Durante reunião ministerial realizada na manhã desta terça-feira (31/3), o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, protagonizou um momento de constrangimento ao fazer um comentário que acabou sendo captado pela transmissão oficial do encontro conduzido pelo petista Lula. Em diálogo com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, Múcio afirmou que sua gestão teria feito “mais do que Ministério das Mulheres todinho”. O ministro explicou que a declaração foi motivada por insatisfação com a ausência de menções às ações da Defesa durante a apresentação conduzida por Rui Costa, que fazia um balanço das principais iniciativas do governo. Segundo ele, o comentário ocorreu em um momento de irritação. Múcio também relatou incômodo com a demora na assinatura, por parte do Palácio do Planalto, do ato de promoção de generais, cujo prazo se encerrava no mesmo dia. Ainda no início da reunião, Rui Costa havia informado que faria uma exposição “sucinta e rápida” e chegou a pedir desculpas por não incluir todas as realizações das pastas, entre elas as do Ministério da Defesa. Em nota oficial, o Ministério da Defesa negou qualquer crítica à atuação do Ministério das Mulheres e buscou contextualizar a fala do titular da pasta. Segundo o comunicado, a manifestação ocorreu logo após a apresentação institucional, na qual não foram mencionadas realizações da Defesa ao longo dos últimos anos. “Não há queixas do ministro à atuação da pasta da Mulher. O que houve foi a constatação da ausência das inúmeras realizações do Ministério da Defesa, ao longo de mais de 3 anos, no compilado feito pelo Palácio do Planalto”, informou a pasta. Veja:
Nikolas Ferreira questiona áudio vazado de ministro de Lula e encurrala Janja
Durante reunião ministerial realizada na manhã desta terça-feira (31/3), o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, protagonizou um momento constrangedor ao fazer um comentário que acabou sendo captado pela transmissão oficial do encontro conduzido pelo petista Lula. Em diálogo com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, Múcio afirmou que sua gestão teria feito “mais do que Ministério das Mulheres todinho”. O deputado federal Nikolas Ferreira não deixou passar e questionou: “O ministro da Defesa do Lula dizendo que fez mais que todo o Ministério das Mulheres. Será que a Janja irá comentar sobre isso também?” Veja: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Vaza áudio constrangedor: ministro de Lula menospreza Ministério das Mulheres em reunião oficial
Durante reunião ministerial realizada na manhã desta terça-feira (31/3), o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, protagonizou um momento de constrangimento ao fazer um comentário que acabou sendo captado pela transmissão oficial do encontro conduzido pelo petista Lula. Em diálogo com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, Múcio afirmou que sua gestão teria feito “mais do que Ministério das Mulheres todinho”. A fala repercutiu imediatamente, sobretudo por ter ocorrido em um evento público e institucional. Veja: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Mendonça recebe relatório da CPMI do INSS e base governista tenta barrar investigação sobre bilionária fraude
Em entrevista coletiva, o senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, anunciou que vai entregar pessoalmente ao ministro André Mendonça o relatório final da comissão, mesmo após o documento ter sido rejeitado e boicotado pela base governista. A medida pegou de surpresa setores do STF e políticos empenhados em enterrar as investigações sobre a maior fraude da história recente do Brasil. Viana deixou claro: a CPMI cumpriu seu papel em seis meses, expondo gangues que roubaram idosos, viúvas e pensionistas. Agora, o trabalho continua com o monitoramento do Judiciário, Ministério Público e Polícia Federal. “Quem roubou os aposentados não vai ficar impune”, afirmou o senador. O relatório, elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar, propõe o indiciamento de centenas de envolvidos em organização criminosa, lavagem de dinheiro e desvios bilionários. Apesar das tentativas de obstrução, quebra de sigilo e pressões políticas, o presidente da CPMI rejeitou pedidos para “proteger” nomes e manteve o texto independente. A entrega direta a Mendonça — relator de casos ligados ao escândalo no Supremo — representa um duro golpe contra quem tenta travar a apuração. O caso tem potencial explosivo: pode derrubar reputações, expor conluios e abalar as bases da República ao revelar como o dinheiro dos aposentados foi sistematicamente saqueado. Enquanto a esquerda ataca o relator e o presidente da comissão, Viana avisa que a população saberá identificar quem protege os criminosos. Com ao menos 14 investigações abertas na PF, o escândalo está longe de acabar. Veja o vídeo: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Moraes interfere na CPI do Crime Organizado e força revotação de quebras de sigilo
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado voltou a deliberar, nesta terça-feira, 31, sobre uma série de quebras de sigilos bancários e fiscais relacionadas às apurações envolvendo o Banco Master. Ao todo, mais de dez requerimentos foram novamente aprovados, restabelecendo medidas que já haviam sido autorizadas anteriormente pelo colegiado. A nova votação tornou-se necessária após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que invalidou deliberações anteriores por terem sido realizadas em bloco — procedimento considerado inadequado pela Corte. Situação semelhante também havia ocorrido no âmbito da CPMI do INSS, envolvendo outros alvos de investigação. De acordo com o presidente da comissão, senador Fabiano Contarato (PT-ES), a determinação do ministro Alexandre de Moraes possui efeito retroativo. Isso significa que todas as medidas aprovadas anteriormente poderiam ser consideradas nulas caso não fossem reavaliadas individualmente. “Todas aquelas transferências que nós aprovamos pelo órgão colegiado, com base em um requerimento fundamentado, estão sob pena de nulidade”, explicou. Ainda segundo a decisão de Moraes, o acesso aos dados por parte da CPI depende do envio formal da requisição ao órgão responsável — como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) —, que deverá analisar a pertinência temática e a adequação dos fundamentos apresentados pela comissão antes de liberar as informações. Contarato criticou o alcance da medida, afirmando que ela interfere diretamente na autonomia das comissões parlamentares de inquérito. Para ele, a decisão “ultrapassa o aspecto meramente operacional e atinge o núcleo da autonomia institucional das CPIs e CPMIs, bem como a própria arquitetura do sistema de freios e contrapesos prevista na Constituição.” Com o objetivo de evitar novos questionamentos judiciais, o senador determinou que todas as votações fossem refeitas de maneira nominal. Dessa forma, os parlamentares aprovaram novamente todos os requerimentos, reforçando a legalidade dos atos da comissão. Apesar das críticas, Contarato ressaltou a relevância institucional do STF: “A instituição Supremo Tribunal Federal tem importância central naquilo que chamo de espinha dorsal do Estado Democrático de Direito, que é a Constituição da República Federativa do Brasil”, reforçou. “Mas não podemos admitir certas situações.” Entre as medidas aprovadas, destaca-se o pedido ao Coaf para envio do Relatório de Inteligência Financeira (RIF) referente aos sigilos bancário e fiscal de Fabiano Campos Zettel, no período de 1º de janeiro de 2022 a 2 de março de 2026. O requerimento foi apresentado pelo senador Humberto Costa (PT-PE). Segundo o documento, há indícios da existência de uma rede de relações financeiras envolvendo fundos de investimento ligados a Zettel — como o fundo Arleen —, além da Reag Investimentos e do próprio Banco Master. “Os elementos colhidos até o momento apontam para a existência de uma rede de relações financeiras que envolve fundos de investimento sob influência de Zettel — a exemplo do fundo Arleen —, a Reag Investimentos e o Banco Master”, afirma o texto. “Sugerindo a possível utilização dessas estruturas como canais para a circulação e ocultação de recursos de origem ilícita.” Os parlamentares destacam ainda que, embora as investigações estejam em fase inicial, os indícios já são considerados relevantes. “Tais indícios, embora ainda em fase de apuração, são suficientemente relevantes para justificar a adoção de medidas que permitam esclarecer o alcance e a dinâmica dessas operações.” Informações do Coaf apontam que Zettel movimentou R$ 99,2 milhões entre junho de 2021 e janeiro de 2022, valor considerado “incompatível com a capacidade financeira” do empresário. Além disso, a CPI aprovou pedidos de quebra de sigilo envolvendo pessoas físicas e jurídicas, incluindo fundos de investimento, empresas e outros investigados, bem como solicitações de informações ao BNDES sobre operação de R$ 5,05 bilhões e à Força Aérea Brasileira, com foco em dados de voos que possam ajudar a mapear conexões entre os envolvidos.
STF derrota André Mendonça e encerra CPMI do INSS após reviravolta de Fachin e Cármen Lúcia
Durante julgamento no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro André Mendonça foi surpreendido pela posição adotada por dois de seus colegas em relação à prorrogação da CPMI do INSS. A análise resultou no encerramento das investigações conduzidas pelo Congresso Nacional. Nos bastidores, Mendonça revelou a interlocutores que esperava contar com o apoio do presidente da Corte, Edson Fachin, e da ministra Cármen Lúcia. Entretanto, ambos optaram por seguir entendimento contrário e votaram pelo fim dos trabalhos da comissão parlamentar mista de inquérito. A votação revelou um placar expressivo: por 8 votos a 2, o STF decidiu não autorizar a continuidade da CPMI do INSS, revertendo a liminar anteriormente concedida pelo próprio Mendonça, que permitia a extensão das apurações. O único ministro a acompanhar integralmente a tese defendida por Mendonça foi Luiz Fux. Ainda assim, mesmo diante da derrota, o magistrado reconheceu que os votos divergentes foram bem fundamentados. Ele também ponderou que a discussão sobre a prorrogação de CPIs não é simples, já que envolve interpretações jurídicas distintas e não se trata de uma questão “preto no branco”. No mérito, Mendonça e Fux sustentaram que a extensão do prazo de uma comissão parlamentar de inquérito representa um direito essencial das minorias no Legislativo, funcionando como instrumento de fiscalização dentro da ordem constitucional. Por outro lado, a maioria dos ministros entendeu que não estavam presentes os requisitos regimentais necessários para a prorrogação, motivo pelo qual decidiram pelo encerramento das investigações tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal. Apesar da decisão sobre a CPMI, seguem em tramitação no STF os inquéritos sob relatoria de André Mendonça que investigam possíveis fraudes envolvendo o INSS e o Banco Master, indicando que outras frentes de apuração continuam em curso no âmbito judicial. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Lula e Moraes se reuniram em segredo após vazamento de mensagens de Vorcaro
Fontes ligadas ao Palácio do Planalto revelaram que o presidente Lula manteve, no início de março, uma reunião fora da agenda oficial com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O encontro ocorreu de forma discreta e não foi divulgado previamente, o que gerou repercussão nos bastidores políticos. A conversa aconteceu logo após a divulgação de conteúdos extraídos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Entre os materiais que vieram a público, estariam mensagens atribuídas ao próprio ministro do STF, o que elevou a sensibilidade do momento político e institucional. Segundo relatos de auxiliares próximos ao presidente, durante o encontro Lula teria sinalizado apoio a Moraes, indicando que não pretende se afastar do magistrado. A sinalização ganha relevância diante do fato de que Moraes deverá assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal em setembro de 2027, consolidando ainda mais seu papel dentro da Corte. Interlocutores do presidente destacam que a relação entre ambos também é marcada por reconhecimento político. Eles ressaltam que Lula se considera grato à atuação de Moraes durante as eleições de 2022, especialmente no que diz respeito à garantia da posse presidencial, além da condução de investigações relacionadas à suposta trama golpista.
Moraes aciona PGR contra Eduardo Bolsonaro por suposta declaração sobre vídeo a Jair Bolsonaro
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se pronuncie sobre uma declaração atribuída a Eduardo Bolsonaro. Segundo informações divulgadas, o ex-deputado teria afirmado que “mostraria” um vídeo ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o que levou o caso à análise das autoridades. A suposta declaração teria ocorrido durante um evento realizado nos Estados Unidos, fato que pode ampliar o alcance e a repercussão do episódio. O caso segue em atualização. Tanto Eduardo quanto Michelle Bolsonaro já desmentiram essa narrativa. Primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato Flávio Bolsonaro Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Lula confirma Alckmin como vice na tentativa de reeleição e convoca debandada de 18 ministros
Na manhã desta terça-feira (31/3), o petista Lula reuniu ministros que deixarão seus cargos nos próximos dias, em encontro realizado no Palácio do Planalto. Durante a abertura, discursou e confirmou que Geraldo Alckmin (PSB) seguirá como vice em sua chapa na disputa pela reeleição. Ao tratar da saída de Alckmin do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Lula destacou: “O companheiro Alckmin que vai ter que deixar o MDIC [Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços] porque ele é candidato a vice-presidente da República outra vez”, afirmou, sendo aplaudido pelos presentes. A expectativa é de que cerca de 18 ministros deixem suas funções até o próximo sábado (4/4), prazo final estabelecido pela legislação eleitoral para desincompatibilização. Essa regra exige que ocupantes de cargos públicos se afastem até seis meses antes do primeiro turno caso pretendam disputar eleições. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Governo Lula coloca em sigilo lista de convidados hospedados em residências oficiais no exterior — Janja e Porchat usaram imóveis públicos
Ao longo do atual governo, o Ministério das Relações Exteriores optou por não divulgar a relação de convidados que se hospedaram nas residências oficiais brasileiras no exterior. Entre os nomes que já utilizaram esses espaços estão a primeira-dama Janja e o ator Fábio Porchat, conforme registros públicos e relatos pontuais. O pedido de acesso a essas informações foi feito no início de fevereiro, com base na Lei de Acesso à Informação (LAI), abrangendo 24 residências oficiais situadas em cidades estratégicas como Buenos Aires, Roma e Washington. Ainda que esse número represente apenas parte das 133 representações diplomáticas do Brasil no exterior, a solicitação foi negada pelo Itamaraty. Segundo o órgão, o fornecimento da lista seria “desproporcional” e “desarrazoado”, pois demandaria esforços capazes de comprometer o funcionamento regular das unidades. No entanto, argumenta-se que tais dados já estariam disponíveis nos próprios postos diplomáticos, o que reduziria a necessidade de trabalho adicional. Diante da negativa, houve recurso em todas as instâncias previstas na legislação, e a decisão final caberá agora à Controladoria-Geral da União (CGU). É prática recorrente que residências oficiais brasileiras no exterior recebam autoridades, servidores e personalidades de destaque, incluindo figuras do meio político e cultural. Em abril de 2025, por exemplo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama estiveram hospedados na residência oficial em Roma, localizada no Palácio Pamphilij, durante viagem para acompanhar o funeral do papa Francisco (1936–2025). Já no final de 2025, o mesmo imóvel em Roma recebeu o humorista Fábio Porchat, a convite do embaixador Renato Mosca de Souza. Durante a estadia, Porchat gravou um vídeo que gerou repercussão nas redes sociais, no qual declarou: “Feliz Natal! Sejam leves, sejam felizes, transem, comam, riam e parem de viver para a política. Isso só corrói a vida de vocês e não muda nada a vida de 90% desses safados que estão no poder!” Em nota oficial, o Itamaraty limitou-se a informar que os pedidos e recursos foram negados com base no artigo 13, inciso II, do Decreto nº 7.724/2012, que trata de solicitações consideradas desarrazoadas no âmbito da LAI. Além da questão da transparência, os custos de manutenção dessas estruturas também chamam atenção. Em 2025, foram empenhados ao menos R$ 240,5 milhões para garantir o funcionamento de embaixadas e residências oficiais no exterior. O montante inclui despesas com pessoal local, aluguéis, obras, manutenção e outros serviços. Registros obtidos por meio do sistema Siafi, com apoio da ferramenta Siga Brasil, indicam ainda gastos específicos relacionados a visitas presidenciais. Em outubro, durante passagem de Lula e Janja por Roma para participação no Fórum Mundial da Alimentação, foram reservados R$ 10,1 mil para aquisição de insumos. Na mesma ocasião, outros R$ 2,5 mil foram destinados à compra de velas para candelabros da área de representação da residência. Em Nova York, durante a 80ª Assembleia Geral da ONU, a estadia do presidente e da primeira-dama resultou na contratação de serviços de garçons, ao custo de R$ 9,6 mil, evidenciando despesas adicionais associadas a compromissos oficiais no exterior.