O jornalista exilado Allan dos Santos informou, por meio de sua conta no X, que o YouTube dos Estados Unidos se mostrou favorável a devolver seu canal, que permaneceu bloqueado durante cinco anos. “A luta pela liberdade de expressão continua — e a verdade permanece. O canal voltou sem inscritos e sem os vídeos, mas com o histórico de 2021, ano da derrubada. Para voltar a fazer lives, preciso de inscritos.” Veja:
Homem invade casa da prefeita e morre baleado
Um homem morreu ao ser baleado após invadir a residência da prefeita de Mundo Novo, Ana Paula Costa (PSD), no interior da Bahia, na noite de quarta‑feira (4). O fato ocorreu no imóvel onde moram a gestora municipal e o seu esposo, o delegado Wagner Marinho, que atua nos municípios de Piritiba e Tapiramutá. Segundo informações da TV Bahia, o delegado estava em casa quando ouviu barulhos provenientes do quintal, provocados pelos cachorros. Ao sair para investigar, deparou‑se com o invasor, que o agrediu. Houve confronto e o suspeito foi atingido por disparos de arma de fogo, falecendo no local. Em nota, a assessoria de comunicação da prefeita Ana Paula Costa informou que a invasão ocorreu por volta das 20h e tinha caráter criminoso. As autoridades policiais foram acionadas imediatamente e tomaram as providências iniciais para a rigorosa apuração dos fatos. De acordo com a nota, a prefeita Ana Paula Costa e os familiares que estavam na residência não ficaram feridos e permanecem em segurança, embora abalados. A Polícia Civil informou que a Delegacia Territorial de Mundo Novo investiga a morte do suspeito, identificado como Adenilton Oliveira Nery. Conforme o boletim de ocorrência, ele entrou no imóvel, localizado no centro da cidade, armado com um pedaço de pau e desferiu golpes contra o proprietário, que reagiu efetuando disparos.
PF entrega laudo que diz: Bolsonaro não necessita de internação
A junta médica da Polícia Federal concluiu que o ex‑presidente Jair Bolsonaro apresenta doenças crônicas que estão sob controle clínico e que, no momento, não há necessidade de transferência para um hospital penitenciário ou mesmo para a prisão domiciliar. O laudo, elaborado por peritos do Instituto Nacional de Criminalística, foi produzido por determinação do ministro do STF Alexandre de Moraes para avaliar se o estado de saúde do ex‑presidente é compatível com o ambiente prisional. Segundo os peritos, Bolsonaro é portador de hipertensão arterial, apneia obstrutiva do sono grave, obesidade clínica, aterosclerose sistêmica, doença do refluxo gastroesofágico, queratose actínica e aderências intestinais decorrentes de cirurgias anteriores. De acordo com a conclusão, essas condições demandam acompanhamento médico regular e ajustes terapêuticos, mas não exigem, neste momento, cuidados em nível hospitalar. O documento também registra que não foram confirmados diagnósticos citados em relatórios médicos anteriores, como pneumonia bacteriana não especificada, anemia por deficiência de ferro, sarcopenia e depressão. A junta afirma que os exames apresentados não permitiram comprovar essas doenças. Apesar de afastar a necessidade de internação, o laudo destaca a presença de sinais e sintomas neurológicos que elevam o risco de novas quedas. Por isso, recomenda investigação diagnóstica complementar e a adoção de medidas preventivas no local de custódia, como instalação de barras de apoio, dispositivos de alerta de emergência e acompanhamento mais próximo nas áreas comuns. Os peritos também sugerem avaliação nutricional especializada, prescrição de dieta adequada às comorbidades, prática regular de atividade física conforme a tolerância clínica e fisioterapia contínua com foco em força muscular e equilíbrio postural. As medidas, segundo o laudo, visam reduzir o risco de complicações, especialmente cardiovasculares, e preservar a funcionalidade do ex‑presidente durante o cumprimento da pena.
PF abandona testemunha‑chave que acusa Careca do INSS de pagar R$ 300 mil a Lulinha e relata perda de 15 kg
Um ex‑funcionário de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, denunciou à Polícia Federal (PF) a suposta relação entre seu antigo chefe e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Em entrevista exclusiva concedida nesta semana, ele afirmou que sua vida se transformou em “um inferno” após colaborar com as investigações da Operação Sem Desconto. Esta é a primeira vez que o homem, que trabalhou com Antonio Carlos por aproximadamente duas décadas, fala com a imprensa. Durante o encontro, entregou um documento contendo respostas escritas sobre sua situação atual. “Quando estive na PF para colaborar, me foi ‘prometido’ – vou repetir, ‘prometido’ – que meu nome não seria divulgado! E que seria protegido frente às investidas do Antonio (Careca do INSS), pois recebi uma ameaça de morte dele, pois ele sabia do poder de colocá‑lo na cadeia. Até o momento, estou sem essa proteção e sem a defesa prometida!!” O denunciante perdeu cerca de 15 quilos desde que rompeu com Careca do INSS e iniciou sua colaboração com as autoridades federais. Também manifestou insatisfação com a demora das instituições em oferecer proteção adequada. “Só não tirei a minha própria vida porque sou evangélico e porque tenho uma filha”. O ex‑funcionário informou à PF que Careca do INSS supostamente pagava R$ 300 mil mensais ao filho de Lula, além de um adiantamento de 25 milhões em moeda não especificada. Em seu relato, detalhou como Antonio Carlos se referia a Lulinha. “Antonio falava abertamente sobre o filho do rapaz!!! Fábio Lula da Silva. Falava ‘filho’ e sinalizava mostrando a mão com quatro dedos… Falou o nome de Fábio Lula diversas vezes, a mim, a alguns parceiros comerciais, em reunião de diretoria”, disse o ex‑funcionário.
Lewandowski compra mansão de empresário suspeito de vínculo com o PCC (VEJA O VÍDEO)
Em março de 2024, um mês após assumir o Ministério da Justiça, Ricardo Lewandowski adquiriu, por R$ 9,4 milhões, uma casa de alto padrão na zona sul de São Paulo que pertencia a Alan de Souza Yang, conhecido como “China”, empresário investigado pela Polícia Federal por sonegação bilionária no setor de combustíveis. A compra foi realizada por meio da Eryal Empreendimentos e Participações, empresa familiar de Lewandowski mantida em sociedade com seus filhos. O imóvel tem 777 metros quadrados e está localizado em condomínio fechado, escolha, segundo o ex‑ministro, motivada por questões de segurança. Na época da aquisição, China já havia sido condenado por adulteração de gasolina e era alvo de investigações por sonegação em postos de combustíveis. Em 2025, passou a ser investigado na Operação Carbono Oculto, que apura um esquema de lavagem e sonegação estimado em R$ 52 bilhões e aponta possíveis vínculos com o Primeiro Comando da Capital (PCC). A operação foi deflagrada durante a gestão de Lewandowski no Ministério da Justiça. Lewandowski afirmou que a compra foi feita de boa‑fé, sem conhecimento prévio sobre os vendedores. Segundo ele, todos os documentos e certidões apresentados indicavam que o imóvel estava regular. O ex‑ministro ainda declarou que nunca havia tido contato anterior com os proprietários e que os processos envolvendo China tramitavam em segredo de justiça. “Eu fui ver outra casa, mas não atendia às condições de segurança que eu buscava. O corretor apresentou essa residência, e seguimos com o negócio”, disse. Lewandowski acrescentou que o valor pago era compatível com o mercado e que a diferença em relação ao preço anterior se explica pelo fato de o imóvel ter sido adquirido antes em leilão. Documentos de cartório revelam que a casa foi arrematada em leilão em 2019 pelo pai de China, por R$ 4,9 milhões, após bloqueios judiciais por dívidas bancárias. Em dezembro de 2023, o imóvel foi vendido à nora dele, Anajá de Oliveira Santos Yang, por R$ 4 milhões. Ela também está sendo investigada pela Polícia Federal sob suspeita de atuar como laranja do marido. A compra pela empresa da família Lewandowski foi registrada em fevereiro de 2024 e paga à vista, mediante transferência bancária para a conta de Anajá na Caixa Econômica Federal. Lewandowski declarou que nunca chegou a ser, de fato, o proprietário da residência e que busca resolver a situação, seja regularizando o imóvel ou devolvendo a casa e recebendo o ressarcimento do valor pago. Veja o vídeo!
Pesquisa em SP mostra Tarcísio esmagando todos os adversários e Flávio batendo Lula
A pesquisa Apex/Futura realizada em São Paulo indica um cenário extremamente favorável à reeleição do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Ele mantém a liderança, com resultados entre 40,4% e 42,5%, dependendo do cenário de primeiro turno considerado. No segundo turno, o governador supera com folga todos os possíveis rivais. No segundo turno, Tarcísio atinge 56,5% contra 31,2% de Fernando Haddad (PT); 53,9% contra 35,4% de Geraldo Alckmin (PSB); e 60,1% contra 26,6% de Simone Tebet (MDB). A pesquisa ouviu 1.200 pessoas em 257 cidades do estado, entre 20 e 23 de janeiro, com margem de erro de 2,8 pontos percentuais. O levantamento também perguntou sobre a intenção de voto para a presidência entre os eleitores paulistas. Em cenário de segundo turno, Flávio Bolsonaro venceria o atual presidente por 50,5% a 38,2%. Lula também seria derrotado por Tarcísio (54,2% a 34,9%) e por Ratinho Jr. (49,2% a 37%).
Lula e Daniela Lima formam um par de mediocridade na sua pequenez
A jornalista Daniela Lima entrevistou o ex‑presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro foi descrito como um espetáculo deprimente de pura mediocridade de ambos os lados. “Sinto exaustão de ver a mesma encenação repetida: ele, um personagem gasto que se leva a sério demais; ela, a caricatura do jornalismo que desistiu de si próprio. Não há grandeza ali, apenas a mediocridade confortável de quem sabe que não será confrontado.” “Eles formam um par perfeito na sua pequenez. Ele fala como quem jamais prestará contas. Ela escuta como quem não ousaria perguntar. O resultado é esse teatro ridículo, onde o poder se sente amado e o jornalismo aceita, feliz, o papel de figurante obediente. Não provoca indignação – provoca desprezo. E desprezo, ao contrário do ódio, é definitivo.”
PF executa mandado de busca controverso na residência do governador do Acre
A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta‑feira (5), mandado de busca e apreensão na casa do governador do Acre, Gladson Cameli (PP). Segundo o governador, os agentes buscavam informações sobre uma denúncia relacionada ao processo de avaliação para a obtenção do registro de piloto em uma escola de aviação local, onde ele foi aluno. “Com tranquilidade e transparência, prestei todas as informações solicitadas. Os policiais recolheram dispositivos eletrônicos e uma quantia em dinheiro, de origem privada, que mantinha como reserva financeira e cuja comprovação será apresentada às autoridades”, escreveu em publicação na rede social X. Cameli afirmou que está se mantendo sereno perante o ocorrido e agradeceu as manifestações de apoio da população. “Reiterando minha confiança na Justiça, lamento as tentativas de perseguição e, mais uma vez, de estratégia política com o objetivo de me atingir na proximidade das eleições”, declarou. O governador virou réu no Superior Tribunal de Justiça (STJ) pelos crimes de corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e fraude em licitação. A acusação envolve suposto desvio de recursos públicos por meio de empresas que tinham contrato com o governo estadual. De acordo com as investigações da PF, as empresas contrataram outras firmas nas quais familiares do governador eram sócios e, por meio delas, os desvios teriam sido realizados. Cerca de R$ 11 milhões teriam sido desviados, conforme a investigação. Ele deve deixar o governo no final de março para ser candidato a uma das vagas ao Senado pelo Estado do Acre. Pesquisa Real Time Big Data realizada de 11 a 12 de dezembro de 2025 mostra que ele lidera a disputa em todos os cenários em que seu nome foi testado.
