O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) já reuniu 17 assinaturas para protocolar um pedido de instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) voltada a investigar os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Para que uma CPI seja efetivamente instaurada, são necessárias 27 assinaturas de senadores. “Já temos 17 assinaturas para a CPI que vai investigar os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes nas suas relações com o caso Master. A expectativa é reunir o número necessário até segunda-feira. Claro que cada senador tem sua liberdade de escolha, mas é uma boa oportunidade para o eleitor identificar quem é valente nas redes sociais, mas se omite na vida real”, declarou o parlamentar. O pedido de investigação surgiu após revelações de que houve troca de mensagens entre Vorcaro e Moraes. Em postagem no X, o senador Alessandro Vieira afirmou que é necessário “garantir que todos estão sujeitos à mesma lei”. “Apresentei requerimento de CPI específica para apurar as condutas dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes no âmbito do caso Master e seus desdobramentos. Sem condenações prévias e com responsabilidade é preciso garantir que todos estão sujeitos à mesma lei. Só assim o Brasil será uma república democrática real. Agora começa a coleta de assinaturas”, diz a publicação.
Israel ataca pela primeira vez depósitos de petróleo do Irã; filho do aiatolá Khamenei é atingido, diz fonte
Caças israelenses atingiram ao menos dois depósitos de petróleo no Irã na noite deste sábado (7). As agências iranianas confirmaram os bombardeios. Os ataques representam as primeiras ações contra a infraestrutura petrolífera da República Islâmica desde o início da guerra, há uma semana. A Guarda Revolucionária, força de elite do Irã, respondeu anunciando que lançará um ataque contra a refinaria de Haifa, em Israel. Os bombardeios ocorrem em meio a um cenário de tensão na região. A escalada militar acontece enquanto o Irã atravessa um processo de transição de liderança, com a morte do líder supremo Ali Khamenei. A agência iraniana de notícias Fars informou neste sábado que a Assembleia de Especialistas deve se reunir “nas próximas 24 horas”. O órgão é responsável pela escolha do próximo líder supremo do Irã. Hosein Mozafari, membro da Assembleia, declarou: “Com a ajuda de Deus, essa sessão ocorrerá nas próximas 24 horas”. Mozafari pediu à população que “se abstenha de qualquer especulação e de difundir rumores sobre o assunto”. O Irã iniciou oficialmente o processo de transição no dia seguinte à morte de Khamenei. O líder supremo dirigia o país desde 1989. A Assembleia de Especialistas é composta por 88 membros. Uma fonte israelense informou ao jornal Haaretz que autoridades do país acreditam que Mojtaba Khamenei foi atingido em um ataque ocorrido em 28 de fevereiro. Ele sobreviveu. Mojtaba é filho do falecido líder supremo. Mojtaba Khamenei tem 56 anos. Ele nasceu em Mashhad, no nordeste do Irã, uma década antes da ascensão dos aiatolás ao poder. Mojtaba atuava nos bastidores da política iraniana. Ele administrava o Gabinete de seu pai. Em 2024, Mojtaba passou a ser considerado um possível sucessor. Ele é amplamente visto como um dos principais candidatos ao cargo máximo do país. Sua eventual ascensão dependerá da decisão da Assembleia de Especialistas. Israel anunciou que o novo líder iraniano será “um alvo” militar.
