Na 10ª Cúpula da CELAC, realizada em Bogotá, neste sábado (21), Lula escolheu, mais uma vez, alinhar o Brasil ao lado de ditaduras que violam sistematicamente os direitos humanos. Visivelmente alterado em vídeo que viralizou nas redes, Lula defendeu com veemência a soberania de Cuba e Venezuela contra sanções e o que chamou de “invasões” externas, questionando o uso da força e cobrando respeito à Carta da ONU – um discurso seletivo que ignora as vítimas da repressão nesses regimes. Enquanto o mundo assiste ao colapso econômico em Cuba, com escassez crônica de alimentos e apagões, e à crise humanitária na Venezuela, marcada por migração em massa e prisões políticas, Lula prioriza a retórica anti-imperialista. O Brasil, que poderia exercer liderança genuína em defesa da democracia e dos direitos humanos na região, segue refém de um alinhamento ideológico que isola o país e compromete sua credibilidade internacional. Em vez de mediador imparcial, Lula aparece como porta-voz de regimes que oprimem seus povos, em um momento em que a América Latina mais precisa de vozes firmes contra o autoritarismo. Veja o vídeo:
O populismo perverso de Lula e a habilidade de enganar o povo (Veja o vídeo!)
No quinto episódio da série “A Verdade Por Trás da História”, o historiador Marcos Pizzolatto apresenta uma análise cirúrgica e corajosa sobre as estratégias de manutenção de poder no Brasil. O especialista mergulha na retórica populista que utiliza causas sociais como fachada para um projeto de poder autoritário. Pizzolatto expõe como a narrativa do “nós contra eles” é alimentada para dividir a sociedade e criar uma dependência do Estado. O historiador utiliza documentos e fatos históricos para demonstrar que o que é vendido como “justiça social” muitas vezes esconde uma estrutura de corrupção e aparelhamento das instituições, citando episódios que vão desde o Mensalão até os esquemas mais recentes envolvendo grandes bancos e a elite financeira. Para Pizzolatto, o populismo não é apenas um estilo de governo, mas uma armadilha que compromete o futuro do país em troca de uma hegemonia política imediata. A análise é um chamado à consciência para todos que buscam entender a real dinâmica política brasileira além das manchetes oficiais. Assista agora e entenda a engrenagem: Lula tentou esconder, mas sua verdadeira face foi exposta. Detalhes e revelações do passado do petista estão no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”. Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Veja a capa:
EUA destroem bunker iraniano no Estreito de Ormuz com bombas de 2 toneladas durante celebração religiosa
Aeronaves militares dos Estados Unidos atacaram um bunker subterrâneo iraniano situado na costa do Estreito de Ormuz neste sábado (21). A estrutura militar guardava mísseis de cruzeiro antinavio, lançadores móveis de mísseis e outros equipamentos bélicos. A passagem marítima concentra o escoamento de quase toda a produção petrolífera do Golfo Pérsico. A ofensiva aconteceu enquanto milhares de iranianos participavam das orações do Eid al-Fitr, festividade muçulmana que celebra o término do jejum do Ramadã. Brad Cooper, almirante chefe do Comando Central dos EUA, detalhou que aviões de guerra lançaram bombas de 2.268 kg sobre a instalação costeira iraniana. O ataque integra os esforços americanos para desobstruir a rota marítima bloqueada pelas forças iranianas. “Não apenas destruímos a instalação, mas também locais de apoio de inteligência e repetidores de radar de mísseis que eram usados para monitorar os movimentos de navios”, disse Cooper num comunicado em vídeo. O Comando Central contabiliza mais de 8.000 alvos bombardeados em solo iraniano desde o início das hostilidades. A guerra completa a quarta semana sem sinais evidentes de que o governo Trump alcançou os objetivos militares traçados inicialmente. Cooper afirmou que o poder de combate de Teerã sofreu redução substancial. As operações americanas destruíram 130 embarcações iranianas, segundo o almirante. As forças armadas do Irã seguem lançando mísseis e drones contra Israel e nações aliadas dos Estados Unidos na região. A capacidade ofensiva iraniana continua operacional mesmo após os bombardeios americanos. A operação nas proximidades do Estreito de Ormuz buscou acalmar as preocupações dos mercados energéticos globais. Mais de 20 países aliados dos EUA divulgaram declaração conjunta comprometendo-se a apoiar as iniciativas para reabrir a passagem marítima. Líderes de nações predominantemente europeias assinaram o documento. Entre os signatários estão Reino Unido, França, Itália e Alemanha, além de Coreia do Sul, Austrália, Emirados Árabes Unidos e Bahrein. A declaração condenou o “fechamento de facto do Estreito de Ormuz pelas forças iranianas”. O Departamento do Tesouro dos EUA afrouxou na sexta-feira as restrições comerciais impostas ao petróleo iraniano. A medida autoriza a comercialização de milhões de barris já carregados em navios. A decisão responde à necessidade de conter a explosão inflacionária do preço do petróleo provocada pelo conflito. Existe preocupação de que essa medida possa beneficiar o adversário de guerra dos Estados Unidos. Na sexta-feira, o Irã atacou uma base conjunta britânico-americana na ilha de Diego Garcia, no Oceano Índico. A base localiza-se a mais de 3.200 quilômetros do território iraniano, segundo o Ministério da Defesa do Reino Unido. A tentativa de ataque fracassou, de acordo com os britânicos. As autoridades britânicas não especificaram que tipo de armamento o Irã teria empregado na ofensiva. A base militar localiza-se em uma ilha remota do Oceano Índico, distante milhares de quilômetros do Oriente Médio. A imprensa estatal iraniana noticiou neste sábado um ataque aéreo à instalação nuclear de Natanz. A estrutura situa-se a 220 quilômetros de Teerã. A mesma instalação já havia sido bombardeada pelos Estados Unidos e Israel em junho de 2025. Não foi possível verificar imediatamente a informação de forma independente. As forças militares israelenses negaram ter atacado Natanz. Os militares americanos se recusaram a comentar o episódio. O programa nuclear iraniano e os estoques de urânio enriquecido que o país mantém figuram entre os alvos da guerra sobre os quais há poucas informações disponíveis. Especialistas e analistas afirmam que provavelmente é impossível destruir o programa nuclear iraniano por via aérea. Essa avaliação leva o presidente dos EUA, Donald Trump, a ponderar se deve enviar tropas terrestres para uma missão visando apreender o urânio dentro do país asiático. Trump fez declarações contraditórias sobre os próximos passos da operação. O presidente disse a repórteres na sexta-feira (19) que não estava considerando um cessar-fogo com o Irã naquele momento. Mais tarde no mesmo dia, afirmou nas redes sociais que estava considerando “desacelerar nossos grandes esforços militares” no Oriente Médio. Trump não mencionou seu objetivo declarado anteriormente de acabar com o domínio de décadas do regime teocrático do país. Israel e os Estados Unidos atacam o Irã desde o final de fevereiro. As forças já mataram o líder de longa data do país. A guerra agora se espalhou por grande parte do Oriente Médio e além. Autoridades israelenses continuaram a dizer ao público para esperar uma campanha prolongada contra o Irã. Israel Katz, ministro da Defesa, prometeu neste sábado que os ataques conjuntos EUA-Israel contra o Irã “se intensificariam significativamente” na próxima semana. A declaração contrasta com as sinalizações de possível desaceleração feitas por Trump nas redes sociais. Teerã buscou comemorar o fim do Ramadã em celebrações neste sábado. A guerra entrou na quarta semana enquanto os ataques ocorriam em diversas regiões do país. Tradicionalmente, o líder supremo do Irã ministra as orações do Eid al-Fitr. Mojtaba Khamenei assumiu o poder no início deste mês após a morte de seu pai no primeiro dia de guerra. Ele tem se mantido fora dos holofotes. O chefe do Judiciário, Gholam Hossein Mohseni Ejei, conduziu as orações na Grande Mesquita Imam Khomeini, no centro de Teerã. A mesquita estava lotada. Fiéis ocupavam as ruas ao redor durante as celebrações do Eid al-Fitr.