Dois nomes conhecidos do meio artístico declinaram o convite para interpretar Lula no desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, no Carnaval do Rio de Janeiro. Entre os artistas que recusaram o papel estão Rui Ricardo Diaz e Thomás Aquino. A escola levou à Marquês de Sapucaí o enredo ‘Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil’, uma homenagem ao petista, que busca a reeleição neste ano — caracterizada no texto original como propaganda eleitoral indecente. Diante das recusas, o papel ficou com o ator Paulo Vieira, por interferência do próprio Lula e de Janja. Já o papel do ex-presidente Jair Bolsonaro coube ao humorista Marcelo Adnet. O desfile da Acadêmicos de Niterói ocorreu em meio a debates na Justiça sobre a participação de enredos que retratam figuras políticas em ano eleitoral, com aparente rejeição recente de ações contrárias ao tema na esfera federal.
Esquerda em polvorosa: 2ª Turma do STF que julgará INSS e Master tem dois ministros indicados por Bolsonaro
A composição da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável por decidir sobre as investigações do Banco Master e os desvios do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), integra os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça — ambos indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro — além do ministro Luiz Fux, que proferiu o único voto favorável ao ex-presidente no julgamento que resultou em sua condenação. Os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli completam a formação do colegiado. Os processos serão relatados pelo ministro André Mendonça. Caso Mendonça decida remeter algum recurso para referendo dos colegas, a análise será realizada pela própria turma. Se a apuração evoluir e culminar na apresentação de denúncia pela Procuradoria-Geral da República (PGR), também caberá à 2ª Turma avaliar a abertura de ação penal e, posteriormente, eventual condenação. Em relação ao caso Master, há expectativa sobre a atuação do ministro Dias Toffoli. Ele era o relator da matéria, mas deixou o caso após a Polícia Federal entregar um relatório ao presidente do STF, Edson Fachin, sobre a relação do ministro com Daniel Vorcaro, que era dono da instituição financeira. Apesar disso, Toffoli não se declarou suspeito para analisar o tema e permanece apto para julgar processos relacionados aos desvios do Master.
Padre condenado por estupro de vulnerável é preso após celebrar missa no Sul do país
Um padre de 56 anos foi preso pela Polícia Civil na noite desta quarta-feira (18) em São Francisco de Paula. Ele possuía mandado de prisão por condenação pelo crime de estupro de vulnerável, expedido pela Justiça de Rondônia. A prisão aconteceu de forma discreta, logo após o religioso celebrar uma missa, quando os fiéis já haviam deixado a igreja. O caso corre em segredo de justiça. Diante dos fatos, levanta-se o questionamento: até quando as instituições religiosas continuarão usando a transferência de estado como escudo para proteger criminosos? Transferir um abusador condenado do Norte do país para celebrar missas no Sul não é proteção à fé — é expor novas comunidades ao perigo e tentar burlar a Justiça. A impunidade não pode vestir batina.
Mendonça determina entrega de dados de Vorcaro à CPI do INSS e à PF, contrariando decisão anterior de Toffoli
O ministro André Mendonça determinou, nesta sexta-feira (20), que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), entregue à CPI mista do INSS e à Polícia Federal os dados do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, obtidos por meio de quebra de sigilo do banqueiro. Mendonça assumiu a relatoria do caso Master na semana passada, após o afastamento de Dias Toffoli. Além de determinar a entrega dos documentos, o ministro decidiu que caberá à Polícia Federal ficar responsável pela guarda das informações. O antigo relator havia determinado que os dados permanecessem com a Presidência do Senado. A decisão atende a um pedido do presidente da CPI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), que solicitou, na última sexta-feira (13), a devolução dos documentos referentes às quebras de sigilo de Vorcaro. O parlamentar argumentou que o acesso aos arquivos é importante para consolidar as provas colhidas e para avançar com a elaboração do relatório final. “A comissão tem o dever constitucional de apurar os fatos com profundidade, respeito ao devido processo legal e total transparência”, afirmou o senador Carlos Viana.
Vorcaro desiste de depor na CPMI do INSS após Mendonça negar transporte em jato particular
A presença do ministro André Mendonça na relatoria do caso Master está provocando mudanças significativas no andamento das investigações. A disposição que Daniel Vorcaro demonstrava em depor na CPMI do INSS desapareceu abruptamente. O dono do Banco Master decidiu que não comparecerá à CPMI na próxima semana, quando prestaria esclarecimentos ao colegiado comandado pelo senador Carlos Viana. O depoimento do empresário estava previsto para a próxima segunda-feira. Um dia depois da data marcada para o depoimento na CPMI, estava agendada uma oitiva na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Mendonça negou o pedido feito pelos advogados de Vorcaro para que o banqueiro se deslocasse a Brasília em um jatinho particular. A determinação era clara: ele teria de viajar em voo comercial, devidamente acompanhado por policiais federais. Diante disso, Vorcaro optou por desistir.
Prefeito do Rio imita deficiente visual no carnaval e só diz que foi uma ‘infelicidade’ — Veja o vídeo!
Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, foi flagrado simulando uma pessoa com deficiência visual em um camarote na Marquês de Sapucaí. O episódio aconteceu durante as festividades do carnaval carioca. O ocupante de um cargo de alta relevância foi registrado debochando de pessoas com uma séria deficiência. Depois de um longo silêncio, sem condições de continuar fugindo do assunto, Paes resolveu se pronunciar. O prefeito não deu maiores explicações. Não demonstrou arrependimento. Disse apenas que o ocorrido foi uma “infelicidade”. Veja o vídeo:
Mãe perde a guarda da filha e assassina a menina de 11 anos antes de tirar a própria vida em Las Vegas
Um crime brutal chocou os Estados Unidos no domingo (15): policiais encontraram, em um quarto de hotel em Las Vegas, Nevada, os corpos de Tawnia McGeehan e de sua filha, Addi Smith, de apenas 11 anos. A mãe atirou na filha e, em seguida, tirou a própria vida. As duas eram de West Jordan, Utah, mas estavam em Las Vegas para uma competição de líderes de torcida. Addi se preparava para ser uma cheerleader e integrava uma equipe de 13 meninas de uma academia chamada Utah Xtreme Cheer. A polícia foi acionada quando o treinador da garota percebeu que mãe e filha não haviam comparecido à competição. Um bilhete teria sido encontrado no quarto, explicando o ocorrido. Segundo reportagem do The Salt Lake Tribune, Addi “estava ansiosa para se aperfeiçoar no esporte, dedicando tempo extra na academia e fazendo aulas particulares sempre que possível”. Kory Uyetake, dono da academia, lamentou a perda: “O cheerleading era a vida dela. Cheer era a sua definição e ela vivia isso plenamente.” A mãe travava uma disputa pela guarda da filha com o ex-marido havia cerca de dez anos. Após tomar conhecimento de que havia perdido a guarda, ela cometeu o crime como ato de vingança.
Presidente da Unafisco silencia após ser intimado a depor por determinação de Moraes
O presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco), Kleber Cabral, tomou uma decisão drástica após ser intimado a depor pela Polícia Federal, por determinação do ministro Alexandre de Moraes: suspendeu todas as suas entrevistas programadas. Cabral terá que esclarecer perante a PF as críticas que fez a uma operação determinada por Moraes. A ação investiga servidores da Receita Federal suspeitos de acessar indevidamente dados de ministros do STF e de seus familiares. As declarações que motivaram a convocação foram feitas em entrevistas concedidas à imprensa na quarta-feira (18). Na ocasião, o presidente da Unafisco afirmou que seria “menos arriscado fiscalizar membros do PCC” do que ministros do STF. A frase foi dita dois dias antes da intimação, e seu conteúdo motivou diretamente a convocação para o depoimento. Cabral optou por suspender novas entrevistas até prestar esclarecimentos ao STF. Segundo pessoas próximas ao dirigente sindical, a audiência será realizada de forma online. Ele pretende se pronunciar publicamente somente após depor, de acordo com o encaminhamento do depoimento. A intimação para depor pela PF, conforme noticiado, parece demonstrar que ele estava certo em sua declaração.