Moraes está sendo descartado por Lula e pelos banqueiros… Não é mais útil
Quem faz acordos com comunistas, ou criminosos em geral, deve se preparar para ser descartado quando não for mais útil. Está claro que Alexandre de Moraes está sendo descartado, foi traído e quem está por trás de sua queda é Lula. A Globo não estaria nessa artilharia destemida contra Moraes se não tivesse o aval do Planalto e seus principais patrocinadores: os banqueiros. Vejam as coincidências que ocorreram durante e após a queda da lista Magnitsky: Moraes colocou os grandes bancos em situação de risco. Se não cumprissem as sanções, estariam sujeitos a multas bilionárias, serem excluídos do sistema financeiro internacional e quebradeiras generalizadas. Um dos interlocutores que estiveram com Scott Bessent, secretário do Tesouro norte-americano, antes da retirada da Magnitsky, foi André Esteves, dono do BTG-Pactual e um dos principais rivais do Vorcaro. Será que não era de conhecimento de toda a Faria Lima o contrato de Vivi com o Master? Nos congressos lobistas da Lide, Esfera e bacanais, alguém acredita que os segredos são guardados? Algum “passarinho” não poderia ter soprado nos ouvidos do Bessent: “Sancionar os bancos brasileiros pode dar muitos prejuízos ao Brasil e aos EUA também. Se vocês suspenderem a Magnitsky, nós derrubaremos o careca do nosso jeito, olha que bacaninha esse contratinho de 129 milhões da mulher dele. Xandão é cosa nostra!” Não teria sido bem possível uma troca destas? Quem está dando essa coragem toda à Globo e à Malu Gaspar? Hein Lula? Hein Dedé? Pedro Possas. Médico.
Folha de S.Paulo ataca Ana Paula Valadão por defesa de Israel e crítica ao Irã
Um artigo escrito por Valdinei Ferreira apresenta um viés progressista e não religioso. No texto, foi feita uma análise bastante simples sobre o cenário geopolítico do Oriente Médio. Antes de comentar o artigo, convém expor brevemente a perspectiva bíblica do livro de Apocalipse. Esse livro sintetiza os escritos de Daniel, Ezequiel, Joel, Isaías e outros, tratando do período conhecido como tribulação. Após este período, será estabelecido o reino prometido a Abraão para os judeus, com as nações gentílicas. O período tribulacional é descrito como durando sete anos, em um calendário lunar de 360 dias, dividido em duas fases de 1260 dias cada: Primeira fase: guerras, derramamento de sangue, epidemias, fome, martírios, terremotos, pragas de gafanhotos, enfraquecimento do sol, entre outros. Segunda fase: úlceras, mares e rios transformados em sangue, escuridão, seca no rio Eufrates, calor intenso etc. Nesse período, um terço da terra será consumido pelo fogo, e ao final praticamente toda a população mundial será destruída por guerras e pragas. Segundo Apocalipse 1:1, a revelação foi dada pelo próprio Jesus. Trata-se de um tempo em que justiça e juízo serão aplicados sobre todos os povos e nações. Isso não significa que o Eterno de Israel odeia o ser humano; ao contrário, é o resultado da rebelião contra Deus e suas leis que traz condenação. Maldade, perversidade, juízes corruptos, homicidas, líderes religiosos desonestos — tudo será tratado com rigor e justiça. Ana Paula não afirmou tais coisas porque deseja ver crianças e mulheres sofrendo. Pelo contrário, sua fala expressa indignação diante da crueldade extrema que ocorre no Irã e a percepção de que uma intervenção se tornou necessária. Análise Técnica do Oriente Médio Quando se observam os números, a percepção sobre Israel se transforma: Israel ocupa apenas 0,3% da área do Oriente Médio. Sua extensão territorial é de aproximadamente 22 mil km². O Oriente Médio, em sua totalidade, soma cerca de 7 milhões de km². Além disso, 90% da região é islâmica. Segundo o relatório anual de 2025 da organização internacional Portas Abertas, mais de 380 milhões de cristãos enfrentaram níveis extremos de perseguição por causa de sua fé. Em 2026, esse número subiu para 388 milhões, o maior já registrado. Paralelamente, cresce a tensão geopolítica na região. Mais de 150 nações têm se posicionado contra Israel na ONU em apoio à causa palestina, muitas vezes alinhadas a uma agenda islâmica global. Há cerca de 15 a 16 milhões de judeus em todo o mundo, o que corresponde a apenas 0,2% da população global. Os países mais severos na perseguição aos cristãos incluem: Coreia do Norte, Somália, Iêmen, Sudão, Eritreia, Síria, Nigéria, Paquistão, Líbia e Irã. Outros 40 países completam a lista dos 50 mais hostis, como Afeganistão, Índia, Arábia Saudita, China, Cuba, Turquia, Egito e México. Na Europa, o islamismo cresce rapidamente, impulsionado pela imigração e altas taxas de natalidade. Segundo o jornal alemão DW, existem cerca de 45 milhões de muçulmanos na Europa, tornando o islamismo a segunda maior religião do continente, atrás apenas do cristianismo, e a que mais cresce. Em contrapartida, a população judaica é significativamente menor. De acordo com o Pew Research Center, em 2020 havia aproximadamente 460 mil judeus na França, 300 mil no Reino Unido, 120 mil na Alemanha e 13 mil na Espanha. No total, estima-se entre 1,3 e 1,5 milhão de judeus em toda a Europa — apenas 2,9% a 3,3% da população muçulmana europeia. Portanto, ser judeu ou cristão no Oriente Médio é, de fato, um milagre. O que Ana Paula quis dizer foi simples: “Não aguento mais o sofrimento e tamanha crueldade que está acontecendo no Irã”. Apenas isso.
Empresário dono de rede de postos é encontrado morto e enterrado em cova funda em seu próprio sítio
O corpo do empresário Gervasio Tadao Nogahama, de 45 anos, foi encontrado enterrado em uma cova funda, num sítio em Salto de Pirapora, interior de São Paulo. Ele estava desaparecido desde o dia 27 de fevereiro. O carro da vítima foi encontrado carbonizado dois dias depois do sumiço, na zona rural de Pilar do Sul, município vizinho. O sítio em que o corpo foi encontrado pertence à própria vítima. Uma retroescavadeira foi utilizada para auxiliar na localização. De acordo com a polícia, a cova era considerada funda. O caso do empresário, que é proprietário de uma rede de postos de combustível, é investigado pela Delegacia de Investigações Criminais (Deic) de Sorocaba. Segundo o delegado seccional Rodrigo Ayres, testemunhas estão sendo ouvidas e novas diligências podem ocorrer nos próximos dias. “Ouvimos familiares, amigos e seguimos investigando o caso. Obtivemos provas e indícios do local onde estaria enterrado o corpo, e conseguimos localizar. Novas diligências seguem em andamento”, disse. A Polícia Civil busca por imagens de câmeras de monitoramento e solicitou a quebra de sigilo telefônico que podem auxiliar nas investigações. Segundo o delegado Rodrigo Ayres, da Divisão Especializada de Investigações Criminais de Sorocaba (Deic), a polícia também aguarda os laudos da perícia e do Instituto Médico Legal (IML), que devem ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte. A morte causou comoção nas redes sociais. O perfil da agência de viagens fundada por Gervasio publicou uma nota lamentando pela morte do empresário. “Sua história, seus valores e o legado que construiu continuarão vivos em cada passo da nossa jornada. Seguiremos honrando sua memória com gratidão, respeito e compromisso de continuar aquilo que ele iniciou com tanto amor”.
EUA pedem ajuda à Ucrânia em guerra contra o Irã: Zelensky deixa de ser pedinte e vira aliado de Trump
O mundo não gira, ele capota. O governo americano pediu oficialmente ajuda ao governo ucraniano em sua guerra com o Irã. A situação é a seguinte: os mísseis Patriot, usados pelos países do Golfo para interceptar drones, custam uma fortuna, várias vezes mais do que os drones usados pelo Irã. A Ucrânia, por sua vez, desenvolveu tecnologia própria de interceptação de drones, que tem usado contra a Rússia, e é muitas vezes mais barata que os artefatos americanos. Como diria Davi, às vezes um estilingue bem feito é mais eficaz do que a força bruta. Zelensky, obviamente, não vai faltar ao seu amigo Trump. Afinal, a Ucrânia depende desesperadamente dos sistemas de inteligência americanos. Mas agora, a Ucrânia passa a negociar desde um outro patamar, de pedinte a aliado. Vamos ver a capacidade de agradecimento de Trump. Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.
O verdadeiro poder do país age nos bastidores: bancos mandam, mídia obedece
A mudança de postura da Globo em relação aos chamados “Vingadores da Democracia” não é mistério para ninguém. A explicação está no dinheiro que os bancos investem pesadamente nas emissoras de televisão. Com uma guerra declarada entre a Faria Lima e Vorcaro, basta que os bancos ditem o que a emissora deve fazer para que ela cumpra. É simples assim. Portanto, é um erro considerar a grande mídia como a força mais poderosa do país. O verdadeiro poder está com quem deposita o dinheiro no fim do mês. Para o cidadão comum, resta apenas torcer pela derrota de ambos os lados nessa briga de gigantes. O que sobrar do Brasil deve ser entregue ao povo brasileiro em 2027.
Michelle Bolsonaro critica aliança de Flávio com Ciro Gomes e define: ‘É um jogo mais sujo do que imaginam’
A estratégia de se aliar ao pior para combater o pior tem nome e não é ‘pragmatismo’ ou outra designação açucarada qualquer para justificar oportunismo e falta de princípios. Chama-se continuísmo. Michelle Bolsonaro criticou novamente, de forma dura, as negociações de Flávio Bolsonaro com Ciro Gomes na disputa pelo governo do Ceará. Para Michelle e para os brasileiros, Ciro Gomes é o indivíduo que chamou Bolsonaro de ‘criminoso e genocida’ durante a pandemia de covid-19. Ou de ‘ladrão de galinha, corrupto e ladrão’, referindo-se a acusações de rachadinha e compras de imóveis. Bolsonaro foi chamado de ‘boçal, quase idiota, imbecil e criminoso’ pelo mesmo Ciro, em críticas ao seu comparecimento em atos públicos. Durante os últimos anos, Ciro caprichou nas ofensas: foi agressivo e inconsequente, chamando Bolsonaro de ‘vagabundo, nazista filho da puta’ na campanha em Goiânia, ou ‘imitador de Trump e mentiroso mor’. Além de ser conhecido como um político profissional agressivo e dado a proferir ofensas desde que iniciou sua carreira nos anos 1980, filiado ao PDS, sucessor da Arena, da ditadura militar, é também notório por saltar de partido em partido. PDS, PSDB, PPS, PSB, PDT – Ciro já passou por todas essas legendas, menos, por falta de oportunidade certamente, pelo PT. O que ele defende, se é que defende alguma coisa além do próprio bolso e carreira, é a terceira via. Mas hoje, numa súbita e significativa ‘guinada à direita’, resolveu se aliar ao PL e à candidatura de Flávio Bolsonaro. Ciro Gomes é apenas um detalhe numa estratégia suja de políticos oportunistas para manterem o poder mesmo no cenário que se mostra provável: a queda de Lula. São os mesmos políticos de sempre, com o mesmo modus operandi de sempre – desde 1985 – e com os mesmos objetivos de sempre, que não incluem o povo e suas necessidades ou o avanço do país. Michelle, em postagem na madrugada, resumiu tudo: ‘É um jogo mais sujo do que imaginam’. Não se justifica que, para derrubar um marginal no poder, seja feita aliança com outros marginais. Lula, aliás, já fez isso há muitos anos, em 2002, para obter o poder sonhado. Dourar a pílula e colocar essa estratégia numa embalagem chamada de ‘pragmatismo’ ou ‘inteligência política’ não adianta nada. É mais do mesmo. E Michelle sabe bem disso. Para justificar o enorme pavor que têm dessa mulher, seus adversários – que tentam afastá-la de qualquer forma do cenário – a acusam de autoritária. Não poderia ser diferente: fosse dócil e obediente aos caciques, Michelle seria perfeita. Mas Michelle não é dócil e muito menos obediente; nem poderia, como líder autêntica e forte que é. Pelo contrário, é uma pedra no sapato dos políticos tradicionais. E como tal, está do lado certo da história, merecendo respeito por continuar a carregar consigo a ideia de Jair Bolsonaro: a ideia da liberdade que não se vende.
Secom do STF, chefiada pela nora de Miriam Leitão, opera a serviço de Alexandre de Moraes
O jornalista David Ágape questionou o fato de a Secretaria de Comunicação do Supremo Tribunal Federal ter emitido nota oficial em defesa do ministro Alexandre de Moraes. A nota foi posteriormente desmentida pela Rede Globo. A estrutura da Corte foi utilizada para defender uma questão eminentemente pessoal de Moraes. Segundo Ágape, a motivação para tal está na forma como é conduzida a Secom do STF pela nora de Miriam Leitão. “A nota negava que Moraes teve contato com Vorcaro no dia da primeira prisão do banqueiro. Só que ela não resistiu 24 horas. O Globo reafirmou que as mensagens foram extraídas do celular de Vorcaro por software pericial da própria PF, com o nome e número de Moraes visíveis no material”, afirmou o jornalista. Ágape destacou que a nota foi emitida pela Secom do STF “por solicitação do gabinete do ministro Alexandre de Moraes”. Ou seja: a estrutura oficial de comunicação de toda a Corte foi usada para defender um ministro específico de uma reportagem do Globo. Isso por si só já é problemático. A Secom existe para comunicar o tribunal, não para assessorar gabinetes individualmente. Mas quem chefia a Secom do STF hoje? Giselly Siqueira. Nora de Miriam Leitão. Esposa de Vladimir Netto, repórter da Globo. A mesma Giselly que Eduardo Tagliaferro apontou, em depoimento no Senado, como filtro estratégico no TSE durante as eleições de 2022. Segundo ele, pedidos de remoção de conteúdos eram enviados por WhatsApp e mensagens diretas ao núcleo de Moraes fora dos trâmites oficiais, e quem centralizava esses pedidos era Giselly. Também foi a Secom que, em 17 de fevereiro, divulgou os nomes dos quatro servidores da Receita Federal investigados por suposto vazamento de dados fiscais de ministros, mantendo em sigilo o motivo da investigação. Depois disso, a vida deles foi devassada pela imprensa. Vale lembrar que Moraes é o relator do inquérito que gerou a operação e uma das supostas vítimas. Foi ele que abriu de ofício a investigação contra os servidores, usando o mesmo Inquérito das Fake News que relata há 7 anos sem conclusão. “Ou seja, a Secom está sendo usada como assessoria de imprensa pessoal de Moraes. E Giselly, seja por autonomia própria ou por linha de comando informal, opera consistentemente a serviço do mesmo gabinete”, concluiu David Ágape.
Advogado de Bolsonaro detona caso Vorcaro com ironia cortante: ‘Contratou advogada casada por R$ 129 milhões e só falava com o marido’
Sem citar nomes diretamente, o advogado Adolfo Sachsida, ex-ministro das Minas e Energia e atualmente integrante da equipe de defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, fez um comentário irônico e desmoralizante sobre o escândalo envolvendo contratações milionárias. Com refinada ironia, Sachsida declarou: “O cara é um verdadeiro gentleman: contratou uma advogada casada por R$ 129 milhões. E, para evitar qualquer ciúme do marido, teve a delicadeza de não falar diretamente com ela — tratava de tudo apenas com o esposo. Um lorde. Parece até piada….” O comentário do advogado procede. Os fatos demonstram que as tratativas do banqueiro eram realizadas com o marido da profissional contratada. A advogada que assinou o contrato de R$ 129 milhões era, na prática, apenas uma peça decorativa na operação. A revelação expõe a natureza questionável do arranjo milionário e levanta dúvidas sobre a real destinação dos valores envolvidos. A ironia de Sachsida deixa evidente o caráter inusitado — e suspeito — da contratação.