A cantora Britney Spears, de 44 anos, foi detida por agentes da California Highway Patrol no Condado de Ventura, na Califórnia. A abordagem ocorreu na noite desta quarta-feira (4), por volta das 21h30, horário local. A artista foi flagrada dirigindo sob efeito de álcool. Conforme registros do gabinete do xerife do condado, Spears foi algemada e levada sob custódia pelos agentes da patrulha rodoviária. A cantora permaneceu detida temporariamente. Ela foi liberada posteriormente pelas autoridades locais.
Acerto de contas entre criminosos no RJ termina com 3 bandidos mortos e UPA em pânico
Um confronto entre bandidos na comunidade do Guandu, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro, resultou em três homens mortos e uma pessoa ferida na tarde desta quinta-feira (5). Até o momento, não há informações sobre as identidades das vítimas. O tiroteio provocou cenas de pânico em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região. Pacientes e funcionários do local vivenciaram momentos de terror, com correria e gritos generalizados. A Polícia Militar foi acionada e, ao chegar ao local, encontrou três homens já sem vida dentro de um veículo. Uma quarta vítima foi socorrida e encaminhada para o Hospital Municipal Pedro II. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram os corpos dentro de um carro branco completamente metralhado, com mais de dez perfurações de bala e manchas de sangue por todo o veículo. A Polícia Civil informou que a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada para realizar a perícia no local e conduzir as investigações do caso.
Oito anos de exploração política: caso Marielle expõe vigarice ideológica da esquerda
Decorridos oito anos do crime, o caso Marielle Franco foi encerrado no dia 25 de fevereiro com a condenação dos mandantes em julgamento pelo STF e deve servir de reflexão a quem tenha um pingo de juízo. O episódio representa um mostruário dessas anomalias morais que mentes lesadas denominam “luta política”. Enquanto os assassinos queriam beneficiar-se da morte da vereadora por motivos patrimoniais, vigaristas da política se empenharam em tirar proveito do crime colocando Jair Bolsonaro e seu círculo de apoio no centro das suspeitas. Ano após ano, a morte de Marielle Franco foi explorada pelo wokismo racial, pois a vereadora era negra, pelo wokismo de gênero, pois a vereadora era homossexual, e pelo wokismo político esquerdista, pois a vereadora era filiada ao PSOL. Vigaristas são oportunistas. Marielle e seu chofer Anderson foram mortos em março do ano eleitoral de 2018. Essa infeliz coincidência sintetiza as razões para que parcela imensa do jornalismo brasileiro fosse tomada por um ânimo furioso. Era como se militantes de centro acadêmico, sem o menor polimento, ocupassem as redações. Inaugurando o que se veria nos anos seguintes, havia, nesse crime, uma narrativa a ser construída para colocar o cadáver da vereadora no colo de Jair Bolsonaro. De ilação em ilação chegaram a monitorar o condomínio onde o candidato morava e a biografia de seus vizinhos. Essa doença tem remédio? Assim era a “vibe” dos meninos e meninas que passaram a tomar conta do jornalismo brasileiro. O que importava a eles, nesse caso, era “a causa” e a correspondente “narrativa”, ainda que ninguém esclarecesse o motivo pelo qual o acusado estaria interessado, a esse ponto, na eliminação da vereadora. Dane-se a lógica; hoje estamos saturados de saber que a vontade política é a senhora da razão desvairada. No caso Marielle Franco, a construção dessa narrativa e a etiquetagem adjetivando Bolsonaro como “miliciano, racista e homofóbico” foram intensas e persistentes. Suscitaram tal animosidade que, seis meses depois, o candidato foi esfaqueado em Juiz de Fora, num crime que, até hoje, não tem mandante ou mandantes identificados. O ato foi festejado como fim do script, só que não. A vítima sobreviveu para padecer reiteradas mutilações institucionais. A vigarice não pede habeas corpus e depõe contra si mesma. Clama por políticas de desencarceramento. Diz que no Brasil se prende demais. É contra a redução da maioridade penal para 16 anos. Chorou cada bandido morto, mas não derramou uma lágrima por qualquer dos 53 policiais abatidos no Rio de Janeiro no ano passado. Afirma que “saidinha” é bom e faz bem. Pede todo rigor da lei apenas para seus adversários políticos, sendo essa condição o delito de seu maior repúdio. Que o digam os presos do 8 de janeiro.
Dino anula quebra de sigilo de Lulinha e blinda investigados pela CPMI do INSS
Difícil fazer qualquer investigação nesse país contra os ‘amigos’ dos poderosos de plantão. O ministro Flávio Dino estendeu a anulação de quebras de sigilo aprovadas pela CPMI do INSS para o Lulinha. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (5). Na quarta-feira (4), o ministro havia acatado pedido de anulação feito pela defesa da empresária Roberta Luchsinger, amiga do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dino foi ainda mais longe e estendeu a decisão a todos os requerimentos aprovados na mesma votação pela CPMI. “Com efeito, como equivocadamente houve a votação ‘em globo’ em um único momento na Sessão do dia 26 de fevereiro de 2026, é impossível – inclusive em face do princípio lógico da não contradição – que o referido ato seja nulo para alguns e válido para outros. Tal situação geraria insegurança jurídica e intermináveis debates tanto na seara administrativa (no Banco Central e na Receita Federal), quanto na judiciária, com a altíssima probabilidade de desconsideração das provas colhidas no relevante Inquérito Parlamentar”, diz o ministro na decisão.
Moraes manda prender mais 5 em operação contra vazamento de dados de ministros do STF
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (5) uma nova operação contra suspeitos de obter, adulterar e comercializar dados pessoais e sensíveis de bases governamentais e privadas. A investigação identificou o vazamento de informações pessoais de ministros do Supremo Tribunal Federal. Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, estão sendo cumpridos 5 mandados de prisão temporária e 4 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Tocantins e Alagoas. Os nomes dos alvos dos mandados de prisão ainda não foram divulgados. De acordo com a Polícia Federal, os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, invasão de dispositivo informático, furto qualificado mediante fraude, corrupção de dados e lavagem de dinheiro, entre outros. Livro “Supremo Silêncio” expõe bastidores do Inquérito das Fake News A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fake News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber
Mensagens que Moraes enviou a Vorcaro no dia da prisão podem ser recuperadas pela PF
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, escreveu para o ministro Alexandre de Moraes horas antes de tentar fugir do país. A mensagem enviada levanta questionamentos: “Fiz uma correria aqui para tentar salvar. Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?” Moraes respondeu à mensagem. Porém, o ministro utilizou uma ferramenta que emite mensagens de visualização única, que são projetadas para desaparecer após serem abertas. Assim, não foi possível saber o conteúdo da mensagem do magistrado. Existe a possibilidade de a Polícia Federal recuperar essas mensagens. Essa medida precisa ser tomada para esclarecer os fatos e proteger as instituições democráticas. Gonçalo Mendes Neto, jornalista.
Defesa de Lulinha entra em desespero após vazamento de movimentação milionária
A imprensa vazou uma informação sobre a milionária movimentação bancária de Lulinha. Em apenas uma de suas contas, ele movimentou a bagatela de R$ 19,5 milhões. Dessa conta saíram repasses para seus eternos parceiros de traquinagens, Jonas Suassuna e Kalil Bittar. Esses pagamentos podem ser repasses de propina. Aliás, tudo indica isso. Pois bem, a defesa de Lulinha entrou em desespero. Em nota, disse que o vazamento de informações sobre essa movimentação de R$ 19,5 milhões ligadas a ele configura “crime grave”. E afirma que não teve acesso aos documentos divulgados. A nota afirma ainda que os dados se referem a “fontes de renda legais e legítimas”. E diz: “Todos os movimentos e bens são registrados e declarados ao fisco, resultados de atuação legítima, ou mesmo de recebimento da herança de sua mãe, Dona Marisa”.
André Mendonça chega ao seu momento decisivo no STF – e deve redobrar a segurança
Durante anos, o ministro André Mendonça foi apontado como uma peça-chave para o equilíbrio do Supremo Tribunal Federal. Agora, seu momento finalmente chegou. Como não deve favores a ninguém, não hesitará em expor todos os tentáculos de Vorcaro – sejam eles no Executivo, no Legislativo ou no próprio Judiciário. A convocação feita à Procuradoria-Geral da República demonstrou exatamente isso. Mendonça não recua diante do sistema estabelecido. No entanto, o ministro precisa agora redobrar os cuidados com sua segurança pessoal. Manter suas viagens e agendas em absoluto sigilo. Aumentar o contingente de seguranças ao seu redor. Quando o ministro Teori Zavascki decidiu que iria enfrentar parte do sistema, deram um jeito nele. O mesmo não pode acontecer com o “terrivelmente evangélico”.
URGENTE: Vorcaro escreveu para Moraes no dia da prisão pedindo para “bloquear” — ministro nega tudo
Informações divulgadas pela jornalista Malu Gaspar revelam que Daniel Vorcaro escreveu para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes no dia em que foi preso. Segundo artigo publicado no O Globo, uma das últimas mensagens que Daniel Vorcaro enviou no dia em que foi preso, logo de manhã, foi para o ministro Alexandre de Moraes. Eram 7h19m do dia 17 de novembro quando o dono do Banco Master escreveu para o ministro no WhatsApp: “Fiz uma correria aqui para tentar salvar. Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?” Alexandre de Moraes respondeu logo, mas não é possível saber o que ele disse. Isso porque o que se segue são três mensagens de visualização única, do tipo que se apaga assim que o destinatário as lê. A troca de mensagens foi encontrada pela Polícia Federal (PF) no celular do dono do Banco Master, preso no próprio dia 17 de novembro às 22h no aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo, quando tentava embarcar em um jato particular para Dubai, com escala em Malta. Antes dessa conversa, há ainda outro registro de diálogo entre o ministro e Vorcaro, em 1º de outubro de 2025, mas novamente sem conteúdo, porque o banqueiro e Moraes apagavam as mensagens ou enviavam com visualização única. De acordo com investigadores, há também telefonemas entre eles. Contudo, apesar dos registros estarem no material apreendido e periciado pela PF, o ministro do Supremo negou sua existência em resposta às indagações da equipe da coluna. “O Ministro Alexandre de Moraes não recebeu essas mensagens referidas na matéria. Trata-se de ilação mentirosa no sentido, novamente, de atacar o Supremo Tribunal Federal”, disse ele, por intermédio da assessoria de imprensa da Corte. A defesa de Vorcaro, por sua vez, preferiu não comentar. A PF descobriu que, no dia em que Vorcaro enviou as mensagens a Moraes, ele já tinha conhecimento do inquérito que apurava a venda de carteiras de crédito fraudulentas ao banco estatal de Brasília, o BRB, e que levaria à sua prisão e à liquidação do Master. Informações recolhidas ao longo da investigação apontam, inclusive, que ele soube do inquérito ao acessar ilegalmente os sistemas da corporação, assim como fez com dois procedimentos do Ministério Público sobre as fraudes. A operação desta quarta-feira revelou ainda que Vorcaro também corrompia dois chefes de supervisão do Banco Central (BC), Paulo Sergio Souza e Belline Santana, que o avisavam dos monitoramentos que a autarquia vinha fazendo, revisavam seus documentos e orientavam sobre como proceder em reuniões. Souza, inclusive, assinou um ofício do BC fornecido à defesa de Vorcaro depois da prisão, para comprovar que ele teria avisado a autarquia da viagem que faria a Dubai para supostamente fechar a venda do Master a investidores árabes. No dia em que Vorcaro anuncia a Moraes que “fez uma correria para salvar” e pergunta ao ministro se ele “conseguiu bloquear”, o Master fez dois movimentos. O primeiro foi tentar impedir que a ordem de prisão contra ele fosse executada, enviando à 10ª Vara Federal de Brasília, onde o inquérito corria em sigilo, uma petição dirigida ao juiz Ricardo Leite. No documento, enviado por email à Justiça às 15h47m, os advogados de Vorcaro se posicionam contra “medidas cautelares eventualmente requeridas”, que poderiam provocar “impacto relevante” e causar “prejuízo irreversível a todo o conglomerado Master”. Apenas 18 minutos antes, às 15h29m, o juiz Ricardo Leite havia determinado a prisão do banqueiro, em uma decisão que deveria ser de conhecimento apenas do gabinete do juiz e dos investigadores. Para justificar terem enviado o pedido diretamente à vara correta mesmo com o inquérito sob sigilo, os advogados usaram uma reportagem publicada pelo site O Bastidor em que se dizia onde tramitava a investigação. Na representação em que pediram a segunda prisão de Vorcaro, porém, os delegados anexaram mensagens trocadas pelo banqueiro com interlocutores e com o editor do site, Diego Escosteguy, para sustentar que o jornalista “esquentou” a informação recebida de forma ilegal ao receber dinheiro para publicar informações do interesse do executivo. Um outro movimento realizado às pressas, naquele mesmo dia, foi o anúncio da venda do Master para o grupo Fictor, que de acordo com os comunicados ao mercado estariam associados a investidores árabes. O banco realmente corria contra o tempo para conseguir capital, uma vez que a venda para o BRB já tinha sido vetada em setembro e os créditos do Fundo Garantidor de Crédito que davam fôlego ao Master também estavam se esgotando. O anúncio da compra do Master pela Fictor foi enviado ao mercado e às redações às 17h24m da segunda-feira. De acordo com o aviso, o grupo Fictor pagaria R$ 3 bilhões pelo banco, junto com um consórcio de investidores árabes. Não foram informados, porém, nem as condições do negócio e nem quem eram os investidores árabes. De acordo com a assessoria do grupo Fictor, isso seria feito na sexta-feira. Mas não houve tempo, porque Vorcaro acabou sendo preso naquela mesma noite, no aeroporto. O Master foi liquidado pelo Banco Central no dia seguinte, data em que também se deu a primeira fase da Operação Compliance Zero da PF. Apesar dos esforços e da ampla rede de proteção construída por Vorcaro, toda a cronologia do caso demonstra que, na manhã do dia 17 de novembro em que enviou sua mensagem a Moraes, ninguém mais conseguiria “bloquear” o destino inevitável do dono do Master, por mais poderoso que fosse.
Bolsonaro relata pesadelos na prisão e teme atentado contra Flávio durante campanha
O ex-presidente Jair Bolsonaro tem recebido visitas frequentes de familiares, líderes religiosos e aliados políticos. Durante esses encontros, além de comentar o cenário eleitoral deste ano, o ex-chefe do Executivo também faz relatos pessoais sobre sua situação na prisão. Segundo informações divulgadas, Bolsonaro contou a pessoas próximas que enfrenta pesadelos recorrentes. Ele também afirmou temer que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu filho, seja alvo de um atentado ao longo da campanha presidencial. O ex-presidente foi vítima de um ataque a faca durante a campanha eleitoral de 2018, episódio que ainda influencia suas preocupações atuais. Durante as visitas, Bolsonaro também demonstra frustração por não conseguir acompanhar com total liberdade as movimentações políticas fora da prisão. No local onde está custodiado, ele tem acesso à televisão aberta, porém apenas por algumas horas ao longo do dia. De acordo com uma perícia médica realizada pela Polícia Federal, a rotina diária do ex-presidente inclui atividades simples. Pela manhã, ele toma banho, faz a barba e dedica parte do tempo à leitura de livros. Em alguns momentos também assiste a programas esportivos na televisão. Após o almoço, costuma descansar e, no período da tarde, realiza pequenas caminhadas. O ex-secretário de Assuntos Fundiários Nabhan Garcia visitou Bolsonaro em fevereiro e relatou que o ex-presidente pediu que ele transmitisse um recado ao senador Flávio Bolsonaro. O conselho seria para que o filho adotasse cautela ao longo da disputa eleitoral deste ano. Nabhan também afirmou que Bolsonaro se emocionou ao tratar do tema. A preocupação também foi mencionada durante conversas com o bispo Robson Rodovalho, líder da igreja Sara Nossa Terra, que presta assistência religiosa ao ex-presidente com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF). “Acho que Bolsonaro é um homem traumatizado”, afirmou o religioso. “Ele teme por várias coisas e se sente injustiçado, impotente para se defender e defender os seus.”