O Brasil repetiu em 2025 sua pior posição no Índice de Percepção da Corrupção (IPC), elaborado pela ONG Transparência Internacional. O país ficou na 107ª colocação entre 182 nações e territórios avaliados, com 35 pontos numa escala de 0 a 100 — quanto maior a nota, maior a percepção de integridade. Em relação a 2024, quando registrou 34 pontos (a pior nota da série histórica), houve alta de um ponto, variação considerada estatisticamente insignificante pela organização e que indica estagnação. A posição no ranking manteve‑se a mesma. A pontuação deste ano deixa o Brasil abaixo da média global (42 pontos) e da média das Américas (também 42). O governo contestou o resultado. Bruno Brandão, diretor‑executivo da Transparência Internacional no Brasil, afirmou que o Brasil “chocou o mundo com casos de macrocorrupção em escala inédita, como INSS e Master, impunidade generalizada mesmo para corruptos confessos e condutas desmoralizantes de ministros do próprio Supremo Tribunal Federal (STF)”. A Máquina Contra o Homem – Como o sistema tentou destruir um presidente e despertou uma nação
Governo tenta impor PL que censura redes sociais na calada da noite (Veja o vídeo)
Na noite de terça‑feira, 10 de fevereiro, o plenário da Câmara dos Deputados foi palco de tensão. Nos bastidores, houve tentativa de incluir na pauta o Projeto de Lei 4675/2025, que amplia as regras e obrigações das plataformas digitais no Brasil e, segundo parlamentares da oposição, representa uma ameaça direta à liberdade de expressão. A iniciativa foi apresentada ao final da sessão, o que gerou forte reação. Deputados contrários ao texto denunciaram a tentativa de votação sem amplo debate público, classificando‑a como uma estratégia para avançar discretamente com uma pauta controversa. O que está em jogo O PL 4675/2025 prevê novas obrigações para as redes sociais quanto à moderação de conteúdo, ao cumprimento de decisões judiciais e a mecanismos de responsabilização. Para os críticos, o texto abre margem para um controle excessivo sobre o que pode ou não ser publicado nas plataformas digitais. A principal preocupação é que regras mais rígidas possam resultar, na prática, em censura indireta, sobretudo em um ambiente político já polarizado. Reação da oposição Diante da tentativa de pautar o projeto, a oposição mobilizou‑se rapidamente. Parlamentares discursaram no plenário, pressionaram a Mesa Diretora e articularam para impedir a votação naquela mesma noite. O resultado foi a retirada do PL 4675/2025 da agenda. Os deputados afirmaram que a medida representou uma vitória da liberdade de expressão e do direito ao debate aberto nas redes sociais, ressaltando que qualquer mudança que impacte diretamente o ambiente digital precisa passar por ampla discussão com a sociedade. Governo nega censura Aliados do governo sustentam que a proposta não trata de censura, mas de atualização da legislação para enfrentar crimes digitais, desinformação e abusos nas plataformas. Argumentam que o Estado não pode permanecer inerte diante dos desafios da era digital. Mesmo assim, a forma e o momento da tentativa de inclusão do projeto na pauta ampliaram a desconfiança e reforçaram o clima de polarização. Próximos passos Com a retirada da pauta, o PL segue em tramitação nas comissões da Casa. O debate deve continuar nas próximas semanas, com pressão de ambos os lados. O episódio demonstra que a regulamentação das redes sociais permanece um dos temas mais sensíveis do Congresso, e o embate entre a defesa da liberdade de expressão e a busca por maior responsabilização das plataformas está longe de terminar. Veja o vídeo:
PF desmantela rede internacional que dopava mulheres e espalhava estupros
A Polícia Federal (PF) desarticulou nesta quarta‑feira (11) uma organização criminosa especializada em crimes sexuais contra mulheres em situação de vulnerabilidade. A Operação Somnus cumpriu três mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão em cinco estados brasileiros, com o objetivo de interromper a produção e a disseminação de conteúdos de violência sexual contra vítimas sedadas. Os agentes federais executaram os mandados nos estados de São Paulo, Ceará, Pará, Santa Catarina e Bahia. Os criminosos utilizavam substâncias químicas para dopar as vítimas antes dos abusos, conforme demonstrado pelo material apreendido pela PF. A investigação teve início em 2025 a partir de informações obtidas por meio de cooperação internacional coordenada pela Europol. A parceria envolve autoridades policiais de mais de vinte países, que identificaram grupos dedicados à distribuição de vídeos de abusos contra mulheres inconscientes. Segundo a PF, sete cidadãos brasileiros estão sob investigação por participarem do esquema criminoso internacional. Os suspeitos mantinham comunicação regular para trocar técnicas e materiais ilícitos. Durante as análises preliminares, os policiais federais encontraram conversas entre os investigados sobre medicamentos sedativos. Os diálogos revelavam conhecimento detalhado acerca de marcas comerciais, dosagens e possíveis efeitos colaterais das substâncias empregadas para facilitar os crimes. Na operação de hoje, foram apreendidos telefones celulares, computadores e dispositivos de armazenamento. Todo o material passará por perícia técnica especializada para identificação de provas e eventual localização de novas vítimas. Os investigados poderão responder por diversos crimes, entre eles estupro de vulnerável e divulgação de cena de estupro ou de estupro de vulnerável, tipificados como hediondos pela legislação brasileira. A apuração pela Polícia Federal está amparada pela Lei nº 13.642/2018, que confere à corporação competência para investigar crimes cibernéticos com conteúdo misógino praticados na internet.
Campanhas que só atacam estão condenadas ao fracasso
Este ano o Brasil terá eleições. Ainda que de forma velada, as campanhas eleitorais já começaram. Por isso, é necessário alertar os mais desavisados: se quiserem êxito, precisarão mudar o modo de fazer campanha. O modelo baseado na desmoralização, invalidação ou desconstrução do adversário está — ou deveria estar — com os dias contados. Estratégias apoiadas em estratagemas, slogans vazios e na construção artificial de narrativas são, no limite, imorais. Chegam a configurar um verdadeiro estelionato eleitoral, pois o candidato desperdiça seu tempo de campanha falando do opositor, em vez de apresentar projetos, soluções e compromissos concretos. Não se discute o país que se quer construir; discute‑se o inimigo que se quer derrotar. Campanhas do tipo “Ele Não” ilustram bem esse mecanismo. Do ponto de vista cognitivo, produzem o mesmo efeito do conhecido experimento mental: “não imagine um balão azul”. O cérebro ignora a negação e imediatamente imagina o balão azul. Ao tentar negar o outro, acaba‑se reforçando sua presença no imaginário coletivo. A mensagem não esclarece, não informa e tampouco eleva o debate público. Outro ponto frequentemente ignorado é a convicção do eleitor. A maioria das pessoas que vota em um ou outro candidato já chega às eleições com posição formada. Ataques e campanhas difamatórias raramente mudam votos. O grupo que realmente importa para a decisão final é aquele capaz de estudar os dois lados, avaliar propostas e escolher o candidato mais bem‑intencionado e com projetos viáveis. Esse eleitor não se convence pelo ódio, mas pela razão. O eleitor brasileiro não é mais leigo. Metade da população acordou e vota por convicção; a outra metade ainda dorme e vota por alienação. Cabe ao político verdadeiramente bem‑intencionado mostrar aos que dormem que o filme é de terror, que é preciso sair do estado sonambúlico e perceber que, ao não discernir, tornam‑se cúmplices do que está por vir. A omissão também escolhe um lado da história. A farsa da desconstrução do adversário, sustentada por narrativas falsas — muitas vezes já denunciadas — e até pelo uso de inteligência artificial para demonizar o oponente, apenas revela o quanto o poder pode ser comprado. O povo hipnotizado não percebe que esses políticos nada oferecem além de migalhas, suficientes apenas para manter uma militância fiel e dependente. Em contraponto, há espaço para o candidato que apresente projetos com reais chances de execução, que contemplem a todos sem aprisionamento ideológico, que devolvam dignidade às pessoas e rompam com a polarização estéril. A polarização, alimentada pelo ódio, pela divisão e pela vingança, desumaniza o homem e empobrece a sociedade. O Brasil precisa de políticos aptos para o cargo a que se propõem. Precisa, antes de tudo, de honestidade, competência e prudência. Prudência, inclusive, para proteger os próprios olhos — pois, em um grupo onde muitos são cegos, quem enxerga corre sempre o risco de ter os olhos furados.
Estrategista revela a enrascada de Lula e o favoritismo que favorece Flávio Bolsonaro
Roberto Reis, estrategista eleitoral com 27 anos de atuação, apresenta uma análise da situação atual de Luiz Inácio Lula em relação ao pleito presidencial. Segundo ele, o pânico já se instalou no Planalto. Uma pesquisa publicada nesta terça‑feira (10) indica vitória de Flávio Bolsonaro nos dois turnos. Confira a análise detalhada: “O plano do PT era rachar o centrão. O instrumento utilizado seria Flávio Bolsonaro. Ok, conseguiram.” “O que eles não esperavam era um crescimento desse porte.” “Qual é o problema para os petistas diante disso? ‘SIM, rachamos o centrão. Mas o centrão não foi para o lado do Lula automaticamente. Ele deve ficar em cima do muro. Lula está mais fraco do que parecia e tem pouco tempo para melhorar até 4 de abril, o dia D e a hora H da definição.’” “O centrão neste momento pensa: ‘Se matem e nós pegaremos as sobras’.” “Esse é o pensamento de Ciro Nogueira, Baleia Rossi e Marcos Pereira.” “Olha o pepino que o PT não esperava: se Lula concorrer apenas com coligações de partidos de esquerda (PT, PCdoB, PSOL, Rede, PSB e PDT), terá apenas 29 % do tempo de TV. É insuficiente para a situação, para a reeleição, e não garante competitividade.” “O que isso quer dizer? Você, leitor, quer uma referência sobre reeleição?” “O tempo de TV de Ricardo Nunes para a prefeitura de São Paulo em 2024 foi de 65 %, mais que o dobro do citado acima. Essa coligação foi construída por Michel Temer, Gilberto Kassab e Tarcísio de Freitas.” “Já em 2026 o PL, sozinho, sem apoio de outros partidos, já tem 24 % do tempo de TV, quase empatando com o Lula, que conta com seis partidos.” “Com o centrão em cima do muro, UP, PSD e MDB somam 44 %. Eles são o pêndulo!” “Distribuição atual: toda a esquerda – 29 %; só o PL – 24 %; centro em cima do muro – 44 %.” “E agora, Lula? Você queria tanto o Flávio. Chegou até a dizer: ‘não desista, Flávio’.” “O centrão percebeu que Flávio não tem a força de Tarcísio, mas também viu que Lula está mais fraco do que parecia.” “Dividir é fácil; aglutinar é outra história. Talvez só no segundo turno.” “Mas há um problema para o PT no segundo turno: todos os demais candidatos são de direita e inevitavelmente se oporão a Lula.” “A mecânica é a seguinte: ao colocar muitos candidatos no primeiro turno, a disputa ganha duas camadas – a do voto e a da estrutura. É o jogo que o centrão prefere, pois quem vencer dependerá dele.” “Estrutura significa tempo de TV e dinheiro de campanha. Isso não nasce do candidato, mas do tamanho do partido e das coligações, já que o horário eleitoral e a fatia do fundo são distribuídos conforme a representação de cada legenda no Congresso. Nesse ponto, o centrão domina.” “Entra em cena a cláusula de barreira: partidos que não alcançarem o patamar mínimo na eleição anterior ficam sem tempo de TV e sem acesso aos fundos públicos.” “Na prática, esses partidos – PSB, Rede, PSOL, PCdoB, PDT – tornam‑se figurantes, os aliados atuais e fiéis de Lula. Podem aparecer em debates, mas não conseguem sustentar uma máquina nacional poderosa.” “Nesse cenário, o centrão age como pêndulo. Se percebe que nenhum dos polos está suficientemente forte para impor um acordo, adia a decisão ao máximo, permanecendo em cima do muro, deixando os dois lados se desgastarem no primeiro turno e negociando no segundo, quando todos precisarão se aglutinar.” “A fragmentação é o mecanismo que permite isso.” “Os candidatos que se confirmarão em 2026 serão de direita, pois estamos em um ciclo estrutural desse tipo. Assim, será fácil para o centrão decidir a que lado alinhar‑se.” “O PT terá que refazer seus planos. Flávio foi a ideia deles, mas colocaram fermento demais nesse bolo.” Assombrado, Haddad admite “fenômeno eleitoral” em transferência de votos de Jair para Flávio (veja o vídeo): Pesquisa Futura/Apex indica que Flávio Bolsonaro vence Lula em todas as regiões, exceto no Nordeste: Nova pesquisa traz um dado inédito e põe o Planalto em polvorosa:
Lula faz campanha ilegal e antecipada na Sapucaí e ataca Bolsonaro
Confiante de que tem o Poder Judiciário em suas mãos, o presidente Lula pretende fazer campanha eleitoral ilegal e antecipada na Marquês de Sapucaí, durante o Carnaval de 2026. O mais grave é que todo o evento será financiado com dinheiro público. Essa postura caracteriza evidente abuso de poder econômico e político por parte do mandatário. A autopromoção carnavalesca de Lula tem elevado potencial de desequilibrar as eleições presidenciais, sobretudo ao influenciar eleitores indecisos. Trata‑se de um verdadeiro desrespeito à legislação eleitoral. Além disso, recursos públicos seriam usados para financiar ataques ao ex‑presidente Jair Bolsonaro. Para isso, o ator Marcelo Adnet está programado para entrar em cena e, na visão da esquerda, encarnar o líder da direita. O país parece mergulhar em uma situação caótica. De um lado, tudo é permitido, inclusive o desvio descarado de recursos públicos. Do outro, a liberdade de expressão tem sido cerceada. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.
Ortopedista Lucas Saldanha Ortiz recebe 10 anos de prisão por cobrar pacientes do SUS
O ortopedista Lucas Saldanha Ortiz foi condenado a dez anos de prisão em regime fechado por cobrar valores entre R$ 50 e R$ 200 por cirurgias gratuitas do Sistema Único de Saúde (SUS). A sentença foi proferida nesta terça‑feira (10) pela 1ª Vara Criminal de Toledo, no Paraná, após investigação que identificou onze casos de cobranças indevidas. O juiz Murilo Conehero Ghizzi fundamentou a decisão em provas colhidas pelo Ministério Público, que documentaram as práticas irregulares no período de 2015 a 2017. A sentença, com 54 páginas, descreve como o médico exigia pagamentos dos pacientes alegando que serviriam para custear serviços supostamente não cobertos pelo SUS. Um dos casos ocorreu em agosto de 2017, nas dependências do Consórcio Intermunicipal de Saúde Costa Oeste do Paraná (Ciscopar). Conforme a denúncia: “No dia 21 de agosto de 2017, nas dependências do Ciscopar, localizado na Rua Rodrigues Alves, n.º 1437, Jardim Coopagro, neste município e comarca de Toledo, o denunciado L. S. O., com consciência e vontade, solicitou, para si, diretamente, em razão da função exercida como médico ortopedista do Sistema Único de Saúde (SUS), vantagem indevida, consistente no proveito pecuniário correspondente a 50 reais da senhora V. G. A., infringindo seu dever funcional, informando a vítima que a quantia paga seria destinada a custear a cirurgia ortopédica realizada via SUS”. Os advogados de defesa tentaram obter a extinção da punibilidade por prescrição em dois casos, obtendo êxito em apenas um. Eles alegaram falta de provas de que Ortiz fosse funcionário público ou de que tivesse exigido vantagem indevida. Os depoimentos das vítimas foram decisivos para a condenação. Um paciente relatou que teve sua cirurgia cancelada depois que o médico cobrou R$ 160 da mãe para custear o anestesista. O documento judicial registra: “No dia da cirurgia, ele foi até o Ciscopar, e ao chegar lá, o réu teria sido irônico com ele, ao perguntar o que ele estaria fazendo ali, ele respondeu que teria ido fazer a cirurgia. O réu alegou que uma reunião naquele local impossibilitou que ele continuasse a fazer cirurgias, e que ele deveria ser encaminhado para um leito de Curitiba”. A promotoria reuniu catorze depoimentos que evidenciaram o padrão de conduta do ortopedista. Na denúncia, o Ministério Público destacou que Ortiz “solicitava dos pacientes ou de seus familiares, durante as consultas ou cirurgias em unidades hospitalares de Toledo, quantias que variavam entre 50 reais e 200 reais, a pretexto de que os valores seriam para o custeio de anestesista ou de outro serviço que não teria cobertura do SUS. Muitos pacientes sequer tinham condições de arcar com os valores cobrados e contraíram dívidas para fazer os pagamentos pleiteados”. Uma paciente informou que o médico pediu R$ 200 para realizar uma cirurgia de quadril, orientando‑a a “passar na mão dele, sem deixar com as meninas lá na frente”. Ao questionar a cobrança, o ortopedista respondeu que ela “estava dando trabalho para ele”. O processo registra que “o réu não especificou se os 200 reais eram destinados a um colaborador ou a ele próprio, apenas exigindo que fosse entregue na mão dele”. Em sua defesa, Lucas Saldanha Ortiz afirmou que os valores cobrados destinavam‑se ao pagamento de instrumentadores cirúrgicos. Segundo seu depoimento, ele informava a todos os pacientes que “era que haveria um valor de 50 reais como taxa, que era repassada ao instrumentador cirúrgico. Esta taxa era necessária para que ele tivesse condições de realizar os procedimentos”. O médico justificou que, em procedimentos mais complexos, necessitava de dois instrumentadores e que “cobrava em razão da instituição não fornecer essas condições, tanto em casos eletivos quanto de urgência”. Ortiz ainda declarou que “se cobrasse por cirurgia, não seria valor irrisório”, sugerindo que os valores solicitados seriam inferiores ao que consideraria adequado. A decisão judicial ainda permite recurso ao Tribunal de Justiça do Paraná (TJ‑PR).
Flávio deve se reunir imediatamente com Tarcísio, Michelle e Nikolas para conter os sabotadores
Para vencer as eleições, Flávio precisará do apoio do Centrão, tendo São Paulo como principal base e Minas como estado decisivo, pois quem vence em Minas costuma definir o resultado. O “gabinete do amor” percebeu que desgastar Tarcísio, Michelle e Nikolas prejudica indiretamente a campanha de Flávio. Nesse cenário, perfis falsos começaram a divulgar polêmicas contra os três, utilizando a ala radical do bolsonarismo como instrumento para enfraquecer o grupo. Flávio deve marcar uma reunião urgente e aparecer publicamente ao lado de Tarcísio, Michelle e Nikolas. Os quatro precisam silenciar os radicais e sabotadores. Se não o fizerem, a campanha enfrentará um problema grave.
Marinha francesa intercepta pesqueiro brasileiro, apreende R$ 253 milhões em cocaína e prende três tripulantes
Um trabalho silencioso, baseado em troca constante de dados, análise de rotas e cooperação entre nações separadas por milhares de quilômetros, permitiu monitorar atividades suspeitas no mar. Nesse contexto, uma ação conjunta resultou na interceptação de um pesqueiro brasileiro que transportava uma grande quantidade de entorpecentes no Atlântico. Conduzida pela Marinha francesa, a operação apreendeu cerca de 1,3 tonelada de cocaína. A apreensão ocorreu em 1º de fevereiro, com o apoio de organismos internacionais especializados no combate ao tráfico transnacional. A embarcação foi identificada graças ao compartilhamento de informações operacionais iniciado já em janeiro. Após a captura da carga ilícita, os três tripulantes brasileiros foram entregues à Polícia Federal do Brasil.
Pesquisa mostra Tarcísio domina todos os cenários contra qualquer adversário
Um novo mandato parece garantido para o governador Tarcísio de Freitas, em São Paulo. Não importa o adversário, a surra está garantida. Segundo o levantamento do instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta quarta‑feira (11), o atual governador lidera com vantagem expressiva em todas as simulações de primeiro turno das eleições estaduais de 2026. Tarcísio, que já confirmou sua candidatura à reeleição, aparece com 51% das intenções de voto no cenário que inclui o ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), que registra 27,7%. Em outra simulação, com o vice‑presidente Geraldo Alckmin (PSB), o governador mantém a liderança com 48,5% contra 29,9% do petista. No terceiro cenário, contra o ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB), Tarcísio alcança 52,8% das intenções de voto, enquanto França soma 18,5%. O deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil) aparece com 5,2% no primeiro cenário, 5,3% no segundo e 5,6% no terceiro. O prefeito Paulo Serra (PSDB) registra 4,2%, 4,1% e 5,7%, respectivamente. Felipe D’Ávila (Novo) tem 1,6%, 1,8% e 2,5% nas três configurações. Em simulações de segundo turno, o governador também lidera. Contra Haddad, Tarcísio teria 58,7% dos votos, enquanto o petista somaria 32,4%. Em um eventual confronto com Alckmin, o republicano registraria 56% das preferências, contra 35,1% do vice‑presidente. O Paraná Pesquisas entrevistou 1.580 eleitores presencialmente entre 6 e 10 de fevereiro de 2026. O estudo possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais e grau de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP‑04650/2026.