O Carnaval foi marcado por um desentendimento direto entre Janja e Lurian, filha do presidente Lula. O embate entre as duas foi relatado pela jornalista Mônica Bergamo. Segundo relatos, a confusão teve início quando Lurian foi até a sala reservada onde Lula e Janja se encontravam dentro do camarote. O espaço tinha acesso restrito — só entrava quem tinha autorização do presidente. Aliados de Lula relatam que, enquanto Lurian cumprimentava o pai, Janja afirmou que aquele momento não era para conversas mais prolongadas e mandou que a filha do presidente desse um beijo e se retirasse. Lurian reagiu, dizendo que queria conversar com o pai. Janja retrucou e pediu que ela deixasse a sala. Foi nesse momento que o clima esquentou. De acordo com os relatos, Lurian destratou Janja, afirmando que ela não sabe o que é uma estrutura familiar e não entende a relação entre pais e filhos. Janja não tem filhos. O episódio ocorre em meio a outro constrangimento: Lula já havia sido exposto ao xingamento proferido por seu filho, identificado pelo apelido Luleco, que chamou Janja de “put*”.
Ministros do STF perdem a confiança em Moraes e lançam insinuação perturbadora: ‘Será que quer montar dossiês?’
O ministro Alexandre de Moraes, relator do Inquérito das Fake News no Supremo Tribunal Federal, está ficando cada vez mais isolado entre os próprios colegas da Corte. A razão, segundo declarações recentes de ministros do STF relatadas pelo jornalista Lauro Jardim, é a ausência total de confiança no magistrado. Um dos ministros foi direto ao ponto: “O clima é péssimo, de muita desconfiança.” Outro integrante da Corte foi além e levantou uma insinuação ainda mais grave, questionando as intenções de Moraes em relação a dados requisitados à Receita Federal: “Ninguém mais confia em ninguém. Será que o Alexandre quer montar dossiês contra outros ministros com esse material que ele requereu à Receita?” Um terceiro ministro do STF resumiu o estado interno da instituição em poucas palavras: “Supremo está desarrumado.” Também está disponível o livro “Supremo Silêncio”, no qual são expostas a perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros episódios relacionados ao Inquérito das Fake News.
Moraes arquiva inquérito contra Carla Zambelli após PGR concluir que não havia elementos para denúncia
O ministro Alexandre de Moraes decidiu arquivar o inquérito que investigava a ex-deputada Carla Zambelli por supostos crimes de coação no curso do processo e obstrução de investigação. A medida foi tomada após manifestação da Procuradoria-Geral da República, que concluiu não haver elementos suficientes para sustentar uma denúncia. A apuração havia sido aberta após declarações concedidas pela parlamentar em entrevista, nas quais afirmou que pretendia permanecer nos Estados Unidos e solicitar asilo político ao governo norte-americano, mencionando ainda estratégia semelhante à utilizada por Eduardo Bolsonaro. Ao analisar o caso, Moraes acolheu integralmente o parecer do Ministério Público, afirmando que o material reunido não permitia a continuidade da investigação. Com isso, o procedimento foi oficialmente encerrado sem apresentação de acusação formal. O livro “Supremo Silêncio” expõe a perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros casos relacionados ao Inquérito das Fake News e segue disponível para o público. Acesse pelo link: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber
Lindbergh aciona o TSE contra Flávio Bolsonaro por suposta propaganda eleitoral antecipada
A disputa política antecipada para 2026 já começa a gerar embates jurídicos. O deputado federal Lindbergh Farias apresentou representação ao Tribunal Superior Eleitoral contra o ex-ministro do Turismo Gilson Machado Neto e o senador Flávio Bolsonaro, alegando que houve promoção eleitoral fora do período permitido. O caso teve origem após a divulgação de um vídeo nas redes sociais em que o ex-ministro aparece colando adesivos com referência direta ao nome do senador para a próxima eleição presidencial. Segundo a ação protocolada, a gravação contém manifestação explícita de apoio com objetivo de eleger o parlamentar. Para o deputado do PT, a mensagem ultrapassa o debate político e caracteriza tentativa concreta de campanha antes do prazo legal, uma vez que associa imagem e candidatura futura ao eleitorado. Na petição, Lindbergh solicita decisão urgente determinando a retirada do conteúdo em até 24 horas, além da proibição de novas publicações semelhantes. Também requer a aplicação de multa diária em caso de descumprimento da ordem e a imposição de penalidades individuais aos envolvidos. O documento ainda pede o envio do caso ao Ministério Público Eleitoral para análise de eventual abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. O argumento utilizado é o de que a atuação de um ex-ministro aliado poderia influenciar o eleitorado antes do período oficial de campanha.