Segundo a jornalista Malu Gaspar, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli têm exercido pressão sobre integrantes do Senado, em especial o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP), com o objetivo de impedir a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) sobre o Banco Master. “Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli têm pressionado integrantes do Senado, especialmente o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP), para barrar a instalação da CPMI do Master. Os dois ministros e seus familiares possuem conexões com o dono do banco, Daniel Vorcaro, e por isso temem a abertura de uma nova frente de investigação no Congresso Nacional.” A jornalista afirma que confirmou essa pressão por meio de três fontes que acompanham de perto as discussões nos bastidores, entre interlocutores de Alcolumbre e membros do próprio Senado. Os magistrados alegam que a CPMI, caso fosse instalada, poderia aprofundar o desgaste da imagem do Supremo, em um momento em que a atuação de Toffoli, relator do caso Master, está sob escrutínio da opinião pública e de colegas do próprio tribunal. Além disso, temem a convocação de seus familiares para prestar esclarecimentos à comissão.
Aposta única acerta as seis dezenas e embolsa R$ 141 milhões da Mega‑Sena
A Caixa Econômica Federal realizou nesta quinta‑feira o sorteio do concurso 2.969 da Mega‑Sena, com prêmio de R$ 141.844.705,70. As dezenas sorteadas foram 01, 02, 05, 14, 18 e 32. Apenas uma aposta acertou os seis números e leva o valor acumulado desde o início de janeiro. Ao mesmo tempo, 172 apostas acertaram cinco números e receberão R$ 26.187,86 cada, enquanto 10.322 apostas acertaram a quadra e ganharão R$ 719,30. Para o próximo concurso, de número 2.970, o prêmio estimado é de R$ 40 milhões. O sorteio será realizado no próximo sábado, dia 7. As apostas podem ser feitas até as 20h do dia do concurso, nas casas lotéricas credenciadas, pela internet ou no aplicativo da loteria. Os sorteios ocorrem às 21h, no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP), e são transmitidos ao vivo pelas redes sociais da instituição.
Assassino de Trump tem sentença de prisão perpétua
Ryan Routh, de 59 anos, foi condenado à prisão perpétua na quarta‑feira por tentativa de assassinar o então candidato Donald Trump, em um campo de golfe na Flórida, em setembro de 2024. A sentença foi proferida pela juíza distrital Aileen Cannon, após o júri condenar Routh no ano passado por cinco crimes, entre eles tentativa de homicídio e agressão a agente federal. O atentado ocorreu em 15 de setembro de 2024, quando Routh foi surpreendido com um rifle escondido na vegetação enquanto Trump jogava golfe. O agente do Serviço Secreto Robert Fercano o avistou e disparou, forçando o agressor a fugir; ele foi recapturado na rodovia Interestadual 95. Routh atuou como seu próprio defensor e alegou que a mera posse de arma não demonstrava intenção de matar, tese que não convenceu o tribunal. Entre as provas apresentadas estavam anotações nas quais Routh manifestava insatisfação com Trump e uma carta na qual descrevia detalhadamente a tentativa frustrada e oferecia recompensa a quem a executasse. O FBI também encontrou registros de que o acusado esteve nas proximidades do campo de golfe em várias ocasiões nas semanas que antecederam o ataque, além de uma lista de voos internacionais planejados em seu carro. Investigações revelaram que Routh já havia tentado recrutar combatentes na Ucrânia para obter equipamento militar, com o objetivo de impedir a eleição de Trump. Esse episódio se deu depois do atentado de 13 de julho de 2024, em Butler, Pensilvânia, quando oito tiros disparados de um rifle estilo AR‑15 quase mataram Trump; uma bala roçou sua orelha direita, provocando sangramento. No mesmo ataque de julho, o bombeiro voluntário Corey Comperatore, de 50 anos, foi atingido e morreu, sendo lembrado como herói que protegeu sua família. Dois espectadores ficaram feridos, mas sobreviveram.
General Mourão demonstra nova traição ao apoiar Wagner Moura
É impressionante a falta de noção do general Mourão. O militar assinou um voto de aplauso no Senado Federal ao deputado Wagner Moura, que chegou a chamar o governo – do qual Mourão era vice‑presidente – de fascista e de extrema‑direita. Além disso, Mourão colocou sua assinatura ao lado de parlamentares como Randolfe Rodrigues (PT), Jaques Wagner (PT), Humberto Costa (PT), Mara Gabrilli (PSD), Eduardo Braga (MDB) e Soraya Thronicke (Podemos), demonstrando uma evidente falta de dignidade. Vários episódios já revelaram um comportamento traidor, não apenas da causa, mas da própria nação. A permissão para que irmãos de farda sejam humilhados e injustiçados, somada à sua proximidade com a China, evidencia um mau caráter que não pode ser ignorado. Infelizmente, teremos que conviver com sua presença no Senado por quase cinco anos. Sua eleição, segundo a análise apresentada, deveu‑se ao oportunismo das sombras do antigo presidente Jair Bolsonaro, a quem acabou traindo. Se o teor do discurso que proferiu no último ato do governo Bolsonaro, em 31 de dezembro de 2022, fosse o critério decisivo, certamente não teria sido eleito.
Censura violenta cala jornalista Cláudio Dantas – aviso cumprido (veja o vídeo)
Aparentemente, com a complacência das redes sociais, a censura chegou de maneira extremamente violenta ao país. O canal do renomado jornalista Cláudio Dantas foi derrubado, até segunda ordem. Tal ato parece indicar que o cerco ao jornalismo independente vai se estreitar ainda mais. O JCO sempre alertou que isso um dia afetaria a todos. Portanto, se isso está acontecendo hoje, não foi por falta de aviso. Veja o vídeo:
Policial militar de 31 anos é preso no próprio quartel por estupro, roubo e extorsão
Lucas de Sousa Mathias, policial militar de 31 anos, foi preso dentro do 22º BPM (Bonsucesso) na tarde de quarta‑feira (4). Ele é acusado de estupro, roubo e extorsão contra uma jovem em Maricá, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A prisão foi realizada por agentes da 82ª DP de Maricá, em conjunto com a Corregedoria da PM, mediante mandado expedido pelo 2º Juízo das Garantias de Niterói. De acordo com a Polícia Civil, na madrugada de 4 de janeiro, Lucas e o comparsa Dayvid Novato Santana invadiram armados a residência da vítima para cobrar dívida de agiotagem. O empréstimo, firmado em outubro de 2025, tinha valor inicial de R$ 800, mas a cobrança havia sido elevada para R$ 7 mil. Durante a ação, a dupla sequestrou a jovem, obrigou‑a a ingerir bebidas alcoólicas e conduziu‑a a um local isolado no bairro Limão, onde Lucas praticou estupro. Laudos periciais constataram múltiplas lesões corporais. Os criminosos também subtraíram equipamentos eletrônicos da casa. O delegado Cláudio Vieira, titular da 82ª DP, informou que a identificação de Lucas se deu por meio do número de telefone utilizado para a cobrança. As investigações revelaram que o policial usou o telefone da própria esposa para contatar a vítima. Busca na residência de Dayvid, que permanece foragido, resultou na apreensão de munições, uma espingarda calibre 12, uma pistola 9 mm, duas televisões da vítima, cadernos com registros de agiotagem, balaclava, colete balístico, placas balísticas, facas táticas e um tucano. A Polícia Civil apontou que Lucas possui histórico de comportamento violento, incluindo ameaças com arma de fogo e possível envolvimento com milícia em Araruama. A Polícia Militar informou que o agente foi encaminhado à Unidade Prisional da PM do Estado do Rio de Janeiro e que foi aberto procedimento administrativo disciplinar. Em nota oficial, o Comando da Corporação afirmou que “não compactua com quaisquer desvios de conduta ou com o cometimento de crimes praticados por seus integrantes, punindo com rigor os envolvidos sempre que os fatos forem devidamente constatados”.
O cerco se fecha sobre a esposa do ministro Alexandre de Moraes
Duas comissões de inquérito em trâmite no Congresso Nacional buscam a convocação da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes. A CPMI do INSS recebeu um requerimento apresentado pelo deputado Marcel van Hattem, que divulgou a medida em suas redes sociais. “Apresentei requerimento para convocar a esposa do ministro Alexandre de Moraes para dar explicações à CPMI do INSS sobre o contrato de R$ 129 milhões de seu escritório de advocacia com o Banco Master, que também roubou dos aposentados brasileiros.” “Em processos ela não figura, mas a imprensa já revelou que o lobby para que o BRB fosse comprado pelo Banco Master foi feito. Que espécie de contrato era esse, então? Era de advocacia ou de lobby?” “A CPMI do INSS reiniciou os trabalhos e vamos até o fim em busca da verdade, doa a quem doer.” Outro requerimento que tem como alvo Viviane foi apresentado na CPI do Crime Organizado. O senador Alessandro Vieira, relator da comissão, protocolou o pedido de convocação da esposa de Moraes e, além disso, solicitou a quebra dos sigilos telefônico, bancário e fiscal da advogada. Veja o vídeo: