A senadora Eliziane Gama, conforme já apontam as pesquisas de opinião pública, será duramente castigada no pleito de outubro. Sua recente filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT) aprofunda ainda mais o seu distanciamento com o eleitorado evangélico no Maranhão, que foi fundamental para a sua eleição em 2018. Historicamente vinculada a esse segmento, a parlamentar já vinha enfrentando desgaste junto a lideranças religiosas após posicionamentos considerados divergentes de pautas defendidas por esse público. A mudança de partido intensifica esse cenário. Entre grupos evangélicos, a resistência ao PT é muito forte, o que dificulta a recomposição da base de apoio da senadora, especialmente em um momento de queda de popularidade. Levantamentos recentes já indicam uma enorme rejeição ao nome da senadora. A tendência é de aumento nos próximos meses.
PMDF pede esclarecimentos a Moraes sobre destituição de coronéis condenados por 8 de janeiro
A Polícia Militar do Distrito Federal enviou ofício ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, solicitando esclarecimentos sobre como executar a perda de cargo público de cinco coronéis condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023. O documento foi encaminhado em 25 de março. Os cinco oficiais estão presos desde 11 de março no 19º Batalhão da Polícia Militar, em Brasília. A instalação é conhecida como Papudinha. A decisão do STF que condenou o grupo determinou a prisão e a destituição dos cargos públicos. A corporação manifestou preocupação com a aplicação da medida. Policiais militares temem que a decisão crie precedente para acelerar desligamentos na PM. Familiares dos condenados relatam angústia com a possível suspensão dos benefícios de aposentadoria. No ofício, a corporação apontou dúvidas sobre o regime constitucional específico para militares estaduais e do Distrito Federal quanto à perda de posto e patente. O documento afirma: “A questão assume relevo particular em razão da condição dos atingidos —oficiais já na inatividade (reserva remunerada)—, circunstância que recomenda a definição mais precisa acerca da forma de implementação do comando decisório, especialmente diante das especificidades do regime jurídico-constitucional aplicável à categoria”. A Polícia Militar ressaltou no texto: “Ressalte-se que a presente manifestação não se dirige à rediscussão do mérito da decisão, tampouco implica qualquer condicionamento ao seu cumprimento —já em curso—, consubstanciando, tão somente, medida de cautela administrativa voltada à sua fiel execução, com a devida segurança jurídica e observância das balizas constitucionais pertinentes”. O coronel Palhares, comandante-geral da PMDF, reuniu-se com familiares dos cinco condenados em 1º de abril. Os militares são Fábio Augusto Vieira, Klepter Rosa Gonçalves, Jorge Eduardo Naime Barreto, Paulo José Ferreira e Marcelo Casimiro. Palhares informou sobre o envio do ofício ao gabinete do ministro. Um participante da reunião, que não quis se identificar, relatou que o comandante-geral detalhou os procedimentos administrativos em andamento. Palhares demonstrou solidariedade aos familiares. Moraes ainda não respondeu ao documento da corporação. Os cinco condenados ocupavam a patente de coronel, a mais alta da Polícia Militar. Dois deles comandaram a corporação. O grupo permanece detido no 19º Batalhão, ao lado do Complexo Penitenciário da Papuda.
Trump articula movimentação de tropas americanas para o Paraguai
A implementação do acordo, negociada entre altos representantes dos Estados Unidos e do Paraguai, amplia a jurisdição americana sobre operações em território paraguaio. A chegada de pessoal e equipamentos dos EUA, sem necessidade de inspeção local, representa um ponto controverso do acordo. A medida reforça o Paraguai como um ponto estratégico para operações logísticas dos Estados Unidos na América Latina. A extensão da influência militar americana deve impactar as relações diplomáticas na região. Enquanto para alguns o acordo representa uma oportunidade de estreitar laços de cooperação, outros questionam sua influência sobre a soberania paraguaia e a autonomia da América Latina.
