Uma policial militar reagiu a uma tentativa de assalto e baleou dois criminosos, de 19 e 21 anos, na noite da última quinta-feira (9/4), na região da Casa Verde, zona norte da cidade de São Paulo. A ação foi registrada por câmeras de segurança. As imagens mostram o momento em que duas motocicletas circulam pela via, por volta das 21h14, e retornam após avistarem uma mulher caminhando sozinha. Em seguida, os criminosos abordam a vítima. No registro, é possível observar que a policial demonstra surpresa e levanta as mãos, entregando inicialmente o que lhe foi exigido. No entanto, ao abrir a mochila, ela saca uma pistola e efetua ao menos sete disparos contra os bandidos. Segundo as informações, um dos criminosos morreu ainda no local. O outro chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. A Polícia Militar informou que a agente envolvida não sofreu ferimentos e passa bem. A arma utilizada, pertencente à corporação, foi apreendida para perícia. O caso está sob investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que irá apurar as circunstâncias da ocorrência. Veja:
Lindbergh Farias aciona STF após ser acusado de usar drogas no Congresso
O deputado Lindbergh Farias acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) com uma queixa-crime contra o parlamentar Alfredo Gaspar, após declarações públicas nas quais foi acusado de usar drogas antes de ingressar no Congresso Nacional. Gaspar ganhou visibilidade recente ao assumir a relatoria da CPMI do INSS. De acordo com a ação apresentada, a defesa de Lindbergh sustenta que as falas configuram crimes de calúnia, difamação e injúria. O episódio teria ocorrido no dia 27 de março de 2026, durante uma coletiva de imprensa na Câmara dos Deputados. Um dos trechos destacados no processo diz: “Deveria estar preso, criminoso. Você atacou a honra de um homem de bem. Deve ter cheirado cocaína. Deve ter vindo a serviço”. Os advogados do parlamentar argumentam que a declaração atinge diretamente sua honra e reputação. Segundo a petição, “o querelado imputa um fato definido e desonroso ao querelante, qual seja, o de ter ‘cheirado cocaína’ para adentar ao plenário do congresso”. O texto reforça ainda que a acusação seria infundada e ofensiva, especialmente no exercício do mandato. A defesa também aponta que as declarações ocorreram após Lindbergh Farias e a senadora Soraya Thronicke protocolarem uma notícia de fato na Polícia Federal (PF) contra Alfredo Gaspar, na qual o acusam de estupro de vulnerável. Nesse contexto, os advogados sugerem que as falas teriam sido utilizadas como uma forma de desviar o foco da denúncia. No documento, também são mencionadas outras expressões atribuídas a Gaspar, como “criminoso”, “usuário de drogas”, “cafetão”, “líder da bandidagem” e “ladrão de dinheiro do povo”. A defesa sustenta que tais declarações extrapolam o debate político e configuram ataques pessoais. Por sua vez, Alfredo Gaspar também recorreu ao STF no dia 31 de março, reagindo às acusações feitas contra ele no âmbito da denúncia apresentada à Polícia Federal. Atualmente, Lindbergh Farias ocupa o cargo de vice-líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Câmara dos Deputados. A queixa-crime foi encaminhada ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, que deverá analisar o caso.