O ministro Gilmar Mendes decidiu revelar sua experiência pessoal com o uso de cannabis medicinal (maconha). De acordo com o magistrado, a utilização da substância ocorreu para fins terapêuticos durante uma viagem a Portugal. “Eu já comprei em Portugal, numa loja, para fins de atenuar dores. E hoje a gente sabe, a Europa é muito comum em lojas que vendem esses produtos. Eu já fiz um uso”, declarou em entrevista recente. Recentemente, surgiram as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Comparação escancara tratamento desigual de Moraes a Bolsonaro e Collor
O deputado Gil Diniz manifestou-se nas redes sociais sobre o tratamento diferenciado nas prisões domiciliares concedidas ao ex-presidente Jair Bolsonaro e ao ex-presidente Fernando Collor de Mello. Segundo comparação divulgada pelo Poder360, Bolsonaro, diagnosticado recentemente com quadro de broncopneumonia e saúde fragilizada, recebeu prisão domiciliar com prazo limitado de apenas 90 dias e sob ameaça de reavaliação. Já Collor teve domiciliar por tempo indeterminado e com regras muito mais brandas. A análise aponta que até nos critérios relacionados à saúde há diferença de tratamento: para um, flexibilidade; para o outro, desconfiança, limitação e pressão constante. As restrições impostas a Bolsonaro vão além. O ex-presidente está proibido de usar celular, redes sociais e de se comunicar livremente. Tem visitas controladas, monitoramento reforçado e até restrição de movimentação ao redor da residência. Collor não teve proibição expressa de comunicação nem enfrentou o mesmo nível de isolamento. Gil Diniz classificou a situação como perseguição política e defendeu: “Eu sigo firme dizendo: não basta aliviar parcialmente. Bolsonaro precisa de liberdade total. Chega de cautelares abusivas, chega de exceção disfarçada de justiça.” Veja a imagem comparativa:
Itália sofre vexame histórico e fica fora da Copa do Mundo pela terceira vez seguida
A seleção da Itália voltou a frustrar seus torcedores e está eliminada da Copa do Mundo pela terceira edição consecutiva. A decepção veio após derrota para a Bósnia nos pênaltis, em confronto marcado pelo domínio adversário, especialmente após a expulsão de um jogador italiano ainda no primeiro tempo. Mesmo atuando fora de casa, a Azzurra abriu o placar aos 14 minutos da etapa inicial, com Moise Kean. Após falha na saída de bola do goleiro Vasiljev, Retegui recuperou a posse e serviu o atacante, que finalizou de primeira e marcou. Apesar da vantagem no placar, a Itália demonstrou dificuldades para controlar a partida. A Bósnia reagiu rapidamente e passou a pressionar, acumulando oportunidades com jogadores como Dedic, Dzeko, Katic e Demirovic. O goleiro Gianluigi Donnarumma teve atuação decisiva e evitou o empate em diversas ocasiões durante o primeiro tempo. A situação italiana se complicou drasticamente aos 41 minutos, quando Bastoni foi expulso ao interromper um ataque perigoso. Com um jogador a menos, a equipe passou a enfrentar forte pressão adversária. Na segunda etapa, o domínio bósnio se intensificou. Com superioridade numérica, a equipe manteve ampla posse de bola e criou mais de 30 finalizações ao longo da partida. A Itália, por sua vez, recuou e tentou se defender, apostando em contra-ataques. Mesmo pressionada, a Azzurra ainda teve chance de ampliar com Moise Kean, mas o atacante desperdiçou a oportunidade ao finalizar por cima do gol. Pouco depois, a Bósnia chegou ao empate. Após cruzamento de Dedic, Dzeko desviou, Donnarumma defendeu parcialmente, e Tabakovic aproveitou o rebote para deixar tudo igual. Na prorrogação, o cenário seguiu semelhante: a Bósnia controlava o jogo, mas encontrava dificuldades para converter as chances em gol. A melhor oportunidade italiana veio com Esposito, que obrigou o goleiro Vasilj a fazer boa defesa. Com o empate persistindo, a decisão foi para os pênaltis. Nas cobranças, a Itália falhou com Esposito e Cristante, enquanto os bósnios foram precisos e converteram todas as tentativas, vencendo por 4 a 1 e garantindo a classificação. Com o resultado, a Bósnia assegura vaga no Grupo B da Copa do Mundo, ao lado de Canadá, Catar e Suíça, e fará sua estreia contra a seleção anfitriã. Já a Itália amplia sua crise recente em competições internacionais, acumulando mais uma ausência em Mundiais, após também não se classificar para as edições de 2018 e 2022.