Um grave acidente ocorrido neste sábado, 7 de fevereiro de 2026, na BR‑316, em Vila Nova do Piauí, resultou na morte do vereador Eneias Abreu e do jovem Luan. Ambos viajavam em um veículo modelo Fox que colidiu com uma carreta; o impacto foi fatal e os dois faleceram no local. O fato gerou forte comoção na cidade. Pouco tempo depois de receber a notícia da morte do filho, o pai do vereador, Benício, sofreu um infarto e também faleceu, aprofundando o luto na comunidade. Até o momento, as autoridades não divulgaram detalhes sobre as causas do acidente.
A gravidade ignorada da saúde de Jair Bolsonaro: Carlos Bolsonaro detalha o laudo da PF
Carlos Bolsonaro publicou no X: Esclarecimentos sobre o laudo da Polícia Federal referente à saúde de Jair Bolsonaro 1) Em nenhum momento o laudo da Polícia Federal se manifesta de forma contrária ao pedido da defesa para a substituição do regime atual pelo regime domiciliar. 2) O documento reconhece de maneira expressa a gravidade do quadro clínico do ex‑presidente Jair Bolsonaro, bem como os riscos concretos à sua vida, inclusive com possibilidade de óbito. 3) O laudo afirma que não há necessidade de cuidados hospitalares contínuos. Esse ponto, contudo, não é objeto do pedido da defesa, que jamais pleiteou internação hospitalar, mas sim a necessidade de cuidados permanentes e acompanhamento contínuo. 4) O próprio laudo concorda com a necessidade desses cuidados permanentes, o que reforça a incompatibilidade do quadro clínico com o regime atualmente imposto. Diante disso, com a graça de Deus, espera‑se que as autoridades responsáveis compreendam a gravidade e a severidade do caso, bem como os riscos reais à vida do ex‑presidente Jair Bolsonaro, e autorizem, com urgência, a sua transferência para o regime domiciliar.
Susto no Maracanã: volante do Sampaio Corrêa tem convulsão durante vitória do Flamengo (Veja o vídeo)
O Flamengo enfrentou o Sampaio Corrêa e venceu por 7 a 1 na noite deste sábado, no Maracanã. O resultado garantiu ao clube rubro‑negro a classificação às quartas‑de‑final do Campeonato Carioca, afastando o risco de disputar o quadrangular do rebaixamento. Entretanto, a partida ficou marcada por um susto nos primeiros minutos. O volante Alexandre, do Sampaio Corrêa, caiu no gramado e teve uma convulsão. Ele foi socorrido em ambulância e encaminhado ao Hospital Quinta D’Or, em São Cristóvão. Posteriormente, foi informado que o atleta estava consciente e em boas condições. Segundo informações, em 2024 Alexandre sofreu um grave acidente de moto que quase o deixou tetraplégico, mas não se sabe se o incidente desta noite tem alguma relação com o ocorrido.
Vaza salário de Datena na EBC sob governo Lula
O governo de Lula está prestes a contratar o apresentador José Luiz Datena para integrar a programação da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), com remuneração prevista de R$ 100 mil por mês. Segundo informações da Folha de S.Paulo, o contrato em negociação também prevê o reembolso de até R$ 65,8 mil em despesas de viagem; somando todos os custos, o valor total do acordo pode chegar a R$ 1,26 milhão ao longo de um ano. Pelo modelo apresentado, Datena comandaria um programa semanal na TV Brasil, com duração de uma hora e meia, intitulado Na Mesa com Datena, cuja estreia está planejada para fevereiro, embora o contrato ainda não tenha sido formalmente assinado. Além da televisão, o apresentador também assumiria um espaço na Rádio Nacional, ficando à frente do Alô Alô Brasil, noticiário matinal de duas horas dedicado aos principais acontecimentos do dia. Em encontro recente, Datena chegou a convidar pessoalmente o presidente Lula para participar da estreia do programa; até o momento, a presença do chefe do Executivo não foi confirmada. A possível contratação, porém, gerou reação negativa de entidades representativas do jornalismo. Em nota divulgada em dezembro, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e sindicatos da categoria criticaram a iniciativa, afirmando que Datena “consolidou um tipo de jornalismo marcado pelo desrespeito sistemático aos direitos humanos e pelo proselitismo político”.
Lindbergh Farias ataca Túlio Maravilha por bloquear matrícula da filha em universidades públicas (Veja o vídeo)
O deputado federal Lindbergh Farias (PT‑RJ) criticou a decisão do ex‑jogador Túlio Maravilha de impedir que sua filha, Tulliane, se matriculasse em universidades públicas. A manifestação ocorreu neste sábado (7), quando o parlamentar compartilhou um vídeo em sua conta na plataforma X, contendo seus comentários sobre o caso. Na publicação, o parlamentar do Rio de Janeiro utilizou a palavra “Preguiça” para classificar a atitude do ex‑atleta. Lindbergh afirmou que o vídeo em que Túlio explica por que não permitiu que a filha estudasse em instituições públicas gera “vergonha alheia”. Abaixo, os dois vídeos.
