No jogo entre Juventude e São José, pelas quartas de final do Gauchão, um lance curioso chamou a atenção. Alisson Safira, atacante do Juventude, desistiu de concluir um ataque ao perceber lesão no zagueiro adversário e foi vaiado pela própria torcida. O episódio ocorreu aos 12 minutos da segunda etapa, com o placar desfavorável ao Juventude, 1 a 0. Safira avançou pela esquerda e teria chegado livre à área, porém o zagueiro Diney caiu no gramado, claramente com lesão muscular, e o jogador alviverde optou por não finalizar a jogada. Pouco depois, Alisson Safira foi substituído e novamente recebeu vaias da torcida. O São José chegou a abrir 2 a 0, mas o Juventude virou a partida nos acréscimos, proporcionando um final eletrizante. Milton Neves comentou: “Depois do péssimo exemplo dado por Andreas Pereira no clássico entre Corinthians e Palmeiras, este gesto de Alisson Safira, do Juventude, nos dá esperança de um futebol mais limpo e justo.” “E o Juventude dele acabou sendo recompensado com a virada na partida! Parabéns!” O comentarista ressaltou que, após o exemplo negativo de Andreas Pereira, a atitude de Safira representa um sinal de que o futebol pode ser mais justo, e que a equipe foi recompensada com a virada nos minutos finais.
Quebra de sigilo de Vorcaro pode abalar a cúspide do STF
Bastidores de Brasília indicam que o conteúdo extraído do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, tem potencial para provocar fortes abalos no alto escalão da República, incluindo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), parlamentares, integrantes do governo Lula e membros da Procuradoria‑Geral da República (PGR). A avaliação foi apresentada pelo ex‑procurador Deltan Dallagnol. A Polícia Federal rompeu a criptografia do aparelho de Vorcaro e já teve acesso ao material armazenado no dispositivo. O conteúdo, considerado sensível, será encaminhado nos próximos dias ao STF e à PGR, o que tem aumentado a apreensão entre figuras influentes do meio político e jurídico da capital federal. Dallagnol, que coordenou a força‑tarefa da Operação Lava Jato, afirmou que o volume e a relevância das informações encontradas podem gerar consequências amplas. “É muita informação que você pode tirar deste celular e isso tem deixado o pessoal de Brasília sem conseguir dormir”, disse. Segundo relatos, o ministro do STF Dias Toffoli está empenhado em manter controle rigoroso sobre o caso. Paralelamente, setores da oposição buscam ampliar o alcance das apurações. Nesse contexto, o senador Alessandro Vieira (MDB‑SE) protocolou pedido de quebra de sigilo da empresa pertencente aos irmãos de Toffoli, investigada sob suspeita de servir como fachada para lavagem de dinheiro e recebimento de valores provenientes de consultorias ligadas ao Banco Master.
TRUMP DESTRÓI BARCO NO PACÍFICO E DEIXA MORTOS (VEJA O VÍDEO)
O Comando Sul dos Estados Unidos (SOUTHCOM) confirmou nesta segunda‑feira (9) que militares norte‑americanos realizaram um ataque contra uma lancha no leste do Oceano Pacífico, ação que resultou na morte de duas pessoas e deixou um sobrevivente. Segundo o comunicado oficial, a operação integra o conjunto de ações militares voltadas ao enfrentamento do tráfico internacional de drogas por vias marítimas. Conforme informações divulgadas pelas autoridades, a embarcação foi localizada a partir de dados de inteligência que a apontavam como parte de rotas já conhecidas do narcotráfico na região. Um vídeo publicado na conta oficial do SOUTHCOM na plataforma X registra o momento em que a lancha é atingida e destruída pela explosão provocada durante a ofensiva. Após a ação militar, a Guarda Costeira dos Estados Unidos foi acionada e deu início a uma operação de busca e resgate. As equipes conseguiram localizar um sobrevivente no local do ataque, que foi retirado do mar e encaminhado para atendimento, segundo o relato oficial. O episódio está inserido na chamada Operação Lança do Sul (Operation Southern Spear), estratégia adotada pela administração do presidente Donald Trump desde setembro de 2025. O objetivo declarado da iniciativa é intensificar o combate a embarcações suspeitas de envolvimento com o narcotráfico em águas internacionais, tanto no Caribe quanto no Pacífico. Desde o início da operação, os Estados Unidos realizaram dezenas de ataques semelhantes contra barcos que, de acordo com os militares, operavam em rotas de tráfico ou participavam diretamente de atividades ilícitas. Dados oficiais indicam que mais de 130 pessoas morreram nessas ações, número que inclui vítimas fatais confirmadas e desaparecidos no mar, resultado direto da política de repressão adotada no âmbito da campanha.
