O padre Flávio Ferreira Alves declarou estar “doente” pela ideologia esquerdista e, sem cautela, pediu que fiéis que apoiam o deputado Nikolas Ferreira deixem a igreja. A declaração provocou imediata reação da própria Igreja Católica, que aplicou repreensão ao sacerdote. “A Igreja Católica de nossa Diocese de Caratinga reafirma seu compromisso inabalável com o livre exercício da democracia e com o respeito à pluralidade de opiniões. O ambiente litúrgico deve ser, primordialmente, um espaço de acolhida, paz e oração, onde todos os fiéis se sintam integrados à comunhão de Cristo, independentemente de suas convicções políticas individuais.” Confira a íntegra: O ataque do padre:
Revelado o terrível mal que matou o nadador paralímpico Adriano Lima, um dos maiores medalhistas do Brasil, no sábado
O país perdeu neste final de semana um de seus maiores medalhistas paralímpicos: o nadador Adriano Lima, detentor de nove medalhas olímpicas. A causa da morte não foi divulgada, mas o atleta estava em tratamento contra um sarcoma, câncer ósseo que o acompanhava desde 2024. Nascido em Natal, Adriano participou de seis edições das Paraolimpíadas – Atlanta 1996, Sydney 2000, Atenas 2004, Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016 – conquistando nove medalhas (um ouro, cinco pratas e três bronzes). Ele começou a nadar como parte da reabilitação após um acidente que o deixou paraplégico aos 17 anos, quando caiu de um telhado enquanto trabalhava em uma obra. Em nota oficial, a Confederação Brasileira de Desportos (CPB) destacou a relevância do atleta para o esporte nacional: “Adriano está entre os grandes medalhistas paralímpicos da história do Brasil, com um ouro, cinco pratas e três bronzes, conquistadas em seis edições dos Jogos”. Além das nove medalhas paralímpicas, o nadador disputou cinco edições dos Jogos Parapan‑Americanos, somando 30 medalhas. Nos Campeonatos Mundiais de natação paralímpica, subiu ao pódio em 12 ocasiões, reforçando seu status como um dos maiores nomes da modalidade no país.
Adriano Lima, um dos maiores medalhistas do esporte brasileiro, morre após enfrentar sarcoma
O país perdeu neste final de semana um de seus maiores medalhistas paralímpicos: o nadador Adriano Lima, detentor de nove medalhas. A causa da morte não foi divulgada, mas ele enfrentava um sarcoma, câncer ósseo que o acompanhava desde 2024. Nascido em Natal, o ex‑nadador participou de seis edições das Paralimpíadas (Atlanta 1996, Sydney 2000, Atenas 2004, Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016), conquistando nove medalhas — uma de ouro, cinco de prata e três de bronze. Adriano começou a nadar como parte de sua reabilitação após um acidente que o deixou paraplégico aos 17 anos, quando caiu de um telhado enquanto trabalhava em uma obra. Em nota oficial, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) ressaltou a importância do atleta para o esporte nacional: “Adriano está entre os grandes medalhistas paralímpicos da história do Brasil, com um ouro, cinco pratas e três bronzes, conquistadas em seis edições dos Jogos”. Além das nove medalhas paralímpicas, o atleta disputou cinco edições dos Jogos Parapan‑Americanos, acumulando 30 medalhas. Nos Campeonatos Mundiais de natação paralímpica, subiu ao pódio em 12 ocasiões, confirmando seu status como um dos maiores nomes da modalidade no país.
Adriano Lima, ícone da natação paralímpica, morre após batalha contra sarcoma
O país perdeu, neste final de semana, um dos seus maiores medalhistas paralímpicos: o nadador Adriano Lima, detentor de nove medalhas. A causa da morte não foi divulgada, mas o atleta enfrentava um sarcoma ósseo, diagnóstico feito em 2024. Nascido em Natal, Adriano Lima participou de seis edições das Paraolimpíadas — Atlanta 1996, Sydney 2000, Atenas 2004, Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016 — onde conquistou um ouro, cinco pratas e três bronzes. Ele iniciou a natação como parte de sua reabilitação após um acidente que o deixou paraplégico aos 17 anos; na ocasião trabalhava em uma obra e caiu de um telhado. Em nota oficial, a CPB destacou a relevância do atleta para o esporte nacional: “Adriano está entre os grandes medalhistas paralímpicos da história do Brasil, com um ouro, cinco pratas e três bronzes, conquistadas em seis edições dos Jogos”. Além das nove medalhas paralímpicas, o atleta disputou cinco edições dos Jogos Parapan‑Americanos, somando 30 medalhas. Em Campeonatos Mundiais de natação paralímpica, subiu ao pódio em 12 ocasiões, reforçando seu status de um dos maiores nomes da modalidade no país.
Investigação revela pagamento de mais de R$ 1 milhão à filha do ministro Marco Buzzi em suposto esquema de venda de sentenças
Novos desdobramentos da investigação que apura um suposto esquema de venda de sentenças no Superior Tribunal de Justiça (STJ) indicam que a Polícia Federal (PF) encontrou indícios de pagamento superior a R$ 1 milhão à filha de um dos ministros da Corte. O inquérito da PF aponta Andreson de Oliveira Gonçalves, que cumpre prisão domiciliar, como um “arquivo vivo” e suspeito de intermediar o contato entre empresários e os gabinetes de ministros e desembargadores do STJ. O rastreamento do suposto esquema teve início após o assassinato do advogado Roberto Zampieri, ocorrido em emboscada no Mato Grosso, em 2023. Zampieri seria parceiro de Andreson na articulação dos pagamentos. Nos celulares de ambos, a PF recuperou mais de 3 500 mensagens, algumas contendo ameaças, extorsões e promessas de que processos judiciais poderiam ser resolvidos mediante pagamento de propina. A Polícia Federal suspeita que ex‑servidores que atuavam nos gabinetes dos ministros Og Fernandes, Paulo Moura Ribeiro, Nancy Andrighi e Isabel Gallotti recebiam dinheiro em troca de informações sensíveis e de minutas de decisões judiciais. Essas informações seriam encomendadas por lobistas para favorecer empresários. A investigação também encontrou menções de pagamentos a Catarina Buzzi, filha do ministro do STJ Marco Buzzi. Um diálogo capturado em foto no celular de Andreson indica que uma pessoa identificada como Carlos Chaves teria repassado R$ 1,2 milhão a Catarina Buzzi e a outra advogada citada. A informação está detalhada em relatório mantido sob sigilo pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa de Catarina Buzzi declara que a tentativa de envolvê‑la na investigação é “descabida e maliciosa”. A advogada nega conhecer Carlos Chaves e Andreson e afirma que não recebeu qualquer pagamento. O ministro Marco Buzzi, por sua vez, afirma que “não acompanha as relações comerciais da filha ou de qualquer outro advogado”.
Ex-jogador do Flamengo e da Seleção, também ex-secretário, é investigado por assédio a menina de 12 anos
Leandro Machado, ex-jogador do Flamengo, Internacional, Santos e da seleção brasileira, e antigo secretário municipal de Esportes de Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis, conhecido como “Leandro Piupiu”, está sendo investigado por crimes envolvendo uma menina de 12 anos. Segundo a família da vítima, foram encontradas conversas nas quais Leandro enviava imagens íntimas para a garota e solicitava que ela também se gravasse. Além disso, ele teria incitado a menor a entrar em um carro. As provas foram entregues às autoridades e o celular da vítima está à disposição para perícia. A Polícia Civil confirmou a abertura da investigação, mas não divulgou detalhes, pois o caso está sob sigilo. Em meio à investigação, Leandro foi exonerado do cargo de secretário municipal de Esportes de Santo Amaro da Imperatriz. Em nota, a prefeitura informou que a exoneração ocorreu em 31 de janeiro, após um ano de gestão, e ressaltou que “o Poder Executivo não tolera irregularidades e que a gestão pública permaneça pautada pelo interesse coletivo”. O documento não relacionou a saída ao processo investigativo. Leandro Machado, atualmente com 59 anos, iniciou a carreira no final da década de 1980 nas categorias de base do Avaí. Sua primeira experiência profissional foi no Internacional, em 1994. Em 1996, foi convocado para a seleção brasileira, disputando dois jogos e marcando um gol contra o Canadá na Copa Ouro daquele ano. No mesmo ano, foi contratado pelo Valencia, da Espanha, e também atuou na Europa pelos clubes Sporting (Portugal), Tenerife (Espanha) e Dínamo de Kiev (Ucrânia). Em 1999, retornou ao Brasil para jogar no Flamengo, onde chegou a quase 100 partidas e marcou 39 gols. A trajetória ainda contou passagens pelos Santos e Sport, além de equipes do México, Paraguai e Coreia do Sul. Leandro encerrou a carreira nos gramados em 2008.
Padre nega a eucaristia a fiéis que apoiam Nikolas e os expulsa da igreja (VEJA O VÍDEO)
Durante a celebração da missa neste domingo, dia 8, na Capela São Sebastião, em Pingo D’Água (MG), o padre Flávio Ferreira Alves gerou forte repercussão ao negar a comunhão a fiéis que apoiam o deputado federal Nikolas Ferreira (PL‑MG). O sacerdote pediu publicamente que essas pessoas deixassem a igreja. O episódio foi registrado por duas mulheres que participavam da celebração. Indignadas, elas gravaram o momento e divulgaram o vídeo nas redes sociais, onde o conteúdo se espalhou rapidamente e provocou intenso debate. Durante a homilia, o padre fez declarações diretas, associando a posição política dos fiéis à participação nos sacramentos. “Tem católico concordando com ele. Tem católico concordado com Nikolas. Vou falar uma coisa grave: se você concorda com o Nikolas, que não quer dar botijão de gás para o pobre, por favor, saia da igreja agora. Você não merece receber a eucaristia”, afirmou. Até o momento, a Diocese de Caratinga, responsável pela paróquia onde ocorreu o episódio, não se pronunciou oficialmente sobre a conduta do padre Flávio Ferreira Alves nem sobre o teor das declarações feitas durante a missa.