Nem petistas toleram Kátia Abreu: membros do PT querem ela fora do partido
Membros do PT no Tocantins querem que a direção nacional do partido invalide a filiação da ex-senadora Kátia Abreu. O recurso foi apresentado neste sábado (4). No documento, os filiados criticam o histórico político de Kátia Abreu e destacam o apoio da ex-senadora à bancada ruralista, ao agronegócio, e sua oposição à reforma agrária. Os signatários afirmam que ela atuou contra governos do PT e favoreceu candidatos de direita no Tocantins. O grupo também questiona que a filiação não passou por aprovação da Comissão Executiva Estadual do PT, como prevê o estatuto do partido para líderes de expressão e mandatários federais. Segundo o texto, a prática política de Kátia Abreu “não demonstra compromisso com o artigo primeiro do estatuto do PT”, que define o partido como defensor da democracia, da igualdade e da justiça social. “O PT não é o partido do latifúndio, do trabalho escravo e nem da burguesia. O PT é o partido da classe trabalhadora que luta por uma sociedade de igualdade e justiça, pela reforma agrária e reforma urbana, pela liberdade de organização dos trabalhadores e trabalhadoras, pelo socialismo!”, diz o recurso.
ONU: ineficiente, mas indispensável? A resposta de quem trabalhou 30 anos lá dentro
Você acha que a ONU não serve para nada e deveria ser extinta? Muita gente pensa assim. Mas será que as pessoas realmente entendem a ONU e tudo que ela faz? A ONU atravessa um momento delicado. A humanidade tem feito guerras por mais de 13.000 anos, mas apenas em 1920 foi criada a primeira organização global destinada a manter a paz mundial: a Liga das Nações. Teve vida curta: apenas 26 anos, sendo dissolvida por não ter tido mecanismos para impedir a Segunda Guerra Mundial. A Organização das Nações Unidas (ONU) foi então fundada em 1945 com o objetivo de manter a paz e promover cooperação na resolução de problemas globais. A ONU veio com uma novidade: um Conselho de Segurança formado por cinco membros permanentes com poder de veto: China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia. Essa arquitetura refletiu a geopolítica global após a Segunda Guerra. Apesar das críticas, até hoje não se encontrou outra fórmula para substituir ou ampliar o Conselho de Segurança. Até hoje, estes 5 países disputam esferas de influência globalmente e estão entre os que mais exportam armas. A ONU acaba de completar 80 anos. Jonas Rabinovitch, arquiteto urbanista com 30 anos de experiência como Conselheiro Sênior em inovação, gestão pública e desenvolvimento urbano da ONU em Nova York, viu praticamente uma nova reforma a cada ano, em vários níveis. Rabinovitch não quer fazer críticas injustas nem defender a ONU escondendo seus problemas. Primeiro, ele destaca que o planeta como um todo tem desafios estruturais que aumentam a cada ano. É impossível resolver esses desafios através de um desenho institucional que agrade sempre a 193 países soberanos. A ONU é amplamente criticada por razões políticas, operacionais e estruturais. As principais críticas incluem: 1. Nacionalismo X Globalismo: hoje a ONU tem 193 países membros. Algumas nações, como os EUA, ressentem políticas globalistas que conflitam com seus interesses nacionais. Os EUA são o país anfitrião da ONU e contribuem aproximadamente 25% de seu orçamento. Ao mesmo tempo, vários países e membros do staff da ONU (incluindo os que usufruem da vida em Nova York) demonstram clara tendência antiamericana, enquanto os EUA questionam: “por que vou financiar uma organização que mostra um forte viés contra meu país?” 2. Percepção de Imparcialidade: em um mundo profundamente polarizado, a imparcialidade da ONU, conforme definida em sua Carta de fundação, deveria ser sagrada. Mas esta imparcialidade é questionada devido a posições de altos funcionários associados à esquerda do espectro político. Por isso a ONU é vista por muitos como uma “organização de esquerda”. Existe uma percepção entre certos comentaristas políticos e autoridades americanas e israelenses de que o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, demonstraria parcialidade sendo indevidamente leniente com estados autocráticos