Em menos de dez horas, dois tremores de terra foram registrados no município de Felixândia, no interior de Minas Gerais, segundo monitoramento da Rede Sismográfica Brasileira. Os moradores da região sequer perceberam as movimentações sob seus pés. O primeiro abalo ocorreu no período da manhã, com magnitude de 2,4 na escala Richter. À noite, um segundo tremor foi detectado, desta vez com magnitude de 2,5. Nenhum dos dois eventos foi sentido pela população local, e não houve qualquer registro de dano material ou vítimas. Os eventos integram uma sequência recente de movimentações geológicas no estado. Em poucos dias, outro tremor já havia sido identificado em Minas Gerais, reforçando o histórico da região em relação a esse tipo de fenômeno natural. Segundo sismólogos responsáveis pela análise, esses abalos são resultado da acomodação de pressões na crosta terrestre. Ocorrências desse porte são consideradas normais, e Minas Gerais é o estado brasileiro com o maior número de registros desse tipo de atividade sísmica.
Vídeo perturbador: Polícia divulga imagens do momento em que síndico ataca corretora antes de matá-la a tiros
A Polícia Civil tornou públicas, nesta quinta-feira (19), imagens que registram o instante em que o síndico Cléber Rose de Oliveira agride a corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, logo após ela deixar o elevador de um edifício em Caldas Novas (GO). O material foi extraído do celular da própria vítima e passou a integrar o inquérito. Nas gravações, é possível ver Daiane chegando ao subsolo do prédio e caminhando em direção aos quadros de energia elétrica — área onde ela pretendia verificar uma falha no fornecimento de luz. De acordo com as investigações, a corretora foi morta com dois tiros na cabeça. A linha de apuração da corporação indica que os disparos ocorreram fora do edifício. Em declaração ao portal G1, o delegado André Luiz Barbosa afirmou: “A perícia mostrou claramente que qualquer disparo dado seria ouvido na recepção do prédio.” O desaparecimento de Daiane foi registrado em 17 de dezembro de 2025, depois que ela desceu ao subsolo do condomínio onde residia para checar a interrupção de energia. Após 42 dias de buscas, o corpo foi encontrado pelas autoridades. O síndico do condomínio, de 49 anos, admitiu a autoria do homicídio e indicou aos policiais o local onde havia ocultado o corpo. Ele foi detido e permanece à disposição da Justiça. O filho do investigado, Maicon Douglas de Oliveira, chegou a ser preso, mas foi liberado posteriormente. Conforme informou a polícia, o envolvimento dele no crime foi descartado ao longo das apurações.
Janja expulsa filha de Lula de sala reservada no Sambódromo; discussão ocorreu diante de Alckmin
Um episódio de tensão marcou a noite de domingo (15) no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. A primeira-dama Janja da Silva determinou a retirada de Lurian da Silva, filha do presidente Lula, da sala reservada ao chefe do Executivo no camarote da prefeitura, durante as celebrações em que o petista foi homenageado pela Acadêmicos de Niterói. O espaço era destinado exclusivamente ao presidente e tinha circulação controlada. Para ingressar no local, era indispensável a autorização tanto de Lula quanto de Janja. Autoridades do governo, aliados políticos, familiares e amigos haviam sido convidados para acompanhar o desfile no camarote, mas o presidente permanecia em um ambiente separado, de acesso restrito. Segundo relatos feitos à coluna, Lurian entrou na sala com a intenção de cumprimentar o pai. Ela estava acompanhada de Thiago, neto do presidente — filho de Marcos, o primogênito de Lula. A princípio, a visita teria caráter breve, mas o clima mudou quando se percebeu que a conversa poderia se estender. De acordo com os relatos, Janja afirmou que aquele não seria o momento adequado para conversas prolongadas, orientando que a filha apenas cumprimentasse