É verdade que alguns servidores transformarão essa folga em dinheiro. O salário total poderá chegar a R$ 77 mil, bem acima do teto oficial do funcionalismo. Contudo, quem faz essa conta demonstra um espírito mesquinho. Avaliar o valor dos nossos servidores apenas por cifras monetárias revela a pobreza de espírito de quem realiza esse tipo de julgamento. Além disso, não se trata de um “fura‑teto”, mas de “verbas indenizatórias”. Quem desconhece a diferença não deveria se envolver na discussão. Essas medidas visam conter a debandada de servidores para a iniciativa privada. Muitos abandonam a estabilidade e os benefícios do serviço público em busca de empregos que pagam muito mais. Não conheço casos específicos, mas certamente existem, pois aumentar o salário é uma forma de reter essa mão de obra cada vez mais escassa. Basta observar o insucesso dos últimos concursos públicos. Unânimes na aprovação, todos os partidos, do PT ao PL, apoiaram a medida. Apenas PSOL e NOVO votaram contra, demonstrando falta de capacidade de entendimento democrático. Recentemente, o STF vetou uma série de benefícios para os funcionários dos Correios, concedidos anteriormente pelo TST, sob a justificativa de que a empresa está quebrada. Espero que esse mesmo STF não suspenda os benefícios aos servidores do Congresso, mesmo com o Brasil em situação delicada. Afinal, sempre há um pouco mais de sangue a ser extraído das veias do trabalhador brasileiro. Tudo vale a pena para manter nossas instituições democráticas em boa forma. Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.
Presidente chileno José Antonio Kast insiste em foto com Nikolas Ferreira (VEJA O VÍDEO)
A liderança e o carisma de Nikolas Ferreira já extrapolam as fronteiras do país. O jovem deputado caminha para conquistar cada vez mais fama e prestígio internacional. Isso se percebe, por exemplo, no encontro que teve com o presidente do Chile, José Antonio Kast. O chileno pede uma foto com o parlamentar brasileiro. Nikolas atende prontamente. Veja o vídeo:
Magistrados descobrem que presidente do TJ transferiu R$ 3 bilhões do Banco do Brasil para banco sob investigação da PF e o clima esquenta
Os desembargadores do Tribunal de Justiça do Maranhão descobriram que o presidente da Corte, Froz Sobrinho, transferiu R$ 2,8 bilhões em depósitos judiciais para o Banco de Brasília (BRB). Os recursos estavam anteriormente aplicados no Banco do Brasil e a movimentação foi realizada sem consulta prévia ao colegiado de magistrados. De acordo com informações apresentadas pelo próprio presidente do TJ, a transferência elevou o rendimento mensal dos valores de aproximadamente R$ 3 milhões, quando estavam no Banco do Brasil, para cerca de R$ 15 milhões após a migração para o BRB. A medida gerou preocupação entre os desembargadores, sobretudo porque o BRB está sob investigação da Polícia Federal, que apura investimentos realizados no Banco Master e a tentativa de aquisição da instituição. O Banco Central acabou liquidando o Master em razão de fraudes bancárias identificadas em suas operações. Em 28 de janeiro, o presidente do TJ convocou uma reunião com os demais desembargadores para explicar a aplicação financeira e assumir a responsabilidade pela mudança. O encontro resultou em intenso debate entre os magistrados. “Com todo respeito, considero indevida essa convocação no tribunal para tratar desse tema agora, porque a decisão dessa migração foi exclusiva de Vossa Excelência. Ela não foi submetida ao colegiado. Não me sinto responsável por essa decisão. Foi uma decisão gravíssima e agora vamos dividir a responsabilidade?”, declarou o desembargador Paulo Sérgio Velten Pereira. O presidente do TJ respondeu: “Não é gravíssima, não. Estou convidando, não convocando”. Em seguida, Pereira afirmou: “Eu estou fora, já aviso que estou fora”. Froz Sobrinho reafirmou que assumiu pessoalmente a responsabilidade pela aplicação financeira. Ele justificou a decisão apontando a necessidade de maior rentabilidade para cumprir obrigações financeiras da instituição, inclusive o pagamento de indenizações a juízes, desembargadores e servidores do tribunal. O presidente do TJ‑MA acrescentou que outros tribunais que transferiram recursos para o BRB ficaram satisfeitos com os resultados. “O risco foi meu e sou eu quem vai prestar contas”, declarou. A reportagem tentou obter esclarecimentos do presidente do TJ sobre a possibilidade de os recursos terem sido direcionados para fundos do Banco Master, mas não recebeu resposta a esse questionamento. Veja o vídeo!