Carlos Bolsonaro utilizou sua conta no X (antigo Twitter) nesta quarta-feira para relatar sua visita ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e denunciar a situação que classifica como perseguição política. “Hoje, quarta-feira, visitei o Presidente Jair Bolsonaro, preso político e torturado. Sua crise de soluços segue constante, algo que só de ver já me deixa agoniado. Imagine um homem ter que dormir soluçando e tratarem isso como algo comum, obviamente sabendo o que desejam com a deterioração diária de sua saúde”, escreveu Carlos. O vereador destacou a resiliência do pai diante das adversidades: “Inacreditavelmente, conversar sobre assuntos importantes e do cotidiano rapidamente o traz de volta ao front moral. Esse homem não existe.” Durante a visita, pai e filho discutiram temas estratégicos e políticos. Carlos revelou que conversaram sobre a lista de senadores de Bolsonaro, que deve ser definida nos próximos dias, e sobre a validade do julgamento de sua condenação e de milhares de outros casos. “No caso Master, tentam inviabilizar o avanço das investigações alegando, ironicamente, estar sendo utilizada a mesma metodologia jurídica que o ‘condenou’”, afirmou Carlos, destacando o que considera uma contradição no sistema judicial. A conversa também abordou a relação de Lula com o PCC e o CV, além da concessão de asilo político pela Argentina ao primeiro condenado pela farsa do golpe no Brasil. Carlos foi enfático ao denunciar o que considera uma tentativa de eliminar o pai: “Tentam matá-lo a todo custo, mas a fortaleza segue de pé, e seu espírito está mais vivo do que nunca.” Encerrando a mensagem com um tom de esperança e determinação, o vereador escreveu: “Que Deus esteja sempre contigo, Pai. Aqui fora, seguimos levando adiante o que você possibilitou acontecer: todos nós vislumbrarmos um Brasil melhor para nossos filhos. Seguimos firmes, com nosso verdadeiro Presidente e Líder. Um abraço a todos!”
STF determina prisão imediata de cinco oficiais da PM condenados por omissão em 8 de janeiro
O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que cinco oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal, condenados por omissão durante os acontecimentos de 8 de janeiro, iniciem o cumprimento de suas penas nesta quarta-feira (11/3). A ordem foi expedida após o esgotamento das possibilidades de recurso dentro do processo judicial. Segundo apuração, os militares devem se apresentar espontaneamente à Corregedoria da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Até o momento, foi confirmada a chegada dos coronéis Fábio Augusto, Marcelo Casimiro e Klepter Rosa ao local indicado pelas autoridades. Após o procedimento de apresentação, os condenados deverão passar por exames no Instituto Médico Legal (IML). Em seguida, serão encaminhados ao 19º Batalhão da PM, unidade conhecida como Papudinha. No mesmo local também estão detidos o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro Anderson Torres, ambos condenados no processo relacionado à chamada trama golpista. A decisão da Primeira Turma do STF, tomada de forma unânime, atingiu cinco oficiais: os coronéis Fábio Augusto Vieira — que ocupava o cargo de comandante-geral da PMDF no dia 8 de janeiro —, Klepter Rosa Gonçalves, então subcomandante-geral da corporação; Jorge Eduardo Barreto Naime, ex-chefe do Departamento de Operações; além de Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra e Marcelo Casimiro Vasconcelos. Segundo o entendimento dos ministros, os policiais militares foram responsabilizados por diversos crimes relacionados aos acontecimentos daquele dia. Entre eles estão abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado mediante violência e grave ameaça com uso de substância inflamável contra patrimônio da União, deterioração de patrimônio tombado e violação de dever funcional relacionado à garantia da ordem pública. Como resultado da condenação, foi fixada uma pena de 16 anos de prisão para cada um dos réus, além da aplicação de 100 dias-multa. A sentença também estabelece a perda dos cargos públicos e determina o pagamento solidário de R$ 30 milhões por danos morais coletivos, valor que deverá ser dividido entre os demais condenados pelos atos de 8 de janeiro. O que dizem as defesas Em nota, a defesa do coronel Klepter Rosa declarou que discorda “de alguns fundamentos da decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal”, mas afirmou que irá cumpri-la, “como sempre cumpriu a Constituição da República e as leis do país”. Os advogados também sustentam que a consciência do coronel “permanece tranquila, uma vez que foi ele próprio quem determinou e conduziu a prisão de manifestantes ainda no dia 08 de janeiro, bem como nos dias subsequentes aos fatos. A defesa confia que os equívocos possam ser devidamente corrigidos pelo próprio Supremo Tribunal Federal”. Já os representantes legais do coronel Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues lamentaram “os efeitos da decisão condenatória, uma vez que permanece convicta da inocência do coronel Marcelo Casimiro”. Em comunicado, a defesa declarou que “lamenta-se que um pai de família e oficial que dedicou mais de três décadas de sua vida à Polícia Militar do Distrito Federal, sempre com conduta funcional ilibada e sem qualquer mácula em sua carreira, esteja hoje obrigado a iniciar o cumprimento de uma pena que a defesa considera incompatível com a realidade dos fatos apurados nos autos”. Por sua vez, a defesa de Jorge Eduardo Naime afirmou que a decisão judicial “permanece cercada de contradições que jamais foram devidamente enfrentadas”. No mesmo posicionamento, os advogados informaram que a defesa “apresentou laudos periciais técnicos demonstrando a quebra da cadeia de custódia do celular de Naime — elemento que deveria ter sido tratado com absoluto rigor jurídico”. Ao final da nota, acrescentaram: “A história ainda haverá de mostrar, com clareza, quem de fato tentou evitar o pior naquele 8 de janeiro”.
Mãe de rapper Oruam é considerada foragida pela polícia em operação contra o Comando Vermelho
A Polícia Civil do Rio de Janeiro considera foragida Márcia Gama, esposa do traficante Márcio dos Santos Nepomuceno, conhecido como Marcinho VP, e mãe do rapper Oruam. A mulher não foi localizada durante a Operação Contenção Red Legacy, deflagrada nesta quarta-feira. A operação foi conduzida por agentes da Delegacia de Combate ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Dcoc-LD) e tem como objetivo desarticular a estrutura nacional do Comando Vermelho (CV). De acordo com a polícia, Márcia é apontada como uma das pessoas responsáveis por intermediar interesses do grupo criminoso fora do sistema prisional. Além dela, outros parentes de Marcinho VP estariam envolvidos nas atividades da organização. O caso ganha repercussão pela ligação com o rapper Oruam, que também é alvo de operações policiais e permanece foragido, desafiando publicamente as autoridades.
Lula dispara em rejeição e atinge 43,6%, contra 34,5% de Flávio Bolsonaro, mostra nova pesquisa
Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (11) revela que Lula disparou no quesito rejeição entre os potenciais candidatos à Presidência da República. De acordo com o levantamento, 43,6% dos entrevistados afirmaram que não votariam de jeito nenhum no petista, enquanto 34,5% responderam o mesmo em relação a Flávio Bolsonaro. Os candidatos aparecem empatados tecnicamente num eventual segundo turno. Contudo, a rejeição significativamente mais baixa de Flávio indica uma possibilidade bem maior de crescimento. A pesquisa Meio/Ideia entrevistou 1.500 pessoas entre os dias 6 e 10 de março em todo o país. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00386/2026-Brasil. Segundo a empresa responsável, o estudo custou R$ 27.600 e foi pago pelo Canal Meio.
Jornalista do regime entra em pânico com pesquisa que associa STF ao escândalo do Master
Daniela Lima, identificada como “porta-voz” do regime PT-Supremo, está apavorada porque a narrativa que ela e parte da militância de redação sustentou por anos está ruindo: a de que havia uma “ameaça autoritária” no Brasil partindo de Jair Bolsonaro e do que tratam por “extrema-direita”. Na verdade, toda a narrativa de “defesa da democracia” não passou de um subterfúgio para dar o verdadeiro golpe: descondenar o establishment corrupto pego na Lava Jato, censurar, perseguir e prender qualquer oposição ao regime recomposto, e blindar o establishment para sempre. O escândalo do Master implode a narrativa do regime. Leandro Ruschel. Veja o vídeo: A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber Veja a capa:
Operação contra o Comando Vermelho prende vereador do Rio acusado de negociar com traficantes
A operação Contenção Red Legacy, que investiga esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao Comando Vermelho (CV), prendeu nesta quarta-feira (11) o vereador carioca Salvino Oliveira (PSD). Segundo a apuração, o vereador teria negociado diretamente com traficantes para obter autorização para realizar campanha eleitoral em regiões sob controle do crime organizado. A suspeita é de que o acordo envolvesse contrapartidas políticas e facilitação de atividades comerciais em territórios dominados pelo grupo criminoso. Entre as áreas citadas nas investigações está a comunidade da Gardênia Azul, na zona oeste da capital fluminense. A polícia apura se houve articulação do vereador com lideranças locais do Comando Vermelho para garantir espaço político na região e outros benefícios. Salvino Oliveira foi eleito vereador do Rio de Janeiro com cerca de 27 mil votos e cumpre o primeiro mandato na Câmara Municipal. Natural da Cidade de Deus, ele ganhou projeção política na zona oeste da capital fluminense, região onde construiu parte de sua base eleitoral. Após a prisão, o vereador foi conduzido para a Cidade da Polícia, no Jacarezinho, onde permanece à disposição da Justiça. Ao chegar ao local, ele negou qualquer relação com o crime organizado e afirmou ser inocente das acusações.
CGU registra contradição grave nas explicações do escritório de Viviane Barci sobre contrato de R$ 129 milhões
A Controladoria-Geral da União (CGU) registra inconsistência entre informações do escritório Barci de Moraes e dados oficiais sobre preenchimento do formulário Pacto Brasil pelo Banco Master. O escritório de Viviane Barci de Moraes firmou contrato de R$ 129 milhões com o banco de Daniel Vorcaro. A divergência envolve datas de um dos serviços prestados. O escritório divulgou nota oficial informando que os serviços incluíam o “preenchimento de autoavaliação do Pacto Brasil (25 de setembro e 09 de outubro de 2025), entre outros”. A plataforma oficial da CGU mostra que o preenchimento ocorreu em 13 de março de 2025. A diferença é de seis meses entre as datas apresentadas pelo escritório e o registro oficial. O Pacto Brasil é uma “iniciativa da CGU que convida empresas e entidades privadas a assumirem um compromisso público com um ambiente de negócios mais íntegro e transparente”. As empresas participantes preenchem o formulário. As perguntas abordam apoio da alta direção a ações de integridade empresarial e existência de código de ética publicado em português.
A postura suicida de Lula: Brasil excluído da aliança das Américas contra o narcoterrorismo
A ausência de representantes do Brasil na reunião do Escudo das Américas nos Estados Unidos deveria preocupar o governo Lula-STF. Mas não parece preocupar os mentecaptos. Inúmeros contatos, reuniões e propostas de combate ao narcotráfico foram realizados ao longo do último ano pelo governo Trump. Todos infrutíferos, sem nenhuma boa vontade de colaboração por parte do governo brasileiro. Resultado: o governo Lula foi excluído da aliança das Américas no combate ao narcoterrorismo e alinhado à Colômbia, Nicarágua e México (Petro, Ortega e Sheinbaum, três governos de esquerda), que também não foram convidados. Com essa postura, Lula não só deixa de participar de possíveis soluções para esse câncer que corrói o continente, como se torna parte do problema, ao lado de países produtores, governos sustentados pelo narcotráfico e aliados ao que há de pior no terrorismo global, assim como o arquirrival norte-americano, a China. Não se sabe em que se baseia essa postura suicida de Lula. Acredita que Rússia e China intervirão em seu socorro? Não viu o que ocorreu na Venezuela e no Irã? Quando militares americanos, apoiados por argentinos, paraguaios, chilenos e outros realizarem operações dentro do território brasileiro, não vai adiantar chorar na ONU ou para o Papa. Não ache o Molusco que todo esse escândalo de lavagem de dinheiro do narco pelo Master e toda a sujeirada envolvendo seu governo e ministros do STF estão passando despercebidos. A batata está assando. Pedro Possas. Médico.
Filha de Fachin fecha escritório e dá lição de ética para esposa de Moraes
Um exemplo digno de nota surgiu no cenário jurídico brasileiro. A filha e o genro do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, decidiram encerrar as atividades do escritório jurídico que mantinham no Paraná, especializado em contencioso. Melina Fachin e Marcos Gonçalves comunicaram a decisão no mês passado, justamente em meio à discussão sobre a elaboração de um Código de Ética para ministros da Corte e aos questionamentos a respeito da atuação de familiares de magistrados em tribunais. A decisão representa uma lição com endereço certo: Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, que segue atuando profissionalmente sem demonstrar preocupação com os debates éticos que envolvem o Supremo. O gesto da família de Fachin demonstra sensibilidade ao momento delicado vivido pela Suprema Corte, evitando qualquer possibilidade de conflito de interesses ou questionamentos sobre eventual uso da posição do magistrado para benefício familiar.
Ex-subsecretário do RJ desaparece desorientado após filho ser indiciado por estupro coletivo
José Carlos Costa Simonin foi reportado como desaparecido pela família nesta terça-feira (10). Ele ocupava o cargo de subsecretário estadual de Governança, Compliance e Gestão Administrativa no governo de Cláudio Castro. A esposa de José Carlos confirmou o sumiço do marido. “Meu marido sumiu. Estamos contando com a ajuda de amigos para localizar”, declarou ela. O comunicado divulgado pela família identifica o desaparecido como morador de Copacabana, do sexo masculino. Segundo os familiares, José Carlos estaria desorientado e possivelmente em surto. A família solicita que qualquer pessoa com informações sobre o paradeiro dele entre em contato imediatamente. O sumiço acontece dias após José Carlos se envolver em uma polêmica relacionada ao caso de estupro coletivo ocorrido em 31 de janeiro deste ano. O advogado da vítima, Rodrigo Mondego, afirmou ter sido alvo de agressões verbais enviadas por Simonin nas redes sociais. Em uma troca de mensagens divulgada pelo advogado, o ex-subsecretário teria escrito: “Você também está querendo cinco minutos de fama. Vai trabalhar para pagar ‘às’ (sic) suas contas, vagabundo.” Mondego respondeu às mensagens dizendo que atua para que o filho do ex-subsecretário responda pelo crime na Justiça. O advogado afirmou avaliar a possibilidade de apresentar uma representação contra Simonin por coação no curso do processo. Esse crime está previsto no artigo 344 do Código Penal. A legislação trata de violência ou intimidação contra partes envolvidas em processos judiciais. A 12ª DP (Copacabana) concluiu a investigação do caso de estupro coletivo. A polícia indiciou quatro jovens: Bruno Felipe dos Santos Allegretti, Vitor Hugo Oliveira Simonin, Mattheus Veríssimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho. Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, é filho de José Carlos. Os quatro respondem por estupro qualificado cometido em concurso de pessoas. O crime ocorreu em um apartamento em Copacabana no dia 31 de janeiro de 2026. A vítima é uma adolescente de 17 anos. O inquérito policial analisou imagens de câmeras de segurança do prédio onde o crime aconteceu. As gravações foram registradas entre 19h24 e 20h42 do dia 31 de janeiro de 2026. Segundo o relatório da investigação, as imagens mostram a chegada dos quatro jovens, posteriormente indiciados, ao apartamento. Em seguida, as câmeras registraram a entrada da adolescente e do menor que a teria convidado ao local. Após o período dentro do imóvel, a vítima deixa o apartamento acompanhada do adolescente. O documento policial aponta que, depois que a jovem sai do campo de visão das câmeras, o menor retorna ao apartamento. Ele volta a aparecer nas imagens fazendo gestos interpretados pela polícia como de “comemoração”. O menor sai em seguida sorridente. Essas imagens foram consideradas elementos importantes na conclusão do inquérito. José Carlos Costa Simonin foi exonerado do cargo de subsecretário estadual de Governança, Compliance e Gestão Administrativa após a repercussão do caso envolvendo seu filho. Ele ocupava a posição no governo de Cláudio Castro antes do afastamento. O pedido de exoneração foi feito pela secretária Rosangela Gomes. O documento foi encaminhado ao secretário da Casa Civil, Nicola Miccione. A publicação no Diário Oficial ocorreu no dia 3 de março.