Uma pesquisa nacional realizada pelo Instituto Vetor Arrow coloca o senador Flávio Bolsonaro (PL) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um cenário de disputa pela Presidência da República. O levantamento, que ouviu 9 mil pessoas em todo o país, mostra vantagem expressiva do parlamentar tanto no primeiro turno quanto em um eventual segundo turno. Na simulação de primeiro turno, Flávio Bolsonaro aparece com 44,04% das intenções de voto, enquanto Lula registra 36,32%. Outros nomes citados na pesquisa são Ratinho Jr. (4,05%), Romeu Zema (2,26%), Renan Santos (1,77%) e Aldo Rebelo (1,40%). Cerca de 10,16% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar ou disseram que não votariam em nenhum dos candidatos apresentados. No cenário de segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula, o senador também aparece na liderança, com 49,02% das intenções de voto, contra 40,40% do presidente petista. Outros 10,58% disseram estar indecisos ou que não escolheriam nenhum dos dois candidatos. O levantamento do Instituto Vetor Arrow indica ainda diferenças significativas no desempenho regional dos candidatos. Flávio Bolsonaro lidera nas regiões Sul, Norte e Centro-Oeste, além do recorte que reúne Rio de Janeiro e Espírito Santo. Já Lula mantém vantagem no Nordeste. A pesquisa também avaliou a aprovação do governo federal. Segundo os dados divulgados, 37,87% dos entrevistados aprovam a gestão de Lula, enquanto 55,80% desaprovam o atual governo. O estudo foi realizado entre os dias 27 de fevereiro e 2 de março, com margem de erro de 1,3 ponto percentual e nível de confiança de 95%.
Flávio Bolsonaro registra boletim de ocorrência após ameaça de morte nas redes sociais
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registrou um boletim de ocorrência neste sábado (7) após receber ameaça de morte nas redes sociais. O autor da mensagem se identifica como admirador de Adélio Bispo, responsável pelo ataque a faca contra o ex-presidente Jair Bolsonaro em 2018. De acordo com o documento policial, a ameaça partiu do perfil @MarcosB51733320. O usuário respondeu a uma publicação no dia 6 de março indicando que repetiria o atentado contra o senador mediante pagamento. A mensagem afirmava: “QM mandou [matar Bolsonaro] eu não sei. Mas quem quiser me pagar pro Flávio sofrer o mesmo…”. O boletim de ocorrência identifica o suposto autor como um homem de 40 anos. Ele reside em Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal localizada a cerca de 30 quilômetros do Congresso Nacional. O senador exerce suas atividades parlamentares regularmente no local. A equipe de Flávio Bolsonaro realizou levantamento sobre o perfil. Foram encontradas outras publicações relacionadas a Adélio Bispo. O material foi anexado ao boletim de ocorrência para subsidiar a investigação policial. Em abril de 2025, o mesmo perfil compartilhou conteúdo pedindo anistia para Adélio Bispo. O usuário escreveu que “ele só tentou, mas não conseguiu finalizar o golpe”. O caso está sob investigação das autoridades policiais. O boletim de ocorrência contém capturas de tela das publicações e dados disponíveis sobre o perfil. As autoridades deverão apurar a autenticidade da ameaça e a identidade do responsável pelas mensagens.
A diferença abissal entre Moraes e Mendonça na defesa da liberdade de imprensa
O ministro André Mendonça determinou a abertura de um inquérito policial para investigar a divulgação de informações obtidas a partir da quebra de sigilo de Daniel Vorcaro que estão em poder da CPMI, após pedido da defesa do banqueiro. Porém, o ministro destacou que o sigilo da fonte, garantia constitucional ao trabalho dos jornalistas, deve ser preservado na apuração. O jornalista Cláudio Dantas fez a seguinte observação sobre a decisão: “Moraes persegue, censura e tutela a imprensa. Mendonça garante sua total liberdade de ação, fiscalização, expressão e crítica. Moraes quer investigar jornalista para descobrir suas fontes. Mendonça exalta o sigilo constitucional. A diferença é abissal, constrangedora e pedagógica.”
Ministro Moraes é desmentido publicamente após negar conversas irregulares com Vorcaro
Confiante de que suas estratégias para esconder conversas com o mafioso Vorcaro — usando notificações de visualização única — o protegeriam, o ministro Alexandre de Moraes divulgou nota negando oficialmente as irregularidades. Foi seu erro. Imediatamente, a jornalista Malu Gaspar o desmentiu publicamente, ao informar que a Polícia Federal, utilizando um software específico, havia visualizado todas as suas respostas e identificado seu número de telefone. A mentira, segundo informações divulgadas, é um recurso usado frequentemente e de forma recorrente no Supremo Tribunal Federal. Mas nunca foi desmascarado de forma tão contundente e inequívoca, em apenas algumas horas. O ministro Moraes não tem para onde correr. Seja quem for quem pretende destruir Moraes, que agora vira apenas uma caricatura mal feita do que deveria ser um ministro da alta corte brasileira, está conseguindo com louvor. A crise não atinge apenas esse ministro, mas aqueles que o protegem, desesperados. São todos, segundo o texto, feitos do mesmo material genético. Moraes não tem mais a mínima condição de continuar a exercer esse cargo.
Moro relembra covardia praticada contra a Lava Jato e não perdoa: ‘O cinismo é impressionante’
O senador Sérgio Moro utilizou as redes sociais para manifestar sua indignação com as revelações sobre o caso Master e o envolvimento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o parlamentar, por muito menos e sem qualquer conduta ilícita comprovada, os donos do poder simplesmente anularam todo o esquema multibilionário de crimes desvendados pela Operação Lava Jato e jogaram tudo na lata de lixo. Hoje, o Supremo Tribunal Federal está mergulhado em lama profunda. Confira a manifestação de Moro: “E anularam a Lava Jato, liberando a volta da corrupção no Governo Lula III, por causa de mensagens hackeadas, não autenticadas e de conteúdo inócuo, sem que indicassem fraudes, armação, blindagem de investigado ou transações suspeitas.” “O cinismo é impressionante.” Capa do livro “Supremo Silêncio” A obra “Supremo Silêncio” permanece disponível ao público. O livro expõe a perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que tiveram início no Inquérito das Fake News.
Inquietação institucional: STF enfrenta crise de credibilidade diante de denúncias e controvérsias
Momentos de profunda inquietação institucional marcam o cotidiano do Supremo Tribunal Federal (STF). Não se trata de crítica ideológica ou partidária, mas de preocupação manifestada por diversos juristas a partir de princípios elementares da ciência jurídica. Entre os episódios frequentemente apontados estão alegadas incursões na esfera de competência de outros Poderes da República e a imposição de medidas interpretadas por críticos como censura prévia a jornalistas, políticos e cidadãos, com bloqueios de redes sociais e aplicação de multas. O julgamento, pelo próprio STF, de pessoas sem prerrogativa de foro — como em processos relacionados aos atos de 8 de janeiro — que, em tese, deveriam tramitar na primeira instância, também tem sido alvo de questionamentos. Decisões monocráticas de grande impacto institucional, como a proferida em setembro de 2023 pelo ministro Dias Toffoli, que anulou acordo de leniência firmado pela empreiteira Odebrecht com o Ministério Público Federal, reforçam as críticas. A designação de relatoria de determinados inquéritos sem distribuição regular, o que, segundo críticos, poderia tensionar o princípio do juiz natural, e a longa duração de investigações conduzidas no âmbito da Corte, alimentando a percepção de que tais procedimentos poderiam estar sendo utilizados para investigar ou constranger críticos do tribunal, completam o quadro de controvérsias. Recentemente, outro episódio ganhou repercussão após denúncias feitas por Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do Tribunal Superior Eleitoral. Segundo ele, mensagens extraídas de seu celular indicariam a existência de uma estrutura no tribunal destinada à elaboração de relatórios e pareceres que teriam servido de base para decisões envolvendo bloqueio de redes sociais e restrições a opositores políticos. Tagliaferro, atualmente na Itália, afirmou que tais relatórios teriam sido produzidos sob demanda. As denúncias, entretanto, permanecem objeto de controvérsia. Em vez de instaurar investigação específica para apurar a veracidade das alegações, o Supremo Tribunal Federal recebeu denúncia contra o ex-assessor por crimes como violação de sigilo funcional e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. O episódio gerou críticas. Em editorial, o jornal O Estado de S. Paulo classificou a situação como juridicamente preocupante, apontando o fato de que o ministro Alexandre de Moraes — citado nas denúncias — teria participado do julgamento do caso. Outro tema recente envolve investigações relacionadas ao Banco Master e seu então presidente, Daniel Vorcaro. Reportagens apontaram possíveis relações do banco com personagens do cenário político e jurídico. Segundo notícias veiculadas na imprensa, um fundo de investimento ligado ao banco adquiriu o resort Tayayá, pertencente ao ministro Dias Toffoli e seus irmãos. Inicialmente, o próprio ministro conduziu procedimentos relacionados ao caso, negando impedimento. Posteriormente, o processo, através de um arranjo jurídico, foi redistribuído ao ministro André Mendonça. Outra informação amplamente divulgada refere-se a um contrato de honorários advocatícios firmado entre o Banco Master e a advogada Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, no valor de R$ 129 milhões. Segundo reportagens, a dimensão do contrato levantou questionamentos sobre eventual conflito de interesses — hipótese negada pelos envolvidos. Mais recentemente, reportagem da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, revelou suposta troca de mensagens entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes no dia da prisão do banqueiro. O gabinete do ministro negou a existência dessas conversas. Mesmo após a negativa oficial, a reportagem afirma que teve acesso a dados obtidos por meio de software de extração de conteúdo que teria recuperado mensagens originalmente enviadas em formato de visualização única. Diante de tantas controvérsias, o que se espera — em nome da credibilidade institucional — é transparência e apuração rigorosa dos fatos. Num Estado Democrático de Direito, nenhuma autoridade está imune ao escrutínio público. Ao contrário: quanto maior o poder exercido por uma instituição, maior deve ser também o seu compromisso com a transparência, a imparcialidade e o respeito às garantias constitucionais. A autoridade do Judiciário não se sustenta apenas na força de suas decisões, mas sobretudo na confiança que a sociedade deposita na imparcialidade de seus julgadores. Quando essa confiança se fragiliza, não é apenas a imagem de um tribunal que se desgasta. É a própria legitimidade institucional da Justiça que começa a ser silenciosamente corroída. E sem confiança na Justiça, o Estado de Direito perde um de seus pilares mais essenciais.
Irmão de Carla Zambelli faz revelações inéditas e denuncia perseguição jurídica no STF
Bruno Zambelli, deputado estadual em São Paulo e irmão da ex-deputada federal Carla Zambelli, revelou detalhes até então desconhecidos sobre o processo que condenou sua irmã no Supremo Tribunal Federal (STF). Carla Zambelli foi condenada em um processo que tramitou no STF e que, segundo Bruno, foi marcado por parcialidade. Injustiçada pela decisão judicial, a ex-parlamentar deixou o Brasil e foi para a Itália, onde aguarda presa uma definição da Justiça italiana sobre sua situação. Em entrevista ao jornalista Ricardo Roveran, Bruno Zambelli expôs o que classifica como a verdadeira trama que paralisou a carreira política de sua irmã. O deputado estadual revelou informações inéditas sobre os bastidores do caso que afastou Carla Zambelli da vida pública brasileira. O caso Carla Zambelli se tornou um símbolo das controvérsias envolvendo processos judiciais contra parlamentares conservadores. Bruno Zambelli denunciou o que considera ser uma anomalia jurídica no tratamento dado à sua irmã pelo sistema de Justiça brasileiro. A situação da ex-deputada permanece indefinida enquanto aguarda decisão das autoridades italianas sobre seu pedido de asilo político no país europeu.
CPMI esmaga a ‘explicação’ de Moraes sobre mensagens com Vorcaro
O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), senador Carlos Viana (Podemos-MG), contestou nesta sexta-feira (6) a declaração do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a respeito de supostas conversas atribuídas ao magistrado com o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Segundo o senador, a comissão não foi responsável pela divulgação de qualquer material sigiloso que envolva ministros da Corte. A manifestação ocorre após uma nota divulgada por Moraes afirmar que a “CPMI do INSS disponibilizou para toda a imprensa” dados telemáticos obtidos do celular do empresário. Em resposta, Viana declarou que os trabalhos da comissão foram conduzidos dentro das normas legais e regimentais e afirmou que é necessário identificar a origem das informações divulgadas. “A CPMI sempre atuou dentro dos limites legais e regimentais”, afirmou o parlamentar. O senador também ressaltou que não se pode atribuir à comissão a responsabilidade pelo vazamento sem a devida verificação da origem dos documentos. “É fundamental esclarecer de onde surgiu a informação. Antes de atribuir essa responsabilidade ao Parlamento, é preciso identificar com precisão a origem desses documentos”, declarou. Há informações que a velha mídia brasileira não teve coragem de noticiar. Escândalos como esse e detalhes das festas sexuais de Vorcaro para políticos e empresários poderosos estão no “documento” recém lançamento: o livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF. Ainda não se sabe por quanto tempo essa obra vai estar em circulação. O “sistema”, certamente, já está de olho e, por esse motivo, a editora liberou o FRETE GRÁTIS para todo o país. Acredite, o livro é a “autópsia do poder brasileiro”. Não perca essa oportunidade. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda Veja a capa: