A viúva do influenciador e empresário Henrique Maderite divulgou nas redes sociais um dos últimos vídeos gravados por ele, descrevendo‑o como uma das últimas “pegadinhas” realizadas antes de falecer. A publicação foi feita nos stories do Instagram por Fernanda Maciel, que aproveitou o momento para agradecer o apoio recebido desde o falecimento do marido. Na quarta‑feira (11), Fernanda escreveu: “Nunca terei palavras para agradecer tanto carinho e acolhimento”, dirigindo‑se ao público que tem demonstrado solidariedade. No mesmo story, ela compartilhou o vídeo gravado por Henrique pouco antes de morrer. Henrique Maderite foi encontrado morto na sexta‑feira (6), em sua fazenda em Ouro Preto, Minas Gerais, aos 50 anos. A família confirmou que a causa foi um infarto fulminante. Nos dias que se seguiram ao falecimento, Fernanda já havia divulgado detalhes sobre os últimos momentos do marido. Segundo ela, Henrique estava na fazenda acompanhado de um amigo próximo, identificado como Bernardo. Durante a tarde, ele praticou atividades que apreciava, como cavalgar e aproveitar a propriedade que tanto amava. Por volta das 17 horas, o influenciador sentiu‑se mal e informou ao amigo que iria tomar banho e descansar. Mais tarde, Bernardo percebeu que Henrique demorava a retornar e encontrou‑o caído no chão da casa. As tentativas de socorro não impediram o óbito, que foi constatado pelos paramédicos ao chegarem ao local. A viúva também relatou ferimentos observados no momento em que Henrique foi encontrado. Segundo o relato, uma corrente que ele usava no pescoço pode ter causado um machucado, e ele também teria batido a cabeça em um móvel ao cair. Henrique Maderite era natural de Belo Horizonte (MG) e acumulava mais de dois milhões de seguidores no Instagram, onde produzia conteúdo de humor e entretenimento, além de parcerias com marcas. Ele também era proprietário de um haras e mantinha uma loja online que vendia produtos com bordões populares usados em suas publicações.
Tarcísio de Freitas declara apoio total a Flávio Bolsonaro na batalha contra o PT (Veja o vídeo)
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, fez um pronunciamento considerado o mais contundente de sua carreira política. Em tom equilibrado, ele denunciou o que, segundo ele, são favorecimentos constantes dos órgãos da Justiça ao governo de Lula e ao PT. “Aos amigos, tudo. Aos inimigos, a lei.” Em seguida, conclamou a população: “Acorda, Brasil”. O discurso indica que Tarcísio pretende apoiar com todas as forças a campanha de Flávio Bolsonaro contra o PT. “O Brasil vai endireitar…”. Veja o vídeo:
Reitora da UFRGS provoca nas redes ao divulgar sexo seguro em bloco de Carnaval (Veja o vídeo)
Reitora da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Marcia Barbosa Velho, aparece em vídeo que viralizou nas redes sociais, fazendo apelo pelo sexo seguro durante o Carnaval. A gravação começou a circular amplamente na internet nesta segunda‑feira (16). Nas imagens, a dirigente da instituição gaúcha exibe um objeto com a frase “Goze sem culpa, mas em segurança”, enquanto dirige sua mensagem aos foliões. “Aproveitem o Carnaval, mas com segurança, minha gente”, afirma a reitora no vídeo. O registro, supostamente captado em um bloco carnavalesco, mostra dois momentos distintos da participação de Barbosa Velho. Em ambas as ocasiões, ela faz o gesto conhecido como “faz o L”, símbolo associado aos apoiadores de Lula. A gravação da professora Marcia Silva Barbosa Velho combina mensagem de saúde pública sobre o uso de preservativos – tema frequente em campanhas durante o período festivo – com o gesto característico dos simpatizantes do atual presidente. O conteúdo gerou repercussão imediata entre usuários das plataformas digitais no Rio Grande do Sul e em todo o país, tornando‑se um dos assuntos comentados nas redes sociais neste início de semana. Veja o vídeo:
Deputado do PSOL provoca confusão com a Polícia Militar e leva spray de pimenta – sem surpresa (Veja o vídeo)
Um deputado do PSOL do Distrito Federal, que participava do bloco de Carnaval como folião, acabou envolvido em uma confusão com a Polícia Militar. Durante a ação, um policial utilizou spray de pimenta, que atingiu o parlamentar. O incidente ocorreu na tarde da segunda‑feira, dia 16, quando agentes efetuaram uma abordagem a suspeitos de tráfico. Na operação, foi apreendido um baseado pronto para consumo e aproximadamente 0,5 grama de maconha, quantidade suficiente apenas para a confecção de mais um cigarro artesanal. A situação teve início com a detenção da coordenadora do Bloco Rebu, Dayse Hansa. Segundo a Polícia Militar do DF, a coordenadora teria interferido na ação policial durante a prisão dos suspeitos identificados no evento. Ao questionar a prisão de Dayse Hansa, o deputado foi atingido por spray de pimenta no rosto. Em uma das gravações, é possível ouvir o parlamentar questionando quem comandava a operação, enquanto um militar ordena seu afastamento: “Quem está no comando?”, perguntou Fábio. “Não toque no policial”, respondeu o militar. “Não estou tocando em ninguém”, contestou o distrital. Em seguida, o deputado se identificou como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Legislativa do DF e anunciou que daria voz de prisão ao policial. “Vamos até a 5ª Delegacia de Polícia agora e o senhor será preso por desacato à autoridade”, afirmou. O policial, que se identificou como comandante, respondeu: “Dane‑se. Se afaste. Dê voz de prisão. Faça o que quiser”. Fábio Félix explicou que tentava estabelecer diálogo sobre a abordagem policial. “Acabei de ser atingido por spray de pimenta da pior forma possível, de maneira desrespeitosa, agressiva e violenta, por um policial que está sob o seu comando. Vamos denunciar o caso à coronel Ana Paula”, declarou o parlamentar. Em resposta, o policial afirmou que o deputado poderia registrar a denúncia e reiterou o pedido para que não houvesse contato físico com os militares. Testemunhas presentes afirmaram que ninguém havia tocado nos agentes durante a discussão. A tensão aumentou quando um terceiro policial interveio, posicionando‑se entre as pessoas que registravam o ocorrido e os envolvidos na discussão, ordenando que os presentes se afastassem. O caso será investigado pelas autoridades competentes, que deverão esclarecer todos os aspectos relacionados à abordagem policial, ao uso do spray de pimenta contra o parlamentar e à conduta dos envolvidos no episódio. Veja o vídeo:
Lula se prepara para encontro com Trump, mas os reais motivos permanecem obscuros
O anúncio da viagem do presidente Lula aos Estados Unidos, prevista para março de 2026, já gera estranheza. Oficialmente, o encontro com o ex‑presidente dos EUA, Donald Trump, seria destinado a “fortalecer relações bilaterais” e a discutir economia, segurança e multilateralismo. Contudo, nas entrelinhas, os reais motivos da visita ainda não são claros. Antes mesmo da viagem, Lula e Trump mantiveram contato telefônico. O Palácio do Planalto informou que a conversa abordou a situação na Venezuela, o Conselho da Paz e o combate ao crime organizado. Analistas, porém, apontam que a agenda oculta seria proteger o processo eleitoral brasileiro de influências externas. A interpretação política é direta: Lula temeria que o Brasil se tornasse alvo de pressões internacionais nas eleições de 2026. O simples fato de precisar de uma reunião desse tipo já indica um receio de perda de controle por parte do governo. Surgem então críticas: um presidente que deveria confiar na soberania nacional estaria buscando “benção” em Washington? O contraste se evidencia: – de um lado, o discurso oficial de “relações bilaterais”. – do outro, a suspeita de que Lula pretende garantir que Trump não interfira no processo eleitoral brasileiro. Seja qual for a versão correta, o encontro revela uma fragilidade: o medo de que a democracia brasileira dependa de acordos nos bastidores. O povo precisa permanecer vigilante. Quando os motivos de uma reunião entre chefes de Estado não são transparentes, há indícios de que há mais em jogo do que o anunciado. O Brasil não pode aceitar que sua soberania seja tratada como moeda de troca em conversas secretas. Lula e Trump se reunirão em março; a data já está confirmada. Contudo, os reais propósitos continuam envoltos em silêncio e desconfiança. Eventuais discussões sobre a utilização de recursos do Tribunal Superior Eleitoral para monitorar o escrutínio ainda não foram esclarecidas.
Caso Master abala República e coloca STF em xeque
O próximo a sofrer as consequências do apoio ao Banco Master será o ministro Alexandre de Moraes. As fraudes financeiras que levaram o Banco Central a decretar a liquidação da instituição bancária vão atingir a República e respingar, com força, no Supremo Tribunal Federal. Vários ministros do STF serão atingidos, mas, por enquanto, os principais são Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. O primeiro foi obrigado a deixar a relatoria do caso; o segundo, recentemente, foi apontado pelo portal Metrópoles como participante de encontros com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, e com o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. Segundo a reportagem, as reuniões teriam ocorrido em um fim de semana do primeiro semestre de 2025, na residência de Vorcaro, em Brasília. Moraes desclassificou a matéria e negou a realização do encontro. Ele afirmou que a narrativa “é falsa e mentirosa. Essa reunião não ocorreu e, lamentavelmente, segue um padrão criminoso de ataques desqualificados contra os integrantes do Supremo Tribunal Federal”. De acordo com o Metrópoles, Moraes teria estado ao menos duas vezes na mansão do banqueiro, localizada no Lago Sul, área nobre de Brasília. Em uma dessas ocasiões, o ministro teria conhecido Paulo Henrique Costa, então presidente do Banco Regional de Brasília, em meio às negociações para uma possível aquisição do Master pelo BRB. O texto sustenta ainda que Moraes estaria acompanhado de um assessor e que testemunhas teriam presenciado o encontro. A resposta do portal veio por meio do jornalista Mário Sabino, que desconstruiu a nota do ministro e afirmou que Moraes “desmente o que não foi publicado e não desmente que esteve duas vezes, pelo menos, na casa de Daniel Vorcaro”. O desmentido de Moraes ocorreu após a publicação da reportagem intitulada “O encontro de Moraes com o presidente do BRB na mansão de Vorcaro”. Para Sabino, o desmentido do ministro “se não se destaca pela sintaxe, a nota prima por desmentir o que não foi dito”, pois “a reportagem não afirma em momento algum que houve uma reunião de Alexandre de Moraes com Paulo Henrique Costa na casa de Daniel Vorcaro”. O que está publicado, segundo ele, é que o ministro conheceu o então presidente do BRB na casa do dono do Banco Master, em ambiente reservado, e ambos trocaram impressões sobre a negociação para a compra do banco. O fato é que o STF, depois desse episódio, jamais será o mesmo. Será muito difícil resgatar a credibilidade, conforme demonstram pesquisas sobre o cenário de divisão e desgaste do maior tribunal do país. O ativismo judicial da corte também é criticado, deixando o Legislativo inerte e acuado. A saída de Dias Toffoli da relatoria do caso Master e sua confissão de que era sócio da empresa Maridt, que vendeu participação no resort Tayayá, no interior do Paraná, para um fundo do cunhado de Daniel Vorcaro, colocou o STF na berlinda. Isso trouxe à tona a confissão do ex‑governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, a respeito do ministro Toffoli, remetida pelo STF ao então Procurador‑Geral da República, Augusto Aras, para análise. Em depoimento aos delegados da Polícia Federal, Cabral relatou que o escritório da advogada Roberta Rangel, então esposa do ministro, teria recebido R$ 4 milhões para favorecer dois prefeitos do Rio — de Volta Redonda e de Bom Jesus de Itabapoana — que tinham processos no Tribunal Superior Eleitoral quando Toffoli integrava a corte, entre 2012 e 2016. Por meio da assessoria do STF, Toffoli afirmou “não ter conhecimento dos fatos mencionados” e declarou que jamais recebeu os supostos valores ilegais. Em nota, também refutou a “possibilidade de ter atuado para favorecer qualquer pessoa no exercício de suas funções”. Os pagamentos, segundo Cabral, teriam ocorrido entre 2014 e 2015. Na época, Antônio Francisco Neto, atual prefeito de Volta Redonda, já comandava o município, e Branca Motta era prefeita de Bom Jesus de Itabapoana. Cabral menciona ainda o Judiciário, incluindo as cortes superiores, o Tribunal de Contas da União e políticos do Rio de Janeiro. Tudo isso passou despercebido até o caso Banco Master, que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, descreveu como “um caso sem precedentes”, classificando‑o como “possivelmente a maior fraude bancária da história do país”. Falta apenas dizer, embora já seja explícito, que o caso Master também abalou a República petista.
Tassos Lycurco alerta: Brasil à beira do colapso (VEJA O VÍDEO)
A direita brasileira é marcada, em grande parte, pela influência evangélica. Sem essa força, não tenho dúvida de que o Brasil já teria seguido o caminho da Venezuela, e os judeus seriam alvo de perseguição, expulsão e até morte. A oposição à agenda marxista não nasce de uma ótica meramente religiosa, mas da verdadeira Igreja — que não se resume a templos, paredes, equipamentos de som ou denominações. Trata‑se de uma instituição invisível e espiritual, formada por pessoas redimidas. O secularismo crescente nas igrejas locais e a promiscuidade política nos púlpitos têm impedido uma transformação genuína em nosso país. Famílias cristãs desestruturadas, filhos rebeldes e pais omissos são marcas dolorosas desta geração. O conforto de um salário no fim do mês, de refeições em bons restaurantes e viagens ocasionais nos dá apenas uma falsa sensação de paz. Vivemos um cristianismo superficial e religioso, incapaz de transformar os corações de nossos filhos. Muitas vezes, esse cristianismo se disfarça de legalismo, mas o fardo se torna tão pesado que as pessoas não conseguem prosseguir na caminhada. Do ponto de vista histórico e bíblico, vemos um paralelo claro. O ministério do profeta Jonas, por volta de 760 a.C., denunciou as práticas pagãs de Nínive: idolatria, violência, rebelião, homicídio, roubo e depravação sexual. A cidade, em resposta, entrou em jejum e clamou ao Deus de Israel por perdão. Amorosamente, o Senhor perdoou o pecado nacional. Cerca de cem anos depois, porém, a geração seguinte voltou às mesmas práticas. Os pais não transmitiram o conhecimento e o temor de Deus aos filhos. Assim, Deus levantou Naum (663–612 a.C.), que anunciou o juízo. Nínive, capital do Império Neoassírio, caiu em 612 a.C., invadida e destruída por uma coalizão liderada pelos babilônios de Nabopolassar e pelos medos. Naum chamou a Assíria de “cidade sanguinária”, não apenas por suas guerras, mas pela crueldade contra inimigos e povos conquistados. O rei Assurnasirpal ordenava mutilações brutais: cortar mãos, pés, narizes e orelhas dos cativos, arrancar olhos e erguer pirâmides de cabeças humanas. Era comum perfurar ouvidos com ferro quente, esfolar prisioneiros vivos e até matar bebês no ventre de suas mães. Ao assistir aos vídeos de Tassos Lycurco, meu coração se entristeceu profundamente. Vejo sinais claros de que estamos caminhando para um colapso em nosso país.
QUE SUPREMO É ESSE?
Nestes dias de carnaval, surgiu um rock que traz a pergunta: “Que Supremo é esse?” Todos sabem a resposta, exceto quem se encontra em estágio avançado de imunização cognitiva: esse Supremo consiste em um conjunto de indivíduos que protegem corruptos, são despreparados para a magistratura, apresentam fraca formação jurídica e reputação moral duvidosa, porém estão altamente preparados para viver e proteger a corrupção. Tornaram‑se magistrados por decisão de um presidente da República, também acusado de corrupção e sem preparo intelectual e moral para o cargo. Não sou admirador de rock, mas a canção oferecida toca a mais profunda ferida da República: o Supremo Tribunal Federal. A degradação moral daquela corte atingiu nível tão alto que um de seus membros, considerado um dos políticos mais arrogantes do grupo, afirmou, em reunião secreta que foi vazada: “Ministro do Supremo não pode ser objeto de suspeita, a menos que seja de pedofilia ou estupro.” A frase representa, segundo o autor, uma confissão de que ministro pode roubar, traficar, violar a Constituição e desrespeitar o arcabouço legal da República sem que isso configure suspeição. O ministro teria afirmado que só não pode ser suspeito, ao contrário de todos os demais cidadãos, de pedofilia ou estupro. É lamentável que o país tenha na sua corte suprema indivíduos com tamanha baixeza intelectual e moral. Sobre a reunião secreta da suposta máfia do STF (Supremo Tayayá Federal), apresento um segundo vídeo, após o da música que pergunta “Que Supremo é esse?”.