Na sexta-feira (13), militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) realizaram um protesto em frente à sede do SBT, bloqueando temporariamente o acesso principal ao prédio da emissora. A ação foi registrada em vídeos e imagens divulgados nas redes sociais do próprio movimento. Segundo publicações feitas pelo grupo, a mobilização teve como objetivo pressionar o SBT a se manifestar oficialmente sobre declarações feitas pelo apresentador Ratinho envolvendo a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP). O episódio que motivou o protesto ocorreu na última quarta-feira (11). Na ocasião, Ratinho comentou a eleição de Erika Hilton para a presidência da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados. Durante sua fala, o apresentador afirmou que o posto deveria ser ocupado por uma mulher. Para o MTST, a declaração caracteriza um ataque de natureza transfóbica. O movimento afirmou que decidiu ir até a emissora para cobrar providências e um posicionamento público sobre o caso. “Hoje fomos ao SBT em SP cobrar uma resposta concreta da emissora após o ataque transfóbico de Ratinho contra a deputada Erika Hilton. (…) Não vamos tolerar o machismo e a transfobia”, publicou o movimento em uma das mensagens divulgadas nas redes sociais. Em outro vídeo publicado pelo grupo, os integrantes reforçaram o motivo da manifestação e relataram que houve avanço nas conversas com representantes da emissora. “Contra o machismo e a transfobia, ocupamos o SBT. As falas do apresentador Ratinho contra a deputada Erika Hilton passam longe de ser opinião. São falas criminosas e devem ser tratadas como tal. Fomos ao SBT cobrar uma resposta concreta, além de uma nota pública. Saímos com reunião marcada para a próxima quarta-feira, às 10h, com a emissora e a equipe da @hilton_erika Não vamos deixar barato. Chega de impunidade para transfóbico.”
O Globo tenta minimizar estado de saúde grave de Bolsonaro, mas é desmoralizado por Jair Renan
O jornal O Globo publicou uma matéria sobre a internação do ex-presidente Jair Bolsonaro nesta sexta-feira na UTI do hospital DF Star, em Brasília, com quadro de broncopneumonia aguda aspirativa causado por uma gastroparesia, condição em que o trânsito intestinal é mais lento que o normal. “A condição faz com que os músculos do estômago não funcionem corretamente, fazendo com que a comida permaneça no órgão por mais tempo do que o normal. Em geral, isso acontece quando a dieta antes de dormir é pesada ou mal mastigada. Ao deitar-se, o alimento volta para a boca e vai até o pulmão pela traqueia. E o paciente tem a sensação de falta de ar, tosse e cansaço extremo”, publicou o veículo, com o intuito aparente de minimizar a gravidade do quadro clínico do ex-presidente. Jair Renan, filho 04 de Bolsonaro, não poupou críticas à publicação: “É um absurdo! Tentam minimizar a saúde do meu pai com explicações ridículas enquanto ele sofre as consequências desse sistema cruel e injusto. Canalhice sem fim.” A perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro e seus aliados segue sem trégua. As circunstâncias envolvendo os acontecimentos de 2022, as decisões judiciais controversas e a perseguição política contra Bolsonaro permanecem como temas de intenso debate nacional.
General alvo de perseguição confronta Moraes e sugere renúncia antes que provas o forcem
O ministro Alexandre de Moraes acumulou nos últimos anos um número incontável de pessoas que aguardam ansiosamente por sua punição. De fato, o magistrado vem há muito tempo extrapolando suas prerrogativas e abusando de sua autoridade. Incrivelmente, esse dia parece que está se aproximando. Um general que foi alvo de uma ordem de busca e apreensão determinada pelo magistrado fez uma manifestação contundente no decorrer desta semana, confrontando diretamente o ministro do Supremo Tribunal Federal. “Senhor ministro Alexandre de Moraes, segundo as próprias convicções já externadas por Vossa Excelência, o uso de mensagens de visualização única caracteriza tentativa deliberada de ocultação de provas. Se esse entendimento permanece válido, talvez seja o caso de aplicá-lo também a si próprio, com a mesma régua que tem sido utilizada para julgar os demais. Por isso, permito-me uma sugestão respeitosa: considere a possibilidade de reconhecer o equívoco e afastar-se do cargo antes que os fatos e as evidências o façam de forma mais dura. Na vida pública, a admissão do erro costuma ser um gesto de dignidade. Quase sempre é mais nobre, e certamente menos degradante, do que ser constrangido pela prova em contrário. Pense nisso.” A declaração do general representa um confronto direto aos métodos utilizados pelo ministro, usando os próprios critérios de Moraes para questionar sua conduta. A sugestão de renúncia antes que as provas o forcem demonstra a gravidade da situação enfrentada pelo magistrado.
Podcast A Verdade expõe abismo econômico do governo Lula em debate de alto nível – Veja o vídeo!
O Podcast A Verdade apresenta uma edição histórica e necessária para quem busca compreender a gravidade da situação econômica do Brasil. A edição reuniu um time de peso — os economistas Alini Artioli e Igor Morais, o professor Ricardo Zanquin e o jornalista Diogo Forjaz — para analisar as ações desastrosas da gestão de Fernando Haddad à frente da economia. O cenário é alarmante: estatais que antes eram lucrativas agora operam em colapso, enquanto a dívida pública atinge patamares trilionários, sufocando o futuro das próximas gerações. Com o aumento desenfreado de impostos e o endividamento recorde das famílias brasileiras, o governo Lula 3 desenha uma “receita do caos” que ameaça destruir os fundamentos da economia nacional. Neste episódio, os convidados revelam o legado sombrio que será deixado para o próximo sucessor e analisam se ainda resta uma saída para evitar a insolvência nacional. É uma análise técnica e corajosa que expõe as vísceras de um projeto de poder que prioriza o gasto público em detrimento do bem-estar dos brasileiros. O sonho da picanha acabou, agora? Para assistir, clique no link abaixo: https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/79499/podcast-a-verdade-desastre-anunciado-o-abismo… Vale ressaltar que o Podcast A Verdade é um conteúdo exclusivo para assinantes. Torne-se um de nossos apoiadores e tenha esse conteúdo na palma da sua mão. Clique no link abaixo: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao
Deputada Erika Hilton é desmentida pelo SBT após mentir sobre ligação de Daniela Beyruti
A deputada Erika Hilton, na tentativa de pontuar na briga que travou com o apresentador Ratinho, afirmou publicamente que teria recebido uma ligação de Daniela Beyruti, filha de Sílvio Santos e atual presidente do SBT. Tratava-se de mais uma mentira da parlamentar. O SBT negou categoricamente que a presidente da emissora tenha procurado a deputada. Em nota oficial, a emissora esclareceu que foi Erika Hilton quem iniciou o contato com Daniela Beyruti. Desmascarada, a própria deputada confirmou a versão do SBT nas redes sociais. Assumiu a mentira sem qualquer constrangimento. Cara de pau.
Ratinho vence na Justiça e jornalista terá que pagar R$ 20 mil por matéria caluniosa
O Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) determinou que um jornalista pague R$ 20 mil em indenização ao apresentador Carlos Roberto Massa, o Ratinho, em uma ação de danos morais. A decisão foi tomada após o comunicador mover ação judicial contra uma reportagem publicada em um portal de notícias especializado em celebridades. O processo teve início de cobrança no final de fevereiro de 2026. A reportagem que gerou a ação trazia o título “Ratinho perde milhões, tem programa ameaçado e vê sua rádio fracassar em São Paulo”. O apresentador contestou o conteúdo, argumentando que o texto continha informações inverídicas e caluniosas. Ratinho afirmou que a publicação apresentava sua vida profissional como “decadente”. A reportagem também dizia falsamente que ele teria demitido toda a equipe após o insucesso de uma parceria com o cantor Eduardo Costa. Na quinta-feira (12), a Justiça expediu mandado de intimação contra o jornalista através do Infojud. A plataforma da Receita Federal é utilizada por juízes para localizar bens, CPFs, CNPJs e endereços de devedores. O sistema permite ao Judiciário acesso a informações cadastrais e patrimoniais. A defesa do jornalista apresentou argumentos baseados na liberdade de imprensa. Os advogados afirmaram que o profissional atuou dentro dos limites constitucionais da liberdade de expressão. A defesa alegou que, por Ratinho ser figura pública, haveria interesse jornalístico legítimo em cobrir os “altos e baixos” de sua trajetória profissional. O magistrado responsável reconheceu que personalidades públicas estão sujeitas a críticas e ao escrutínio da imprensa. Contudo, o juiz identificou que o jornalista réu utilizou conotação maliciosa na elaboração do texto. A decisão apontou que foram empregadas palavras degradantes na reportagem, ultrapassando os limites da liberdade de imprensa e configurando dano moral passível de indenização.
Desespero toma conta de autoridades: o encontro entre Motta, Moraes e Ciro
Políticos citados nas conversas de Daniel Vorcaro, obtidas pela Polícia Federal no celular do ex-banqueiro, já estariam em estado de completo desespero. Uma reunião teria ocorrido nos últimos dias envolvendo o presidente da Câmara Hugo Motta, o ministro Alexandre de Moraes e Ciro Nogueira. O jornalista Paulo Cappelli revelou o encontro, que teria sido realizado para discutir o assunto. Segundo a revelação, Motta e Ciro procuraram saber as possíveis consequências jurídicas após as citações no telefone de Vorcaro. Até onde se sabe, os dois parlamentares não são oficialmente investigados no inquérito, que tem a relatoria de André Mendonça na Suprema Corte. Em um dos diálogos, Vorcaro conta à namorada sobre um jantar com Hugo Motta “e mais 6 empresários”, ocorrido na “residência oficial”, em Brasília. O encontro foi registrado pelo banqueiro no dia 26 de fevereiro de 2025, um dia após a eleição de Motta para a Presidência da Câmara. “Hugo” é citado pelo banqueiro mais cinco vezes nas conversas obtidas pela Polícia Federal (PF), em encontros realizados durante a madrugada. Já Ciro Nogueira aparece 14 vezes nos diálogos de Vorcaro com a namorada, Martha Graeff. O senador é apontado pelo banqueiro como “um dos meus grandes amigos de vida” e aparece em viagens no avião do fundador do Banco Master e reuniões com outros parlamentares, inclusive Hugo Motta. Em agosto de 2024, Vorcaro compareceu ao casamento da filha de Ciro Nogueira em Angra dos Reis. Dez dias depois, o senador apresentou a proposta de emenda constitucional conhecida como PEC Master, que ampliava a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1 milhão por CPF. “Ciro soltou um projeto de lei agora que é uma bomba atômica mercado financeiro! Ajuda os bancos médios e diminui poder dos grandes! Está todo mundo louco”, relatou o banqueiro à namorada, na ocasião.
Jornalistas comemoram internação de Bolsonaro e expõem face cruel da esquerda brasileira
Uma cena perturbadora foi registrada diante do hospital para onde o ex-presidente Jair Bolsonaro havia sido levado após passar mal. Jornalistas gravavam vídeos enquanto comentavam a situação de saúde do ex-mandatário. Uma repórter iniciou a transmissão com uma frase inesperada: “Ó, felicidade!” Ao fundo, outras pessoas comemoravam a possibilidade de que o ex-presidente pudesse morrer naquele dia — uma sexta-feira 13 que, segundo uma delas, “passaria a ser um dia de sorte”. A cena levanta uma pergunta inquietante: que tipo de sociedade celebra a possibilidade da morte de um adversário político? E mais ainda: que tipo de mentalidade permite que o sofrimento humano seja transformado em motivo de comemoração pública? A psicologia social oferece diversas explicações para esse tipo de comportamento. Por ora, cabe apenas registrar a perplexidade e indignação diante de um fenômeno que vem se intensificando no Brasil nos últimos anos: a progressiva desumanização do adversário político. Desde a abertura do chamado “inquérito do fim do mundo”, instaurado no âmbito do Supremo Tribunal Federal, criou-se no país um ambiente de forte tensão institucional e política. Independentemente das posições ideológicas de cada cidadão, é inegável que a sensação de seletividade na aplicação de punições tem alimentado ressentimentos, conflitos e percepções de injustiça. Nesse contexto, figuras públicas passam a ser tratadas não como adversários políticos, mas como inimigos morais cuja humilhação ou destruição seria desejável. O próprio ex-presidente Bolsonaro carrega marcas físicas e políticas dessa radicalização. Antes do atentado sofrido durante a campanha eleitoral de 2018, era um capitão do Exército, atleta e um homem de boa saúde. O ataque violento mudou radicalmente essa condição. Desde então, enfrentou diversas cirurgias e passou a conviver com sequelas que o acompanham até hoje. Agora idoso, seu estado de saúde ainda reflete as consequências daquele episódio — algo que frequentemente é ignorado por aqueles que preferem reduzir sua história a um rótulo político. Nada disso, porém, parece comover aqueles que transformaram sua figura em símbolo absoluto do mal político. Quando o adversário é reduzido a uma caricatura moral, perde-se algo essencial: a capacidade de reconhecer a humanidade do outro. E é exatamente aí que reside o perigo. O problema não está apenas nas palavras pronunciadas diante das câmeras, mas na plateia invisível que as celebra — parceiros ideológicos que reforçam e amplificam esse tipo de comportamento. Assim, a humilhação pública passa a ser tratada como virtude, e o sofrimento alheio como espetáculo. Esse ambiente revela algo preocupante: uma sociedade emocionalmente adoecida, cada vez mais incapaz de conviver com divergências políticas sem recorrer ao desprezo e à desumanização. Muitos dos que celebram o sofrimento de uma figura pública esquecem-se de algo simples: estão falando de um ser humano, mortal como todos nós — e de uma autoridade que continua sendo respeitada e admirada por milhões de brasileiros, muitas vezes inclusive por familiares e amigos daqueles que hoje celebram sua dor. Há muito tempo parece que já não falamos a mesma língua. E não, isso não é sobre democracia. A democracia pressupõe divergência, oposição e debate. Mas também exige respeito mínimo pela dignidade humana — inclusive a do adversário. Quando esse limite é ultrapassado, o que resta já não é política. O que emerge é um ressentimento profundo que deságua na vingança — declarada em voz alta e aclamada em coro, sem remorso nem pudor. E quando uma sociedade chega a esse ponto, algo essencial já se perdeu. No fim das contas, existe apenas uma realidade verdadeiramente democrática: a morte. Ela não é de direita, não é de esquerda, nem de centro. Não faz acordos com partidos, tribunais ou governos. Não escolhe ideologias nem pede licença às paixões humanas. Talvez por isso seja prudente lembrar que o desejo cruel pode ter efeito bumerangue. Pois o pêndulo da morte, silencioso e implacável, cedo ou tarde passa por todos. No fim, a morte iguala aquilo que o ódio tentou separar.
STF mantém prisão de banqueiro do escândalo do Banco Master: queda dos blindados pelo poder econômico
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal formou maioria para manter a prisão preventiva de Daniel Vorcaro, banqueiro envolvido no escândalo do Banco Master. Os ministros André Mendonça (relator), Luiz Fux e Nunes Marques já votaram pela manutenção da medida, restando apenas o voto de Gilmar Mendes no plenário virtual da Corte. No voto apresentado, Mendonça foi categórico: a prisão preventiva é necessária para garantir a ordem pública, a ordem econômica e a regularidade da investigação criminal. A defesa tentou derrubar a medida, mas seus argumentos foram rejeitados diante da gravidade das acusações. O caso Banco Master, que abalou o mercado financeiro, envolve suspeitas de fraudes bilionárias e movimentações irregulares que colocaram em xeque a credibilidade de instituições bancárias. Vorcaro, apontado como peça central do esquema, agora se torna símbolo da queda de quem acreditava estar blindado pelo poder econômico. O governo, que não esperava esse desfecho, recebe um recado claro: não há muralha capaz de resistir quando a Justiça decide mostrar os dentes. A prisão de Vorcaro é mais que uma decisão judicial — é um alerta de que o sistema não tolera mais a arrogância dos poderosos. E a pergunta que ecoa nos corredores é cortante: quem será o próximo a sentir o peso da lei? Da verdadeira Lei, não aquela construída e manipulada por alguns ministros.
A impressionante habilidade de Mendonça vence pressão e mantém prisão de banqueiro
O ministro André Mendonça demonstrou extrema competência e agilidade para assegurar a manutenção das prisões na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal. A estratégia do ministro impediu uma eventual reversão da prisão do banqueiro Daniel Vorcaro e de outros dois homens alvos da terceira fase da Operação Compliance Zero. Antes do início do plenário virtual, às 11h da sexta-feira (13), o relator compartilhou com os colegas a representação da Polícia Federal e documentos que embasaram a decisão. O inquérito está sob sigilo. Havia receio de que pressão externa, incluindo de políticos do Centrão, pudesse favorecer a soltura de Vorcaro para evitar um eventual acordo de colaboração premiada. Por outro lado, o ministro Gilmar Mendes poderia também tentar influenciar nesse sentido. Ao compartilhar os documentos, o objetivo de Mendonça era garantir que os ministros tivessem acesso não apenas ao voto dele antecipado, mas a todas as informações que o levaram a decretar as prisões no dia 4 de março. Foram presos Daniel Vorcaro, dono do Banco Master; o cunhado dele, o empresário Fabiano Zettel; e o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva. Outro alvo da operação, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o Sicário, morreu após atentar contra a própria vida na prisão. Logo após o início do julgamento na sexta-feira, o STF formou maioria para manter a prisão preventiva dos três. Os ministros Luiz Fux e Kassio Nunes Marques seguiram o relator André Mendonça. Ainda falta justamente o voto do ministro Gilmar Mendes, presidente da Segunda Turma. Outro integrante do colegiado, o ministro Dias Toffoli, declarou suspeição e não vai votar.