Morre Pretinha, a cadela que evidencia a omissão do poder público na Praia Brava
A cadela comunitária Pretinha, conhecida por viver ao lado do cão Orelha na Praia Brava, em Florianópolis, faleceu na noite de segunda‑feira (9). Ela apresentava um quadro grave de saúde, caracterizado por falência renal agravada por dirofilariose, a doença popularmente chamada de verme do coração. A morte foi confirmada pelo empresário Bruno Ducatti, que assumiu os cuidados de Pretinha após a ampla repercussão do caso envolvendo Orelha. A informação foi divulgada nas redes sociais, acompanhada de uma carta aberta na qual o empresário detalha os esforços empreendidos para salvar a cadela. De acordo com Bruno, Pretinha recebeu todo o suporte possível: internação intensiva, exames especializados, medicamentos de alto custo e monitoramento contínuo por equipe veterinária. Apesar de todos os cuidados, o quadro clínico evoluiu de forma irreversível. “Ainda assim, a medicina encontrou seus limites. Não houve omissão, descaso ou abandono. Houve luta até o fim”. Bruno também ressaltou o impacto simbólico da história dos dois animais para além da Praia Brava. “Pretinha e Orelha deixaram uma marca que ultrapassa a Praia Brava. Suas histórias mostram o que funciona quando há cuidado comunitário e o que falha quando o poder público e a sociedade se omitem”, prosseguiu. Pretinha recebeu alta médica em 24 de janeiro, mas precisou ser internada novamente dois dias depois, em 26 de janeiro. Desde então, seu estado de saúde se deteriorou progressivamente, culminando no falecimento nesta semana. Na carta aberta, Bruno Ducatti relatou que somente após retirar a cadela das ruas foi possível identificar a gravidade real da doença, descrevendo o caso como exemplo de enfermidade silenciosa e avançada, comum entre animais abandonados e invisibilizados. O empresário expressou frustração por não ter conseguido salvá‑‑la, mas destacou o alívio de saber que Pretinha não enfrentou os últimos momentos sozinha. O texto reforça o pedido por justiça no caso de Orelha e em episódios semelhantes de maus‑tratos, defendendo punições severas e exemplares. Bruno ainda alerta para a urgência de políticas públicas eficazes de controle populacional e saúde animal, enfatizando a importância da castração e do cuidado preventivo. Ao encerrar a carta, citou: “O modo como uma nação trata seus animais é uma medida de sua civilização.” — David Strauss. Em tom de despedida, deixou uma última mensagem à cadela, que para ele simboliza resistência, afeto e a necessidade de responsabilidade coletiva com os animais comunitários.
Ex-governador Wilson Witzel, apontado como traidor de Bolsonaro, anuncia volta à disputa pelo Rio em 2026
Cassado do cargo e atualmente sem filiação partidária, o ex‑governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel confirmou a intenção de voltar à cena política e disputar novamente o comando do Palácio Guanabara nas eleições de 2026. Ele foi eleito em 2018 e permaneceu no cargo até 2021, quando perdeu o mandato após processo de impeachment ligado a denúncias de corrupção na área da Saúde durante a pandemia de Covid‑19. Considerado um dos maiores traidores de Bolsonaro, Witzel se manifestou por meio de um vídeo divulgado nesta segunda‑feira (9), no qual ele voltou a criticar o processo que resultou em sua saída do governo. Segundo o ex‑governador, houve um “linchamento público” antes de qualquer decisão definitiva da Justiça.