o presidente e deixasse o local. Lurian, porém, manifestou o desejo de permanecer e conversar com o pai. A primeira-dama, então, teria elevado o tom de voz e declarado: “Aqui não é lugar para isso”, solicitando que ela se retirasse. A discussão ocorreu diante do presidente, do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e da esposa dele, Lu Alckmin. Testemunhas relatam que Lurian também respondeu de forma incisiva, afirmando que Janja não compreende o que é uma estrutura familiar e não entende a relação entre pais e filhos. Como a porta da sala estava aberta, parte do desentendimento foi ouvida por assessores da Presidência e da prefeitura. Após o embate, pai e filha se despediram, e Lurian retornou ao espaço onde estavam os ministros. Apesar da tentativa de manter a situação sob discrição, o episódio rapidamente se espalhou pelo camarote. Ela teria sido vista com lágrimas nos olhos. O ambiente externo também refletia desconforto. Ministros aguardavam a oportunidade de conversar com Lula, mas enfrentavam dificuldades para acessar a sala reservada. Um deles descreveu o clima como pesado. A justificativa apresentada era de que a primeira-dama buscava evitar aglomeração em um espaço considerado pequeno. Os auxiliares conseguiam falar com o presidente apenas quando ele deixava o ambiente restrito e circulava pela área principal do camarote. Um dos casos mais delicados envolveu a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Incentivada por colegas a procurar o presidente, ela não teve autorização para entrar na sala, assim como ocorreu com a maioria dos ministros presentes. A situação gerou questionamentos porque o secretário-executivo da pasta, Marcio Tavares do Santos, permaneceu no espaço reservado durante todo o tempo. Amigo pessoal de Janja, ele acompanhava Lula inclusive na avenida, para que o presidente cumprimentasse integrantes das escolas de samba que desfilavam. Em nota enviada à coluna, a assessoria do Ministério da Cultura declarou: “A ministra Margareth estava de férias e o Márcio estava a trabalho. Ele foi a pessoa que conduziu o presidente para cumprimentar as quatro escolas que desfilaram nesse dia. As entradas na sala privada eram para essa função. Sobre a decisão de quem entra na sala privada do presidente, sugerimos checar com a presidência, já que não é função do Ministério da Cultura.” Procurada, Lurian afirmou: “Eu nem vi a Janja. Só vi o meu pai. Ela não estava na sala quando eu entrei.” A assessoria da primeira-dama, que está em viagem com Lula, não foi localizada para comentar o episódio.
Escola que homenageou Lula no carnaval termina em último lugar e é rebaixada para a Série Ouro
A divulgação do resultado do carnaval carioca provocou reação imediata de uma das agremiações envolvidas. A Acadêmicos de Niterói terminou na última colocação do Grupo Especial e foi rebaixada para a Série Ouro do próximo ano, após levar para a avenida um enredo dedicado ao petista Lula. O desfile apresentou a trajetória pessoal e política do petista sob o tema “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”. Após a leitura das notas, a escola recorreu às redes sociais para se manifestar publicamente e adotou um tom de exaltação à própria apresentação, afirmando que “a arte não é para os covardes” — numa tentativa de disfarçar o fracasso. Na publicação, a agremiação agradeceu aos integrantes e destacou o empenho da comunidade, classificando a participação como marcante. A escola também levantou questionamento simbólico sobre o significado do desfile, sugerindo que o objetivo teria sido deixar registro histórico independentemente do resultado. Com a queda na classificação, a Acadêmicos de Niterói retornará ao grupo de acesso no próximo carnaval. A agremiação sinalizou, contudo, que considera a apresentação relevante do ponto de vista cultural e identitário, mesmo diante da avaliação desfavorável dos jurados.
Juízes federais ameaçam ‘operação tartaruga’ e greve após STF suspender penduricalhos
Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu os chamados “penduricalhos” — verbas classificadas como indenizatórias que, na prática, aumentam os salários e permitem a ultrapassagem do teto remuneratório previsto na Constituição Federal. A decisão do ministro Flávio Dino foi anunciada no dia 5 de fevereiro. Na quinta-feira (19), o ministro também proibiu a aplicação de novas normas sobre parcelas remuneratórias e indenizatórias que ultrapassem o teto constitucional. A medida complementa a liminar anterior. Diante disso, segundo a jornalista Mirelle Pinheiro, do site Metrópoles, mensagens que circulam em grupos de magistrados da Justiça Federal apontam para o descontentamento com a decisão. Os magistrados têm classificado a medida como “injusta e desproporcional” e feito duras críticas, citando inclusive a possibilidade de adotar a chamada “operação tartaruga” — ritmo de trabalho reduzido — e até mesmo greve.
Júnior Lima na Justiça: empresário pede oitiva de testemunhas em ação que cobra R$ 100 mil e envolve Xororó como fiador
O empresário Décio Yoshimoto protocolou nesta quinta-feira (19) um pedido judicial para que testemunhas sejam ouvidas no processo que move contra o cantor Júnior Lima. A solicitação foi apresentada no caso relacionado ao contrato de locação de um imóvel. O pedido ocorreu após o juiz responsável determinar a realização de uma perícia técnica no local. Yoshimoto move a ação alegando que Júnior rescindiu antecipadamente o contrato de aluguel sem cumprir o prazo mínimo de permanência estabelecido. O cantor justificou a saída do imóvel afirmando que o local era “inabitável” devido a problemas de umidade e bolor que representariam riscos à saúde. O empresário contesta essa versão e busca comprovar que a propriedade estava em condições adequadas durante todo o período contratual. Na manifestação apresentada ao tribunal, Yoshimoto declarou estar ciente da determinação judicial para a realização da perícia técnica. Ele reforçou a importância da produção de provas testemunhais para o esclarecimento dos fatos, argumentando que os depoimentos são fundamentais para estabelecer as reais condições físicas da propriedade durante a vigência do contrato de locação. Segundo Yoshimoto, as pessoas que frequentaram a residência enquanto era ocupada pelo artista poderão confirmar que o imóvel não se tornou inabitável. O empresário sustenta que essas testemunhas atestaram que a estrutura da propriedade estava devidamente preservada. A defesa do locador busca demonstrar que não havia problemas estruturais que justificassem o rompimento antecipado do acordo. O autor da ação afirma que os depoimentos serão importantes para esclarecer em que condições Júnior deixou o imóvel após a devolução das chaves. Yoshimoto alega que a oitiva das testemunhas evidenciará que os danos relatados pelo cantor resultaram de uso inadequado ou de tentativa de esquivar-se da multa pela rescisão antecipada do contrato. Os depoimentos, segundo ele, complementarão o resultado da perícia técnica determinada pelo juiz. No início de fevereiro, Yoshimoto havia indicado os nomes de três testemunhas que pretende levar ao tribunal. Na decisão que determinou a realização da perícia, o magistrado observou que os pedidos de produção de prova oral somente serão analisados após a entrega do laudo pericial. A estratégia do empresário combina evidências técnicas e testemunhais para fundamentar sua posição no processo. O processo foi iniciado pelo empresário após Júnior ter decidido rescindir o contrato de locação antes do término do prazo mínimo acordado. No contrato, figuram como fiadores os pais do cantor, Xororó e Noely. Yoshimoto solicitou judicialmente que Júnior e seus fiadores paguem um débito que totaliza aproximadamente cem mil reais, referente às penalidades pela rescisão antecipada e a eventuais danos ao imóvel. A defesa de Júnior baseia-se na alegação de que o imóvel apresentava umidade e bolor persistentes, condições que tornariam o local inadequado para moradia e danosas à saúde. O cantor sustenta que tais circunstâncias justificariam a rescisão contratual sem o pagamento das multas previstas. A perícia determinada pelo juiz deverá avaliar tecnicamente essas alegações e as condições reais da propriedade. O caso aguarda agora a realização da perícia técnica no imóvel. O exame deverá analisar as condições estruturais da propriedade e verificar a existência dos problemas alegados por Júnior. Após a entrega do laudo pericial, o juiz analisará o pedido de oitiva das testemunhas apresentado por Yoshimoto. A combinação dessas provas será determinante para o desfecho do processo, que envolve o cantor e sua família.
Brandwatch detecta indícios de automação em mobilização digital pró-Lula após rebaixamento da Acadêmicos de Niterói no Carnaval
A plataforma Brandwatch identificou indícios de automação em mobilização digital favorável ao presidente Lula, após o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói no Carnaval do Rio de Janeiro. A agremiação homenageou o presidente em sua apresentação, mas terminou na última colocação e foi rebaixada. O mapeamento concentrou-se no período entre 15 e 18 de fevereiro. Durante esses quatro dias, a movimentação digital em torno do tema ganhou volume expressivo na plataforma X. Segundo o estudo, a mobilização “apresentou padrões inorgânicos compatíveis com atuação artificial na rede X”. O perfil @Warley_Lopes registrou 5.969 publicações ao longo dos quatro dias monitorados. O volume de postagens chegou a atingir picos de aproximadamente 400 publicações por hora. Outros perfis examinados demonstraram padrão similar de atividade, cada um produzindo mais de 3.000 postagens no mesmo período. Os mil perfis com maior atividade produziram coletivamente mais de 200 mil publicações em quatro dias. A concentração de postagens nesse grupo específico de contas chamou a atenção dos analistas. O monitoramento identificou características recorrentes nos perfis analisados. Foi observada a predominância quase absoluta de retuítes, com baixa produção de conteúdo autoral. A atividade em rajadas intensivas também foi registrada como traço comum, com picos abruptos de publicações. Os perfis demonstraram alinhamento temático rígido, com foco concentrado na defesa do governo e em ataques a opositores. A monotematização foi outro aspecto identificado: os perfis abordaram recorrentemente Lula e o Carnaval. O estudo concluiu que “o conjunto de evidências aponta para comportamento incompatível com padrões usuais de engajamento espontâneo e reforça a hipótese de mobilização artificial coordenada ou automatização parcial na amplificação do debate digital após o desfile”. A análise não identificou os responsáveis pela eventual coordenação das contas.
Mendonça derruba decisões de Toffoli no caso Master e restaura autonomia da Polícia Federal
O ministro André Mendonça determinou a retomada do fluxo ordinário de ações de perícia e depoimentos nas investigações conduzidas pela Polícia Federal, suspendendo as restrições que haviam sido impostas aos peritos e investigadores e devolvendo ao órgão autonomia para atuar. A decisão autoriza explicitamente a realização de diligências ordinárias, incluindo a oitiva de investigados e testemunhas nas dependências da própria PF, desde que respeitadas a compartimentação das informações e a preservação do sigilo. Conforme consta no texto da decisão: “A adoção do fluxo ordinário de trabalho pericial da Instituição, bem como a realização de diligências ordinárias que se façam eventualmente necessárias – como, por exemplo, a oitiva de investigados e testemunhas nas dependências da Polícia Federal –, está autorizada, desde que respeitada a devida compartimentação das informações e a congruência com os princípios da preservação do sigilo e da funcionalidade.” O relator fundamentou sua decisão na informação fornecida pela PF de que há cerca de 100 dispositivos eletrônicos a serem periciados. O órgão informou ainda que as extrações consideradas mais urgentes já foram realizadas em caráter excepcional, com o objetivo de prevenir a perda de conteúdo sensível. A decisão de Mendonça vai na direção oposta do que havia determinado o ministro Dias Toffoli, que estabeleceu em janeiro que bens e documentos apreendidos pela PF fossem lacrados e armazenados na Corte. Além disso, Mendonça reduziu o nível de sigilo aplicado às investigações do banco Master: o grau passou do nível 4 — sigilo máximo — para o nível 3, o sigilo padrão. O ministro também acatou o pedido da PF e autorizou a custódia, análise e extração de dados nos moldes institucionais previstos nos normativos internos da Polícia Federal. A decisão estabelece que apenas as autoridades policiais e agentes diretamente envolvidos na condução dos procedimentos devem ter acesso às informações. Nos termos da decisão: “Somente as autoridades policiais e agentes diretamente envolvidos na análise e condução dos procedimentos reciprocamente compartilhados, é que devem ter conhecimento das informações acessadas, o que lhes impõe o dever de sigilo profissional, inclusive em relação aos superiores hierárquicos e outras autoridades públicas.”
