Na madrugada do último sábado (21/2), a ex-vereadora de Nova Prata, no Rio Grande do Sul, Roseli Vanda Pires Albuquerque, foi encontrada morta em circunstâncias que agora são alvo de investigação policial. Além de ter exercido mandato no Legislativo municipal, ela atuava como diretora administrativa da Secretaria de Esporte e Lazer do Estado. Conforme dados preliminares apurados pelas forças de segurança, o principal suspeito é Ari Albuquerque, ex-marido da vítima. Ele também foi localizado sem vida no mesmo imóvel, o que levanta a hipótese de um crime seguido de suicídio — linha investigativa que ainda depende de confirmação oficial. Segundo as primeiras informações, o fato teria ocorrido por volta das 3h30min. Instantes antes, Roseli teria enviado uma mensagem de texto à mãe. O conteúdo da mensagem não foi divulgado pelas autoridades, mas o envio causou apreensão na familiar, que acionou a Brigada Militar. Ao chegarem ao endereço indicado, os policiais encontraram o casal já sem sinais vitais. A delegada responsável pela investigação, Liliane Kramm, informou que não havia registros recentes de Medidas Protetivas de Urgência (MPUs) envolvendo as partes. Segundo ela, o ex-companheiro não residia mais no apartamento, embora ainda mantivesse a chave do imóvel, onde havia morado anteriormente com Roseli e com o filho do casal, atualmente com 26 anos. O inquérito está sob responsabilidade da Delegacia de Nova Prata, que trabalha para esclarecer as circunstâncias do ocorrido, apurar a dinâmica dos fatos e confirmar oficialmente a motivação do crime.
Ex-vereadora é assassinada a estrangulamento no RS e ex-marido é encontrado morto no mesmo apartamento
Um crime brutal abalou o município de Nova Prata, no interior do Rio Grande do Sul. A ex-vereadora Roseli Vanda Pires Albuquerque, de 47 anos, foi assassinada dentro do apartamento onde vivia. O caso chocou a cidade e as autoridades já identificaram o principal suspeito. Conforme informações preliminares das autoridades, o principal suspeito do crime é o ex-marido da vítima — que também foi encontrado morto no mesmo apartamento. Segundo declarou a delegada Liliane Pasternak Krann, Roseli foi estrangulada dentro da residência. O homem, com quem ela manteve união por 28 anos, estava separado havia aproximadamente seis meses. Conforme apurado até o momento, a vítima não possuía medida protetiva contra o ex-companheiro. Natural de Paraí, Roseli construiu trajetória tanto na política municipal quanto no cenário estadual. Ela exerceu mandato como vereadora e, na eleição municipal mais recente, disputou o cargo de vice-prefeita pelo PSD, integrando a chapa encabeçada por Volnei Minozzo. Ao longo de sua vida pública, também desempenhou a função de assessora parlamentar do ex-deputado estadual Danrlei, ampliando sua atuação no Legislativo gaúcho. À época do crime, ocupava a diretoria na Secretaria de Esporte e Lazer do Estado do Rio Grande do Sul. Roseli deixa um filho de 26 anos. O caso segue sob investigação das autoridades competentes.
Mesmo soluçando e com crise de vômitos, Bolsonaro articula lista de pré-candidatos ao Senado e a governos estaduais
Carlos Bolsonaro publicou uma nota após visitar o presidente Jair Bolsonaro na Papuda, na tarde do sábado, 21 de fevereiro de 2026. Segundo o próprio Carlos, ele teve uma longa e atenta conversa com o pai. Na ocasião, também encontrou e apertou a mão dos parlamentares Nikolas Ferreira (MG) e Sanderson (RS). Carlos descreveu o estado de saúde do pai como preocupante: Jair Bolsonaro continua soluçando intensamente e, na véspera da visita, apresentou uma crise severa de vômitos ao longo da tarde. Carlos referiu-se ao pai como preso político. Ainda assim, segundo Carlos Bolsonaro, o presidente pediu que ele informasse ao público que está confeccionando, inicialmente, uma lista de pré-candidatos ao Senado, aos governos estaduais e a outras participações políticas igualmente relevantes. Na mesma nota, Carlos afirmou que o pai, mesmo diante da evidente degradação de sua saúde, mantém-se focado, lúcido e construtivo. Classificou a postura como “verdadeiramente impressionante”, destacando a força que Jair Bolsonaro demonstra em meio a tantas adversidades. Carlos encerrou a publicação agradecendo, em nome de sua família, todas as energias emanadas para o bem-estar e para a preservação da saúde do presidente.
Asa-delta cai no mar em São Conrado: instrutor morre e passageira fica em estado grave
Na manhã deste sábado, 21, uma asa-delta caiu no mar na Praia de São Conrado, Zona Sul do Rio de Janeiro, resultando em uma morte e deixando uma passageira em estado grave. O acidente mobilizou equipes de resgate e chamou a atenção de frequentadores da região. Segundo relatos de testemunhas, o homem que perdeu a vida trabalhava como instrutor de voo. A passageira que o acompanhava foi retirada com vida das águas e encaminhada em estado grave ao Hospital Municipal Miguel Couto, localizado na Gávea, onde permanece sob cuidados médicos. O Corpo de Bombeiros foi acionado às 11h15 e iniciou imediatamente uma operação nas imediações da pista de pouso utilizada para a prática do esporte. A resposta foi rápida e envolveu diversos recursos para ampliar as chances de salvamento. Helicópteros e jetskis foram empregados na busca pelas vítimas no mar. Um barco de passeio que transitava pela área no momento da queda também auxiliou nas primeiras ações de apoio, colaborando com os socorristas até a chegada das equipes oficiais. Registros feitos por pessoas presentes no local mostram profissionais realizando procedimentos de ressuscitação cardiopulmonar na faixa de areia, em uma intensa tentativa de reverter o quadro de um dos envolvidos. Apesar dos esforços empreendidos durante o atendimento emergencial, o piloto já se encontrava sem sinais vitais quando o resgate foi concluído. A morte foi constatada no próprio local. Até o momento, as autoridades não divulgaram os nomes do instrutor nem da passageira. A Polícia Civil deverá abrir inquérito para investigar as circunstâncias do acidente e apurar se houve falha técnica no equipamento ou influência de condições meteorológicas adversas no momento da decolagem.
Registros do Banco Central contradizem defesa de banqueiro preso na Operação Compliance Zero
Anotações oficiais do Banco Central revelam que o banqueiro Augusto Lima participou de diversas reuniões com integrantes da autoridade monetária ao longo do último ano apresentando-se, na maior parte das vezes, como CEO do Banco Master — mesmo após sua defesa afirmar que ele teria deixado definitivamente qualquer função executiva na instituição em maio de 2024. Segundo os registros, Lima esteve ao menos oito vezes com membros do board do BC. Apenas em um dos encontros ele apareceu como diretor-presidente do Banco Pleno — instituição posteriormente liquidada —, enquanto nos demais foi identificado como executivo do Master. A informação contraria diretamente a nota divulgada pelos advogados após sua prisão na Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Na ocasião, a defesa sustentou que as apurações tratavam de fatos posteriores à saída do banqueiro da instituição. A liquidação extrajudicial do Banco Pleno foi decretada pelo Banco Central após a transferência do controle societário do antigo Banco Voiter para Lima, operação que havia sido aprovada pela própria autarquia meses antes. Dois encontros com autoridades ocorreram às vésperas dessa mudança societária, reunindo Lima e o então presidente do Master, Daniel Vorcaro, com diretores do BC. Mesmo depois de concluída a transação, o banqueiro voltou a aparecer como CEO do Master em reunião por videoconferência realizada um dia antes de o Banco Central rejeitar a compra da instituição pelo Banco de Brasília. A relação de Lima com o Master remonta a 2019, quando ocorreu a incorporação da Credcesta. Os registros indicam que ele continuou participando de encontros com a autoridade monetária ao longo de 2025, inclusive com a presença do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. O livro “Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF” está em pré-venda com frete grátis para todo o país. Segundo a descrição da obra, a narrativa acompanha o caminho do dinheiro, das decisões judiciais e das relações políticas, expondo um mecanismo que, segundo os autores, vai além de fraude financeira.
Mendonça derruba restrições de Toffoli, atinge diretor da PF indicado por Lula e determina retomada de perícias
O ministro do STF André Mendonça derrubou restrições impostas anteriormente pelo então relator Dias Toffoli e determinou a retomada de perícias e depoimentos no processo. Além disso, estabeleceu que “apenas e tão somente as autoridades policiais e agentes diretamente envolvidos na análise e condução dos procedimentos” tenham acesso às informações compartilhadas no inquérito. Na prática, a decisão atinge em cheio o diretor-geral da Polícia Federal nomeado por Lula, Andrei Rodrigues. A mudança reforça a tese central apresentada no recém-lançado livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF. O lançamento é descrito como uma bomba política em um país acostumado a escândalos que começam com manchetes explosivas e terminam em silêncio institucional. O livro sustenta que o sigilo não teria sido mera consequência técnica, mas parte de uma engrenagem maior. A blindagem não seria episódica — seria sistêmica. Com a retomada de perícias e depoimentos determinada por Mendonça, a pergunta ganha força: o que será revelado quando as investigações avançarem sem as restrições anteriores? O livro está disponível com frete grátis para todo o país, em valor promocional até o dia 01/03, e pode ser adquirido pelo link: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda
Ex-vereadora é encontrada morta estrangulada em apartamento no RS; ex-marido é o principal suspeito
Na madrugada deste sábado (21), por volta das 3h30min, a ex-vereadora Roseli Vanda Pires Albuquerque, de 47 anos, foi encontrada sem vida em seu apartamento no município de Nova Prata, no Rio Grande do Sul. Conforme informações preliminares das autoridades, o principal suspeito do crime é o ex-marido da vítima, que também foi encontrado morto no mesmo imóvel. A delegada Liliane Pasternak Krann declarou que Roseli foi estrangulada dentro da residência onde vivia. O homem, com quem ela manteve união por 28 anos, estava separado havia aproximadamente seis meses. Segundo apuração, a vítima não possuía medida protetiva contra o ex-companheiro. Natural de Paraí, Roseli construiu trajetória tanto na política municipal quanto no cenário estadual. Exerceu mandato como vereadora e, na mais recente eleição municipal, disputou o cargo de vice-prefeita pelo PSD, integrando a chapa liderada por Volnei Minozzo. Ao longo de sua vida pública, desempenhou também a função de assessora parlamentar do ex-deputado estadual Danrlei, atuando no Legislativo gaúcho. Mais recentemente, ocupava a diretoria na Secretaria de Esporte e Lazer do Estado do Rio Grande do Sul. Roseli deixa um filho de 26 anos. O caso segue sob investigação das autoridades competentes.
Defensoria Pública do Tocantins propõe folgas, bônus e benefícios extras para defensores que já ganham R$ 30 mil
A Defensoria Pública do Tocantins encaminhou à Assembleia Legislativa do estado uma proposta para instituir um sistema de licença compensatória que permitiria aos defensores um dia de folga a cada três dias de acúmulo de processos ou funções administrativas. O benefício ficaria limitado a dez dias por mês e poderia ser convertido em pagamento em dinheiro. O mecanismo já existe em outros órgãos do sistema de Justiça e costuma aparecer nos contracheques com o nome de licença-compensatória. Segundo o texto apresentado pelo defensor público-geral Pedro Alexandre Conceição Aires Gonçalves, a medida seria uma forma de equiparação administrativa ao regime aplicado no Judiciário e no Ministério Público. Dados da própria instituição indicam que, em dezembro, a remuneração média dos defensores no estado ficou em torno de R$ 30 mil. O projeto também prevê a criação de quatro cargos de Defensor Público de 1ª Classe e 16 funções comissionadas de assessor técnico. Caso aprovado, o quadro poderá passar dos atuais 103 para 107 defensores públicos. A proposta estabelece ainda pagamento adicional quando um defensor substituir outro afastado, equivalente a um terço do salário do cargo substituído, além de remuneração extra por plantões fora do horário normal, calculada proporcionalmente ao subsídio mensal. Outro ponto incluído é a mudança no auxílio-alimentação, que passaria a ser pago em dinheiro com caráter indenizatório, não sendo incorporado ao salário nem sujeito a impostos. Segundo o chefe da Defensoria, a licença se aplicaria apenas a situações consideradas excepcionais, como atividades administrativas, participação em conselhos, mutirões e serviços itinerantes. A tramitação depende agora da análise dos deputados estaduais, e parte das medidas pode entrar em vigor imediatamente se houver aprovação.
STF arquiva investigação sobre gravação clandestina de reunião secreta em nome da ‘paz institucional’
Alguém gravou clandestinamente uma reunião dos ministros do Supremo Tribunal Federal e vazou o conteúdo para a imprensa. A resposta do STF — institucionalmente, sem um autor da decisão concreto identificado — foi deixar o caso de lado, invocando a chamada “paz institucional”. A corte, portanto, optou pela paz em detrimento da elucidação do que configuraria um crime. Segundo o texto do articulista, as instituições no Brasil se mostram fortes justamente por preferirem esse caminho. Na avaliação do colunista Marcelo Guterman, a paz institucional deveria ser o zênite da democracia brasileira — todos unidos como um único time, sem brigas intestinas, irmanados na defesa dos seus, a exemplo do que ele ironicamente chama de “STF Futebol Clube”. O argumento sustentado no texto é de que, nesse modelo, os Três Poderes podem brigar entre si à vontade, autoridades podem se locupletar e usar da autoridade para intimidar cidadãos — tudo isso caberia na democracia. O que não caberia, segundo essa lógica, seria o fim da paz institucional. Por isso, conclui o articulista, os ministros decidiram pelo melhor: não expor um dos seus. E a paz institucional, escreve ele, “cada vez mais se parece com a paz dos cemitérios, onde jaz a democracia brasileira”. Marcelo Guterman é engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper. A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fake News foram expostos. A censura está de olho nessa obra. Acesse o link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber
Globo Finalmente Chama de Ditadura: Emissora Condena Intimação do Presidente do Unafisco e Faz Duras Críticas a Moraes — Veja o vídeo!
Jornalistas profissionais da Rede Globo estão finalmente percebendo a gravidade do que está acontecendo no país. A emissora, que por muito tempo manteve posição favorável ao atual estado de coisas, agora se vê diante de arbitrariedades que ameaçam alcançá-la diretamente. Sobre a intimação do presidente do Unafisco, a emissora marcou posição de forma contundente: “Intimidação pura. É arbítrio. Intimidação aberta. E não é intimidação do presidente da Unafisco. É intimidação contra os auditores fiscais.” A conclusão da emissora foi direta e sem meias palavras: “Isso é coisa de ditadura.” Veja o vídeo: Conforme informações divulgadas, a Globo estaria tentando esconder um dossiê lançado recentemente. A obra expõe a alta cúpula da emissora como nunca antes. O livro “Dossiê Globo: Os Segredos da Emissora” expõe crimes que teriam ocorrido nos bastidores, escândalos, casos de assédio, acordos e escusas relações políticas. https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destr… O lançamento, segundo relatos, deve tirar o sono de muita gente.