A Polícia Federal encaminhou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, solicitações para novas investigações relacionadas ao banco Master. O material contém dados extraídos dos dispositivos eletrônicos apreendidos de Daniel Vorcaro, proprietário da instituição financeira, e aponta para ao menos três novas frentes de apuração que mencionam o ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, além de outras pessoas, com ou sem foro privilegiado. O diretor‑geral da PF, Andrei Passos Rodrigues, entregou o material pessoalmente a Fachin na segunda‑feira (9), em reunião registrada na agenda oficial do presidente do Supremo. A corporação aguarda agora o “encaminhamento técnico e jurídico” para prosseguir com cada uma das averiguações propostas. Entre os elementos encontrados nos dispositivos de Vorcaro estão conversas mantidas entre o empresário e o ministro Toffoli. Essa constatação acrescenta complexidade ao caso, já que Toffoli é o relator de uma das investigações sobre o banco Master no STF. O material apreendido com Vorcaro também menciona integrantes do Congresso Nacional. A PF espera orientações do presidente do Supremo sobre como proceder com os novos pedidos investigativos e sobre a análise do conteúdo que cita diretamente o ministro Toffoli. A atuação de Toffoli no caso tem gerado questionamentos desde o início das investigações. As dúvidas aumentaram após a descoberta de que a família do ministro possui participação em um resort que realizou transações financeiras com fundos vinculados ao banco Master. A revelação das conversas entre o ministro e o dono do banco adiciona um novo elemento ao cenário institucional. O STF apresenta divergências internas sobre como lidar com a situação. Desde o começo das investigações, o ministro Toffoli tem afirmado que não há motivos para se declarar impedido de julgar o processo principal envolvendo o banco Master sob sua relatoria, que trata, sobretudo, da tentativa de aquisição da instituição financeira pelo Banco de Brasília (BRB).
A última barreira da civilização: família e fé cristã ainda impõem o limite moral da nação
Existe um padrão que se repete quando uma sociedade entra em rota de ruptura. Antes de mexer na economia, antes de reformar instituições, antes de “atualizar” a cultura, é preciso enfraquecer a base moral, pois ela impede que abusos se tornem normalidade. Essa base não é abstrata. Ela mora no coração das famílias, na coragem de homens e mulheres comuns e, para milhões de brasileiros, na fé cristã como referência de limite, responsabilidade e verdade. Segundo o Censo 2022 do IBGE, 73,8 % dos brasileiros se declaram cristãos – uma maioria que, apesar da crescente secularização, reconhece esses valores como fundamento da vida em sociedade. Não é coincidência que, simultaneamente, a família seja tratada como obstáculo, a masculinidade vista com suspeita, a autoridade moral ridicularizada e a fé empurrada para o canto, como se fosse um hábito privado incapaz de orientar a vida pública. Quando esses pilares são atacados, o objetivo não é apenas “diversidade de ideias”. O intento é desmontar a capacidade de resistência de um povo, tornando‑o mais fácil de conduzir, dividir e dominar por narrativas. Alguns dirão: “Mas isso não é exagero? Estamos falando só de cultura!” A pergunta é legítima. Cultura não é decoração; cultura é o software que roda por trás das leis, das escolas, da mídia e da política. Quando a cultura muda, tudo muda. A diferença entre uma sociedade livre e uma manipulável está na presença de limites que não dependem do humor do poder. A fé cristã, quando vivida com integridade, lembra que existe certo e errado, dever e limites – e que nenhum governante, partido ou ideologia pode reescrevê‑los sem consequências. Uma família saudável forma pessoas com identidade, disciplina, senso crítico e responsabilidade, capazes de resistir à pressão do ambiente. Estudos mostram correlação direta entre desagregação familiar e aumento da criminalidade: ambientes familiares desestruturados interferem no comportamento social e na capacidade de seguir regras e limites. Projetos revolucionários, em diferentes épocas e lugares, sempre viram a família e a fé como problema. Na União Soviética, a perseguição sistemática aos cristãos foi política de Estado, com fechamento de igrejas e prisão de líderes religiosos. No início, a própria instituição do casamento tradicional foi extinta, e o retorno se deu justamente por causa do aumento significativo da delinquência juvenil. Na China de Mao, a Revolução Cultural (1966‑1976) atacou templos, queimou escrituras e condenou milhões ao ostracismo por defenderem tradições religiosas. Quem tem consciência não se vende facilmente; quem tem família não se rende; quem tem disciplina não vira massa de manobra. Se alguém deseja produzir dependência, precisa desmontar a autonomia. Se quer produzir obediência ao sistema, precisa destruir referências que concorram com o Estado, o partido ou a “causa”. Esse processo tem nome: engenharia social, progressismo radical, estratégia gramsciana de domínio cultural. O rótulo importa menos que o método: inverter valores, confundir limites, corroer símbolos, normalizar o que antes gerava vergonha e punir moralmente quem ainda acredita em princípios. A guerra não é apenas política; é moral. Por isso, ela não se vence só com eleição, nem só com leis. Vence‑se quando a maioria da sociedade se recusa a atravessar a linha. E qual é essa linha? É a linha em que a liberdade vira licença para perseguir, a verdade vira “narrativa”, a família vira “opressão”, crianças se tornam objeto de disputa ideológica e o homem é treinado para pedir desculpas por existir – até que, por medo de ser atacado, abandone o papel de proteção e liderança responsável dentro de casa. Essa linha é inegociável porque, quando ela cai, tudo desmorona em cascata: a violência cresce, a confiança social desaba, o vício vira refúgio, o cinismo vira identidade, e a nação passa a sobreviver sem horizonte. Por isso, o chamado é claro: cristãos e conservadores não podem reagir como se fosse apenas mais um debate nas redes sociais ou uma disputa eleitoral. É um processo de longo prazo, feito com repetição e captura de linguagem. Se não ocuparmos os espaços públicos com coragem e responsabilidade, alguém ocupará com mentira e ressentimento. Se não formarmos nossos filhos, alguém o fará por nós. Se não falarmos, alguém falará em nosso nome. Não precisamos de gritaria. Precisamos de mobilização e presença: influenciar conversas em casa, no trabalho, na escola, na igreja e na política local; recusar o silêncio conveniente; parar de terceirizar a defesa do que é certo para “os de cima”. A civilização não é sustentada por celebridades nem por autoridades distantes. Ela é sustentada por pessoas comuns que decidem, todos os dias, não cruzar a linha. A última barreira não é um slogan. É uma decisão. Em algum momento, cada um de nós precisará escolher: assistir à corrosão dos fundamentos como quem assiste a um espetáculo, ou assumir, com caráter, coragem e responsabilidade, o lugar que a história cobra dos que não aceitam viver de joelhos. Essa é a linha inegociável. Claudio Apolinario. Articulista e analista político.
BRASIL, REFÉM DA CORRUPÇÃO E DA SUBSERVIÊNCIA
O Brasil atravessa um momento em que a política nacional parece ter se transformado em um espetáculo grotesco. Casos de corrupção e desvios de dinheiro público surgem em série, como se fossem episódios de uma novela interminável. O que deveria ser exceção tornou‑se rotina, e a indignação da sociedade já não encontra eco nas instituições. Mais grave ainda é constatar que aqueles que deveriam ser os guardiões da Constituição se envolvem em negócios privados de alto risco, como resorts com jogos e entretenimento. A contradição é gritante: quem deveria zelar pela legalidade e pela moralidade pública se mostra cúmplice de práticas que corroem a confiança da população. O famigerado orçamento secreto é outro capítulo dessa tragédia. Verbas bilionárias são distribuídas como moeda de troca para garantir a subserviência do Congresso. O resultado é um parlamento enfraquecido, incapaz de exercer sua função fiscalizadora, e cada vez mais dependente das benesses do Executivo. Como se não bastasse, assistimos horrorizados ao uso de recursos públicos em festas populares, como o carnaval, transformadas em palcos de propaganda eleitoral. Escolas de samba recebem verbas milionárias para exaltar a figura do presidente, em clara violação ao princípio da impessoalidade e da igualdade de oportunidades. A festa, que deveria ser expressão cultural autêntica, é instrumentalizada como ferramenta de manipulação política. O que está em jogo: – A democracia: quando o Congresso se torna refém de verbas secretas, perde‑se a independência entre os poderes. – A moralidade pública: autoridades envolvidas em negócios privados minam a credibilidade das instituições. – A cultura popular: transformada em propaganda, deixa de ser manifestação livre e passa a ser instrumento de poder. O Brasil não pode aceitar que a corrupção, o clientelismo e a propaganda disfarçada de cultura se tornem pilares da política nacional. É preciso denunciar, expor e resistir. A democracia só se fortalece quando a sociedade exige transparência e responsabilidade.
Flávio Bolsonaro vai ao evento do BTG, recebe aplausos e compara Lula a um carro velho
O senador Flávio Bolsonaro criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda Fernando Haddad durante sua participação no CEO Conference 2026, evento promovido pelo banco BTG. O parlamentar, pré‑candidato à presidência, fez as declarações nesta quarta‑feira (11) em São Paulo. Durante o painel, Flávio comparou o atual presidente a um automóvel antigo. “Lula é um produto vencido de verdade. Se comparar o Lula a um carro é aquele Opala velho que já foi bonito, mas agora não te leva mais a lugar nenhum e ainda bebe para caramba”, afirmou o senador. Ele acrescentou que o petista “bebeu toda a gasolina que Bolsonaro deixou no tanque”. Ao abordar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do arcabouço fiscal implementada no início do terceiro mandato de Lula, o filho do ex‑presidente Jair Bolsonaro a denominou de “PEC arregaça teto”. O parlamentar disse que vencerá as eleições com “o cérebro” e “não com o fígado”. O senador declarou que Lula “está arrombando os pobres” e que a “extrema‑esquerda está arrombando o nosso país”. Em sua fala, referiu‑se ao atual presidente como “candidato das trevas” e comparou a candidatura do PT a uma “canoa furada”. Flávio também mencionou que suas pesquisas indicam um “crescimento rápido, consistente e irreversível” de sua candidatura. O ministro da Fazenda também foi alvo de críticas. Quando questionado sobre quem poderia comandar a Economia em um eventual governo seu, Flávio declarou que o sucessor da pasta “tem que ser no mínimo igual ao Paulo Guedes” e “vai ser muito melhor que o Haddad”. A plateia do evento reagiu com aplausos à declaração. O pré‑candidato fez referência à formação acadêmica do atual ministro. “Tem que ser economista, né? A pessoa tem que entender de economia para ser ministro da Fazenda”, disse. Haddad é formado em Direito pela USP, embora possua mestrado em Economia. O senador já havia chamado Haddad de “o melhor ministro da Fazenda do Paraguai”. Para exemplificar suas críticas, o parlamentar citou a produção de peixes em tanques da usina de Itaipu. “O Paraguai acabou de autorizar a criação de tilápia. No Paraguai pode criar tilápia. No lado brasileiro, não”, afirmou. Sobre possíveis nomes para o Ministério da Fazenda em um eventual governo seu, Flávio evitou compromissos específicos. “A imprensa está especulando o Mansueto [de Almeida, economista‑chefe do BTG], o [ex‑presidente do Banco Central, Roberto] Campos Neto, mas eu não conversei com nenhum deles”, declarou. O senador explicou que não estabeleceu prazo para definir seu ministro, argumentando que a pressão para determinar um nome poderia passar a impressão “de que as pessoas não querem caminhar comigo”. Ele garantiu que escolherá alguém que “vai dar previsibilidade” ao país. Flávio defende medidas de redução tributária, corte de gastos e diminuição da burocracia, conjunto que chama de “tesouraço”.
Hang rebate acusação de patrocínio de R$ 235 milhões feita pela Folha
A Folha publicou nesta quarta-feira (11) que o empresário Luciano Hang teria autorizado a Havan a patrocinar a transmissão da Copa do Mundo na Rede Globo, afirmando que a empresa desembolsaria a bagatela de R$ 235 milhões para ter ações durante os jogos exibidos pela emissora. Em seu perfil na rede social X, Hang publicou uma nota oficial da empresa desmentindo o teor da notícia do jornal no que se refere aos valores que seriam pagos. Bateu pesado. Confira: “A Havan esclarece que a informação publicada pela Folha de São Paulo sobre o valor do patrocínio da empresa na cobertura da Copa do Mundo da TV Globo não condiz com a verdade. Não é a primeira vez que a Folha divulga informações incorretas envolvendo a Havan e o empresário Luciano Hang. Agem dessa forma de maneira intencional, confiando que nada lhes acontecerá, como ocorreu em 2018, quando o jornal acusou o empresário de realizar disparos de mensagens via WhatsApp durante o período eleitoral, uma mentira da qual nunca se retrataram. Os princípios do jornalismo exigem apuração rigorosa antes da divulgação de dados. A Havan sempre foi transparente em suas posições. Há anos, a empresa não veicula publicidade nos telejornais nacionais da Rede Globo, por não compactuar com o jornalismo da emissora em nível nacional. E assim seguirá. Por outro lado, a empresa confirma sua participação como patrocinadora da Copa do Mundo na emissora, por entender que o futebol é uma paixão nacional, mobiliza o país e une famílias. A Havan segue focada em seu crescimento e na geração de empregos em todo o Brasil.
Ministra relatora enfrenta histórico suspeito ao julgar ação contra desfile que homenageia Lula
A crescente dificuldade de esperar imparcialidade do Poder Judiciário brasileiro fica evidente no caso da ação proposta pelo Partido Novo contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Partido dos Trabalhadores e a escola de samba Acadêmicos de Niterói. O Novo entrou com a ação na Justiça Eleitoral alegando propaganda eleitoral antecipada por meio do samba‑enredo escolhido para o Carnaval de 2026, ano de eleição, intitulado “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”. A petição pede a aplicação de multa de R$ 9,65 milhões, valor que o partido justifica pelo custo econômico total da suposta infração. A ministra do Tribunal Superior Eleitoral, Estela Aranha, foi sorteada para ser a relatora do processo. Ela integra o grupo de advogados conhecido como Prerrogativas, formado por petistas e considerado ideologicamente alinhado ao presidente Lula. Durante a gestão de Flávio Dino, Estela Aranha atuou como secretária no Ministério da Justiça. Segundo reportagens, sua indicação contou com o apoio de figuras como Edinho Silva, presidente do PT, e da ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. A escolha da ministra como relatora é vista como altamente suspeita, já que há indícios de que seu voto será favorável ao réu. Muitos defendem que ela deveria ser declarada suspeita para garantir a lisura do julgamento.
Senador Rogério Marinho revela a origem baiana do Banco Master e suas conexões políticas (veja o vídeo)
O senador Rogério Marinho (PL‑RN) faz um balanço das investigações da CPMI do INSS e revela a origem e as conexões políticas do Banco Master. Segundo o senador, tudo começou na Bahia, durante a gestão de Rui Costa, atualmente ministro do governo Lula. Marinho também apontou as manobras de depoentes que tentaram se esquivar da CPMI, citando o uso de atestados médicos e de habeas corpus como estratégias para impedir os esclarecimentos necessários. Mesmo diante desses obstáculos, a comissão pode se considerar vitoriosa por ter interrompido descontos associativos indevidos e garantido a devolução de recursos aos aposentados. Veja o vídeo:
James Van Der Beek morre aos 48 anos; esposa relata que saiu em paz, com coragem, fé e graça
O ator que marcou uma geração ao viver Dawson Leery na série Dawson’s Creek, James Van Der Beek, morreu nesta quarta‑feira (11) de fevereiro, aos 48 anos. O artista enfrentava um câncer colorretal diagnosticado em agosto de 2023, que ele tornou público apenas em novembro de 2024. A morte foi confirmada pela família em publicação nas redes sociais. Em nota, a esposa Kimberly Van Der Beek afirmou que o ator “partiu em paz pela manhã”, destacando que ele enfrentou os últimos dias “com coragem, fé e graça”. O artista – que era pai de seis filhos – disse que se conheceu melhor mesmo após descobrir a gravidade de sua doença. “E então, neste ano, tive que encarar a minha própria mortalidade. Fiquei cara a cara com a morte. E todas aquelas definições que eu valorizava tanto foram arrancadas de mim. Fiquei afastado para tratamento, então não pude mais ser um marido que ajudava minha esposa. Não pude mais ser um pai que pegava os filhos no colo, os colocava para dormir e estava ali por eles. Não pude ser um provedor, porque não estava trabalhando. Nem mesmo pude ser um cuidador da terra, porque às vezes eu estava fraco demais para podar todas as árvores no período certo”. E prosseguiu: “Então me deparei com a pergunta: ‘Se eu sou apenas um cara magro demais, fraco, sozinho em um apartamento, com câncer, o que eu sou?’. Eu meditei e a resposta veio: ‘Eu sou digno do amor de Deus simplesmente porque existo’. E, se sou digno do amor de Deus, não deveria também ser digno do meu próprio amor? E o mesmo vale para você.” Na ocasião, Van Der Beek se mostrou confiante de que encontraria a cura. Ele afirmou que a busca por Deus o deixava em paz. “Enquanto sigo por este processo de cura rumo à recuperação, quis compartilhar isso porque acredito que essa revelação veio, em grande parte, de todas as orações e do amor que me foram enviados. Então eu ofereço isso a você — da forma como fizer sentido, da forma como ressoar. Leve isso com você. E, se a palavra Deus te incomoda, eu certamente não sei explicar o que Deus é. Não posso dizer que sei. Minha tentativa de me conectar com Deus é um processo contínuo, um mistério em constante descoberta. Mas, se essa palavra te soa religiosa demais, você pode tirá‑la da frase, e o seu mantra pode ser simplesmente: eu sou digno de amor porque você é. Obrigado pelo amor e das orações, pessoal. Tenham um dia abençoado”.
Renan Calheiros lidera “rasteira” contra Alckmin e promete voto que não pode garantir
O senador Renan Calheiros (AL) garante que pode assegurar maioria na convenção nacional do MDB caso o presidente Lula convide o partido à chapa de reeleição. Contudo, levantamento do diretório mostra que a maioria dos núcleos estaduais se opõe à aliança, embora Calheiros se mostre otimista. “Se houver o convite do presidente Lula, ganharemos a convenção nacional. Na última eleição, embora tivéssemos candidata (Simone Tebet), levamos 13 diretórios para apoiar Lula. Hoje, na reeleição, a correlação é, sem dúvida, mais favorável”. O ex‑presidente do Senado ressalta que a oferta do cargo de vice‑presidente é essencial para facilitar a vitória interna. “Sem o convite para indicar o vice, teremos muita dificuldade no processo interno”. Uma fenomenal “rasteira” em Geraldo Alckmin. A possibilidade de mudar a chapa vencedora de 2022 foi levantada por Lula na semana passada, gerando agitação tanto no MDB quanto no PSB, que defende a manutenção de Alckmin. Nas fileiras do MDB, intensificaram‑se as tradicionais divisões regionais. Há clivagem clara entre diretórios do Nordeste e do Norte, majoritariamente favoráveis à aliança, e os do Sul e Sudeste, que se mostram resistentes. Por isso, dirigentes internos consideram a neutralidade na eleição nacional como uma saída provável. A prioridade são os palanques estaduais, afirmou ontem o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi.
AO VIVO: PL impulsiona vitória de Flávio Bolsonaro no primeiro turno enquanto STF descriminaliza a cocaína (VEJA O VÍDEO)
Valdemar Costa Neto, em um movimento estratégico para o PL, defende a união imediata da direita em torno de Flávio Bolsonaro para a disputa presidencial, apostando na vitória já no primeiro turno. A esquerda está em pânico com essa possibilidade! Enquanto isso, o ministro Gilmar Mendes concedeu habeas corpus a uma mulher acusada de portar 0,8 g de cocaína para uso pessoal, no Rio Grande do Sul. O ministro afirmou que a descriminalização da maconha pode se estender a outras drogas. Para analisar os assuntos, o Jornal da Cidade Online recebeu os vereadores Rodrigo Marcial e Darcio Bracarense, além do analista político Paulo Baltokoski. É informação sem amarras e análise direta ao ponto! Assista, compartilhe, apoie o trabalho do Jornal da Cidade Online! Veja o vídeo!