Correios de Lula, em crise, pagam R$ 800 mil a advogado sem licitação
A balbúrdia tomou conta deste último ano do governo Lula. O desespero domina a companheirada que perdeu a noção e avança como verdadeiros abutres sobre o dinheiro público. Essa é a triste realidade. Sob o impacto do maior abalo financeiro da história dos Correios, a empresa contratou, sem licitação, um escritório privado de advocacia e representação, pagando R$ 800 mil para defender dirigentes e ex‑dirigentes em processo no Tribunal de Contas da União (TCU). Em vez de usar o quadro interno, que conta com cerca de 300 advogados, a estatal optou por contratar o escritório externo, configurando mais um caso de absurdo. O cheiro de falcatrua é evidente. https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Veja a capa do livro.
Suzane von Richthofen vence segunda batalha e dá passo gigantesco na disputa pela herança do tio
A Justiça de São Paulo decidiu que Suzane von Richthofen, condenada por ter mandado matar os próprios pais, será a inventariante do espólio do médico aposentado Miguel Abdalla Netto, encontrado morto em sua residência em janeiro de 2026. A prima e ex‑companheira de Miguel, Silvia Magnani, também reivindicava o cargo de inventariante. Na primeira disputa entre as duas primas, Silvia conseguiu liberar o corpo do médico no Instituto Médico‑Legal (IML) e providenciou o sepultamento. Desta vez, a juíza Vanessa Zapater, da 1ª Vara da Família e Sucessões do Foro Regional II de Santo Amaro, destacou que, embora seja prima do falecido, Silvia é parente colateral de quarto grau e, portanto, não tem preferência sucessória. Conforme o Código Civil, sobrinhos e parentes colaterais de terceiro grau precedem os primos na ordem de vocação hereditária. Por isso, a alegação de que ela seria ex‑companheira de Miguel foi desconsiderada. Como apenas Suzane se habilitou formalmente nos autos como herdeira, ela foi considerada a única pessoa apta a exercer o encargo de inventariante. A magistrada deixou claro que o histórico criminal de Suzane não tem relevância jurídica para a definição da inventariança. Miguel era irmão de Marísia von Richthofen. Seus bens podem passar para Suzane porque ele não tinha pais vivos, irmãos, filhos, companheira e não deixou testamento registrado em cartório. A decisão que favoreceu Suzane foi proferida logo após ela ser formalmente investigada pela polícia por furto. Segundo boletim de ocorrência registrado por Silvia, Suzane teria se apropriado indevidamente de uma lavadora de roupas, um sofá, uma cadeira ou poltrona e de uma bolsa contendo documentos e dinheiro. Silvia sustenta que os objetos foram retirados sem autorização da casa de Miguel após a morte dele. Em nota, as advogadas de Silvia, Aline Oliveira e Vanessa Piai, afirmaram ter sido surpreendidas com a nomeação de Suzane como inventariante antes do término do prazo concedido para a apresentação de documentos que comprovariam a união estável entre Silvia e Miguel. O prazo estipulado pela juíza encerrava‑se em 10 de fevereiro. As defensoras anunciaram que irão recorrer da decisão e ressaltaram que a nomeação não convalida atos praticados sem autorização judicial, como a retirada de bens e do veículo pertencentes ao espólio. Miguel morreu no dia 9 de janeiro de 2026, na casa onde morava sozinho, no bairro do Campo Belo, na zona sul de São Paulo. O corpo foi encontrado em avançado estado de decomposição, sentado em uma poltrona, após um vizinho notar a ausência prolongada e entrar no imóvel com uma chave reserva. O atestado de óbito apontou causa da morte como indeterminada e indicou a necessidade de exames complementares, motivo pelo qual o caso passou a ser tratado como morte suspeita pela Polícia Civil. Acusada de novo crime, Suzane von Richthofen está na iminência de voltar para a prisão.