O ex‑jogador Raí defendeu o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e afirmou que há poucos atletas de esquerda por “falta de informação”. A declaração provocou forte reação nas redes sociais, sendo percebida como tentativa de desqualificar quem pensa diferente, ao atribuir a divergência política à ignorância. A resposta mais contundente veio do piloto Lucas Di Grassi. Em publicação direta, Di Grassi rebateu a tese de que posicionamento político decorre de falta de estudo, enumerando sua formação e experiência: “Olha… eu estudei num colégio esquerdista chamado Colégio Santa Cruz.Fiz Economia no Insper.Tenho um diploma da Escola de Negócios de Harvard.Fui embaixador da ONU por 7 anos.Tenho 4 patentes e uma publicação científica.Leio cerca de 20 livros por ano…Então posso afirmar: se alguém é de esquerda como você @rai10oficial – ou está no meio da roubalheira ou é limitado cognitivamente mesmo.” A crítica ganhou repercussão ao tocar um ponto sensível: a coerência. Raí, que construiu carreira internacional e vive há anos na Europa, é acusado por seus críticos de defender no Brasil um discurso contrário ao sistema que lhe proporcionou prosperidade. A fala de Di Grassi, ainda que dura, ecoou entre aqueles que percebem contradição entre discurso ideológico e trajetória pessoal. O episódio transformou uma divergência política em debate sobre hipocrisia, mérito e responsabilidade pública, mostrando que, no ambiente polarizado atual, declarações categóricas tendem a receber respostas igualmente contundentes. Acorda, Brasil!
Descriminalizar o consumo de cocaína: a nova meta
Rousseau, em sábia lição, ensinou: “O que o homem perde pelo contrato social é a liberdade natural e um direito ilimitado a tudo o que o tenta e pode alcançar; o que ganha é a liberdade civil e a propriedade de tudo o que possui. Para que não haja engano nessas compensações, é necessário distinguir a liberdade natural, limitada pelas forças do indivíduo, da liberdade civil, que é limitada pela vontade geral” (ROUSSEAU, Jean‑Jacques. Do Contrato Social. Ed. Ridendo Castigat Mores. E‑book). Uma das principais funções da Suprema Corte é o controle concentrado de constitucionalidade das leis e dos atos normativos, garantindo que o ordenamento jurídico esteja em conformidade com a Constituição Federal. Esse controle tem efeito vinculante e, portanto, impacta toda a sociedade, obrigando a todos indistintamente, ao contrário do controle difuso, exercido por juízes em casos concretos. É importante observar que o controle concentrado não pode violar o princípio da separação dos Poderes. Contudo, tem-se registrado, com frequência, o que se chama de ativismo judicial, caracterizado por “prensa” dialética e malabarismos argumentativos. O presente texto justifica‑se a partir do voto do ministro Gilmar Mendes, que decidiu pela descriminalização do porte de cocaína para uso pessoal, usando como precedente a descriminalização do porte de maconha para uso pessoal. A descriminalização – ou, mais precisamente, a despenalização – do consumo de maconha ocorreu no Recurso Extraordinário 635.659/SP. O recorrente, condenado com base no art. 28 da Lei 11.343/06, teve seus recursos negados nas instâncias inferiores e interpôs recurso extraordinário, reconhecido com repercussão geral pelo STF. No caso, o réu estava preso por outro delito quando foi flagrado dentro do presídio portando maconha para consumo próprio. Por violar a lei citada, recebeu pena de dois meses de prestação de serviços à comunidade. Em seu recurso, alegou violação aos princípios da intimidade e da vida privada, sustentando que sua conduta só lhe causava prejuízo pessoal. O Ministério Público, por sua vez, opinou pelo desprovimento do recurso, argumentando que o crime está previsto em lei e que a norma visa proteger a saúde pública. Por maioria de votos, o STF afastou o caráter penal do consumo de maconha, reconhecendo que tal ato não gera reincidência nem anotação na ficha de antecedentes criminais. Segundo Gilmar Mendes, seria necessário retirar o usuário de drogas da esfera penal e encaminhá‑lo ao campo administrativo e da saúde pública. Em seu voto, o ministro destacou a necessidade de repensar a política repressiva de combate às drogas. O tema é sensível e admite argumentos em ambos os sentidos. Não defendo a prisão do usuário, mas, por se tratar de substância ilícita, deve existir alguma forma de sanção, como prevê o art. 28 da Lei 11.343/06. O senso moral acerca do que deve ou não ser punido compete ao legislador, que representa a vontade popular. Alguns argumentam, equivocadamente, que se álcool e cigarro são permitidos – e, segundo esse raciocínio, também seriam drogas –, por que não permitir os entorpecentes? A resposta permanece a mesma: cabe ao legislador definir o que é proibido ou permitido, à luz da Constituição Federal. Recentemente, o ministro Gilmar Mendes, com base no precedente da despenalização da maconha, entendeu que o mesmo raciocínio deveria ser aplicado ao porte de cocaína para uso próprio. Seguindo a lógica do voto, poderia‑se admitir, em breve, o uso de LSD, heroína, crack e outras substâncias. A preocupação do julgador com a saúde pública não lhe autoriza legislar de forma transversal sobre a matéria. A Constituição estabelece competência compartilhada entre União, Estados e municípios para legislar sobre drogas, cabendo à União a edição de normas gerais de interesse nacional. Não se pode ignorar que a flexibilização do porte de entorpecentes pode facilitar o tráfico, sob a alegação de que a substância seria destinada ao consumo próprio. Entretanto, entorpecentes não são adquiridos em farmácias ou supermercados; provêm do tráfico ilícito. Seria, então, uma forma indireta de legalizar o narcotráfico? O Direito não é ciência exata, mas, diante da tese de despenalização para uso próprio, questiono se os ministros favoráveis à medida não estariam alinhados à fala do presidente Lula, que, em coletiva de imprensa em Jacarta, em outubro de 2025, afirmou: “Os usuários são responsáveis pelos traficantes, que também seriam vítimas dos usuários.” Tenho dito!
Vorcaro alega “queima de arquivo” e exige reforço de segurança (Veja o vídeo)
O banqueiro Daniel Vorcaro solicitou reforço na própria segurança e autorização para viajar de jatinho privado até Brasília, onde deverá prestar depoimento na próxima semana à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e à CPMI do INSS. O depoimento ocorre em meio aos desdobramentos do caso Banco Master e à expectativa de novas revelações no Congresso, aumentando a tensão política em torno das investigações. Conversas inéditas obtidas pela Polícia Federal do celular de Vorcaro mostram que ele reclamou a um interlocutor por ter recebido cobranças para efetuar pagamentos a um resort vinculado ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli. As mensagens indicam que Vorcaro determinou repasses que totalizaram R$ 35 milhões ao resort Tayayá, empresa na qual uma sociedade de Toffoli possuía participação. Em nota divulgada anteriormente, o ministro negou ter recebido pagamentos de Vorcaro ou manter amizade com o banqueiro. Veja o vídeo:
Escândalos em série esgotam a paciência com Davi Alcolumbre
O Brasil atravessa um dos momentos mais sombrios de sua história institucional. De um lado, o escândalo do Banco Master expõe vísceras de um sistema financeiro que parece ter ramificações nos gabinetes de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). De outro, a fraude bilionária no INSS retira o sustento de aposentados para alimentar esquemas de corrupção que chegam ao entorno do próprio governo Lula. No centro desse redemoinho, surge uma pergunta que ecoa de Norte a Sul: onde está o Senado Federal? A Constituição é clara: o Senado é o único órgão capaz de exercer o freio sobre os excessos do Judiciário. Contudo, o que se observa é uma “Casa Alta” que se diminuiu. Sob a liderança de Davi Alcolumbre, o Senado deixou de ser um poder revisor para se tornar uma correia de transmissão de interesses obscuros e blindagens políticas. Esse é exatamente o tema da nova edição da Revista A Verdade. Para ler a reportagem na íntegra, clique no link abaixo: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/79235/cade-o-senado-quando-o-brasil-esta-a-deriva
Torcida organizada do Corinthians planejou invadir a Globo para soltar panfletos da Supercopa – motivo absurdo
O portal Metrópoles revelou que integrantes da torcida organizada do Corinthians no Rio de Janeiro elaboraram um plano para levar informações sobre o ex‑jogador Edilson “Capetinha” para dentro da casa do BBB 26. O plano foi interrompido na manhã deste sábado, 14 de fevereiro, quando a produção do reality expulsou Edilson Capetinha. Segundo o portal, membros da torcida pretendiam usar um helicóptero para soltar panfletos sobre a sede do programa da TV Globo, contendo o resultado da Supercopa Rei, competição vencida pelo Corinthians no início do mês. “A informação que nóis conseguiu puxar (…) é que a casa é lá, no meio daqueles morro. Se for verdade, o bagulho vai acontecer, viado”, disse um torcedor em vídeo obtido com exclusividade. Outro vídeo mostra a caixa dos panfletos que seriam distribuídos aos confinados do BBB 26: “Ei, Capetinha! Sem sinal aí dentro? Mas aqui é sinal de campeão! Supercopa é do Coringão”, acrescenta o material, que ainda traz foto do ex‑jogador. A coluna constatou que os planos foram frustrados após a expulsão de Edilson Capetinha, que recebeu duas pancadas no rosto do participante Leandro, violando as regras da atração. Vale lembrar que, no início do mês, o ex‑brother chegou a perguntar ao apresentador Tadeu Schmidt qual havia sido o resultado da final da Supercopa Rei entre Corinthians e Flamengo; o jornalista não informou. O Corinthians venceu o Flamengo por 2 a 0.