Marcelo Adnet é o “escolhido” para interpretar covardemente Bolsonaro na Sapucaí
O humorista e ator Marcelo Adnet foi escalado para interpretar o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) em um carro alegórico da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que neste Carnaval levará ao Sambódromo da Marquês de Sapucaí um enredo dedicado ao petista Lula. Segundo informações de bastidores, o atual chefe do Palácio do Planalto deverá comparecer ao Sambódromo no domingo de Carnaval, 15 de fevereiro. Lula assistirá ao desfile a partir do camarote do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD). Fontes próximas à escola afirmam que o enredo abordará momentos marcantes da trajetória política de Lula, incluindo referências a uma suposta tentativa de golpe. É nesse contexto que Marcelo Adnet entrará em cena, participando de um carro alegórico que simbolizará esse episódio histórico, interpretando Bolsonaro. A expectativa é que a figura seja alvo de piadas covardes.
Ministro do STJ acusado de assédio a jovem de 18 anos solicita licença de 90 dias
Em meio a denúncias de importunação sexual que vieram a público, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Buzzi protocolou, nesta terça‑feira (9), um pedido oficial de licença pelo período de 90 dias. A solicitação foi acompanhada de um atestado assinado por uma médica psiquiatra. O magistrado afirma não reconhecer a veracidade das acusações que pesam contra ele. De acordo com informações repassadas pela assessoria do STJ, qualquer posicionamento institucional só deverá ocorrer após a realização de uma sessão extraordinária, convocada para a manhã desta terça‑feira. O encontro foi agendado com o objetivo de discutir os próximos passos do processo administrativo aberto para apurar os fatos, procedimento que, ao final, pode resultar no afastamento formal do ministro de suas atribuições. Na segunda‑feira, Marco Buzzi encaminhou uma carta aos demais integrantes da Corte na qual reiterou a negativa das denúncias e relatou os efeitos pessoais da situação. Segundo o magistrado, o episódio tem provocado desgaste emocional significativo. “Tudo está causando mágoas às pessoas da minha família e convivência. Creio que nos procedimentos já instaurados demonstrarei minha inocência”, escreveu. As investigações tiveram início após o relato de uma jovem de 18 anos, que afirma ter sido vítima de assédio no dia 9 de janeiro, durante uma estadia na residência de praia do ministro, localizada em Balneário Camboriú, Santa Catarina. Conforme o depoimento, ela estava no mar quando Buzzi teria se aproximado, puxado seu corpo para perto e segurado sua lombar. A jovem sustenta que tentou se afastar repetidas vezes, mas que o contato só cessou quando conseguiu sair da água e buscar auxílio junto aos pais. Após o episódio, a família da jovem deixou o local no mesmo dia, depois de confrontar parentes do ministro. Em 14 de janeiro, os pais, acompanhados de advogados, registraram boletim de ocorrência na Polícia Civil de São Paulo. Além disso, uma nova denúncia foi protocolada nesta segunda‑feira no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), instância na qual a jovem já prestou depoimento à Corregedoria. Cabe destacar que, no último dia 5, Marco Buzzi já havia apresentado um atestado médico e encontrava‑se internado, sem previsão de alta hospitalar. Pessoas próximas relataram ainda que o ministro passou recentemente por um procedimento cirúrgico para implantação de um marcapasso, fato que também teria contribuído para a decisão de solicitar o afastamento temporário.
Caso Master gera tensão explosiva no STF, alerta interno revela
Ministros do Supremo Tribunal Federal já receberam alertas informais nos bastidores de que as investigações do Caso Master, envolvendo a liquidação do Banco Master pelo Banco Central, fraudes bilionárias e o ex‑controlador Daniel Vorcaro, devem repercutir com força na própria Corte. A informação foi revelada pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, em coluna publicada em 8 de fevereiro de 2026. O avanço das apurações da Polícia Federal, que inclui a análise de celulares apreendidos – como o de Vorcaro, contendo mensagens com cobranças insistentes de uma “autoridade da República” – e novas provas sobre personagens com influência institucional, elevou a tensão interna no STF, agravando o desgaste da imagem da instituição. O caso já gerou polêmicas, como a condução de Dias Toffoli – alvo de críticas por sigilo excessivo, viagens e decisões controversas – os contratos do escritório da esposa de Alexandre de Moraes com o banco e os debates sobre um eventual desmembramento do inquérito para a primeira instância. Essas questões provocaram preocupação entre os ministros. Relatos indicam que parte da Corte considera insustentável a permanência de Toffoli como relator e pressiona por redistribuição ou devolução de partes do inquérito à Justiça Federal. O alerta circula em meio a uma crise mais ampla no Judiciário, com expectativa sobre pronunciamentos de figuras como Edson Fachin e discussões internas acerca de um possível código de conduta para os ministros, tudo inserido em um contexto de crescente repercussão política e empresarial.
Lula pode ficar inelegível em 2026 por suposta homenagem carnavalesca
“Nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição” (Dilma Rousseff em João Pessoa‑PB, 04/03/2013). Se a Acadêmicos de Niterói – que dispõe de R$ 12 milhões em recursos federais – promover uma homenagem ao presidente Lula neste Carnaval, que antecede as eleições de outubro, abrirá caminho para seu impedimento e inelegibilidade nas eleições de 2026, em razão de evidente abuso de poder econômico e político. Os envolvidos estão “fazendo o diabo” e dobraram a aposta diante do silêncio dos “bons”. Lembremos que, em 04/03/2013, durante evento político em João Pessoa‑PB, a ex‑presidenta Dilma Rousseff afirmou cinicamente: “Nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição”. Em 2015, em São Paulo, o ministro Gilmar Mendes declarou: “Nessa campanha, a presidente Dilma disse, como candidata: nós fazemos o diabo para ganhar a eleição. O presidente Lula disse, em algum momento, na presença da candidata Dilma: eles não sabem o que nós somos capazes de fazer para ganhar a eleição” (palestra na Associação de Advogados de São Paulo, 27/11/2015). Ainda em 2015, no plenário do TSE, Gilmar Mendes reproduziu, com grande indignação, a mesma denúncia feita na Associação de Advogados de São Paulo. Confira o vídeo: https://www.dailymotion.com/video/x9ykh7m A autopromoção carnavalesca de Lula (suposta “homenagem” que, na prática, constitui propaganda eleitoral antecipada) tem grave potencial de desequilibrar as eleições presidenciais, influenciando especialmente eleitores indecisos. É de conhecimento geral que os desfiles carnavalescos cariocas atingem dezenas de milhões de pessoas em todo o território nacional. Lula já declarou que será candidato e encontra‑se em plena campanha eleitoral, contando com o estranho e conveniente silêncio da PGR, do TSE e do STF – silêncio que não ocorreria sob a gestão do ex‑presidente Jair Bolsonaro. Trata‑se de deboche institucional e estrutural no Brasil. Os princípios constitucionais da moralidade e da impessoalidade (art. 37) exigidos da Administração Pública não são meras obras de arte estáticas plasmadas na Constituição Federal. Por analogia, a Lei 6.454/1977 estabelece que é proibido dar nome de pessoa viva a bens públicos, extensão que se aplica a qualquer entidade que receba subvenção dos cofres públicos. O objetivo é claro: evitar promoção pessoal para fins eleitoreiros com o uso de dinheiro público. Pena? Perda do cargo público, entre outras sanções. Portanto, caso a “homenagem” se concretize, Lula não poderá ter o registro de candidatura deferido. Seu epitáfio político será: “Aqui jaz aquele que foi sem nunca ter sido”. Por fim, durante a mesma palestra na Associação de Advogados de São Paulo, Gilmar Mendes afirmou, ao referir‑se aos supostos “programas sociais”, que “adotar determinadas políticas públicas hoje, com finalidade apenas eleitoral, é uma espécie de ‘compra de votos moderna’” e destacou que “a chamada captação de sufrágio ficou ingênua diante da possibilidade de se desenhar políticas públicas para o pleito eleitoral”. Nesse sentido, o Brasil assiste, perplexo e impotente, à maior operação de compra de votos da história, travestida maliciosamente de “ações e programas sociais”. Sem absolutamente nada a oferecer ao país – nenhum projeto, nenhum plano de desenvolvimento, nenhuma ideia – os envolvidos conduzem o Brasil para o buraco negro do déficit fiscal em ritmo de Carnaval. Com a palavra da Procuradoria‑Geral da República, do Tribunal Superior Eleitoral (aquele do subserviente “missão dada é missão cumprida”) e do Supremo Tribunal Federal.
EXCLUSIVO: MADURO PRESO EM NOVA YORK SOB ISOLAMENTO EXTREMO – RUMORES DE DEPRESSÃO E DECLÍNIO FÍSICO (VEJA O VÍDEO)
A prisão de Nicolás Maduro nos Estados Unidos expôs o ditador venezuelano a uma realidade inédita e dura. Detido no Metropolitan Detention Center, em Nova Iorque, Maduro enfrenta um dos regimes carcerários mais rigorosos do sistema federal americano, caracterizado por isolamento, vigilância permanente e restrições severas de contato humano. O silêncio das autoridades acerca de seu estado de saúde e da rotina diária tem gerado uma onda de rumores, sobretudo sobre possível depressão, recusa alimentar e perda acentuada de peso desde o início da detenção. O Metropolitan Detention Center é conhecido por abrigar presos de alta periculosidade e casos de grande repercussão política. O regime costuma impor longos períodos de confinamento em cela, escasso convívio social e tempo limitado para atividades externas. Especialistas apontam que esse tipo de ambiente exerce forte pressão psicológica, especialmente sobre detentos que antes exerciam poder absoluto, como é o caso de Maduro. Relatos não confirmados indicam que o ex‑ditador estaria emocionalmente abatido, com comportamento retraído e, possivelmente, recusando parte das refeições oferecidas pela unidade prisional. Embora não haja confirmação oficial de advogados ou autoridades médicas, fontes próximas ao caso afirmam que o isolamento prolongado e a incerteza jurídica têm pesado sobre seu estado emocional. Outro aspecto citado é o impacto físico das condições climáticas. Preso em Nova Iorque, Maduro enfrenta o inverno rigoroso, com temperaturas negativas e escasso acesso ao sol, algo comum em regimes mais restritivos. Circulam ainda informações de bastidores apontando perda de peso estimada em cerca de 10 quilos, o que reforçaria a percepção de desgaste físico acelerado. Até o momento, apenas a prisão, o local de detenção e o regime severo são fatos confirmados. As informações sobre depressão, recusa alimentar, falta de sol e emagrecimento significativo permanecem no campo dos rumores, alimentados pela ausência de transparência e pelo peso político do personagem. Ainda assim, o cenário é simbólico. O homem que comandou a Venezuela com mão de ferro agora vive sob isolamento, pressão psicológica constante e regras rígidas impostas pelo sistema prisional americano. Independentemente dos rumores, a prisão marca uma ruptura definitiva entre o poder absoluto de ontem e a realidade dura e silenciosa de hoje. Veja o vídeo!