O empresário Rummenigg Günther faleceu nesta quarta-feira (8), aos 45 anos, causando grande comoção no Alto Vale de Santa Catarina. Ele era uma das principais lideranças à frente do Frigorífico Günther, de Aurora, onde desempenhou papel decisivo no crescimento e consolidação da empresa. Nascido em 1980, Rummenigg construiu sua trajetória profissional dentro do negócio familiar, contribuindo diretamente para o fortalecimento da marca e para a expansão das atividades. Ao longo dos anos, tornou-se referência entre colaboradores e parceiros pela postura visionária e dedicação ao trabalho. Em nota, a empresa destacou que sua atuação foi fundamental para moldar a cultura organizacional e os valores que sustentam o frigorífico atualmente, ressaltando o impacto de sua liderança no desenvolvimento da companhia. A morte do empresário também mobilizou manifestações de solidariedade por parte de amigos, funcionários e membros da comunidade, que reconheceram sua importância não apenas no setor empresarial, mas também no convívio social. Rummenigg faleceu no Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba (PR). O corpo foi trasladado para Aurora, onde ocorreu o velório. O sepultamento foi realizado no município de Rio do Sul. A partida precoce do empresário deixa uma lacuna significativa no setor e na comunidade, mas seu legado permanece vivo na história construída ao longo dos anos.
Alcolumbre engaveta indicação de Messias e proximidade da eleição pode inviabilizar aprovação
O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, simplesmente engavetou a mensagem com a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, enviada à Casa por Lula. Até o momento, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) não recebeu qualquer aceno de Alcolumbre sobre a leitura da mensagem no plenário. O presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar, revelou que não conversa com o presidente do Senado há pelo menos 30 dias — e que por isso não sabe quando receberá as pautas para a comissão. “Tem mais ou menos 30 dias que eu não falo com ele. E também não ligo. Como ele não liga para mim, eu também não ligo, para não ser invasivo”, disse Alencar. Sem a leitura da mensagem no plenário, o presidente da CCJ não pode agendar a sabatina de Jorge Messias. “Assim que Davi enviar essa mensagem para a CCJ, vou pautar a sabatina. Não depende de mim”, declarou. Alcolumbre tem dito a aliados que acredita na aprovação de Messias — mas que não há data para a leitura da mensagem. Rumores dão conta que Alcolumbre pode segurar a mensagem até a eleição. Se Lula for derrotado, o nome de Messias não passa.
A estratégia amadora de Sidônio: paca não emociona brasileiro que passa fome
Amadores no marketing produzem resultados desastrosos. Sidônio Palmeira falhou em sua estratégia. Se fosse um profissional competente, entenderia que paca é um animal que não gera empatia e não faz parte do cotidiano dos brasileiros que enfrentam dificuldades. O bicho não tem conexão com a realidade do povo. Na verdade, galinha seria um animal muito mais adequado e coerente para a comunicação pretendida, além de não apresentar problemas legais com o Ibama ou com a Polícia Federal. Portanto, se o vídeo eleitoral mostrasse Lula comendo galinha, seria muito mais efetivo do ponto de vista estratégico. O título poderia ser: “Grande líder adora comer galinha.”
Lula dá primeiro sinal de recuo diante de possível derrota para Flávio Bolsonaro
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou hesitação quanto à disputa pela reeleição em 2026, sinalizando que pode recuar diante do cenário eleitoral desfavorável contra o senador Flávio Bolsonaro. Nesta quarta-feira (8), durante entrevista a um site de extrema esquerda, Lula deixou claro que ainda não tomou decisão sobre sua candidatura: “Eu não decidi se serei candidato ainda. Vai ter uma convenção em junho e eu, para decidir ser candidato, vou ter que apresentar um programa, vou ter que apresentar uma coisa nova para esse país”, afirmou o petista. Ao avaliar a situação do Brasil, Lula reconheceu: “Tá tudo ruim ainda”. A admissão contrasta com a realidade de um governo que agravou os problemas nacionais desde que assumiu o poder. Questionado se deveria ser tratado como pré-candidato, Lula disse ter vontade de disputar, mas ressaltou a necessidade de o PT formar uma aliança política capaz de vencer a oposição. A declaração evidencia que o presidente percebeu a fragilidade de sua posição eleitoral. O discurso hesitante apenas enfraquece ainda mais o PT. A possibilidade de desistência se torna cada vez mais concreta.