O Brasil atravessa um dos momentos mais sombrios de sua história institucional. De um lado, o escândalo do Banco Master expõe vísceras de um sistema financeiro que parece ter ramificações nos gabinetes de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). De outro, a fraude bilionária no INSS retira o sustento de aposentados para alimentar esquemas de corrupção que chegam ao entorno do próprio governo Lula. No centro desse redemoinho, uma pergunta ecoa de Norte a Sul: Onde está o Senado Federal? A Constituição é clara: o Senado é o único órgão capaz de exercer freio sobre os excessos do Judiciário. Contudo, o que se observa é uma “Casa Alta” que se apequenou. Sob a liderança de Davi Alcolumbre, o Senado deixou de ser um poder revisor para se tornar uma correia de transmissão de interesses obscuros e blindagens políticas. Esse é o tema da nova edição da Revista A Verdade. Para ler a reportagem na íntegra, clique no link abaixo: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/79235/cade-o-senado-quando-o-brasil-esta-a-deriva
STF pressiona para impedir que CPI aprove quebra de sigilo da empresa de Dias Toffoli
O senador Alessandro Vieira, relator da CPI do Crime Organizado, requereu a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da Maridt Participações. Trata‑se da empresa que pertence aos irmãos do ministro Dias Toffoli – o padre José Carlos e o engenheiro José Eugênio – e, conforme divulgado recentemente, também está em nome do próprio ministro. Lauro Jardim, do jornal O Globo, afirma que “há forte pressão do STF e do mercado financeiro para que o requerimento não seja aprovado”. Essa situação pode ser enquadrada como crime de obstrução de investigação, previsto no artigo 2º, parágrafo 1º, da Lei das Organizações Criminosas (Lei 12.850/2013), que se aplica tanto a tentativas de atrapalhar inquérito policial quanto a ação penal. Portanto, caso a declaração do jornalista seja verídica, pode‑se concluir que o STF estaria agindo de forma criminosa ao tentar impedir a aprovação do pedido.
Toffoli cede sob pressão e deixa a reunião abatido (Veja o vídeo)
A reunião que culminou na renúncia de Dias Toffoli à relatoria do caso Master foi tensa. Durante quase três horas, os dez ministros do Supremo Tribunal Federal debateram qual seria a melhor saída para o magistrado, após a Polícia Federal apresentar relatório contendo trechos de mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, nas quais havia menções a Toffoli. O encontro na sala da presidência teve início por volta das 16h40. O ministro Alexandre de Moraes Fachin apresentou o documento da PF e abordou a Arguição de Suspeição nº 244, aberta para investigar o caso. Desde o começo, Toffoli demonstrou resistência em deixar a relatoria. Ele alegou imparcialidade em sua atuação e afirmou não ter relação de amizade com Vorcaro. Os demais colegas insistiram ao apontar o desgaste gerado pela situação. Após longa discussão, ficou decidido que a saída deveria ser a pedido, com a retirada da arguição de suspeição contra o ministro. Com a saída de Toffoli, os ministros deliberaram a redistribuição da relatoria do caso. A decisão foi formalizada por meio de nota oficial, assinada pelos dez ministros do STF. Nota oficial dos 10 ministros do STF Os 10 Ministros do Supremo Tribunal Federal, reunidos em 12 de fevereiro de 2026, considerando o contido no processo de número 244 AS, declaram não ser caso de cabimento para a arguição de suspeição, em virtude do disposto no art. 107 do Código de Processo Penal e no art. 280 do Regimento Interno do STF. Reconhecem, assim, a plena validade dos atos praticados pelo Ministro Dias Toffoli na relatoria da Reclamação n. 88.121 e de todos os processos a ela vinculados por dependência. Expressam, neste ato, apoio pessoal ao Exmo. Min. Dias Toffoli, respeitando a dignidade de Sua Excelência, bem como a inexistência de suspeição ou de impedimento. Anote-se que Sua Excelência atendeu a todos os pedidos formulados pela PF e PGR. Toffoli deixou a reunião visivelmente arrasado. A República precisa ser reconstruída e o primeiro passo não é o impeachment de Toffoli.
Flávio supera Lula: diferenças ficam claras e o povo nota
A passagem de Flávio Bolsonaro pelo Oriente Médio, França e posteriormente pelos Estados Unidos demonstra a diferença abissal entre ele e o atual presidente do Brasil. Flávio foi recebido pelos principais líderes das mais importantes nações da região, enquanto Lula se alia a organizações terroristas e ditaduras sanguinárias. Ponto para Flávio, que pavimenta relações que poderão ser de grande interesse para o Brasil. Flávio deu entrevistas aos principais veículos de comunicação israelenses, árabes e franceses, com desenvoltura, respondendo livremente a perguntas não programadas, demonstrando firmeza, convicção, preparo e, o mais importante, não cometeu nenhum deslize, nenhuma gafe e não vimos críticas da imprensa militante. Podem crer que, se houvesse falado uma só besteira, isso teria ocupado todas as manchetes durante dias seguidos. Lula já deveria ter sido proibido de falar de improviso pelo seu marqueteiro. Mas o ego não deixa. O festival de asneiras que o homem tem proferido é algo sobrenatural. Chamou quem trabalha e ganha mais de 5 mil de “playboy”, expondo toda a sua alienação, preconceito e rancor contra quem é minimamente bem‑sucedido na vida. Humilhou os evangélicos de forma infame, dizendo que teriam obrigação de votar nele, pois 90 % recebem o Bolsa Família. Aqui seria possível escrever um tratado sobre a boçalidade, a falta de discernimento vergonhosa sobre o público e o privado, o que é política de Estado, obrigação do governante e favor pessoal, além do preconceito ignóbil contra os evangélicos. O “molusco” contagioso ainda não se deu conta de que a maioria do povo está revoltada com os atos abusivos do consórcio Lula‑STF, assim como a prisão ilegal e desumana de Bolsonaro e patriotas do 8 de janeiro. Parece querer provocar ainda mais repulsa contra si mesmo, ao referir‑se a Bolsonaro como um cão raivoso, que precisaria ficar preso. Se há algo que Lula parece ser insuperável é sua capacidade de falar e fazer merdas! É excepcional, imparável! Não satisfeito, tripudiou de quem tem fome, chamando‑os de “babacas” e mandando comer. Declarou guerra nas eleições e incitou violência aos seus eleitores. Em outro ato de cegueira e alienação total está patrocinando uma escola de samba, com dinheiro dos pagadores de impostos, para falar bem dele e seu governo, além de esculachar Bolsonaro, em pleno ano eleitoral, mesmo em época não permitida para propaganda. É óbvio que será fortemente vaiado na avenida. O povo não é trouxa! Será que o marqueteiro está trabalhando mesmo a favor do Lula? De qualquer forma, o “molusco” não tem o discernimento necessário a um estadista. Flávio 7 × 0 Lula. Pedro Possas. Médico.
Reconstruir a República começa pela anulação dos atos do STF, e não pelo impeachment de Toffoli
As recentes revelações tornaram impossível negar que as ações do Supremo Tribunal Federal nos últimos anos, sobretudo desde a instauração do chamado “Inquérito das Fake News”, constituíram uma operação destinada a proteger seus próprios ministros, ao mesmo tempo em que censuraram e perseguiram qualquer opositor. Dessa forma, o primeiro passo para reconstruir a República consiste na anulação de todos esses atos inconstitucionais e na libertação dos presos políticos. Leandro Ruschel.
CPI do Crime Organizado passa a investigar Toffoli e Moraes após supostas transações com o Banco Master
A Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado, no Senado, redirecionou suas investigações para incluir os ministros do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, depois que surgiram mensagens indicando possíveis transferências financeiras entre Daniel Vorcaro, ex‑CEO do Banco Master, e os magistrados. Na quinta‑feira (12), o colegiado incluiu na pauta uma série de requerimentos voltados à apuração de pessoas ligadas aos dois ministros. A agenda prevista para 25 de fevereiro contempla a análise de quarenta e sete pedidos diferentes. Entre as solicitações estão convites para que Alexandre de Moraes preste depoimento, além de requerimentos envolvendo Dias Toffoli e seus familiares. A comissão pretende ouvir os irmãos do ministro Toffoli, José Eugênio e José Carlos Dias Toffoli. Os parlamentares também pretendem convocar Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Moraes. Um ponto de interesse da investigação é o contrato de R$ 129 milhões que Viviane firmou com o Banco Master, transação que agora está sob análise da CPI. A mudança de foco investigativo ocorreu logo após a divulgação das mensagens. Até o dia anterior, o senador Fabiano Contarato (PT/ES), presidente da CPI, não havia comentado com os demais membros a possibilidade de convocar ministros do STF, nem sinalizado que adotaria tal direção. A nova linha de investigação também alcança pessoas ligadas ao governo federal. Os requerimentos incluem pedidos para convocar Augusto Ferreira Lima, ex‑sócio do Banco Master, apontado como próximo do ministro da Casa Civil, Rui Costa, e do senador Jaques Wagner, líder do governo no Senado. Há ainda solicitação específica para convidar o próprio ministro Rui Costa a prestar esclarecimentos à comissão. O ex‑ministro da Fazenda Guido Mantega, que atuou como consultor do Banco Master, também poderá ser chamado a depor. A CPI deve ainda avaliar a convocação de Daniel Vorcaro e de seu cunhado, Fabiano Zettel, mencionados nas mensagens que discutem pagamentos relacionados ao caso sob investigação.
PF entrega relatório ao STF apontando ligações de Moraes com Banco Master
A Polícia Federal (PF) finalizou um relatório que detalha as relações entre o ministro Alexandre de Moraes e o Banco Master. O documento será encaminhado ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). A investigação amplia o caso que já havia identificado vínculos entre o ministro Dias Toffoli e Daniel Vorcaro, controlador da instituição financeira. O diretor‑geral da PF, Andrei Rodrigues, informou a Fachin que a análise do celular de Vorcaro revelou menções frequentes a Moraes. Os dados recuperados indicam proximidade entre o magistrado do Supremo e o banqueiro, com referências a transações financeiras nas conversas. Em dezembro de 2025, a apuração avançou após a descoberta de um contrato entre Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, e o Banco Master. O acordo previa o pagamento de R$ 130 milhões ao longo de três anos, supostamente para que ela atuasse pelos interesses da instituição junto aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. As autoridades não identificaram serviços prestados que justifiquem o valor contratado. Moraes e sua esposa não apresentaram explicações sobre a natureza desse acordo comercial com o banco. O jornal O Globo publicou que o relatório específico sobre Moraes ainda não foi formalmente entregue a Fachin. Caso o documento fosse enviado diretamente a Toffoli, então relator do caso Master no STF, existia a possibilidade de arquivamento, pois o ministro havia tomado decisões contrárias às orientações da PF. A redistribuição do processo, feita por sorteio, designou o ministro André Mendonça como relator, após a saída de Toffoli da relatoria. Essa nova configuração cria um cenário mais desfavorável a Moraes, que defendia Toffoli em manifestações públicas e em reuniões internas no Supremo Tribunal Federal.
Thales Machado questiona: o “limite do improvável” seria novo caso de traição da esposa? (VEJA O VÍDEO)
As aparências enganam. Na foto compartilhada nas redes sociais aparecem o avô, a filha, o genro e os dois filhos do casal, tudo aparentemente perfeito. Mas a realidade era bem diferente. Tragédia e horror se instalaram, transformando aquilo que parecia normal em um novo padrão de sofrimento. Esse drama não acontece em outra parte do mundo; ele se desenrola no próprio quintal dos brasileiros. O país vive uma superficialidade generalizada. A vida online se resume a “ter, ter, ter”: exibir riqueza, beleza, inteligência e felicidade, além de acumular seguidores nas redes sociais. Chega de frases feitas. O Brasil está doente. O materialismo exagerado leva as pessoas a comprar compulsivamente, a usar remédios para ansiedade, injeções para queimar gordura ou “preencher” a aparência, muitas vezes sem a orientação de profissionais qualificados e sem reconhecer seus limites. Esses indivíduos acabam se tornando personagens digitais, buscando curtidas e números cada vez maiores de seguidores. Na busca incessante por aprovação superficial, o tiro sai pela culatra. Não se trata de um caso isolado. Quem negligencia o cuidado da alma e banaliza o ser humano não hesita em roubar, matar ou torturar. Veja o vídeo:
AO VIVO: TOFFOLI DESISTE DO CASO MASTER (VEJA O VÍDEO)
A mudança na relatoria do chamado “caso Master” no Supremo Tribunal Federal marca um novo capítulo em um dos processos mais sensíveis do momento. Após a saída do ministro Dias Toffoli da condução do caso, o processo passa agora às mãos do ministro André Mendonça. A substituição ocorre em meio a um cenário de forte repercussão política e jurídica. O caso ganhou ainda mais visibilidade depois de questionamentos envolvendo a condução do processo e pedidos formais de suspeição apresentados no âmbito das investigações relacionadas ao empresário Daniel Vorcaro. A saída de Toffoli, portanto, não foi apenas um movimento administrativo, mas um gesto com impacto institucional relevante. Com a redistribuição, André Mendonça assume a responsabilidade de analisar os desdobramentos das investigações e eventuais pedidos pendentes. Conhecido por seu perfil técnico e postura discreta nos julgamentos, o ministro terá agora a tarefa de conduzir um processo que envolve temas sensíveis, interesses econômicos expressivos e possíveis implicações para o sistema financeiro. No Supremo, mudanças de relatoria costumam alterar o ritmo e, em alguns casos, a estratégia processual. Cada ministro imprime seu próprio estilo na condução dos autos, seja na análise de provas, na definição de prazos ou na forma de pautar decisões no plenário. Nos bastidores de Brasília, a movimentação é vista como um ponto de inflexão. A depender das próximas decisões, o caso pode ganhar novos contornos ou acelerar etapas que estavam sob análise preliminar. O fato é que, com André Mendonça à frente do processo, o caso Master entra em uma nova fase. E, como costuma acontecer no Supremo, cada movimento agora será acompanhado de perto por políticos, operadores do Direito e pelo mercado. Veja o vídeo:
Mestre em ciência política afirma que nota oficial do STF destrói a pouca reputação que restava
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) reuniram‑se nesta quinta‑feira para decidir sobre a crise institucional provocada pelo caso Master, que envolve o ministro Dias Toffoli. Toffoli foi afastado da relatoria do caso, e, em seguida, foi divulgada a seguinte nota oficial: “Os 10 Ministros do Supremo Tribunal Federal, reunidos em 12 de fevereiro de 2026, considerando o contido no processo de número 244 AS, declaram não ser caso de cabimento para a arguição de suspeição, em virtude do disposto no art. 107 do Código de Processo Penal e no art. 280 do Regimento Interno do STF. Reconhecem, assim, a plena validade dos atos praticados pelo Ministro Dias Toffoli na relatoria da Reclamação n. 88.121 e de todos os processos a ela vinculados por dependência. Expressam, neste ato, apoio pessoal ao Exmo. Min. Dias Toffoli, respeitando a dignidade de Sua Excelência, bem como a inexistência de suspeição ou de impedimento. Anote‑se que Sua Excelência atendeu a todos os pedidos formulados pela PF e PGR.” O professor João Eigen, mestre em ciência política, avaliou que a nota destrói a pouca reputação que ainda restava ao STF e qualificou o episódio como o momento mais vergonhoso de toda a sua história. “Essa nota é horrível e demonstra que o Supremo se tornou uma corte parcial. A nota afirma que a suspeição do Ministro Toffoli não poderia ser arguida devido ao artigo 107 do Código de Processo Penal – usado por analogia –, e usa o artigo 280 através do Presidente Fachin para legitimar e reconhecer a PLENA VALIDADE dos atos praticados por Toffoli. Tá… mas se é assim, por que aceitar que Toffoli deixe a relatoria de um caso que, segundo a própria Corte, não há nada de errado? A nota fala que ‘altos interesses institucionais’ estão em jogo para essa decisão, o que só confirma que a Corte CEDE SOB PRESSÃO mesmo quando julga estar correta. Nenhum tribunal, muito menos uma corte constitucional, deve ceder à pressão popular se ELA ACHA QUE ESTÁ CORRETA, mas ceder e afirmar que, apesar disso, estava tudo correto, é destruir a pouca reputação que lhe restava. Ou você assume o problema, corrige o erro e sofre as consequências devidas – como um Impeachment de Toffoli –; ou você afirma sua justeza e não cede à pressão. Os dois, não dá; é a covardia mais rasteira e nojenta que há: cospe na cara do povo brasileiro e tenta jogar tudo embaixo dos panos como se nada tivesse acontecido enquanto tenta se pagar de bonzinho. É, certamente, o momento mais vergonhoso de toda a história do Supremo Tribunal Federal.”