BASTIDORES REVELADOS: As festas de Daniel Vorcaro em Trancoso, com estrangeiras trazidas em jatinhos e alegação de gravações ocultas — Veja o vídeo!
As revelações envolvendo Daniel Vorcaro ganharam contornos que vão além do campo do entretenimento privado e avançam sobre o terreno da política e da moral pública. O que começou como relatos de festas em Trancoso, na Bahia, hoje ecoa nos corredores de Brasília. Mensagens anexadas a processo judicial e divulgadas pela Brasil Paralelo descrevem encontros marcados por alto padrão de luxo, bebidas caríssimas, superlotação e a presença de acompanhantes estrangeiras. Segundo os registros, parte dessas mulheres seria oriunda do Leste Europeu, incluindo russas e ucranianas, trazidas ao Brasil em jatinhos exclusivos para os eventos. Um detalhe que chama atenção é o fato de muitas dessas mulheres não falarem português. De acordo com as conversas reveladas, essa característica teria sido considerada estratégica, evitando que compreendessem diálogos reservados entre os participantes. Outro ponto grave é a alegação de que as festas teriam sido filmadas sem o conhecimento de todos os convidados. Em ambientes onde circulam empresários influentes e, supostamente, autoridades com poder decisório, a existência de registros audiovisuais levanta sérias questões sobre vulnerabilidade, exposição e eventual uso indevido dessas imagens. A proprietária do imóvel afirma que houve descumprimento contratual, excesso de convidados e transtornos à vizinhança. Diante da repercussão, o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União solicitou apuração para verificar a possível participação de agentes públicos e eventuais implicações institucionais. A defesa de Vorcaro sustenta que se tratava de encontros privados entre adultos e nega qualquer ilegalidade. Ainda assim, o caso transcende o aspecto jurídico imediato. A inquietação em Brasília não se resume às festas em si, mas ao conjunto do cenário: luxo ostensivo, estrangeiras trazidas em voos particulares e a sombra de gravações ocultas envolvendo figuras que transitam nas esferas do poder. Em um país onde decisões impactam milhões de brasileiros, a sociedade questiona até que ponto bastidores como esses podem influenciar, constranger ou comprometer o exercício da autoridade pública. O que está em jogo não é apenas a reputação individual, mas a confiança nas instituições. Veja o vídeo:
Lula fica paralisado enquanto Janja e Lurian brigam no camarote da Marquês de Sapucaí
Em pleno camarote na Marquês de Sapucaí, a filha de Lula, Lurian, e a primeira-dama Janja protagonizaram uma briga constrangedora. O episódio teve início quando Lurian se dirigiu à sala reservada onde Lula e Janja estavam, dentro do camarote. O espaço tinha acesso restrito — só entrava quem tivesse autorização. Janja mandou Lurian dar um beijo no pai e se retirar. A ordem foi o estopim da confusão. De acordo com relatos, Lurian afirmou que Janja não sabe o que é uma estrutura familiar e não entende a relação entre pais e filhos. A atual primeira-dama do Brasil não tem filhos. A filha mais velha de Lula deixou a sala chorando. A discussão foi presenciada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin e por sua esposa, Dona Lu Alckmin, que estavam na sala com Lula. A reação de Lula foi de covardia, como sempre. Não se meteu. Ficou quieto. Incapaz de sair em defesa da filha e de permitir que ela permanecesse no local. Lula tentou esconder, mas sua verdadeira face foi exposta. Detalhes e revelações do passado do petista estão no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”. Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Veja a capa: