O secretário municipal Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, matou os dois filhos e, em seguida, atentou contra a própria vida na cidade de Itumbiara. Informações confirmam que Thales era genro do atual prefeito da cidade, Dione Araújo (União Brasil). De acordo com a Polícia Civil, o caso está sendo investigado como “homicídio consumado e homicídio tentado, seguido de autoextermínio por parte do autor”. A corporação informou que as diligências continuam para esclarecer todas as circunstâncias do crime. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) e, posteriormente, liberados para os familiares. A Polícia Civil permanece à frente das investigações, buscando reunir elementos que ajudem a compreender a motivação do ato. A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim! Tudo leva a crer que, em breve, o pior pode acontecer! Querem tirar a vida dele, esconder o que aconteceu em 2022, as decisões judiciais controversas, disputas ideológicas e perseguição covarde contra Bolsonaro… Porém, para o “terror” do “sistema”, a verdade não vai morrer.
Secretário municipal de Itumbiara mata os dois filhos e se suicida
Um episódio de extrema violência abalou Itumbiara (GO) na noite da última quinta‑feira (11). O secretário municipal Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, efetuou disparos contra os dois filhos e, em seguida, atentou contra a própria vida. O fato gerou forte comoção na cidade e mobilizou as forças de segurança. O filho mais velho, de 12 anos, foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O caçula, de oito anos, passou por procedimento cirúrgico e permaneceu internado em estado gravíssimo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual do município. Apesar dos esforços médicos, a criança morreu na manhã da quinta‑feira (12). De acordo com a Polícia Civil, a ocorrência está sendo investigada como “homicídio consumado e homicídio tentado, seguido de autoextermínio por parte do autor”. A corporação informou que diligências continuam para esclarecer todas as circunstâncias do crime. Thales era genro do prefeito de Itumbiara, Dione Araújo (UB). Horas antes do ocorrido, o secretário publicou um vídeo em seu perfil no Instagram ao lado dos filhos. Na legenda, escreveu: “Que Deus abençoe sempre meus filhos, papai ama muito”. A postagem passou a circular amplamente nas redes sociais após a confirmação da tragédia. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) e, posteriormente, liberados para os familiares. A Polícia Civil segue à frente das investigações, buscando reunir elementos que ajudem a compreender a motivação do ato.
Transparência Internacional revisita 2023 e denuncia conduta de Toffoli
A Transparência Internacional divulgou um relato sobre a conduta do ministro Dias Toffoli, considerado execrável pela organização. Em 2023, Toffoli anulou, sozinho, todas as provas do acordo de leniência da Odebrecht. Na fundamentação da decisão, utilizou parecer do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Internacional (DRCI), que na época estava subordinado a Augusto de Arruda Botelho, então secretário nacional de justiça. O parecer afirmava inexistir registro de pedido de cooperação do Ministério Público Federal à Suíça, requisito legal para a utilização das provas. Contudo, a ANPR e a PGR comprovaram, em recursos, que o pedido formal havia sido feito. O DRCI acabou reconhecendo a existência do pedido e localizou o registro. Mesmo assim, os recursos nunca foram analisados, permitindo que centenas de indivíduos, inclusive confessos, fossem beneficiados no Brasil e em diversos outros países. Botelho havia sido advogado da Odebrecht e, recentemente, já como advogado do diretor de compliance do Master (alvo da Operação Compliance Zero), viajou em jato particular com o ministro Toffoli, relator do caso. Em outubro de 2023, a Transparência Internacional denunciou a decisão de Toffoli ao Grupo de Trabalho da OCDE (WGB/OECD). O órgão colocou o caso no topo da lista de verificações sobre o Brasil, dentro da revisão que realizava sobre o cumprimento da Convenção contra o Suborno Transnacional. Em março, o Brasil terá de apresentar explicações e atualizações à OCDE acerca da anulação das provas da Odebrecht, que caracteriza violação grave das obrigações assumidas pelo país na referida convenção. Três meses depois, a Transparência Internacional, juntamente com o Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2023, publicou relatório que criticou a atuação de Toffoli no caso Odebrecht. Dois dias após a publicação, o ministro determinou a abertura de investigação contra a Transparência Internacional. A PGR promoveu o arquivamento do inquérito por falta total de provas e por alegada incompetência de Toffoli, mas o ministro ignorou a posição da PGR e manteve o inquérito aberto até o presente momento. O caso já foi citado duas vezes pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da OEA como tentativa de criminalização da Transparência Internacional. Com o lançamento do IPC 2025, a organização reiterou suas denúncias e recomendou que Toffoli seja afastado e investigado. O Brasil e a comunidade internacional precisam acompanhar o caso com máxima atenção. A corrupção no Judiciário impede o desenvolvimento socialmente justo e é devastadora para os direitos humanos, a segurança pública e a democracia. A luta contra a corrupção não é um fim em si mesma, mas uma luta por direitos.
Ex‑recepcionista acusa Marco Buzzi de assédio e faz a mais dura afirmação
O depoimento de uma ex‑recepcionista do gabinete do ministro Marco Buzzi foi extremamente contundente. Ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que teriam sido ouvidos pela revista Veja, declararam que os atos “revoltantes” do magistrado tornaram sua permanência no tribunal “insustentável”. “O STJ virou cena de crime. E de um crime abominável”, relatou um dos ministros. A indignação dos demais ministros do STJ baseia‑se na mais dura afirmação de uma servidora que se declarou vítima de Buzzi. “Me senti suja”, disse ela num longo e emocionante relato gravado em vídeo no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Trabalhadora terceirizada no STJ, a ex‑recepcionista era o elo mais vulnerável de um gabinete formado por servidores de carreira e por indicados a cargos de confiança pelo ministro. Em seu depoimento, entre lágrimas, ela descreveu uma rotina de abusos e terror enquanto atuava no gabinete do magistrado. O Radar da Veja publicou o seguinte: os episódios relatados pela mulher ocorreram ao longo do ano passado. “Tudo começou com elogios. Você está linda hoje”, contou ela sobre as abordagens de Buzzi no gabinete. Designada para a função de secretária, a mulher era responsável por cuidar dos detalhes de funcionamento do gabinete, atender o ministro e outros assessores, receber visitantes e executar pequenas tarefas que Buzzi lhe ordenava. Primeira a chegar ao gabinete, a ex‑recepcionista afirmou que ficava sozinha com Buzzi em diversos ambientes. Nos amplos gabinetes dos ministros do STJ, os espaços são bem demarcados: além da sala privativa com escrivaninha e sofás, há um cubículo para depósito de objetos e um corredor interno que liga a área reservada do ministro a salas de assessoria e a uma biblioteca. No relato, a ex‑assessora de Buzzi contou ter sido assediada em quatro desses ambientes. Em um dia, o ministro a chamou à sua sala alegando um barulho que, segundo ele, vinha do cubículo ligado ao seu espaço privativo. Ao entrar, percebeu que Buzzi a seguia logo atrás e sentiu a mão do ministro deslizando por suas nádegas. Em choque, constatou que não havia nenhum problema e deixou o local rapidamente. Em todos os episódios, segundo a mulher, o padrão foi o mesmo. Em outra ocasião, enquanto estava na biblioteca do gabinete, Buzzi chegou, calou‑se e passou a mão em suas nádegas novamente. Os dias tornaram‑se uma tormenta para a mulher. Ela relatou ser a única provedora da família, o que a obrigou a permanecer no emprego apesar do constrangimento. Em outra situação, ao cruzar com Buzzi pelo corredor interno, foi novamente molestada. O ministro, sempre em silêncio, não parecia considerar a gravidade dos atos e criava oportunidades para ficar a sós com a vítima. O episódio mudou de figura na sala pessoal de Buzzi, quando ele agarrou com força e apertou a nádega da secretária. Ela reagiu, segurou o braço do ministro e o afastou. Buzzi recuou e pediu desculpas. Fragilizada pelas investidas do magistrado, a secretária procurou a chefia do gabinete para relatar o que vivia. A conversa com a chefe de gabinete serviu como desabafo, mas não resultou em providências efetivas. “Estou chocada”, disse a principal assessora de Buzzi ao ouvir o relato. “Vou mudar seu horário”, afirmou, apresentando o que considerou a única solução para enfrentar o assédio. Ao perceber que nada seria feito, a mulher adoeceu, mergulhou em um estado permanente de tristeza e acabou pedindo para deixar o gabinete de Buzzi. Os problemas psicológicos decorrentes do abuso deixaram marcas, inclusive perda parcial da visão. Na quarta‑feira da semana passada, ao ler a notícia publicada pelo Radar sobre a denúncia de uma jovem de 18 anos que se dizia vítima do ministro, ela tomou coragem para denunciar. Em seu longo e ininterrupto relato apresentado ao CNJ — já em poder de ministros do STJ — a mulher chorou em diferentes momentos ao reviver a experiência e explicou que não havia denunciado antes por medo de não ser acreditada. Além de detalhar o assédio sofrido, entregou aos investigadores uma gravação da conversa que teve com a chefe de gabinete de Buzzi, que constitui uma das principais provas. Nesta semana, três assessores de Buzzi confirmaram a versão da ex‑assessora aos ministros do STJ.
Moraes faz “showzinho” no STF ao dizer que ministros podem ser sócios de empresas
Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes sustentou no Supremo Tribunal Federal (STF) que ministros da Corte podem ser sócios de empresas. Para o advogado Jeffrey Chiquini tudo não passou de um “showzinho”, pois ele já sabia o que estava prestes a ser revelado. Confira: Entenderam por que Moraes deu um showzinho semana passada no STF, dizendo que ministros podem ser sócios de empresas? Já estavam preparando terreno para justificar a ‘sociedade’ de Toffoli com o investigado do caso do qual ele é relator. Tudo calculado. E pensar que essa gente condenou inocentes como golpistas. Quanta podridão.
Mesmo desmoralizado, Toffoli insiste em dobrar a aposta
Toffoli não pretende recuar. Isso ficou evidente em sua primeira manifestação após as revelações da Polícia Federal sobre suas ligações com o banqueiro Daniel Vorcaro. Lauro Jardim afirma que o ministro tenta dobrar a aposta: “A nota oficial que o gabinete de Dias Toffoli divulgou a propósito do pedido de suspeição feito pela PF a Edson Fachin para que ele se afaste da relatoria do Caso Master é uma espécie de tentativa de dobrar a aposta.” “A dificuldade para Toffoli neste momento é que o material que consta do celular do ex‑banqueiro é explosivo.” “Eis a nota de Toffoli: ‘O gabinete do Ministro Dias Toffoli esclarece que o pedido de declaração de suspeição apresentado pela Polícia Federal trata de ilações. Juridicamente, a instituição não tem legitimidade para o pedido, por não ser parte no processo, nos termos do artigo 145, do Código de Processo Civil. Quanto ao conteúdo do pedido, a resposta será apresentada pelo Ministro ao Presidente da Corte.’”
Conexões já reveladas entre Toffoli e Vorcaro
O relatório da Polícia Federal indica que, além de trocas de mensagens, há registros de telefonemas entre o ministro do STF Alexandre Toffoli e o banqueiro Daniel Vorcaro. A PF também anotou um convite para a festa de aniversário do ministro e conversas nas quais Vorcaro faz referência ao resort Tayayá. Mensagens trocadas entre Vorcaro e seu cunhado Fabiano Vettel revelam discussões sobre pagamentos à empresa Maridt, que era controlada por parentes do ministro. O relatório, com cerca de 200 páginas, foi elaborado principalmente a partir da extração de dados do celular de Daniel Vorcaro. Diante desses achados, o diretor‑geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, entregou pessoalmente o material ao presidente do Supremo Tribunal Federal na última segunda‑feira. A PF apresentou uma arguição de suspeição contra o magistrado. Toffoli aguarda manifestação da Procuradoria‑Geral da República para definir sua postura no caso. Na arguação são citados artigos da Lei Orgânica da Magistratura e do regimento interno do STF. Toffoli não pretende desistir do processo. Em nota enviada pelo seu gabinete na noite de quarta‑feira, o ministro qualificou as acusações como mera “ilação”. Além das conversas entre Toffoli e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, a PF passou a investigar repasses realizados pela empresa Maridt Participações – que chegou a ser sócia do resort Tayayá – ao magistrado. A Maridt pertence oficialmente a dois irmãos de Toffoli, o padre José Carlos e o engenheiro José Eugênio. Em 2025, a empresa vendeu sua participação de um terço no resort ao fundo Arleen, que integra a estrutura controlada pelo Master. Um dos sócios da Maridt no empreendimento era o pastor Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro.
Morre o ator que brilhou em “Ensina-me a Viver”
Uma longa batalha contra uma doença que nunca foi revelada acabou tirando a vida do ator americano Burd Cort, aos 77 anos. No cinema, Cort foi eternizado como Harold, um rapaz mórbido atormentado por ideações suicidas, que aprende a apreciar a vida ao comparecer ao funeral de um desconhecido e conhecer Maude (Ruth Gordon), sobrevivente do Holocausto que exibe vivacidade e ousadia, apesar das rugas. O jovem de 20 anos apaixona‑se pela senhora de 79 anos em “Ensina-me a Viver”. A paixão é mútua e embalada por algumas das melhores canções de Cat Stevens, como “Miles from Nowhere” e “On The Road To Find Out”. Pelo trabalho, Cort foi indicado ao troféu de revelação do BAFTA, o Oscar do Reino Unido. Desde então, o ator manteve carreira estável e colaborou com Michael Mann, Wes Anderson e Tobe Hooper. Seu papel mais recente em um longa‑metragem foi como narrador da versão em inglês de “O Pequeno Príncipe” (2015).
PF pede suspeição de Toffoli após mensagens de Vorcaro o citarem (VEJA O VÍDEO)
A Polícia Federal (PF) apresentou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, um pedido formal de suspeição contra o ministro Dias Toffoli, relator das investigações sobre fraudes no Banco Master. A medida foi tomada depois que peritos da PF identificaram, nas mensagens extraídas do celular do banqueiro Daniel Vorcaro durante a operação Compliance Zero, referências ao nome de Toffoli. No documento entregue ao STF na segunda‑feira, dia 9, a corporação argumentou que tais referências podem comprometer a imparcialidade do ministro no processo. O caso segue em sigilo, cabendo agora ao presidente Fachin decidir se Toffoli permanecerá como relator ou será afastado. O pedido foi enviado diretamente ao presidente da Corte, que determinou a notificação de Toffoli para que ele se manifeste nos autos, exigência processual prévia a qualquer decisão sobre a suspeição. Em nota, a defesa de Toffoli classificou o pedido como “ilusório” e alegou que a PF não tem legitimidade para requerer a suspeição, pois não é parte no processo, conforme o Código de Processo Civil. O ministro afirmou que apresentará sua posição ao presidente da Corte acerca das menções encontradas nas mensagens. O episódio intensifica o escrutínio sobre a condução de Toffoli no caso, que já era alvo de críticas após revelações de investimentos e relações financeiras entre fundos vinculados ao Banco Master e empreendimentos. Veja o vídeo:
Toffoli admite ter recebido dinheiro e lança desculpa esfarrapada
O ministro Dias Toffoli admitiu que recebeu recursos da empresa Maridt, que vendeu sua participação no resort Tayayá em 2021 a um fundo ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro. Ele explicou que, na época, era sócio da empresa juntamente com outros familiares. Mônica Bergamo detalhou a versão apresentada pelo magistrado: “A explicação foi dada por ele a interlocutores depois que a Polícia Federal passou a apurar a transferência de recursos para o magistrado. É a primeira vez que o magistrado detalha seu envolvimento com o resort e a companhia dos irmãos. De acordo com a explicação dada por Toffoli, ele é sócio há vários anos da Maridt, que seria uma típica empresa familiar. Seu nome não aparece nos documentos públicos da empresa, porque ela é uma Sociedade Anônima de livro, em que o nome dos acionistas não é acessível a terceiros, como nas companhias abertas. Por isso apenas o nome de dois de seus irmãos é público, por serem eles os administradores da empresa. De acordo ainda com Toffoli, todas as transferências de recursos, feitas ao longo de diversos anos, foram lícitas e declaradas à Receita Federal. Têm origem e destino rastreáveis. A Maridt era dona de 33 % do resort Tayayá, que foi vendido em 2021 para o fundo Arleen, parte de uma teia controlada pelo banco Master. O ministro afirmou aos interlocutores que o próprio fundo já vendeu as ações para terceiros, com lucro. O negócio, portanto, teria sido lícito. Na época, Vorcaro não frequentava as páginas policiais e era considerado um banqueiro em ascensão. O ministro apontou ainda nos diálogos que todos os pedidos feitos pela Polícia Federal contra Vorcaro foram deferidos por ele — entre outros, novas buscas e apreensões nas investigações que apuram irregularidades na condução do Master. Por que isso não foi mencionado antes? Em mensagens no celular de Vorcaro, Toffoli menciona pagamentos; a Polícia Federal fez pedido contra o ministro, que reagiu imediatamente, e há quem exija seu afastamento e investigação imediata.