Enquanto Lula desistiu de ir à posse do novo presidente do Chile, José Antonio Kast, o senador Flávio Bolsonaro marcou presença no evento e ampliou relações que serão fundamentais para o seu mandato como presidente da República, caso vença as eleições de 2026. O encontro com a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, Maria Corina Machado, foi altamente significativo para o senador brasileiro. Flávio comentou sobre o encontro: “A ganhadora do Prêmio Nobel Maria Corina Machado é sempre uma inspiração para nós que lutamos contra os retrocessos e o autoritarismo das esquerdas. Viva a liberdade!”
Flávio Bolsonaro encontra Milei no Chile e presidente argentino diz: ‘Você vai ganhar’ (Veja o vídeo!)
Flávio Bolsonaro demonstra crescente reconhecimento internacional entre líderes conservadores. A prova mais recente veio durante o evento de posse do presidente do Chile, José Antonio Kast, quando o presidente argentino Javier Milei teve uma reação efusiva ao avistar o senador brasileiro. Milei desejou “força” a Flávio Bolsonaro e afirmou que o pré-candidato à Presidência do Brasil “vai ganhar”. O senador agradeceu Milei por ter concedido asilo a um dos presos políticos do Brasil e publicou um comentário na rede social X: “A liberdade é o pilar essencial de qualquer democracia. E o presidente argentino tem mostrado ao mundo o que é possível fazer quando se faz uma gestão séria e comprometida com o país. Muito obrigado pelo carinho, meu amigo!” Confira o momento:
Zanin surpreende e interrompe julgamento que pode tornar Silas Malafaia réu
O julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que pode transformar o pastor Silas Malafaia em réu foi interrompido após pedido de vista apresentado pelo ministro Cristiano Zanin. Com a solicitação, o magistrado ganha mais tempo para analisar o processo que trata de supostos crimes de injúria e calúnia contra o comandante do Exército, general Tomás Paiva. A análise da denúncia teve início na última sexta-feira (6) na Primeira Turma do STF. O processo examina a acusação apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Caso a maioria dos ministros aceite a denúncia, Malafaia passará formalmente à condição de réu e o caso seguirá para a fase de instrução. Relator do caso no Supremo, o ministro Alexandre de Moraes já apresentou seu voto favorável ao recebimento da denúncia. Na manifestação, o magistrado afirmou que as ações atribuídas ao pastor “assemelham-se, em acentuado grau, ao modus operandi da organização criminosa investigada no INQ 4.874/DF”, investigação que apura a atuação de supostas “milícias digitais” voltadas a ataques contra instituições democráticas e à tentativa de desestabilização do Estado de Direito. A acusação tem origem em declarações feitas por Malafaia em abril do ano passado, durante um ato público realizado na Avenida Paulista em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na ocasião, o pastor discursou em um carro de som pedindo anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro e criticou oficiais das Forças Armadas. Durante o discurso, ele afirmou: “Cambada de frouxos, cambada de covardes, cambada de omissos. Vocês não honram a farda que vestem. Não é para dar golpe, não, é para marcar posição”. De acordo com a Procuradoria-Geral da República, as declarações incluíram acusações de que oficiais do Exército teriam cometido crime militar, ainda que não houvesse provas para sustentar essa afirmação. Posteriormente, segundo a PGR, o próprio pastor publicou o conteúdo nas redes sociais, ampliando a divulgação das críticas. A denúncia foi formalizada em 18 de dezembro pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet. O julgamento ocorre no plenário virtual da Primeira Turma do STF e, inicialmente, estava previsto para se estender até o dia 13 de março. A inclusão do processo na pauta foi realizada pelo ministro Flávio Dino, após solicitação do relator Alexandre de Moraes.
Moraes autoriza visita de assessor de Trump a Bolsonaro, mas impõe data que dificulta encontro
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que Darren Beattie, assessor sênior do governo Donald Trump responsável por políticas relacionadas ao Brasil, realize uma visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na unidade prisional conhecida como Papudinha. O encontro foi marcado para o dia 18 de março. O pedido havia sido apresentado pela defesa de Bolsonaro nesta terça-feira, solicitando autorização do magistrado para que o encontro ocorresse durante a passagem do assessor norte-americano por Brasília. Na solicitação encaminhada ao Supremo, os advogados argumentaram que Beattie cumprirá compromissos oficiais no Brasil e permanecerá na capital federal por um período curto. Por esse motivo, segundo a defesa, seria necessário ajustar a data da visita. O documento encaminhado ao tribunal afirmava: “O visitante [Beattie] cumprirá agenda oficial no Brasil e estará em Brasília por curto período, circunstância que acaba por inviabilizar a realização da visita nas datas ordinárias atualmente previstas para visitação [quartas-feiras e sábados]”. Inicialmente, os advogados do ex-presidente haviam solicitado autorização excepcional para que o encontro fosse realizado no dia 16 de março, no período da tarde, ou no dia 17, pela manhã ou no início da tarde, “observadas todas as regras de segurança e controle do estabelecimento prisional”. Ao analisar o pedido, Moraes rejeitou as datas propostas. O ministro afirmou que “não há previsão legal ou excepcionalidade para realizar alteração específica de dia de visitação”. Segundo ele, o funcionamento do sistema prisional deve ser respeitado pelos visitantes, “e não o contrário”. Com isso, determinou que a visita ocorra no dia 18 de março.
Toffoli se declara suspeito em caso do Banco Master e alega “foro íntimo” sem explicações
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), surpreendeu ao se declarar suspeito para atuar como relator de mandado de segurança que solicita a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara dos Deputados. O objetivo da CPI seria investigar a relação do Banco Master com o Banco de Brasília (BRB). O ministro, contudo, não apresentou justificativas concretas sobre os reais motivos por trás da decisão. A alegação apresentada por Toffoli foi a seguinte: “Declaro minha suspeição por motivo de foro íntimo. Determino à Secretaria Judiciária que encaminhe o processo à presidência desta Suprema Corte para a adoção das providências que julgar pertinentes”, afirmou na decisão. Com a declaração de suspeição, outro relator será sorteado para o caso. Livro aborda detalhes do caso Banco Master Informações que a grande mídia brasileira não divulgou estão disponíveis no livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF. A obra traz escândalos e detalhes das festas sexuais de Vorcaro para políticos e empresários poderosos. Ainda não se sabe por quanto tempo essa obra permanecerá disponível. O “sistema”, certamente, já está atento e, por esse motivo, a editora liberou o FRETE GRÁTIS para todo o país. O livro é descrito como a “autópsia do poder brasileiro”. Acesse o link: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda
Toffoli se declara suspeito para relatar CPI do Banco Master por ‘foro íntimo’
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou-se suspeito para relatar um mandado de segurança que solicita a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a relação entre o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB) na Câmara dos Deputados. Na decisão, o magistrado afirmou: “Declaro minha suspeição por motivo de foro íntimo. Determino à Secretaria Judiciária que encaminhe o processo à presidência desta Suprema Corte para a adoção das providências que julgar pertinentes”. Com isso, caberá agora ao tribunal realizar um novo sorteio para definir o relator responsável pela análise do caso. O ministro destacou que sua decisão se refere exclusivamente ao mandado de segurança específico que pede a instalação da CPI. No despacho, Toffoli ressaltou que “foram definitivamente afastadas, por decisão transitada em julgado, quaisquer hipóteses de suspeição ou de impedimento da minha atuação nos processos da chamada ‘Operação Compliance Zero’”. Em seguida, o ministro citou decisão assinada pelos dez integrantes da Corte que concluíram “não ser caso de cabimento para a arguição de suspeição” apresentada anteriormente pelo ministro Edson Fachin. A medida havia sido aberta após Fachin receber um relatório da Polícia Federal que mencionava o nome de Toffoli em mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Posteriormente, a arguição acabou sendo arquivada depois que Toffoli deixou a relatoria do processo relacionado ao caso Master, em 12 de fevereiro. A decisão tomada nesta quarta-feira (11/3) indica que o ministro ainda poderá participar de julgamentos ligados a outros processos envolvendo a Operação Compliance Zero. Livro aborda escândalos envolvendo o caso Banco Master Há informações que a velha mídia brasileira não teve coragem de noticiar. Escândalos como esse e detalhes das festas sexuais de Vorcaro para políticos e empresários poderosos estão no documento recém lançamento: o livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF. Ainda não se sabe por quanto tempo essa obra vai estar em circulação. O “sistema”, certamente, já está de olho e, por esse motivo, a editora liberou o FRETE GRÁTIS para todo o país. Acredite, o livro é a “autópsia do poder brasileiro”. Não perca essa oportunidade. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda
Delator de Lulinha teme pela vida, pede proteção ao Estado e denuncia abandono
Um dos principais delatores nas investigações que envolvem o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que teme por sua segurança e solicitou proteção policial. Até o momento, porém, as medidas de segurança ainda não foram implementadas. A pedido do próprio colaborador das investigações, sua identidade não foi divulgada publicamente. O caso está sob relatoria do ministro André Mendonça no STF. Em depoimentos prestados à Polícia Federal (PF) ao longo de 2025, o delator afirmou que o empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, teria realizado pagamentos mensais a Lulinha. Segundo o relato, os valores seriam destinados a facilitar o acesso a órgãos de saúde do governo federal para a comercialização de produtos ligados ao canabidiol. As defesas de Camilo Antunes e de Fábio Luís Lula da Silva negam as acusações. No mês de fevereiro deste ano, os advogados do delator apresentaram uma petição ao ministro André Mendonça relatando a situação de risco. No documento, a defesa afirma que o colaborador foi ouvido pelas autoridades no âmbito das investigações da chamada Operação Sem Desconto e forneceu informações consideradas relevantes para o avanço do caso. De acordo com os advogados, após prestar depoimento, o delator passou a enfrentar exposição indevida, agravada por vazamentos de informações relacionadas às suas declarações. A defesa também afirma que surgiram indícios de que imagens pessoais dele e de familiares — especialmente de sua filha — teriam sido retiradas de redes sociais e compartilhadas com terceiros. Na petição enviada ao Supremo, os advogados sustentam que a proteção da integridade física e psicológica do delator é fundamental não apenas para sua segurança pessoal, mas também para assegurar que as investigações possam continuar de forma segura. Segundo a defesa, o colaborador “limitou-se ao cumprimento de dever cívico, ao colaborar com as autoridades mediante o fornecimento de informações relevantes e que viabilizaram providências relevantes pelos órgãos encarregados da investigação em curso”. O documento ainda afirma que a preservação da segurança do delator é necessária para garantir que a apuração dos fatos seja conduzida de forma eficaz e sem riscos à sua integridade. O próprio delator relatou que chegou a receber proposta para ingressar em um programa oficial de proteção a testemunhas. No entanto, decidiu não aderir às condições apresentadas, por considerar que as exigências seriam excessivamente restritivas. Esse tipo de programa pode envolver medidas como mudança de domicílio, preservação da identidade e restrições de contatos pessoais e profissionais, o que, segundo ele, traria impactos profundos em sua vida familiar e profissional. A defesa argumenta que seria possível adotar medidas alternativas e menos invasivas, como acompanhamento institucional, reforço pontual de segurança e ampliação de mecanismos de sigilo e proteção de dados pessoais. O ministro André Mendonça autorizou a adoção de medidas de proteção. Apesar disso, segundo relato do próprio delator à imprensa, ainda não houve avanço nas tratativas com a Polícia Federal. Fontes da corporação afirmaram que a instituição não negocia formatos específicos de proteção individual. De acordo com essas fontes, a pessoa que solicita segurança precisa aderir aos programas oficiais previstos na legislação vigente.
Moraes dá 30 dias para PF concluir inquérito contra Monark por desobediência judicial
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal (PF) finalize no prazo de até 30 dias o inquérito que investiga o influenciador Bruno Monteiro Aiub, conhecido como Monark. A apuração foi instaurada em 2023 com o objetivo de verificar a suposta prática do crime de desobediência a decisão judicial. O caso está relacionado à criação de novas contas em redes sociais após determinações do próprio ministro que haviam ordenado o bloqueio dos perfis anteriormente utilizados pelo influenciador. Segundo os autos do processo, o inquérito permaneceu sem movimentações relevantes por aproximadamente um ano. A última atualização ocorreu quando a ByteDance, empresa responsável pela plataforma TikTok, encaminhou informações relacionadas a uma das contas que seriam atribuídas ao influenciador. Com a decisão mais recente, a Polícia Federal deverá realizar as diligências que ainda estejam pendentes e, na sequência, preparar o relatório conclusivo da investigação. Após a finalização dessa etapa, o material será encaminhado ao Ministério Público, que ficará responsável por avaliar o caso. Caberá ao órgão decidir se apresenta denúncia formal contra o investigado ou se solicita o arquivamento do procedimento.
Flávio Bolsonaro alcança Lula em empate técnico pela primeira vez, aponta pesquisa Genial/Quaest
Levantamento da Genial/Quaest divulgado nesta quarta-feira (11/3) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem numericamente empatados em um cenário de segundo turno das eleições presidenciais. De acordo com os dados, Lula registrou 41% das intenções de voto, dois pontos percentuais a menos do que no levantamento anterior, divulgado em fevereiro. Já Flávio Bolsonaro apresentou crescimento de três pontos percentuais e também alcançou 41%, configurando o primeiro empate numérico entre os dois em simulações de segundo turno realizadas pelo instituto. A pesquisa também avaliou outros cenários eleitorais, testando disputas entre Lula e diferentes nomes da política nacional. Ao todo, foram analisados seis confrontos adicionais envolvendo possíveis candidatos da oposição. Segundo o levantamento, o presidente venceria todos esses adversários em uma eventual segunda etapa da eleição. Entre eles estão Ratinho Júnior (PSD), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Eduardo Leite (PSD), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC). O melhor desempenho entre os adversários testados foi do governador do Paraná, Ratinho Júnior, que aparece com 33% das intenções de voto contra 42% atribuídos a Lula, diferença de nove pontos percentuais. No cenário envolvendo o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, o presidente também lidera com vantagem de 10 pontos percentuais, registrando 44% das intenções de voto frente aos 34% do político do partido Novo. A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 9 de março, com entrevistas presenciais feitas com 2.004 eleitores com 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05809/2026.
Toffoli é sorteado relator de mandado de segurança para instalação da CPMI do Banco Master
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi escolhido por sorteio para relatar o mandado de segurança apresentado por parlamentares da oposição que solicitam a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) destinada a investigar o Banco Master no âmbito do Congresso Nacional. A iniciativa judicial foi protocolada no dia 9 de março por deputados e senadores oposicionistas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na ação, os parlamentares pedem uma decisão liminar que determine a abertura imediata da chamada CPMI do Banco Master. De acordo com os autores do pedido, a medida se tornou necessária diante da ausência de movimentação por parte do presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), para dar andamento à criação da comissão de investigação. No documento encaminhado ao Supremo, os congressistas afirmam que, apesar da apresentação formal do requerimento para instalação da CPMI, ainda não houve providências para sua efetivação. Por esse motivo, a oposição recorreu ao STF por meio de mandado de segurança, solicitando que a Corte determine o cumprimento do procedimento regimental e autorize o início das investigações parlamentares sobre o Banco Master. Com o sorteio realizado no tribunal, caberá agora ao ministro Dias Toffoli analisar o pedido e decidir se concede ou não a liminar que pode determinar a instalação imediata da comissão. Caso a decisão seja favorável, o Congresso Nacional deverá iniciar os trâmites para a formação da CPMI, com participação de deputados e senadores responsáveis por conduzir as apurações.