A morte do influenciador digital Henrique Maderite, de 50 anos, chocou a todos nesta sexta‑feira, 6. De acordo com a Polícia Militar, a corporação foi acionada por meio da rede de vizinhos protegida. Ao chegarem ao endereço indicado, na Estrada do Maracujá, local onde funciona o Haras Henrique Maderite, os policiais encontraram o influenciador já sem vida. Informações preliminares obtidas pela rádio Itatiaia apontam que o corpo foi encontrado com sinais físicos relevantes: sangramento em um dos ouvidos, um corte na região da nuca e uma mancha roxa no pescoço. Essas características foram registradas no atendimento inicial da ocorrência. A perícia técnica foi chamada e ficará responsável por esclarecer as circunstâncias da morte. Embora a Prefeitura de Belo Horizonte tenha informado que Henrique Maderite sofreu um infarto fulminante, até o momento não há confirmação oficial e definitiva sobre a causa do óbito.
Associação de Jornalistas cobra do STM a responsabilidade histórica da farda brasileira
Amigos, a Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados – AJOIA Brasil acaba de publicar nota pública sobre as recorrentes ações do sistema que afrontam a democracia. Desta vez, o foco é o Superior Tribunal Militar (STM). Peço amplo compartilhamento. Nota: O julgamento no STM e a responsabilidade histórica da farda brasileira À imprensa independente do Brasil, à sociedade civil organizada e à opinião pública nacional: O Brasil vive um momento de ruptura silenciosa de seus fundamentos republicanos. Instituições que deveriam zelar pela Constituição têm extrapolado limites, relativizado garantias legais e transformado exceções em regra. O resultado é um ambiente de insegurança jurídica, descrédito institucional e profunda indignação social. Nesse cenário, o julgamento que será conduzido pelo Superior Tribunal Militar – STM, envolvendo a possível perda de patente de militares que serviram ao país, assume dimensão histórica. Não se trata de um processo ordinário, mas de um teste definitivo sobre a autonomia, a altivez e a independência da Justiça Militar brasileira. É imperativo afirmar, com clareza e sem ambiguidades: o STM não pode, não deve e não aceitará ser influenciado por pressões externas, sejam elas oriundas do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal ou do Governo Federal. A Justiça Militar não é instância auxiliar de projetos políticos, nem extensão de julgamentos já contaminados por narrativas pré-fabricadas. A farda brasileira carrega uma história forjada na defesa da soberania, da legalidade e da integridade nacional. Essa história não pertence a governos de ocasião, nem a tribunais que legisam em causa própria; pertence ao povo brasileiro. O que a sociedade espera dos dez oficiais generais e cinco civis que compõem o Superior Tribunal Militar é coragem institucional, fidelidade aos fatos, respeito absoluto ao regimento interno e compromisso inegociável com a verdade material. O povo espera que este julgamento não seja um apêndice, nem uma continuidade automática do que se viu em outros tribunais, onde a exceção virou método e a condenação precede a prova. A eventual cassação de patente de militares que serviram ao país com autonomia, altivez e respeito à Constituição não pode ser tratada como um gesto simbólico ou político. Trata‑se de uma decisão que marcará para sempre a relação entre as Forças Armadas e a sociedade brasileira. A imprensa independente e os jornalistas que a compõem não se furtarão ao seu dever: acompanhar de perto, questionar, registrar e cobrar. O povo brasileiro está atento. A história está atenta. E o mundo observa se o Superior Tribunal Militar honrará sua missão constitucional ou se permitirá que sua independência seja arrastada para o mesmo lamaçal que hoje compromete outras instituições da República. Não se joga a história das Forças Armadas na lata do lixo sem consequências. Não se rasga a Constituição sem deixar marcas profundas. Não se humilha a farda sem ferir a própria nação. O revanchismo pós‑1964/1985 não pode pautar uma decisão soberana da Suprema Corte Militar. Não podemos admitir que o STM tenha sido aparelhado para o ato final dessa desforra. Este momento não exige apenas memória. Exige posicionamento. Exige firmeza. Exige que cada instituição cumpra, sem vacilar, o papel que lhe foi confiado pela Constituição Federal de 1988, nossa Carta Magna. A AJOIA Brasil reafirma seu compromisso com a democracia, com o Estado de Direito e com o escrutínio público como instrumentos de proteção contra os desvios autoritários. Defender a independência da Justiça Militar, neste caso, é também defender o direito da sociedade de conhecer a verdade sem filtros, distorções ou intimidações. Que esta seja uma página escrita com responsabilidade – e não um capítulo de omissão que a história se encarregará de condenar. Porque o silêncio das instituições, quando a Constituição é posta à prova, é também uma forma de ruptura. O Brasil espera. O povo observa. A história julgará. Belo Horizonte, 05 de fevereiro de 2026 Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados – AJOIA Brasil
Jovem Weslei Pigatto Molinari assume a presidência do conselho do curso de Direito da URI
O jovem Weslei Pigatto Molinari, liderança política na cidade de Erechim, no Rio Grande do Sul, assumiu mais uma importante missão na vida pública. Formado em Jornalismo e atualmente estudante de Direito na Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) em Erechim, ele foi eleito presidente da atlética do curso de Direito. Entre os objetivos declarados, o novo presidente pretende ampliar a presença do curso nas pautas municipais e oferecer à população o apoio da graduação em Direito. “Acho que escolhi bem a gestão, vamos nos esforçar para levar a contribuição da graduação do direito e as suas competências até o cidadão”, disse Weslei.