Uma personalidade da internet com milhões de seguidores recebeu a visita da polícia nesta sexta-feira (27). A Polícia Civil do Rio de Janeiro apreendeu US$ 40 mil em cédulas falsas na residência da influenciadora Bia Miranda, que está sob investigação por promover jogos de azar ilegais. A ação foi executada pela Delegacia de Combate ao Crime Organizado, à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD), que já havia cumprido um mandado de busca e apreensão no mesmo endereço em agosto do ano passado. Mesmo após aquela operação, Bia Miranda e outros alvos continuaram promovendo plataformas online ilícitas de apostas. Além do dinheiro cenográfico, os agentes também apreenderam um veículo, joias e dispositivos eletrônicos, que serão submetidos a perícia técnica. Conforme a investigação, o dinheiro cenográfico era utilizado em publicações nas redes sociais para promover plataformas online de apostas. A própria influenciadora relatou aos policiais que usava as notas falsas como forma de criar conteúdos chamativos e atrair possíveis apostadores para os sites ilegais. A polícia também solicitou à Justiça o bloqueio das contas bancárias da investigada.
Ator sul-coreano de 44 anos é encontrado morto após luta contra depressão
O ator Lee Sang-Bo, conhecido por interpretar protagonistas em K-dramas e filmes sul-coreanos como “Secretly, Greatly”, foi encontrado morto aos 44 anos nesta sexta-feira (27). A polícia investiga as causas da morte após atender ao chamado da família do artista. Nascido em Seul, na Coreia do Sul, Lee Sang-bo atuava como ator desde 2006, quando estreou na série “Invisible Man Choi Jang-su”. Ao longo de sua carreira, participou de diversas produções coreanas, incluindo “Rugal”, “Miss Monte Cristo” e “Graceful Empire”, além dos filmes “Secretly Greatly” e “Mepisto”. Em 2022, o ator foi acusado de abusar de substâncias ilícitas, mas uma perícia comprovou que ele apenas usava medicação prescrita para depressão, e o caso foi arquivado. Em suas redes sociais, Lee chegou a revelar que os remédios já não faziam mais efeito para acalmar sua mente, o que o levou a consumir álcool. Os sintomas do ator pioraram significativamente após a morte de parentes próximos, como sua irmã e seus pais, agravando seu quadro depressivo. Após a acusação de 2022, Lee Sang-bo retomou sua carreira com “Elegant Empire” e demonstrou entusiasmo para recomeçar. “Preparei minha atuação para superar esse incidente e mostrá-lo às pessoas, para que ele possa ser esquecido. Surgiram dois fortes desejos: como ator, assumir a responsabilidade e deixar que isso se dissipasse naturalmente através da minha profissão”, declarou ele na ocasião. O artista havia assinado um contrato exclusivo com a Korea Management Group, com quem realizou outros projetos antes de sua morte.
O “tesoureiro” de Lula: jornalista revela papel de Lulinha na corrupção da família
O jornalista Cláudio Dantas, reconhecido conhecedor dos bastidores da política em Brasília, fez uma declaração contundente sobre o filho do presidente: se a Polícia Federal pegar Lulinha, pega Lula. Segundo Cláudio Dantas, Lulinha funciona como uma espécie de “tesoureiro” da corrupção da família. A CPMI do INSS já pediu a prisão preventiva do ‘filho do rapaz’. Rumores indicam que a Polícia Federal também estuda essa possibilidade. Os próximos dias prometem ser de tensão, com inúmeras prisões podendo acontecer. O ministro André Mendonça está ciente de toda a situação. Vamos aguardar os desdobramentos. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista. Lula tentou esconder, mas sua verdadeira face foi exposta. Detalhes e revelações do passado do petista estão no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”. Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Veja a capa:
Alexandre de Moraes manda prender ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar
O ministro Alexandre de Moraes determinou a prisão do ex-deputado e ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar. O parlamentar já havia sido afastado em decisão anterior pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A ordem de prisão foi cumprida nesta sexta-feira pela Polícia Federal (PF) e está relacionada com a ADPF 635/RJ, conhecida como ADPF das Favelas. Bacellar foi preso em Teresópolis e encaminhado à Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro. O ex-deputado será encaminhado ao sistema prisional do estado, onde permanecerá à disposição da justiça. Segundo informações da PF, o mandado foi cumprido no fim da tarde no âmbito da Operação Unha e Carne III. Esta não é a primeira vez que o ex-presidente da Alerj é preso. Bacellar já havia sido detido em dezembro, em uma investigação que apurava supostos vazamentos de dados de uma operação contra o Comando Vermelho. Capa do livro “Supremo Silêncio” A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Acesse: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber
Nikolas Ferreira detona Globo por invasão de privacidade contra Bolsonaro: “Sem nenhum escrúpulo”
O deputado federal Nikolas Ferreira publicou crítica contundente em suas redes sociais contra a conduta da Rede Globo em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro. “Feliz de ver o presidente na sua casa com sua família…muito embora nunca deveria ter sido preso”, declarou o parlamentar. Em seguida, Nikolas atacou diretamente a emissora: “Agora, inacreditável como a Globo pode invadir a privacidade das pessoas sem nenhum escrúpulo.” O deputado questionou o tratamento desigual dispensado pela mídia a diferentes autoridades: “Imagina se isso fosse feito na casa do Alexandre de Moraes? Entende como tudo pode só pra um lado?” Recentemente surgiram as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Para adquirir os produtos, basta acessar o link: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Elon Musk detona governo espanhol após jovem estuprada por migrantes morrer em eutanásia aos 25 anos
A decisão dos tribunais espanhóis em conceder o ato de eutanásia à jovem Noelia Castillo Ramos, de 25 anos, natural de Barcelona, é extremamente controversa e gerou uma discussão mundial. Ela sofria de depressão grave, transtorno borderline de personalidade, TOC e dor crônica severa, sem possibilidade de cura. Em 2022, sofreu um estupro coletivo por migrantes em um centro supervisionado e tentou suicídio pulando do quinto andar de um edifício. Resultado: sobreviveu paraplégica, com lesão medular irreversível e dores constantes. Noelia pediu a eutanásia em 2024 e travou uma batalha judicial com os próprios pais, radicalmente contra o procedimento. Ontem, Noelia Castillo Ramos teve a morte confirmada em eutanásia assistida e autorizada pelo Tribunal da Catalunha. A família, segundo pedido dela, não estava presente. A enorme polêmica envolve críticas ao governo espanhol, como a de Elon Musk hoje: “So fucked up” — “Que merda isso”, em uma referência à incapacidade do governo espanhol em proteger e cuidar de seus cidadãos ao mesmo tempo em que permite um suicídio legal e assistido. A opinião procede, com certeza, mas há que se considerar o sofrimento constante da jovem, que teve a vida destruída e sofria de terríveis dores. E fica a reflexão: as pessoas têm realmente o direito, se lúcidas, de acabar com a própria vida?
Moraes impõe restrições ao uso de dados do Coaf e dificulta investigações em andamento
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira (27) impor restrições ao compartilhamento de dados financeiros do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), em uma medida que pode impactar investigações em andamento no país. A decisão estabelece que relatórios de inteligência financeira (RIFs) só poderão ser acessados quando houver investigação formal aberta – como inquérito policial, procedimento investigatório criminal do Ministério Público ou processo administrativo de natureza sancionadora. A regra vale para pedidos feitos por autoridades judiciais e também por Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) e CPMIs. Pelos critérios definidos, as solicitações deverão indicar a pessoa física ou jurídica investigada e demonstrar vínculo direto entre os dados requisitados e o objeto da apuração. O ministro também proibiu o uso de informações do Coaf em procedimentos sem natureza penal, como apurações preliminares ou informais. A decisão foi tomada no âmbito de um recurso que discute a legalidade do compartilhamento de dados financeiros sem autorização judicial. O tema tem repercussão geral reconhecida, o que significa que o entendimento a ser fixado pelo STF deverá orientar casos semelhantes em todo o país. No despacho, Moraes afirmou que o descumprimento das regras torna ilegais as provas obtidas a partir dos relatórios. “A ausência da estrita observância dos requisitos previstos na presente decisão afasta a legitimidade constitucional do uso das informações […] e constitui ilicitude da prova produzida”, escreveu. O trecho abre espaço para questionamentos sobre investigações já em curso, inclusive com possibilidade de anulação de provas que não tenham seguido os parâmetros agora estabelecidos. A decisão tem efeito imediato e foi comunicada a tribunais, Ministérios Públicos e órgãos de controle em todo o país. O julgamento definitivo do caso ainda será feito pelo plenário do STF. Parece que a intenção é dificultar ao máximo as investigações. Livro Supremo Silêncio expõe perseguições iniciadas no Inquérito das Fake News
Senador detona inquérito das fake news: “Sete anos de tirania, inquisição e intimidação”
O senador Esperidião Amin (PP-SC) fez duras críticas ao inquérito das fake news, instaurado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em março de 2019 para apurar supostos ataques à Corte. O parlamentar destacou que a investigação completará sete anos em 2026, sem qualquer conclusão oficial. Segundo Amin, a condução do inquérito, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes, tem gerado questionamentos jurídicos e institucionais graves. “Sete anos de tirania, de inquisição, de intimidação, de blindagem, especialmente de integrantes do Supremo Tribunal Federal. Isso é um deboche contra o Estado democrático de direito. Esses sete anos são sete anos de vergonha, sete anos de despotismo. Só o impeachment de um ministro vai poder segurar isso, já que a autocontenção não funcionou”, afirmou o senador. O parlamentar também defendeu que o tema seja debatido no Congresso Nacional e afirmou que o país precisa discutir os limites de atuação das instituições, especialmente em casos que envolvem investigações de longa duração e grande alcance. “O que não tem cabimento é ficar o ministro lá: se falar contra mim, eu boto no inquérito das fake news. Fica lá no sigilo. Ele investiga e ele julga? Prestem atenção: a vítima é o investigador e o juiz, como aconteceu no inquérito do 8 de Janeiro, que um dia vai ser revisado. Merece ser revisado. O Brasil merece passar a limpo essa narrativa transformada em distribuição de mão pesada”, declarou Amin. As declarações do senador catarinense reforçam o debate sobre os limites do inquérito e a concentração de poderes nas mãos de um único ministro, tema que tem gerado controvérsia no meio jurídico e político brasileiro. Fonte: Agência Senado
Polêmica da camisa ‘Brasa’ esconde projeto de formação de quadros progressistas financiado por BTG e Itaú
A polêmica envolvendo a camisa “Brasa” pode ser apenas a ponta do iceberg de uma operação muito maior. Existe um instituto que usa esse nome há mais de 10 anos, enviando jovens para o exterior com um objetivo específico: criar um exército de Tabatas Amarais, financiado por gente do BTG e do Itaú. O esquema funciona da seguinte forma: jovens de baixa renda são financiados com bolsas em universidades progressistas. Depois de formados, retornam ao Brasil e são inseridos em bancos. Na sequência, são financiados e inseridos no sistema político, tornando-se gratos aos padrinhos que os apoiaram. O resultado prático seria o controle não apenas do sistema financeiro, mas também da política nacional por parte desses financiadores.
STF enterra CPI do INSS: Gilmar, Moraes e Dino lideram operação contra investigação do Congresso
A sessão do Supremo Tribunal Federal que, na prática, enterrou a CPI do INSS foi marcada pela intervenção contundente do ministro Gilmar Mendes. O magistrado manifestou ira contra as quebras de sigilo realizadas pela comissão parlamentar, apontando “falta de escrúpulos” dos parlamentares envolvidos. O ministro Alexandre de Moraes não mediu palavras ao classificar a quebra de sigilo que revelou o contrato do escritório de sua esposa e as mensagens trocadas com Vorcaro. Segundo ele, a ação foi “abominável” e “criminosa”. Flávio Dino completou o trio de ministros em defesa do que chamaram de Estado Democrático de Direito brasileiro. Para Dino, as quebras de sigilo realizadas pela CPI lembrariam investigações do “período da ditadura”. A referência à ditadura encerrou qualquer discussão sobre o tema. O restante do colegiado, com exceção de Mendonça e Fux, alinhou-se à mesma posição. O discurso repetido foi: a CPI é um direito líquido e certo da minoria no Congresso, mas o Supremo não deve se imiscuir em assuntos internos de outro Poder da República. Essa mesma interpretação, no entanto, não foi aplicada quando Gilmar Mendes, em decisão monocrática, anulou a quebra de sigilo do fundo que comprou participação no Toffoli Inn. Nem quando Flávio Dino, também monocraticamente, anulou a quebra de sigilo de Lulinha. Aquelas decisões monocráticas permaneceram sem revisão do plenário. Já a decisão monocrática do ministro Mendonça foi rapidamente levada à sessão plenária para deliberação do colegiado. Édson Fachin, responsável pela convocação da sessão, demonstrou sua posição no caso. Trata-se de uma dessas situações “excepcionalíssimas”, segundo a ministra Cármen Lúcia, em que a Constituição aponta para um lado e os ministros do Supremo decidem para outro. Sempre em defesa das Instituições Democráticas Brasileiras. Marcelo Guterman é engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.