O humorista Murilo Couto usou as redes sociais para transformar em sátira um episódio curioso que ocorreu em seu perfil no Instagram. A inspiração surgiu depois que ele contou ao público, durante um show de stand‑up, que o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) passou a segui‑lo na plataforma, fato que surpreendeu e gerou comentários entre os fãs. A reação do público acabou impulsionando a criação de um conteúdo musical carregado de ironia. Em tom assumidamente brincalhão, o comediante decidiu explorar a situação de forma criativa, usando a inesperada aproximação virtual como matéria‑prima para o humor. No vídeo divulgado, Murilo Couto apresenta uma composição leve e satírica, marcada por um refrão de fácil assimilação que repete a expressão “Meu amigo Flávio”. A frase funciona como eixo central da piada, reforçando o contraste entre o humorista e o parlamentar e sublinhando o caráter inusitado da interação. O próprio Bolsonaro já conhece o livro:
PF prende suspeito de ligação ao Estado Islâmico com plano de atentado no Brasil
A Polícia Federal prendeu, nesta quinta‑feira (29), em Bauru, interior de São Paulo, um homem apontado como integrante de uma organização terrorista internacional e suspeito de preparar um ataque terrorista em território brasileiro. A operação resultou de investigação conjunta entre a PF e o Departamento Federal de Investigação dos Estados Unidos (FBI). Segundo informações divulgadas pela corporação, o investigado encontrava‑se em fase avançada de preparação, com indícios de que planejava confeccionar um colete carregado de explosivos para a realização de um atentado suicida. A prisão preventiva foi decretada para impedir a execução do plano e garantir a segurança da população. No cumprimento da operação, a Justiça Federal autorizou mandados de prisão temporária, além de buscas pessoais e domiciliares, expedidos pela 3ª Vara Federal de Bauru. Durante a ação, os agentes apreenderam dispositivos eletrônicos, como celular e computador, que serão submetidos a perícia técnica. A PF também informou que foram autorizadas medidas de acesso imediato a dados digitais e de quebra de sigilo telemático, permitindo a análise de comunicações armazenadas e a identificação de eventuais vínculos do suspeito com outros membros ou células da organização terrorista. As investigações apontam para possíveis conexões do homem com o Estado Islâmico, grupo extremista que, embora tenha perdido o controle territorial nos últimos anos, continua atuando por meio de redes e células espalhadas em diversos países. Até o momento, o Brasil não registra histórico de ataques jihadistas consumados em seu território.
Revelado o maior medo de Moraes: pressões ao Senado e contrato de R$ 130 milhões
Malu Gaspar, colunista do O Globo, divulgou novas informações sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. De acordo com a jornalista, o principal temor do magistrado seria a pressão exercida sobre integrantes do Senado, em especial sobre o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP), para impedir a instalação da CPMI do Master. Além disso, Moraes supostamente temia a convocação de seus familiares para prestar esclarecimentos à referida comissão. O blog de Gaspar revelou que o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, teria firmado contrato com o Master que previa o pagamento de R$ 3,6 milhões por mês, ao longo de três anos, totalizando R$ 130 milhões. Essa questão não foi abordada no depoimento de Vorcaro, prestado em dezembro do ano passado no STF. Uma cláusula do contrato estabelecia a atuação da advogada em quatro órgãos do Executivo – Banco Central, Cade, Receita Federal e Procuradoria‑Geral da Fazenda Nacional – porém, a natureza dessas atividades permanece desconhecida. Outro medo apontado por Gaspar seria o lançamento do polêmico livro “Supremo Silêncio”. A obra denuncia perseguições contra parlamentares, jornalistas e outros episódios iniciados no Inquérito das Fake News, e a autora alerta que a censura já está de olho na publicação.
O maior medo de Moraes, ligado à pressão no Senado e a contratos milionários, é finalmente revelado
Malu Gaspar, colunista do O Globo, trouxe ao público novas revelações envolvendo Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a jornalista, o maior temor do ministro era a pressão exercida sobre integrantes do Senado, especialmente o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP), para impedir a instalação da CPMI do Master. “Moraes teme a convocação de seus familiares para apresentar esclarecimentos à CPMI”, escreveu Gaspar. Ela acrescentou que o contrato do escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, com o Master previa o pagamento de R$ 3,6 milhões mensais ao longo de três anos, totalizando R$ 130 milhões. Essa questão ficou de fora do depoimento de Vorcaro, prestado em dezembro do ano passado no STF. Uma das cláusulas do contrato de Viviane estabelecia a atuação em quatro órgãos do Executivo – Banco Central, Cade, Receita Federal e Procuradoria‑Geral da Fazenda Nacional (PGFN) – porém, em todos eles, a natureza das atividades da esposa de Moraes permanece um mistério. Outro grande medo de Moraes seria o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A obra denuncia a perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros episódios que tiveram início no chamado Inquérito das Fake News, alertando que a censura já vigia o conteúdo.
Malu Gaspar denuncia pressão de Moraes e Toffoli para bloquear CPMI do Master
A jornalista Malu Gaspar afirmou que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, têm pressionado integrantes do Senado, sobretudo o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP), para impedir a instalação da CPMI do Master. Segundo o texto, os dois ministros e seus familiares mantêm conexões com o dono do banco, Daniel Vorcaro, e temem a abertura de uma nova frente de investigação no Congresso Nacional. A pressão de uma ala do Supremo contra a CPMI foi confirmada pela equipe da coluna por meio de três fontes que acompanham de perto a discussão nos bastidores, entre interlocutores de Alcolumbre e membros do próprio Senado. Quando contactados, os ministros não se manifestaram. O pedido de instalação da comissão mista foi protocolado na última terça‑feira (3), com o apoio de 281 parlamentares – 42 senadores e 239 deputados – superando o número mínimo exigido para que o projeto saia do papel (27 senadores e 171 deputados, equivalente a um terço de cada Casa). O PL de Jair Bolsonaro reúne o maior número de assinaturas, com 89. De acordo com relatos obtidos pelo blog, os ministros alegam que a CPMI, caso seja criada, poderia aprofundar o desgaste da imagem do Supremo, num momento em que a atuação de Toffoli, relator do caso Master, está sob a mira da opinião pública e de colegas do próprio tribunal. Toffoli tomou uma série de decisões controversas, entre elas a imposição de sigilo às investigações, a convocação de uma acareação antes mesmo da colheita de depoimentos e a ordem para que o material apreendido na segunda fase da Operação Compliance Zero fosse remetido diretamente ao seu gabinete. Posteriormente, ele recuou, determinando que o material fosse enviado à Procuradoria‑Geral da República (PGR) para análise. Os magistrados também temem a convocação de seus familiares para prestar esclarecimentos à CPMI. Conforme revelou o blog, o contrato do escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes, com o Master previa o pagamento de R$ 3,6 milhões por mês durante três anos, totalizando R$ 130 milhões. Essa questão foi deixada de fora no depoimento de Vorcaro prestado ao STF em dezembro do ano passado. Uma das cláusulas do contrato de Viviane previa atuação em quatro órgãos do Executivo: o Banco Central, o Cade, a Receita Federal e a Procuradoria‑Geral da Fazenda Nacional (PGFN) – mas a efetiva atividade da mulher de Moraes nesses órgãos permanece desconhecida. Se a CPMI for instalada, a oposição também pretende investigar as ligações de Toffoli com o resort Tayayá. Conforme revelou o jornal O Estado de S. Paulo, o pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado do dono do Master, controla fundos de investimento que adquiriram parte da participação de dois irmãos de Toffoli no resort situado em Ribeirão Claro, Paraná. O local é chamado de “resort do Toffoli” – e o ministro dispõe de uma casa em uma área reservada para hóspedes de alto padrão, como informou a colunista Andreza Matais no site Metrópoles. Até o momento, nem Hugo Motta, na Câmara, nem Alcolumbre, no Senado, indicaram intenção de instalar a CPMI. Nos bastidores, Alcolumbre afirmou que, se a pressão pela comissão se tornar insustentável, ele poderá autorizar uma CPI composta apenas por senadores, já que tem maior controle sobre a Casa do que Hugo Motta tem sobre a Câmara. “A CPMI não tem competência para convocar ministros, mas pode convocar aqueles que estão no entorno dos ministros, que têm indícios de participação, envolvimento e relações promíscuas no caso Banco Master”, declarou o deputado federal Carlos Jordy (PL‑RJ), autor do requerimento de abertura da comissão. “Não dá para varrer a sujeira para debaixo do tapete. Toffoli não poderia ser relator do caso Master no STF; tinha de ser investigado.” No requerimento da CPMI, Jordy também defende a “necessidade de investigar eventuais conexões entre gestores privados, intermediários financeiros, agentes públicos e autoridades” – ponto que os investigadores do caso Master não quiseram explorar no depoimento de Vorcaro ao STF. Jordy ainda quer que a CPMI apure “a eventual existência de omissões regulatórias, pressões institucionais ou tentativas de interferência indevida no processo de supervisão, decisão e atuação do Banco Central do Brasil, especialmente no tocante à liquidação extrajudicial do Banco Master e à tentativa de sua aquisição por instituição financeira estatal”. O parlamentar cita a ofensiva de Moraes, que teria procurado o presidente do Banco Central, Gabriel Galípoli, ao menos quatro vezes para exercer pressão em favor do Banco Master, conforme revelou o blog.
Jogador sofre convulsão e Pedro, de joelhos, rouba a cena (Veja o vídeo)
O Flamengo derrotou o Sampaio Corrêa por 7 a 1, na noite de sábado, no Maracanã. O placar garantiu ao clube rubro‑negro a classificação às quartas‑de‑final do Campeonato Carioca, afastando‑o da disputa do quadrangular de rebaixamento. O jogo ficou marcado por um susto nos primeiros minutos. O volante Alexandre, do Sampaio Corrêa, caiu no gramado e sofreu uma convulsão. Enquanto Alexandre era atendido, o centroavante Pedro apareceu de joelhos, orando. Veja: Alexandre foi socorrido de ambulância e encaminhado ao Hospital Quinta D’Or, em São Cristóvão. Posteriormente, a diretoria informou que ele estava consciente e em condição estável. Em 2024, Pedro sofreu um grave acidente de moto que quase o deixou tetraplégico; não há confirmação de vínculo entre o acidente e o episódio de hoje.
PRESIDENTE DA CPMI ATACA FLÁVIO DINO APÓS DECISÃO QUE CHAMOU DE REVOLTANTE
Carlos Viana, presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), fez críticas duras à recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que concedeu habeas corpus a um dos investigados do caso. A manifestação ocorreu depois que o ministro Flávio Dino garantiu a Paulo Camisotti o direito de permanecer em silêncio durante eventual depoimento à comissão. Paulo Camisotti é filho e sócio de Maurício Camisotti, apontado como um dos principais personagens do escândalo de corrupção investigado pela CPMI. Segundo o presidente do colegiado, a decisão do STF, embora constitucional, não pode servir como mecanismo para comprometer o avanço das apurações. “O ministro Flávio Dino assegurou ao senhor Paulo Camisotti o direito de permanecer em silêncio diante da CPMI do INSS”, declarou Viana. Em seguida, reforçou sua posição: “Faço um registro claro e responsável: o direito ao silêncio é uma garantia constitucional, mas não pode ser utilizado como instrumento para frustrar, atrasar ou esvaziar investigações, especialmente diante de fatos graves que atingem aposentados, órfãos e viúvas.” Além da autorização para permanecer em silêncio, a defesa de Paulo Camisotti também solicitou que ele não compareça à oitiva marcada para a segunda‑feira, dia 9. Para Viana, a presença do convocado é um ato formal e obrigatório, que não será flexibilizado. “Mesmo diante de pedidos da defesa pelo não comparecimento, mantenho a decisão de que o convocado deverá comparecer nesta segunda‑feira”, afirmou. Ele ainda ressaltou a postura do Legislativo: “O Congresso Nacional não abre mão de suas prerrogativas constitucionais nem aceitará manobras protelatórias.” A CPMI também enfrenta resistência de outros convocados. No mesmo dia, está prevista a oitiva de Edson Queiroz, deputado estadual do Maranhão. De acordo com Viana, a defesa do parlamentar tentou adiar o depoimento ao solicitar avaliação médica, o que foi interpretado como estratégia para postergar os trabalhos da comissão. “No caso do senhor Edson Araújo, registro que não houve comparecimento à perícia médica previamente agendada junto à Junta Médica do Senado. Aguardo o parecer oficial para a adoção das medidas cabíveis.” Ao abordar o conjunto de episódios, Viana deixou claro que a comissão não aceitará justificativas informais nem o descumprimento de deliberações oficiais. “Quero ser absolutamente claro: não aceitarei o descumprimento de atos formais da CPMI.” Reforçando o tom, o presidente concluiu que, diante de eventuais recusas injustificadas, todas as medidas legais serão adotadas. “Se houver recusa injustificada, adotarei todas as medidas legais, inclusive a condução coercitiva, como prevê a legislação. Seguirei conduzindo a CPMI do INSS com firmeza, responsabilidade e respeito à Constituição, fazendo valer o direito dos aposentados, órfãos e viúvas.”
EXCLUSIVO: ATIVISTA VENEZUELANO DESVENDAS A QUEDA DE MADURO E PREVÊ VENEZUELA SEM O DITADOR (ASSISTA AO PODCAST)
Depois de décadas sob o domínio de Nicolás Maduro e de Hugo Chávez, o povo venezuelano alcançou a libertação com o apoio do governo de Donald Trump. Atualmente, Maduro encontra‑se preso nos Estados Unidos, e a possibilidade de uma delação tem gerado preocupação entre os dirigentes do Foro de São Paulo na América Latina, inclusive entre os apoiadores de Lula. Em participação especial no Podcast A Verdade, o ativista venezuelano Eduardo Bittar trouxe informações relevantes sobre a situação atual da Venezuela e as perspectivas para o futuro. O jornalista Glauco Fonseca também integrou o bate‑papo, que foi conduzido pelo analista político Mario Robert. “É uma satisfação para a gente o que está acontecendo na Venezuela. Há muito tempo sonhamos com isso, mas o processo é lento e progressivo. Estamos trabalhando para explicar aos Estados Unidos os problemas que vivemos no passado, consequência de 27 anos de conivência entre o chavismo e uma oposição que eles controlam, vinculada à Internacional Socialista.” “Agora temos um trabalho intenso pela frente para construir uma verdadeira direita contra o socialismo, sobretudo após o discurso de Donald Trump. Ele afirmou que Maria Corina Machado não conta com o apoio das forças capazes de eliminar o chavismo internamente e que ela é incompetente.” Para assistir ao episódio, clique no link abaixo: https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/78589/podcast-a-verdade-o-futuro-da-venezuela-sem-o-ditador-assista
Vereador Eneias Abreu morre em acidente e pai, Benício, falece de infarto ao saber da tragédia
Uma tragédia ocorreu no Piauí. O vereador Eneias Abreu morreu em um grave acidente ocorrido neste sábado, 07/02/2026. Um jovem que também estava no carro morreu. Eles estavam em um veículo modelo Fox que colidiu com uma carreta. O impacto foi fatal e os dois faleceram no local. O caso gerou forte comoção em Vila Nova do Piauí. Pouco tempo depois de saber da morte do filho, o pai do vereador, Benício, sofreu um infarto e também faleceu, intensificando o clima de luto na cidade. Até o momento, as autoridades não divulgaram detalhes sobre as causas do acidente.
Portugal decide hoje: Seguro (PS) enfrenta Ventura (Chega) no segundo turno
Os eleitores portugueses retornam às urnas neste domingo (8) para definir quem ocupará a Presidência da República. Pela primeira vez em muitos anos, o país enfrenta um segundo turno marcado por um embate direto entre um representante de esquerda e um candidato de direita, cenário que reforça a polarização do atual momento político. A votação teve início às 08h02, horário de Lisboa, o que corresponde a 05h02 em Brasília. Desde as primeiras horas do dia, as seções eleitorais receberam eleitores interessados em decidir o futuro comando do cargo, que tem papel central na estabilidade institucional de Portugal. A disputa envolve António José Seguro, filiado ao Partido Socialista, e André Ventura, líder do Chega, legenda identificada com a direita. No primeiro turno, Seguro obteve cerca de 31% dos votos válidos, garantindo a liderança inicial, enquanto Ventura alcançou 23,49%, assegurando a segunda colocação e a vaga no confronto decisivo. O segundo turno é considerado histórico não apenas pelos nomes envolvidos, mas também por refletir mudanças no cenário político português, com o fortalecimento de forças fora do tradicional eixo de alternância no poder. A expectativa é de uma eleição acirrada, acompanhada de perto tanto dentro quanto fora do país.