O corpo localizado na tarde da terça-feira (21) na Praia do Leblon, Zona Sul do Rio de Janeiro, foi identificado como sendo da advogada Tamirys Teixeira Santos, de 36 anos. O reconhecimento foi realizado por familiares na manhã da quarta-feira (22). Horas antes de desaparecer, Tamirys havia publicado vídeos nas redes sociais onde aparecia de biquíni se divertindo na praia. Ela estava acompanhada de amigos no quiosque Pato com Laranja, localizado na rua Dias Ferreira, quando decidiu dar um mergulho por volta das 17h e não retornou mais. O laudo do IML (Instituto Médico Legal) apontou AVC e asfixia mecânica por afogamento como as causas da morte da advogada. Ou seja, durante o mergulho, ela sofreu um AVC. Isso foi fatal.
Versões contraditórias do diretor-geral da PF sobre caso Ramagem desmoronam
A primeira versão apresentada foi no sentido de que a prisão de Ramagem representava um exemplo de “cooperação” entre a Polícia Federal e o governo dos Estados Unidos. A nota oficial americana desmentiu Andrei Rodrigues, afirmando que nenhum estrangeiro pode manipular o sistema de imigração para contornar pedidos formais de extradição ou prolongar perseguição política em solo americano. Em seguida, a imprensa repercutiu a expulsão do delegado brasileiro envolvido no caso. Andrei Rodrigues mudou a versão: passou a afirmar que não houve expulsão, mas apenas um retorno administrativo. Entretanto, ao mesmo tempo, surgiu a narrativa de “reciprocidade”. E aqui a versão apresentada desmorona. Se não houve expulsão, qual a razão para a reciprocidade? A história não se sustenta. No fim, resta uma contradição fatal: ou os Estados Unidos agiram, e Andrei Rodrigues não apresentou a verdade, ou não agiram, e a reação brasileira ficou sem justificativa. Uma versão destrói a outra.