A jornalista Patrícia Calderon informou, na quinta‑feira (5), durante o programa Melhor da Tarde, que os pais do menor M, de 15 anos, apontado como autor da agressão que resultou na morte do cão Orelha, estão tentando enviá‑lo à Austrália. A família, proprietária de uma grande empresa de contabilidade, pretende aproveitar a rapidez na emissão de vistos australianos para retirar o adolescente do país antes que a ordem de internação, já solicitada, seja cumprida. De acordo com a jornalista, o visto para a Austrália pode ser concedido em cerca de uma semana, sobretudo quando vinculado a cursos de intercâmbio. “Eles estão tendo tempo e dinheiro para isso”, afirmou Patrícia Calderon, alertando que a polícia ainda não reteve os passaportes dos envolvidos. Ela ressaltou que, por serem contadores, os pais têm facilidade em apresentar os extratos bancários exigidos pelas autoridades australianas.
Surge nova denúncia de suposto assédio sexual contra ministro do STJ
Uma afirmação extremamente pesada consta no depoimento de uma jovem de 18 anos que denunciou por assédio sexual o ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ela relatou à Polícia Civil de São Paulo que “pôde sentir o pênis de Marco” em duas investidas atribuídas ao magistrado, que também teria passado a mão nas suas nádegas. Segundo o depoimento, a jovem e o ministro foram à praia enquanto os pais dela e a esposa do ministro concluíam tarefas na residência. Depois de algum tempo na areia, Buzzi teria convidado a jovem a entrar no mar e sugeriu que fossem para o lado esquerdo da praia, alegando que ali o mar seria mais tranquilo. A jovem estranhou a justificativa, pois considerou que o mar não estava revolto naquele ponto. O local indicado pelo ministro não oferecia visibilidade do guarda‑sol onde os demais participantes da viagem poderiam estar, caso decidissem ir à praia, de acordo com o depoimento. Já dentro d’água, em área funda, Buzzi teria perguntado a idade da garota, comentado que estava com frio e apontado para um casal abraçado nas proximidades. Na sequência, conforme o relato, o ministro a puxou pelo braço, virou‑a de costas e pressionou o corpo dela contra o dele, afirmando que a achava “muito bonita”. Quando a jovem tentou se soltar, ele a puxou novamente. A jovem diz que conseguiu se afastar após várias tentativas de o ministro puxá‑‑‑la. Logo depois, ainda segundo o depoimento, Buzzi teria dito: “Você é muito sincera, deveria ser menos sincera com as pessoas. Eu só vejo a relação com a sua mãe, mas você é muito sincera, deveria ser menos. Isso pode te prejudicar”. Ao saírem do mar, a jovem chegou ao guarda‑sol, informou à mãe que precisava trabalhar, cobriu‑se com uma toalha e correu para o condomínio, onde contou o ocorrido ao pai. A família deixou a casa do ministro no mesmo dia. O documento indica que a jovem frequentava o local desde a infância e considerava o ministro “um avô e confidente”. A mãe dela atua nos tribunais superiores, e a relação profissional evoluiu para amizade entre as famílias.
William Bonner joga sua biografia no lixo ao apoiar a corrupção
É preciso deixar documentado: O “jornalismo profissional” brasileiro é o principal responsável pela destruição do país. Pouca pessoa representa melhor a transformação do jornalismo em militância política de aluguel do que William Bonner. Ele jogou a própria biografia no lixo no exato momento em que, ao entrevistar Lula, disse: “o senhor não deve nada à Justiça”. Não podemos esquecer que a Rede Globo passou anos denunciando a corrupção em escala industrial praticada pelos “companheiros” e exposta pela Operação Lava Jato, para, em seguida, apoiar e fazer campanha aberta a favor do Descondenado. Com a empáfia típica dos militantes esquerdistas de redação, Bonner se apresenta como o autointitulado “defensor da democracia”. Mesmo diante dos escândalos no INSS e no Master, e da onda de censura e perseguição promovida pelo sistema contra seus opositores, o “valente” insiste na falsa narrativa. Bonner, você carregará essa culpa pela eternidade. Leandro Ruschel. Veja o vídeo:
CPI pode chamar Marcinho VP, Marcola, Beira‑Mar, Viviane Barci, irmãos de Toffoli e Daniel Vorcaro
O senador Magno Malta (PL‑ES) protocolou nesta quinta‑feira (5) três requerimentos para convocar líderes de facções criminosas a depor na CPI do Crime Organizado: Marcola, líder do PCC; Marcinho VP, líder do CV; e Fernandinho Beira‑Mar, também do CV. O relator da comissão, senador Alessandro Vieira (MDB‑SE), tem defendido que o trabalho da CPI deve ser técnico, centrado na análise de dados e nas falhas do sistema penitenciário, em vez de limitar‑se ao depoimento de dirigentes já presos. Por esse motivo, ele solicitou também a convocação da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes; dos irmãos do ministro Dias Toffoli; do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro; e de sócios de instituição financeira. A próxima sessão da comissão está prevista para 10 de fevereiro. Para que os requerimentos sejam aprovados, será necessário o voto favorável da maioria dos membros da CPI.
Vídeo de Donald Trump gera explosiva indignação da esquerda (veja o vídeo)
O vídeo retrata diversos políticos, republicanos e democratas, destacando o presidente Donald Trump como o rei da selva. Os demais são representados por outros animais. Como Barack Obama e Michelle Obama foram caracterizados como macacos, a esquerda está alegando racismo. Donald Trump já afirmou que não pedirá desculpas. Em declarações a jornalistas a bordo do Força Aérea Um, Trump disse que “viu o início do vídeo e que estava tudo bem”, alegando que se tratava de um conteúdo sobre supostas fraudes em máquinas de votação. Veja o vídeo:
Lewandowski paga mais que o dobro por mansão e vê imóvel bloqueado pela Justiça em um mês
Um imóvel vendido por R$ 4 milhões em fevereiro de 2024 foi adquirido por Lewandowski – que já exercia o cargo de ministro da Justiça – em março do mesmo ano por R$ 9,4 milhões, representando um aumento de 135 % em apenas um mês. O vendedor foi Alan de Souza Yang, conhecido como “China”, investigado pela Polícia Federal em um esquema de sonegação bilionária e suposta ligação com o PCC. China já era alvo de investigações da PF há anos, havia sido condenado por adulteração de gasolina e estava sob operação que apurava sonegação em postos de combustíveis. Um mês depois da compra, o imóvel foi bloqueado pela Justiça e permanece assim até hoje. Ou seja, o então ministro da Justiça pagou mais que o dobro por um bem de um investigado, que logo teve o bem bloqueado. Lewandowski assegura que a compra foi feita de boa‑fé, que não conhecia nem jamais teve contato com os vendedores, e que está lutando para regularizar a situação ou, eventualmente, obter a devolução e o ressarcimento do valor pago, já que nunca pôde ser considerado efetivamente o dono da residência. Fica a dúvida: como um cidadão pode realizar uma negociação milionária sem investigar os vendedores? Leia a íntegra do posicionamento do ex‑ministro: Antes de adquirir a casa onde reside, por meio de empresa de administração de bens, o ministro jamais teve qualquer contato com a antiga proprietária nem com seu marido, tendo sido apresentado ao casal por um corretor de imóveis no início de 2024. O imóvel foi comprado pela vendedora por um preço equivalente àquele pago por seu antecessor, que, por sua vez, o adquiriu de um banco privado, mediante alienação fiduciária, posteriormente cancelada, a qual teve origem numa ação de execução por falta de pagamento, seguida de hasta pública frustrada. Previamente à compra do imóvel, a atual adquirente tomou os cuidados de praxe, exigindo da vendedora a exibição de certidões negativas dos distribuidores da Justiça Estadual e da Justiça Federal, bem como de débitos tributários e trabalhistas, além de certidão de inteiro teor do Registro de Imóveis, dentre outras, as quais foram apresentadas e arquivadas no cartório que lavrou a escritura de venda e compra. A vendedora, ademais, declarou, formalmente, sob as penas da lei, que “não existem fatos, ações, protestos, execuções ou quaisquer medidas judiciais ou extrajudiciais que afetem o imóvel objeto desta escritura e a segurança deste negócio”. Declarou, ainda, que não possui “domicílio em paraíso fiscal no exterior ou em país com tributação favorecida ou regime privilegiado”. Na sequência, a vendedora alienou o imóvel pelo valor de mercado praticado à época, lavrando‑se a escritura correspondente, que foi registrada, sem qualquer impedimento, no Registro de Imóveis competente, transação essa regularmente contabilizada e declarada à Receita Federal. Posteriormente, a adquirente veio a saber que o imóvel foi objeto de sequestro por parte da Justiça Federal, passando a respectiva anotação a constar da matrícula do imóvel. Tendo em conta que a transação foi integral e legalmente concluída, tratando‑se de ato jurídico perfeito, a adquirente, na qualidade de terceira de boa‑fé, está cobrando da vendedora a regularização do imóvel, sob pena de responder pela evicção de direito.
Credcesta, cartão que impulsionou o Banco Master, patrocina Programa do Ratinho
O Credcesta, cartão de crédito consignado que impulsionou o Banco Master a partir da gestão do PT na Bahia, foi o principal patrocinador do quadro Túnel dos Sonhos, do Programa do Ratinho, no SBT, ao longo de 2024 e início de 2025. O apresentador ganhou destaque nas últimas semanas por sua sociedade em resorts da rede Tayayá, cujos sócios são os irmãos do ministro do STF, Dias Toffoli, relator do caso envolvendo o Banco Master. A informação foi divulgada pelo jornalista Cláudio Dantas. O quadro Túnel dos Sonhos reproduz a fórmula popularizada por Silvio Santos com a Porta da Esperança, realizando o sonho de espectadores. “Você que está precisando de dinheiro agora, tem o saque fácil, que é dinheiro na conta em menos de 24 horas. Você começa a usar o seu dinheiro antes mesmo do cartão chegar na sua casa”, dizia Ratinho durante o merchan, tanto na abertura quanto no fechamento do programa. Filho do governador do Paraná, Ratinho Jr (PSD), pré‑candidato à Presidência, o apresentador ainda não se manifestou sobre a questão do resort, que também recebeu propaganda em seu programa no SBT. O Túnel dos Sonhos conta hoje com outros patrocinadores, como Real Card e Cassino.bet. Até a prisão de Daniel Vorcaro, em novembro passado, o Credcesta mantinha o patrocínio ao programa.
JUSTIÇA DO RJ ANULA LIBERDADE CONDICIONAL DO GOLEIRO BRUNO
A Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro decidiu nesta sexta‑feira (6) tornar sem efeito a decisão que concedeu liberdade condicional ao ex‑goleiro Bruno. O ex‑atleta foi condenado a 23 anos e um mês de reclusão pelos crimes de homicídio qualificado, sequestro e cárcere privado e lesão corporal contra Eliza Samudio. A medida foi tomada após pedido do Ministério Público e poucos dias depois de Bruno celebrar nas redes sociais seu “retorno” ao Maracanã, desta vez como torcedor do Flamengo. Bruno tem prazo de cinco dias para comparecer ao Conselho Penitenciário e, somente assim, oficializar o benefício de livramento condicional, sob pena de expedição de mandado de prisão.
Corpo de Henrique Maderite encontrado com ferimentos incomuns na Estrada do Maracujá
A morte do influenciador digital Henrique Maderite, de 50 anos, chocou a todos nesta sexta‑feira, 6. De acordo com a Polícia Militar, a corporação foi acionada por meio da rede de vizinhos protegida. Ao chegarem ao endereço indicado, na Estrada do Maracujá, local onde funciona o Haras Henrique Maderite, os policiais encontraram o influenciador já sem vida. Informações preliminares obtidas pela rádio Itatiaia apontam que o corpo foi encontrado com sinais físicos relevantes: sangramento em um dos ouvidos, um corte na região da nuca e uma mancha roxa no pescoço. Essas características foram registradas no atendimento inicial da ocorrência. A perícia técnica foi chamada e ficará responsável por esclarecer as circunstâncias da morte. Embora a Prefeitura de Belo Horizonte tenha informado que Henrique Maderite sofreu um infarto fulminante, até o momento não há confirmação oficial e definitiva sobre a causa do óbito.
Associação de Jornalistas cobra do STM a responsabilidade histórica da farda brasileira
Amigos, a Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados – AJOIA Brasil acaba de publicar nota pública sobre as recorrentes ações do sistema que afrontam a democracia. Desta vez, o foco é o Superior Tribunal Militar (STM). Peço amplo compartilhamento. Nota: O julgamento no STM e a responsabilidade histórica da farda brasileira À imprensa independente do Brasil, à sociedade civil organizada e à opinião pública nacional: O Brasil vive um momento de ruptura silenciosa de seus fundamentos republicanos. Instituições que deveriam zelar pela Constituição têm extrapolado limites, relativizado garantias legais e transformado exceções em regra. O resultado é um ambiente de insegurança jurídica, descrédito institucional e profunda indignação social. Nesse cenário, o julgamento que será conduzido pelo Superior Tribunal Militar – STM, envolvendo a possível perda de patente de militares que serviram ao país, assume dimensão histórica. Não se trata de um processo ordinário, mas de um teste definitivo sobre a autonomia, a altivez e a independência da Justiça Militar brasileira. É imperativo afirmar, com clareza e sem ambiguidades: o STM não pode, não deve e não aceitará ser influenciado por pressões externas, sejam elas oriundas do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal ou do Governo Federal. A Justiça Militar não é instância auxiliar de projetos políticos, nem extensão de julgamentos já contaminados por narrativas pré-fabricadas. A farda brasileira carrega uma história forjada na defesa da soberania, da legalidade e da integridade nacional. Essa história não pertence a governos de ocasião, nem a tribunais que legisam em causa própria; pertence ao povo brasileiro. O que a sociedade espera dos dez oficiais generais e cinco civis que compõem o Superior Tribunal Militar é coragem institucional, fidelidade aos fatos, respeito absoluto ao regimento interno e compromisso inegociável com a verdade material. O povo espera que este julgamento não seja um apêndice, nem uma continuidade automática do que se viu em outros tribunais, onde a exceção virou método e a condenação precede a prova. A eventual cassação de patente de militares que serviram ao país com autonomia, altivez e respeito à Constituição não pode ser tratada como um gesto simbólico ou político. Trata‑se de uma decisão que marcará para sempre a relação entre as Forças Armadas e a sociedade brasileira. A imprensa independente e os jornalistas que a compõem não se furtarão ao seu dever: acompanhar de perto, questionar, registrar e cobrar. O povo brasileiro está atento. A história está atenta. E o mundo observa se o Superior Tribunal Militar honrará sua missão constitucional ou se permitirá que sua independência seja arrastada para o mesmo lamaçal que hoje compromete outras instituições da República. Não se joga a história das Forças Armadas na lata do lixo sem consequências. Não se rasga a Constituição sem deixar marcas profundas. Não se humilha a farda sem ferir a própria nação. O revanchismo pós‑1964/1985 não pode pautar uma decisão soberana da Suprema Corte Militar. Não podemos admitir que o STM tenha sido aparelhado para o ato final dessa desforra. Este momento não exige apenas memória. Exige posicionamento. Exige firmeza. Exige que cada instituição cumpra, sem vacilar, o papel que lhe foi confiado pela Constituição Federal de 1988, nossa Carta Magna. A AJOIA Brasil reafirma seu compromisso com a democracia, com o Estado de Direito e com o escrutínio público como instrumentos de proteção contra os desvios autoritários. Defender a independência da Justiça Militar, neste caso, é também defender o direito da sociedade de conhecer a verdade sem filtros, distorções ou intimidações. Que esta seja uma página escrita com responsabilidade – e não um capítulo de omissão que a história se encarregará de condenar. Porque o silêncio das instituições, quando a Constituição é posta à prova, é também uma forma de ruptura. O Brasil espera. O povo observa. A história julgará. Belo Horizonte, 05 de fevereiro de 2026 Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados – AJOIA Brasil