TRUMP RECUSA TRÉGUA, IMPÕE BLOQUEIO DE COMBUSTÍVEL E DEIXA 50% DAS GRANDES CIDADES CUBANAS NO ESCURO
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs um bloqueio nos carregamentos de combustível destinados a Cuba, afetando 60 % dos cerca de 100 mil barris de petróleo bruto diários necessários ao sistema energético cubano. A medida, adotada em janeiro de 2026, reduziu a iluminação noturna nas grandes cidades do leste da ilha em até 50 % em relação às médias históricas, conforme dados da Bloomberg News. A crise energética apresenta desigualdades marcantes no território cubano. Enquanto Santiago de Cuba e Holguín registram quedas expressivas na iluminação, a capital Havana mantém luz na maior parte de sua zona central, onde se concentram instalações industriais, militares e governamentais relevantes. Havana abriga aproximadamente um quinto dos dez milhões de habitantes de Cuba. Imagens de satélite analisadas pela Bloomberg revelam que os subúrbios da capital, como Cojímar e Alamar, também sofrem com a redução da iluminação, evidenciando a priorização das áreas centrais pelo governo do presidente Miguel Díaz‑Canel. A situação atual segue problemas estruturais no sistema elétrico cubano. Em dezembro de 2025, uma falha na linha de transmissão interrompeu temporariamente a conexão entre Havana e as principais usinas termelétricas situadas em Matanzas. O bloqueio de petróleo integra a estratégia de Trump para pressionar o regime cubano após a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela. Em 3 de janeiro, forças americanas capturaram Nicolás Maduro em Caracas e o conduziram a Nova Iorque para responder a acusações de narcoterrorismo. Após a captura, Trump ordenou ao governo interino venezuelano, liderado por Delcy Rodríguez, a interrupção de todos os envios de energia e financiamento destinados a Havana. Cuba recebeu uma pequena carga de petróleo em 9 de janeiro, segundo dados da empresa Kpler. O navio‑tanque Pastorita, que navega sob bandeira cubana, chegou ao porto de Havana nessa data, em meio à crise energética agravada pela paralisação do suprimento venezuelano. A Unión Eléctrica, autoridade estatal cubana, confirma que o colapso no fornecimento de energia coincide com a captura do principal aliado de Havana na Venezuela. O México conseguiu entregar apenas uma carga reduzida no início de janeiro, mas, semanas depois, o presidente americano ameaçou impor tarifas a qualquer nação que forneça combustível à ilha. Como consequência dessas ações, Havana completa um mês sem receber entregas significativas de combustível. Especialistas estimam que as reservas petrolíferas cubanas seriam suficientes para menos de 20 dias, segundo a Bloomberg, embora não existam dados oficiais que confirmem o real nível dos estoques. Na semana passada, o governo cubano anunciou medidas de contingência para enfrentar a escassez energética. Entre as ações adotadas estão a redução das linhas de transporte público, a diminuição da semana de trabalho para quatro dias, o fechamento de resorts turísticos e a limitação da venda de gasolina apenas a consumidores que possam pagar em dólares americanos. Trump sustenta que o regime cubano está tão enfraquecido que entrará em colapso naturalmente, justificando o corte de todas as fontes de apoio externo para acelerar esse processo. O presidente cubano Miguel Díaz‑Canel sinalizou abertura para negociações com os Estados Unidos, mas mantém a posição de preservação do sistema de partido único. A população cubana enfrenta pressões crescentes em razão dessa situação.
Toffoli detecta a jogada de Lula e revida imediatamente
O ministro Dias Toffoli atribui a Luiz Inácio Lula da Silva a iniciativa da Polícia Federal de entregar ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, um relatório que detalha supostas conexões entre o presidente e o empresário Daniel Vorcaro. A informação foi fornecida por Malu Gaspar. Segundo a matéria, Andrei Rodrigues seria um “pau‑mandado” de Lula, tendo entregado pessoalmente o documento a Fachin. Toffoli afirma que Lula pretende ocupar a vaga do ministro para resolver a controvérsia envolvendo a indicação de “Bessias”. “A pessoas próximas, Toffoli tem dito que não tem dúvidas de que o petista busca se vingar, embora ambos tenham se reconciliado no fim de 2024 após seis anos de distanciamento.” Toffoli teria reagido imediatamente e, por ora, estaria protegido por gravações da reunião com os demais ministros, que teriam em mãos. O texto descreve a ação como “uma jogada de mestre, cobra engolindo cobra”. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.
Presidente da CPMI do INSS coloca o 1º grande teste na mesa de André Mendonça
O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou, nesta sexta‑feira (13), que solicitou ao novo relator do caso Master, ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a devolução ao colegiado de todos os documentos referentes às quebras de sigilo bancário, fiscal e telefônico do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Com esses documentos em mãos, a CPMI poderá realizar uma investigação aprofundada das relações do banqueiro e avançar nas apurações. O senador Viana destacou a importância desse material: “Esses elementos são fundamentais para a continuidade dos trabalhos da CPMI, para a consolidação das provas já colhidas e para o avanço responsável do relatório final. A Comissão tem o dever constitucional de apurar os fatos com profundidade, respeito ao devido processo legal e total transparência”. O senador também anunciou que haverá uma audiência com Mendonça na primeira semana após o Carnaval. “Na ocasião, trataremos pessoalmente da importância da cooperação entre os Poderes para que a CPMI possa cumprir integralmente sua missão”. Trata‑se, sem dúvida, do primeiro grande teste de coragem para o novo relator.
Pai mata filha de 15 anos com machado e tira a própria vida
A adolescente Beatriz Alves Moraes, de 15 anos, foi morta com golpes de machado na noite de quinta‑feira (12) em Irará, Bahia. O pai da menina, Danilo Moraes da Silva, de 39 anos, suspeito do crime, cometeu suicídio logo em seguida. Seu corpo foi encontrado em um imóvel da família, localizado em um loteamento residencial da cidade. Segundo familiares, a jovem saiu de casa acompanhada do pai para ir a uma pizzaria, mas o homem retornou sozinho. Diante do desaparecimento, policiais militares iniciaram buscas na região e localizaram o corpo da adolescente em um terreno baldio na área central da cidade, próximo ao Loteamento Jardim das Flores. A perícia constatou que a vítima foi atingida por golpes de machado. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar a perícia e a remoção dos corpos. Em nota, a Prefeitura de Irará lamentou o falecimento de Beatriz Alves, ressaltando que a adolescente era muito querida pelos moradores e que deixava uma marca de alegria e bondade por onde passava.
Todos os ministros são suspeitos, mas provas técnicas apontam Toffoli como o responsável
Os diálogos divulgados pelo site Poder360 reproduzem, de forma literal, as falas dos ministros. Não restam dúvidas de que as conversas foram gravadas. Os magistrados enviaram a reportagem ao ministro Dias Toffoli, demonstrando que a gravação ocorreu. Toffoli nega: “Não gravei e não relatei nada para ninguém”, afirma ele. Em tese, todos os que estavam presentes na reunião são suspeitos. O encontro foi restrito aos ministros da Corte; ninguém fora deles tinha autorização para entrar no local, o que leva à conclusão de que o registro foi feito por algum integrante do STF. A hipótese de que Toffoli seja o responsável ganha sustentação. Veja a análise do jornalista Guilherme Amado: Ministros do STF apontaram Dias Toffoli como o responsável por vazar o conteúdo das reuniões que ocorreram a portas fechadas no Supremo ontem. A gravação das reuniões, cujo teor foi divulgado pelo site Poder 360, é considerada um fato porque as frases citadas na reportagem estão transcritas literalmente. O ministro negou que tenha gravado os colegas. Um ministro ouvido pela coluna pontuou, porém, alguns dados que reforçam a tese de que foi Toffoli quem gravou os colegas. A reportagem do Poder360 traz informações de duas reuniões que ocorreram na quinta‑feira, 12. O primeiro encontro, iniciado por volta das 13h30, contou com Edson Fachin, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes, além de Toffoli. A segunda reunião, iniciada por volta das 16h30, resultou no afastamento do ministro do caso Master e contou com todos os ministros. Ou seja, Toffoli estava nas duas reuniões, e na primeira não havia ninguém além dos ministros. E a tese de que um funcionário da informática do STF poderia ter gravado a conversa? Este mesmo ministro considera pouco plausível. Neste segundo encontro, que se estendeu à noite, dois ministros participaram virtualmente, André Mendonça e Luiz Fux, enquanto os outros oito estavam reunidos na mesma sala do STF. A videoconferência utilizou apenas três computadores: o da sala onde estavam os oito ministros, o de Mendonça e o de Fux. Um técnico do STF entrou virtualmente na sala da videoconferência antes da reunião para conectar os ministros e saiu da chamada após a entrada de Fux e Mendonça. A videoconferência não foi gravada nem acompanhada presencialmente por outra pessoa. O que aponta ainda mais para Toffoli são as declarações positivas a ele presentes em todo o conteúdo vazado ao site Poder360, enquanto, segundo o próprio ministro, havia frases negativas direcionadas a ele.