A desembargadora Maria de Lourdes Abreu faleceu aos 73 anos na noite desta quarta-feira (18), às 21h20, no Hospital Sírio-Libanês, onde estava internada. Ela enfrentava um câncer no pulmão que evoluiu para metástase no cérebro e teve falência múltipla de órgãos. Integrante do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) desde 2014, Maria de Lourdes ocupava atualmente o cargo de ouvidora-geral da Corte no biênio 2024-2026, função voltada à interlocução entre o tribunal e a sociedade. Também presidia a 1ª Câmara Cível e a 3ª Turma Cível, com atuação relevante em julgamentos nas áreas de direito público e privado. A magistrada ingressou no TJDFT pelo chamado “quinto constitucional”, em vaga destinada ao Ministério Público, após uma longa trajetória como procuradora de Justiça. Ela iniciou a carreira no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) em 1981, somando mais de quatro décadas de atuação no serviço público jurídico. Neste ano, foi internada para dar continuidade ao tratamento da doença. A pedido dela, o corpo será cremado em Valparaíso de Goiás nesta sexta-feira (20). Maria de Lourdes era casada e não tinha filhos.
Justiça rejeita tentativa de censura de Gleisi contra Flávio Bolsonaro
A 22ª Vara Cível de Brasília indeferiu o pedido de tutela de urgência da deputada Gleisi Hoffmann (PT) para remover vídeo publicado por Flávio Bolsonaro no Instagram — que afirma que Gleisi “protege o crime”. A magistrada foi direta: o conteúdo, ainda que use imagens de impacto, não extrapola os limites da liberdade de expressão. Não atribui à deputada a prática efetiva de crimes — expressa opinião política sobre sua atuação. A decisão tem base no artigo 220 da Constituição Federal, que veda restrição à manifestação do pensamento, e cita jurisprudência do próprio Supremo Tribunal Federal: eventuais abusos devem ser reparados por retificação ou direito de resposta — não pela remoção de conteúdo, que é medida excepcional. O processo corre agora em segredo de justiça — para “salvaguardar a estabilidade institucional”. Gleisi Hoffmann tentou calar Flávio Bolsonaro. A Justiça disse não. Crítica política não é crime. É democracia.
Jornal Nacional expõe Lulinha em esquema de fraude no INSS e deixa Planalto em pânico (Veja o vídeo!)
A blindagem midiática do governo petista parece ter chegado ao fim. O mar de corrupção que envolve o Planalto já não pode mais ser ignorado, e o caso envolvendo Lulinha tornou-se um dos mais explosivos do momento. Após anos de baixa exposição pública, o filho do presidente reativou empresas, reorganizou estruturas empresariais e voltou ao jogo dos negócios. Embora não haja nada de ilegal na retomada de atividades empresariais, o momento da movimentação levanta suspeitas: tudo acontece exatamente quando o pai retorna ao poder. O Jornal Nacional trouxe à tona a trama que envolve Lulinha, o lobista conhecido como “Careca do INSS” e suspeitas de fraudes no instituto previdenciário. A defesa apresentada pelo filho do presidente beira o ridículo em sua fragilidade argumentativa. Segundo a defesa, Lulinha viajou para Portugal em companhia do “Careca do INSS”, com todas as despesas bancadas pelo lobista investigado, supostamente para “visitar fábrica de cannabis medicinal”. E tal como o pai em episódios passados, alega não saber de nada sobre as irregularidades. Veja o vídeo: O caso ganha contornos ainda mais graves com revelações recentes. Estranhamente, Lulinha registrou nova empresa na Espanha enquanto a investigação sobre o INSS avança contra ele. Informações espantosas vazaram envolvendo uma amiga de Lulinha que teria servido como “elo” entre ele e o Careca do INSS, aprofundando as suspeitas sobre a articulação do esquema. Além disso, o delator que expôs Lulinha encontra-se em situação de perigo. Ele sofre ameaças e solicitou proteção do Estado, revelando o clima de tensão que envolve as investigações. Lula tentou esconder durante anos sua verdadeira face, mas os fatos continuam vindo à tona. Detalhes e revelações do passado do petista estão documentados no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”. Aproveite enquanto é tempo. Veja a capa:
Revelado como Mendonça construiu sua vitória sobre Gilmar no caso Master
Em uma vitória estratégica do ministro André Mendonça, o Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a prisão preventiva do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. A decisão foi tomada pela Segunda Turma da Corte em votação no plenário virtual. O ministro André Mendonça, relator do caso Master no STF, compartilhou documentos sigilosos com os demais ministros antes da votação. Antes do início do plenário virtual, às 11h da sexta-feira (13), Mendonça distribuiu aos colegas a representação da Polícia Federal e os documentos que embasaram a decisão de prisão decretada em 4 de março. O inquérito permanece sob sigilo. A medida buscou garantir que os ministros tivessem acesso não somente ao voto do relator, mas a todos os elementos que justificaram a prisão preventiva. O ministro já contava com o apoio de Luiz Fux. Uma eventual derrota poderia fragilizar politicamente Mendonça dentro do tribunal. O voto do ministro Kassio Nunes Marques era considerado o mais incerto nos bastidores da Corte. Lideranças do Centrão procuraram ministros da Corte para defender a transferência de Vorcaro para prisão domiciliar. Segundo fontes, Nunes Marques recebeu diversas ligações de parlamentares solicitando a soltura de Vorcaro. Após a abertura do plenário virtual, o STF formou maioria para manter a prisão preventiva do banqueiro. Fux e Nunes Marques votaram imediatamente com o relator e isolaram Gilmar. O decano, presidente da Segunda Turma, tem até o dia 20 para apresentar seu voto. Em seu voto, Mendonça reafirmou a decisão monocrática. O relator rebateu os argumentos apresentados pela defesa e pela Procuradoria-Geral da República. Mendonça afirmou que Vorcaro integra uma “perigosa organização criminosa armada”. A decisão mantém o banqueiro preso preventivamente enquanto o inquérito prossegue sob sigilo no Supremo Tribunal Federal.
Flávio Bolsonaro pressiona Lula sobre Lei Antifacção e petista fica acuado diante do prazo final
O senador Flávio Bolsonaro está pressionando Lula a se posicionar sobre a Lei Antifacção, aprovada pelo Congresso Nacional e que aguarda sanção ou veto presidencial. O prazo para decisão se encerra na próxima terça-feira, dia 24 de março. Em tom provocativo, o parlamentar questionou a postura do petista: “O próximo ex-presidente da República tem até o dia 24 de março para sancionar ou vetar a Lei Anti-facção, aprovada por nós no Congresso. O que ele fará?” A legislação tipifica o crime de “domínio social estruturado”, estabelecendo pena de 20 a 40 anos de prisão para organizações criminosas que exercem controle territorial. Segundo Flávio Bolsonaro, a proposta atinge diretamente facções que “atuam para controlar um território e implementar uma espécie de governo paralelo, oprimindo e explorando moradores”. O senador foi enfático ao detalhar os impactos da nova lei: “Ou seja, bandido que pertencer a organização criminosa que atua para controlar um território e implementar uma espécie de governo paralelo, oprimindo e explorando moradores, ficará um bom tempo preso, sem saidinha, sem auxílio reclusão e sem incomodar os cidadãos de bem”. A pressão sobre Lula coloca o presidente em uma posição delicada, tendo que decidir entre sancionar uma lei de endurecimento contra o crime organizado ou vetar uma medida apoiada pelo Congresso e aguardada pela população.
PT e Centrão se unem em manobra desesperada para enterrar CPMI do INSS
O avanço das investigações sobre a relação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, com um dos pivôs do escândalo de desvios de aposentadorias e das apurações sobre o Banco Master aproximou PT e Centrão em uma ofensiva para barrar a prorrogação dos trabalhos da CPMI do INSS. Em lados opostos na maior parte das disputas recentes, governistas e dirigentes de partidos do bloco passaram a atuar juntos contra o prolongamento das apurações feitas pelo colegiado, cujo prazo termina na próxima semana. Sem ambiente político para convencer a cúpula do Legislativo, a CPMI recorreu ao Supremo Tribunal Federal na tentativa de garantir sobrevida às investigações. De um lado, o Planalto tenta conter o desgaste provocado pelo episódio envolvendo Lulinha. De outro, partidos do Centrão buscam evitar que a comissão continue revelando conexões incômodas em pleno ano eleitoral. O apoio à prorrogação é concentrado sobretudo em parlamentares do PL, do Novo e de parte da direita no Congresso. A leitura entre governistas é que a CPMI passou a gerar desgaste direto ao Palácio do Planalto após se aproximar do entorno do presidente Lula. A decisão da CPMI de recorrer ao STF agravou ainda mais o cenário. O presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), ingressou com um mandado de segurança ao lado do relator Alfredo Gaspar (União-AL) e do deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), pedindo que o ministro André Mendonça determine a prorrogação. No recurso, os parlamentares alegam “ato omissivo” da Mesa Diretora e de Alcolumbre, sob o argumento de que o requerimento protocolado em dezembro não foi sequer lido em plenário. A iniciativa foi recebida com irritação pela cúpula do Congresso, que vê na judicialização uma tentativa de contornar a condução interna do Legislativo. O gesto ampliou o desgaste político em torno da CPMI.
Defesa de Vorcaro negocia delação premiada com André Mendonça – Veja o vídeo!
Nos bastidores de Brasília, um novo movimento no caso envolvendo o empresário Daniel Vorcaro começa a ganhar força e pode mudar completamente o rumo das investigações. Segundo apurações, a defesa já estaria em tratativas para viabilizar um acordo de delação premiada, tendo como ponto central interlocuções que passam pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça. A possível negociação ocorre em um momento de pressão crescente sobre Vorcaro, especialmente após a apreensão de materiais sensíveis que, conforme fontes próximas ao caso, podem conter registros comprometedores envolvendo figuras do meio político e empresarial. O conteúdo desses materiais teria elevado o nível de tensão entre os envolvidos e ampliado o interesse das autoridades em aprofundar as investigações. Dentro da estratégia da defesa, a delação surge como alternativa para reduzir danos e reorganizar o cenário jurídico do empresário. A avaliação é de que a colaboração pode abrir espaço para benefícios legais, ao mesmo tempo em que amplia o alcance das apurações, trazendo à tona novos nomes e conexões até então mantidas fora do radar público. No entorno do STF, a movimentação é acompanhada com cautela. O ministro André Mendonça, que já demonstrou preocupação com os limites entre vida privada e interesse público no caso, passa a ser peça-chave em qualquer avanço institucional relacionado à eventual delação. O caso Vorcaro, que já vinha provocando repercussão nacional, pode entrar agora em uma nova fase ainda mais sensível. Caso a delação se concretize, o impacto tende a ir além do campo jurídico, atingindo diretamente o ambiente político e reacendendo debates sobre poder, influência e os bastidores das relações em Brasília. A pergunta que fica é direta: se Vorcaro decidir falar, quem realmente está preparado para ouvir? Veja o vídeo:
Flávio Bolsonaro prepara ofensiva nacional na TV: aparecerá em todas as inserções regionais do PL antes das eleições
Uma estratégia simples, porém eficiente. Flávio Bolsonaro vai aparecer em todas as inserções regionais do PL que antecedem o período eleitoral. A decisão foi tomada em reunião com presidentes de diretórios do partido na última terça-feira (17). Flávio surgirá ao lado dos candidatos do PL a cargos do Executivo ou do Legislativo em todos os estados do Brasil. A estratégia visa reforçar o vínculo dos candidatos com a família do ex-presidente Jair Bolsonaro, além de evidenciar a imagem de Flávio no horário nobre da televisão, antes mesmo do início oficial do programa eleitoral. O movimento demonstra a intenção do senador de consolidar sua presença nacional e fortalecer sua liderança dentro do partido, projetando-se como figura central nas próximas disputas eleitorais.
Apresentador da Band é internado em estado crítico com dengue e plaquetas despencam para nível alarmante
O jornalista Felipeh Campos foi internado nesta quarta-feira (18) em São Paulo. O apresentador da Band deu entrada na Beneficência Portuguesa após ser diagnosticado com dengue em estado crítico. O quadro clínico de Felipeh Campos apresenta queda acentuada no número de plaquetas. A contagem registrada foi de 25 mil plaquetas. Esse índice motivou a classificação do caso como crítico. As plaquetas desempenham função essencial na coagulação sanguínea. A diminuição dessas células representa um dos principais indicadores de agravamento da dengue. Quando os índices caem drasticamente, o paciente fica exposto a maior risco de hemorragias e outras complicações severas. Os parâmetros médicos estabelecem que contagens inferiores a 150 mil plaquetas já caracterizam alteração no quadro clínico. Valores abaixo de 50 mil são classificados como preocupantes pelos profissionais de saúde. O nível apresentado por Felipeh Campos está consideravelmente abaixo desse limite de atenção. O apresentador permanece sob avaliação médica na unidade hospitalar. A equipe médica ainda não determinou se haverá necessidade de transferência do paciente para leito de maior complexidade. A possibilidade de encaminhamento para unidade semi-intensiva está sendo avaliada. Felipeh Campos apresenta o programa Melhor da Noite, exibido todas as quartas-feiras pela Band.
Líder do governo Lula no Senado recebeu R$ 11 milhões do Banco Master que agora articula resgatar com dinheiro público
O Banco Master, que negocia socorro bilionário com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) usando dinheiro de poupadores brasileiros, pagou ao menos R$ 11 milhões à BK Financeira — empresa da nora do senador Jaques Wagner, líder do governo Lula no Senado. Os contratos foram firmados em 2022, quando o Master já construía a estrutura que hoje está sob investigação. A nora em questão é Bonnie de Bonilha, estudante de psicologia, florista e graduada em direito, casada com Eduardo Sodré — enteado de Wagner e atual secretário de Meio Ambiente da Bahia. A empresa foi contratada para prospectar operações de crédito consignado para o banco. O sócio de Bonilha, advogado Moisés Dantas, confirmou tanto a sociedade quanto o vínculo com o Master. A coincidência é constrangedora. Wagner é peça central na articulação do governo Lula para aprovar no Senado a operação de resgate do Master — que transferiria o risco de uma instituição privada para o Fundo Garantidor de Créditos, com impacto potencial de até R$ 20 bilhões. Enquanto o líder do governo articula votos para o socorro, emerge que a família recebeu R$ 11 milhões do próprio banco a ser socorrido. Conflito de interesse é pouco para descrever o que isso representa.