Mendonça age com firmeza no caso Master e barra acesso do diretor-geral da PF às investigações
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça agiu de forma firme no caso Master e limitou a influência do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, sobre as investigações. Na decisão, Mendonça determinou que “apenas e tão somente as autoridades policiais e agentes diretamente envolvidos na análise e condução dos procedimentos” tenham acesso às informações compartilhadas no inquérito. “Somente as autoridades policiais e agentes diretamente envolvidos na análise e condução dos procedimentos reciprocamente compartilhados é que devem ter conhecimento das informações acessadas, o que lhes impõe o dever de sigilo profissional, inclusive em relação aos superiores hierárquicos e outras autoridades públicas”, afirmou Mendonça no despacho. Conforme noticiado pelo G1, na prática, a decisão reforça que delegados devem manter o sigilo das investigações e não são obrigados a compartilhar dados com superiores hierárquicos que não estejam formalmente vinculados ao inquérito — o que inclui o diretor-geral da Polícia Federal. Ainda segundo o G1, ao enfatizar que o dever de sigilo se restringe aos investigadores formalmente designados, Mendonça não apenas revoga limitações impostas ao trabalho técnico da PF no caso Master, como também envia um recado institucional: o fluxo de informações em investigações sensíveis deve permanecer circunscrito à equipe responsável, reduzindo a margem de atuação da cúpula administrativa da corporação. “Em relação a outras áreas e autoridades da Polícia Federal que não estejam diretamente incumbidas das atividades investigativas, ficam restritos o acesso às informações e andamento das investigações, razão pela qual as autoridades administrativas e estruturas correspondentes devem apenas prover os meios e recursos humanos e materiais necessários ao bom, célere e efetivo andamento das investigações”, afirmou o ministro. Nos bastidores, a decisão é vista como reflexo de um incômodo já manifestado por Mendonça em outro contexto: a CPI do INSS, da qual é relator e que também investiga o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Pessoas com conhecimento do caso afirmam que, entre os fatores que motivaram a decisão de reforçar a proteção da investigação em relação ao diretor-geral da PF, está a percepção de Mendonça de que informações sensíveis vinham chegando previamente ao comando da corporação. Rodrigues é muito próximo do presidente Lula, com quem tem viajado, e é cotado como possível nome para assumir um ministério.
Mendonça age contra diretor-geral da PF nomeado por Lula no caso Master
A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que derrubou restrições impostas pelo então relator do caso Master, Dias Toffoli, e determinou a retomada de perícias e depoimentos no processo, é um movimento para limitar a influência do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, sobre as investigações. A informação é da jornalista Julia Duailibi, do portal G1. Na decisão, Mendonça determinou que “apenas e tão somente as autoridades policiais e agentes diretamente envolvidos na análise e condução dos procedimentos” tenham acesso às informações compartilhadas no inquérito — atingindo diretamente o diretor-geral nomeado por Lula. Veja: O livro “Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF” mergulha no coração do caso — não como uma reportagem comum, mas como uma autópsia do poder brasileiro. Ao seguir o caminho do dinheiro, das decisões judiciais e das relações políticas, a narrativa revela um mecanismo que vai muito além de fraude financeira: um sistema de proteção institucional capaz de travar investigações, silenciar órgãos de controle e transformar escândalos bilionários em processos eternamente inconclusos. Mais do que contar um caso, a obra expõe um padrão. O Banco Master não seria um acidente dentro do sistema, mas um produto dele. O livro está em pré-venda com frete grátis para todo o país. Acesse o link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda