Fontes israelenses e parte da imprensa americana afirmam que o aiatolá supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto durante um ataque aéreo israelense neste sábado, 28 de fevereiro. O corpo teria sido encontrado sob escombros em Teerã, e o comunicado oficial deve ser feito nas próximas horas. Existe a informação de que há fotos de seu corpo, porém sem confirmação até o momento. Khamenei, 86 anos, tornou-se a autoridade máxima do Irã em 1989, após a morte do aiatolá Ruhollah Khomeini. O ditador terrorista era uma força desestabilizadora no Oriente Médio, apoiando diretamente a rede de aliados militantes do Irã, incluindo o Hamas palestino e o Hezbollah do Líbano. Além de comandar um exército terrorista e assassino, Khamenei era o algoz de seu próprio povo, governando o Irã com mão de ferro e transformando enforcamento de inocentes em praça pública em instituição. Ameaçado por Trump, comandou uma carnificina – que foi vista pelo mundo – em seu país, ao reprimir as manifestações do povo iraniano que exigiam sua deposição. Psicopata que era, Khamenei jamais hesitou em sacrificar inocentes em seus ataques, como o que acabou de ser feito em Dubai, onde um drone Shahed iraniano explodiu próximo ao Hotel Fairmont, local densamente povoado, em uma das áreas mais ricas e povoadas dos Emirados Árabes. Um ataque ilógico e sem precedentes, o que deixa evidente o estado mental do psicopata. O mundo pode comemorar. Khamenei era uma enorme barata venenosa que ameaçava o mundo livre, que foi esmagada pelo sapato das forças ocidentais. E, exatamente como uma barata, deixa sua prole imunda, radicais islâmicos que tentarão se reorganizar após sua morte. E que devem ser exterminadas, terminando o trabalho iniciado de libertação do povo iraniano, que tanto sofreu em suas mãos. O mundo pode respirar, hoje, mais aliviado, sem essa presença maldita no planeta.
PSOL em crise: deputadas do partido brigam por parlamentar do PCdoB em escândalo de suposta traição
Bastidores de Brasília revelam um episódio que expõe contradições no discurso progressista. Segundo o jornalista Léo Dias, o PSOL enfrenta uma crise interna envolvendo três parlamentares em um suposto triângulo amoroso. A deputada Talíria Petrone (PSOL) teria se envolvido com o deputado Orlando Silva (PCdoB), que era casado com a deputada Fernanda Melchionna (PSOL). Orlando Silva e Fernanda Melchionna têm uma filha nascida em 2024. O caso ganhou repercussão por envolver duas deputadas que se identificam como feministas, do mesmo partido político, em disputa por um parlamentar de sigla aliada. Orlando Silva nega as acusações de envolvimento extraconjugal. Talíria Petrone, apelidada nas redes sociais de “Talarica Petrone”, afirmou que não comenta sua vida pessoal. Já Fernanda Melchionna anunciou publicamente o fim da relação e fez uma alfinetada: “eu conheci o verdadeiro feminismo”. O episódio expõe as fragilidades de quem critica publicamente a estrutura familiar tradicional, mas recorre aos mesmos valores quando afetado pessoalmente. A situação é delicada por envolver o fim de uma família com uma criança pequena. Apesar das divergências ideológicas, o fim de qualquer núcleo familiar é lamentável, especialmente quando há uma criança envolvida que depende da presença e cuidado de ambos os pais.