como a China, o Irã, e a Rússia. Eles associam essa percepção à trajetória de Guterres na esquerda europeia e como líder da Internacional Socialista, acusando-o de adotar uma perspectiva de “sul global” ou antiocidental que ignoraria abusos cometidos por ditaduras, enquanto concentraria críticas nos Estados Unidos e em Israel. O assunto é polêmico. O fato básico é que a imparcialidade da organização se encontra sob ataque. Rabinovitch defende a posição de que futuros candidatos a Secretário-Geral não deveriam ser escolhidos por motivações político-partidárias como representantes da “esquerda” ou da “direita”. Por exemplo, Brasil e México apoiam a candidata Bachelet do Chile para Secretária-Geral da ONU em janeiro de 2027, por ser de esquerda. Segundo ele, isso prejudica a imagem de imparcialidade da organização. 3. Ineficácia em Emergências: a ONU tem sido acusada por não conseguir impedir crises humanitárias graves e atrocidades, com críticos citando casos como o genocídio de Ruanda em 1994, o massacre de Srebrenica em 1995 e o conflito em Darfur. 4. Viés Político: muitos críticos, incluindo vários Secretários-Gerais da ONU e diplomatas, acusaram o Conselho de Direitos Humanos da ONU (CDHNU) de direcionar resoluções de forma desproporcional contra Israel, enquanto ignoram abusos mais graves em outros países como Arábia Saudita, Egito, Mianmar e Rússia. Conforme dados da UN Watch, desde 2015 a ONU aprovou 141 resoluções contra Israel, mais do que o dobro do número de resoluções aprovadas contra todos os outros países juntos. Outro exemplo: a funcionária Francesca Albanese, Relatora Especial da ONU para os Territórios Palestinos, foi criticada por diversos governos, incluindo Estados Unidos, França e Alemanha, por sugerir de modo distorcido e parcial que a culpa pelo ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023 – incluindo estupros bárbaros, decapitações e assassinatos de crianças – teria sido justificável por ser uma resposta à “opressão” de Israel. A maioria das famílias assassinadas eram da esquerda israelense, amantes da paz e ajudavam palestinos. 5. Composição do Conselho de Direitos Humanos: controvérsias surgem quando nações com péssimo histórico em direitos humanos — como Cuba, Irã e Somália — são eleitas para o Conselho de Direitos Humanos. Não há mecanismos para impedir um país soberano de se candidatar. Além disso, a ideia de estabelecer condições para que países integrem um Conselho da ONU seria rejeitada por países que veriam isso como afronta à sua soberania. 6. Corrupção: o escândalo “Petróleo por Alimentos” (Iraque) e outros casos de má gestão levantaram sérias questões sobre corrupção e desvio de recursos em operações da ONU. Por outro lado, a ONU alcançou inúmeros resultados concretos desde a sua fundação. Em 1980, após um esforço de 13 anos, a varíola foi oficialmente erradicada, salvando cerca de 5 milhões de vidas anualmente. O Programa Mundial de Alimentos (PMA) alcança aproximadamente 90 a 100 milhões de pessoas famintas em 80 países todos os anos, fornecendo ajuda alimentar emergencial. As missões de paz da ONU supervisionaram com sucesso a transição para a paz em países como Namíbia (1989-1990), Moçambique (1992-1994), El Salvador (1991-1995) e Libéria (2003-2018). Além disso, como única organização multilateral que engloba todos os países, a ONU possui agências especializadas como a União Internacional de Telecomunicações (UIT) que coordena os espectros de rádio, as órbitas de satélites e garante o funcionamento coordenado de redes digitais em 190
Quando valores morais eram levados a sério: a reação de Castelo Branco expõe o abismo ético que separa o Brasil de ontem da promiscuidade de hoje
Uma publicação do jornalista Hugo Studart, feita há um ano, compara a reação de uma autoridade brasileira – o então presidente da República Castelo Branco – em tempos longínquos, ante o envolvimento de um irmão num episódio apenas “desagradável” com servidores da Receita Federal. E o caso recente envolvendo a família do ministro Alexandre de Moraes. Confira a análise: “Valores morais e ‘amorais’… Esse novo escândalo da praça, a compra de parte de uma financeira quebrada pelo Banco de Brasília por 2 bilhões, operação que tem por trás, como advogados, esposa e filhos de Sua Suprema Sapiência Alexandre de Moraes, nos remete a uma história dos tempos em que os valores morais eram outros. Certo dia o presidente Castelo Branco soube que os funcionários da Receita Federal estavam dando uma festinha em homenagem a seu irmão, também da Receita, por conta de uma decisão do governo que os favorecia. Mais: presentearam o colega com o automóvel top de linha da época. Um caso óbvio de prevaricação. Castelo telefonou furioso para o irmão. Em sua defesa, ele disse que devolveria o presente. O marechal retrucou: que você vai devolver imediatamente, isso é ponto pacífico. A dúvida é se vou mandar prendê-lo ou não. Vamos acompanhar o desdobramento desse caso que envolve a família Moraes.” Hoje, chocado, o país percebe que até o próprio ministro está envolvido.
O sumiço de provas no caso Master: quem avisou os criminosos?
A Polícia Federal suspeita de vazamento de informações sigilosas antes das três fases da Operação Compliance Zero — com indícios de que provas podem ter sumido antes da chegada dos investigadores. Os sinais se acumulam: na primeira fase, Vorcaro estava no aeroporto prestes a embarcar de jato particular para os Emirados quando foi preso — sob relatoria de Toffoli. Na segunda fase, 42 mandados foram cumpridos — mas imóveis foram encontrados esvaziados, quartos desarrumados, sem eletrônicos, e advogados já estavam nos locais antes da PF chegar. O cunhado Fabiano Zettel e Nelson Tanure também foram encontrados em aeroportos. Toffoli ainda era relator. A terceira fase, já sob Mendonça — que autorizou a operação mesmo com a PGR sendo contra — também não descarta vazamento. O grupo “A Turma” — ligado a Vorcaro — monitorava ilegalmente autoridades e jornalistas, acessava bases sigilosas da PF, PGR, Justiça Federal e até da Interpol usando credenciais autênticas. Um policial federal aposentado foi preso suspeito de participar do esquema. O vazamento pode ter vindo de dentro das próprias instituições. Se as melhores provas sumiram antes da PF chegar — o que resta para sustentar a delação que pode envolver ministros do STF?
Ministério Público de São Paulo pede rejeição de ação contra Monark após quatro anos de perseguição
O Ministério Público de São Paulo reconheceu que as falas de Monark sobre nazismo não configuravam apologia, mas sim uma “defesa abstrata da liberdade de convicção e expressão”. O próprio órgão que ajuizou a ação civil pública agora pede a sua rejeição. Levou quatro anos para chegarem a essa conclusão. A vida de um jovem comunicador foi destruída por conta de uma opinião sobre liberdade de expressão. O simples fato de discutir a possibilidade de nazistas terem direito a um partido jamais poderia ser considerado crime. O debate era sobre os limites da atuação estatal e da liberdade de expressão, não sobre a defesa do ideário nazista. O estrago causado foi significativo: Monark foi expulso do podcast que ajudou a criar, desmonetizado, banido do YouTube, investigado pela PGR e pelo MPF. A mais alta corte do país — que deveria garantir seus direitos fundamentais — expandiu a perseguição. O ministro Alexandre de Moraes determinou o bloqueio de todos os perfis do comunicador: Instagram, Facebook, X, Rumble, Telegram, TikTok, YouTube, Discord, e até plataformas de áudio como Spotify e Deezer. Monark teve as contas bancárias bloqueadas e levou multa de R$ 300 mil. O motivo alegado foi ter entrevistado um deputado federal que questionou a transparência das urnas eletrônicas. Na prática, o que aconteceu com Monark foi a aplicação de uma verdadeira pena de morte virtual — sem processo, sem condenação, sem crime. Cancelado, censurado, desmonetizado, multado, empurrado para fora do país. Agora o Ministério Público reconhece que nunca houve crime. Mas quem repara o dano? Quem devolve os anos de perseguição, a renda destruída, a reputação arrasada? A expectativa é que Monark processe o Estado e obtenha uma reparação multimilionária pela injustiça que sofreu. Leandro Ruschel
Deputado apresenta nova versão após ser acusado de agressão pela esposa: “Fui agredido” (Veja o vídeo!)
A médica Fabiana Khauam Marangoni registrou um boletim de ocorrência contra o marido, o deputado federal Fernando Marangoni (Podemos), na Delegacia da Mulher de Santo André. O registro foi feito na quarta-feira (1º/4) após um desentendimento entre o casal no apartamento onde moram, em Santo André, no ABC paulista, região metropolitana de São Paulo. Em vídeo, Fabiana confirmou o desentendimento com o marido e disse que havia sido agredida. A médica declarou que deseja que o deputado deixe a residência do casal. Marangoni negou ter agredido a esposa. Em um vídeo, o parlamentar aparece com o rosto machucado. Na gravação, ele afirma: “Mais uma agressão por parte da minha mulher, mas acabou, é a última, estou indo embora. Chega”. Em nota enviada por sua assessoria, Marangoni diz ter sido “surpreendido” pelo noticiário e nega que tenha cometido agressão ou que tenha sido levado a uma delegacia. Segundo ele, os dois — que foram casados por 23 anos e estão divorciados há seis meses — tiveram uma discussão pela manhã, e a agora ex-mulher o teria agredido. “Hoje pela manhã, fui surpreendido pelo noticiário que informava que eu havia agredido minha esposa. Isso não é verdade. Também não é verdade que fui levado à delegacia policial. O fato é que tivemos uma discussão pela manhã e minha esposa, com quem fui casado por 23 anos, me agrediu. Estamos divorciados há seis meses e morávamos no mesmo apartamento, em quartos separados, de comum acordo. Nunca desrespeitei nenhum direito de minha esposa e de qualquer outra mulher. Tenho um compromisso inquebrantável com os direitos das mulheres. Como deputado federal, fui, inclusive, relator de um projeto que aumenta a proteção à mulher, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Minha maior preocupação, agora, é com minha família; temos três filhas que amo acima de tudo e devemos, eu e Fabiana, muito respeito a elas. Estou certo de que recuperaremos a paz em nosso lar, em nome da família que construímos.” Veja abaixo um trecho do vídeo:
Flávio Bolsonaro mostra firmeza diante de desavenças envolvendo Eduardo e é elogiado por postura presidenciável — Veja o vídeo!
Em meio às tensões internas no campo conservador, Flávio Bolsonaro recebeu elogios públicos por sua postura firme e serena diante das desavenças que envolvem seu irmão Eduardo. A conduta do senador foi destacada como demonstração de preparo e maturidade política. O parlamentar foi parabenizado por não embarcar em discursos tolos ou apoiar condutas que trazem mais prejuízo do que sucesso ao espectro conservador. Seu tom equilibrado e determinado foi interpretado como sinal de preparo para lideranças futuras, com votos de que Deus o abençoe como presidente do Brasil. Quanto às disputas internas consideradas improdutivas, a orientação é clara: não ampliar as briguinhas inúteis. O ideal é esquecer quem não agrega valor ao movimento e concentrar esforços contra os adversários reais, como o próprio Flávio Bolsonaro afirmou em suas postagens nas redes sociais. A recomendação para os apoiadores é direta: quando começar clima de fofoca ou alguém postar algo que vai contra as determinações de Flávio, ignore. A estratégia é manter o foco no que realmente importa para o fortalecimento do campo conservador.