Revelada nova prova chocante: piloto Pedro Turra acusado de assassinato de adolescente
O fisioterapeuta Flavio Henrique Fleury, tio do adolescente Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, afirmou em entrevista que a agressão que levou à morte do sobrinho teria sido resultado de uma emboscada motivada por ciúmes. Segundo ele, um amigo de Pedro Turra, de 19 anos, teria participado do planejamento do ataque. De acordo com o relato, no dia do crime, Pedro Turra e outros jovens teriam circulado repetidas vezes pela região até encontrar Rodrigo sozinho. “[No dia do crime] eles esperaram várias vezes dando voltas no quarteirão esperando o Rodrigo estar sozinho. Um cara de 1,90 m pegar um garoto de 1,65 m é totalmente desproporcional, não é briga de adolescente. Não foi uma briga, foi execução”, afirmou o tio. Flavio Henrique disse confiar que a Justiça do Distrito Federal irá apurar o caso com rigor e responsabilizar todos os envolvidos, inclusive o jovem que, segundo ele, teria tramado a emboscada. “Aguardo ansiosamente que a Justiça vá atrás dele [jovem que teria tramado a morte]. Acredito muito que a Justiça vai atrás, vai condenar. Por ele ser menor de idade, acredito que devam ir atrás dos pais dele”, declarou. Ao falar sobre a perda, o fisioterapeuta classificou o caso como uma profunda injustiça. “É muito complicado pensar que um garoto como o Rodrigo foi morto de graça. Um jovem com um futuro enorme, um garoto maravilhoso… Um rapaz resolveu matá-lo e pronto”, lamentou. Apesar da dor, Flavio também mencionou o sofrimento das famílias envolvidas. “É uma gente tão nova, com tanto futuro. O Rodrigo perdeu a vida de forma gratuita. Os pais [dos suspeitos] também vão sofrer, vão pagar por isso. A educação, quando é dada na Justiça, dói muito mais do que a educação dos pais”, afirmou. Na avaliação do tio, o episódio não se tratou de uma briga ocasional que saiu do controle. “Quero que entendam que não foi uma briga que deu errado e ele morreu. Não. Na minha visão, o Rodrigo morrer já era planejado”, reforçou. Pedro Turra foi preso preventivamente em 30 de janeiro, após ter sido inicialmente liberado mediante pagamento de fiança de R$ 24 mil. Ele permanece detido no Complexo Penitenciário da Papuda, em cela individual, após o Superior Tribunal de Justiça negar pedido de habeas corpus. A família do jovem, por meio do advogado Daniel Kaefer, divulgou nota lamentando a morte de Rodrigo e manifestando solidariedade aos familiares da vítima.
Acordo judicial encerra polêmica da Mega da Virada no Pará
Um acordo pôs fim à disputa judicial envolvendo uma aposta da Mega da Virada registrada de forma equivocada em uma casa lotérica de Marabá, no sudeste do Pará. A professora Maria Rita Brandão Pereira aceitou receber R$ 789,06, valor correspondente à aposta, acrescido de juros e correção monetária, pago via Pix pela Loteria São Felix, encerrando definitivamente o processo. A ação foi movida depois que a docente alegou ter solicitado participação na Mega da Virada 2024, mas o estabelecimento teria registrado o jogo na Mega‑Sena comum, modalidade que não concorre ao prêmio recorde de R$ 635,4 milhões. Segundo ela, tentou resolver a situação de forma amigável ainda no local, sem sucesso, o que a levou a acionar a Justiça. A proposta apresentada pela lotérica em janeiro atendeu integralmente à decisão do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA). A estratégia de firmar acordo após a sentença, conforme apurado, visou acelerar o encerramento do caso e reduzir despesas processuais. De acordo com a defesa da empresa, o fator econômico foi determinante para a decisão de não recorrer. Em nota, o advogado Fernando Oliveira afirmou: “A Loteria São Felix optou por acatar integralmente a decisão e não interpor recurso. A opção decorre de uma análise estritamente pragmática e econômica, uma vez que os custos inerentes à interposição de recursos às instâncias superiores seriam significativamente maiores do que o valor da restituição determinado pelo juízo. Neste sentido, a decisão judicial será integralmente cumprida, com o integral ressarcimento dos valores, conforme a determinação judicial”. Com o trânsito em julgado da decisão, nenhuma das partes pode apresentar novos recursos. A Justiça já havia rejeitado o pedido da professora por indenização por danos morais no valor de R$ 3 mil, que não integrou o acordo firmado. Para Maria Rita Brandão, houve falha na prestação do serviço, pois, segundo sua versão, não foi informada sobre a existência de um bilhete específico para a Mega da Virada. A lotérica, por sua vez, negou erro no atendimento e sustentou que o estorno só seria possível em situações de falha de impressão do bilhete. O episódio teve início em 11 de dezembro de 2024, quando a apostadora percebeu, ainda dentro da lotérica, que o jogo havia sido registrado na Mega‑Sena comum, cujo sorteio ocorreria no dia seguinte. Ela afirmou ter solicitado o cancelamento em dois caixas diferentes e, posteriormente, por mensagens ao estabelecimento, sem obter êxito. Em uma das mensagens anexadas ao processo, a professora escreveu: “Me desculpe, mas houve erro no atendimento sim (sic). Se eu verbalizei que era bolão da mega da virada e ela fez p o sorteio de hoje, ela errou sim (sic). E quanto ao fato de ter volantes da mega da virada, não é verdade que tinha no guichê onde eu fiz o preenchimento nem tão pouco (sic) havia qualquer informação de que o jogo da mega sena da virada só poderia ser feito em um volante específico”. A aposta envolvia 20 cotas de R$ 35 cada, em jogos de oito números, na tentativa de ampliar as chances de concorrer ao prêmio especial. No sorteio da Mega‑Sena realizado em 12 de dezembro, nenhum bilhete acertou as seis dezenas, e o prêmio acumulou para R$ 11 milhões. A defesa da lotérica alegou que não houve má‑fé e que os procedimentos seguem normas rígidas da Caixa Econômica Federal. “Importante ressaltar que, (sic) a Reclamada não se recusou a realizar qualquer estorno de má‑fé, tampouco agiu com descaso. O procedimento de cancelamento ou estorno de bilhetes segue rigorosas normas operacionais da Caixa Econômica Federal, e só é autorizado nos casos de falha na comunicação do sistema ou erro de impressão (bilhete cortado pela impressora)”, destacou. Ao determinar o ressarcimento, o juiz Aidison Campos Sousa, do TJPA, entendeu que houve relação de consumo entre a apostadora e a lotérica, aplicando o Código de Defesa do Consumidor. Na decisão assinada em 2 de dezembro, afirmou: “A causa é simples e não exige maiores digressões. […] Em se tratando de relação de consumo, é dever do prestador de serviço garantir a correta informação e o registro da transação. A falha do preposto da lotérica em registrar a aposta na modalidade especial e a subsequente negativa de estorno configuram defeito na prestação do serviço, que resultou na aquisição de um produto (aposta comum) diverso do que foi claramente solicitado pela consumidora”.
Lula abandona o discurso de paz e declara guerra nas eleições de 2026
Durante as comemorações dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores, realizadas neste sábado (7) em Salvador, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou claro que pretende adotar uma postura de “guerra” na disputa eleitoral de 2026. Ao discursar para militantes, afirmou que o cenário será de confronto direto com a oposição e declarou que não haverá mais espaço para o perfil conciliador que marcou campanhas anteriores. “Não tem mais essa de ‘Lulinha paz e amor’”, disse. Para ele, o sucesso eleitoral dependerá da capacidade do governo de apresentar sua versão dos fatos. “O que vai ganhar essas eleições é a nossa narrativa política”, afirmou. “A gente não pode ficar quieto, nós temos que ser mais desaforados, porque eles são desaforados. E nós não podemos ficar quietinhos. Não tem essa mais de ‘Lulinha paz e amor’, não tem essa mais. Essa eleição vai ser uma guerra e nós vamos ter que estar preparados para ela”, afirmou. Clique no link abaixo para adquirir o conteúdo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao
Vazamento revela participações empresariais de ministros do STF
Um levantamento do UOL, baseado em registros da Receita Federal, identificou que cinco ministros do Supremo Tribunal Federal são sócios de onze empresas atuantes nos setores de agronegócio, educação, advocacia e gestão imobiliária. A matéria ganhou maior repercussão depois que o ministro Dias Toffoli afirmou publicamente que magistrados podem ser proprietários de fazendas e integrar o quadro societário de empresas, recebendo dividendos. A declaração reacendeu o debate sobre os limites legais e éticos da atuação patrimonial dos membros do Judiciário. O tema surge em meio a um escrutínio ampliado sobre o STF, impulsionado por reportagens que apontaram relações empresariais do banco Master com parentes de Toffoli e com a esposa do ministro Alexandre de Moraes, aumentando o interesse público acerca de possíveis vínculos econômicos dos integrantes da Corte. De acordo com o levantamento, as participações identificadas não configuram ilegalidade. A Lei Orgânica da Magistratura (Loman) proíbe que juízes atuem como administradores de empresas, mas não impede que sejam sócios. Em nota, o STF afirmou que a legislação é observada por todos os ministros. Gilmar Mendes aparece como sócio da Roxel Participações, holding com capital social de R$ 9,8 milhões, na qual também participam seus filhos, Francisco e Laura Mendes. A Roxel detém participação no IDP, na MT Crops e na GMF Agropecuária, formando um grupo empresarial diversificado. Mendes também mantém vínculo com o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), que oferece cursos superiores em Direito, Economia e Administração e é administrado por seu filho Francisco. A MT Crops, sediada em Diamantino (MT), atua no comércio atacadista de defensivos agrícolas, fertilizantes e corretivos do solo. Já a GMF Agropecuária, localizada em Alto Paraguai (MT), cultiva soja em sociedade com irmãos e cunhado do ministro. O ministro Nunes Marques tem registrada a empresa Nunes & Marques Administradora de Imóveis, criada em 2014 para a administração patrimonial da família, com sua irmã Karine Nunes Marques e seu filho Kauan de Carvalho Marques como sócios. Ele também figura como sócio da Educacional e Capacitação Ltda., aberta em junho de 2025, após sua posse no STF em 2020. A empresa, administrada por uma sobrinha do ministro, tem como atividade principal “treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial”. O gabinete de Nunes Marques confirmou a sociedade e explicou que a Educacional realiza apenas palestras, enquanto a Administradora de Imóveis cuida da gestão de bens familiares. André Mendonça mantém participação na Integre Cursos e Pesquisa em Estado de Direito e Governança Global, empresa aberta em maio de 2022, poucos meses depois de sua posse no STF, em dezembro de 2021. Sua esposa, Janey Mendonça, também consta como sócia. O ministro esteve ainda ligado ao Instituto Iter, fundado em novembro de 2023. Inicialmente, o instituto tinha como sócios a Integre Cursos, Janey Mendonça e nomes ligados ao governo federal, entre eles o ex‑ministro da Educação Victor Godoy. Em 2024, a entidade foi transformada em sociedade anônima, passando a ter apenas Victor Godoy como sócio registrado na Receita Federal, embora continue comercializando palestras de Mendonça. Segundo reportagem do O Estado de S. Paulo, publicada em outubro de 2025, o Instituto teria faturado R$ 4,8 milhões em contratos públicos. Cristiano Zanin aparece como sócio da Attma Participações, empresa voltada à gestão de imóveis próprios, com capital social de R$ 260 mil. A companhia foi constituída em sociedade com sua esposa, Valeska Zanin. Flávio Dino é sócio do IDEJ (Instituto de Estudos Jurídicos), fundado em 2003 sob a denominação “Dínamo Educacional”. O instituto foi criado em parceria com seu irmão, Sálvio Dino Jr., e tem como atividade principal a oferta de cursos preparatórios para concursos públicos. Por meio da assessoria de imprensa do STF, Dino informou que o IDEJ foi fundado há mais de duas décadas.
Fachin se afasta de julgamento contra Banco Santander por conflito de interesse
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu não participar do julgamento de dois recursos nos quais o Banco Santander aparece como parte interessada. O impedimento foi oficializado por meio de despachos assinados na quinta‑feira (5), conforme registro nos autos. A decisão tem como base regras previstas no Código de Processo Civil, que vedam a participação de magistrados em casos que envolvam clientes de escritórios de advocacia ligados a cônjuges ou parentes próximos. No caso específico, a filha do ministro, Melina Fachin, atua como advogada do Santander em processos que tramitam no Superior Tribunal de Justiça (STJ), circunstância que levou ao afastamento voluntário. O posicionamento do ministro ocorre em um contexto sensível dentro da própria Corte. Fachin tem conduzido debates internos sobre a elaboração de um código de conduta voltado aos ministros do STF, com o objetivo de estabelecer parâmetros mais claros sobre conflitos de interesse e transparência institucional. Essa movimentação acabou estimulando reportagens e levantamentos jornalísticos sobre a atuação de familiares de integrantes do Supremo em tribunais superiores. O tema ganhou repercussão justamente por envolver questões éticas e a imagem pública do Judiciário. De acordo com um levantamento divulgado pela BBC, além de Edson Fachin, outros oito ministros do STF possuem parentes que exercem a advocacia em instâncias superiores. A lista inclui Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Nunes Marques, Luiz Fux, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, evidenciando que a situação não é isolada dentro da Corte.