O ex-deputado federal Alexandre Ramagem foi detido nesta segunda-feira (13/4) por agentes do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos (ICE), conforme informou a Polícia Federal. Desde setembro de 2025, Ramagem encontrava-se fora do Brasil, condição que o colocava como foragido da Justiça. As investigações conduzidas pela Polícia Federal apontaram que a saída do país se deu pela fronteira com a Guiana, passando pelo município de Bonfim (RR). A fuga coincidiu com o mesmo dia em que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu voto favorável à condenação. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Daniela Lima admite que Lula pode desistir da eleição diante de Flávio Bolsonaro (Veja o vídeo!)
O deputado Gil Diniz criticou duramente nas redes sociais a declaração da blogueira petista Daniela Lima sobre um cenário que já circula nos bastidores políticos. Segundo o parlamentar, Daniela Lima apontou que Lula pode abrir mão da reeleição caso enfrente um quadro desfavorável contra Flávio Bolsonaro. A avaliação corre dentro do Congresso e começa a gerar tensão entre aliados do presidente. O motivo é claro: com Flávio liderando todas as pesquisas, cresce o risco de uma derrota histórica. Diante disso, surge a possibilidade de Lula evitar disputar para não passar vergonha. “O jogo virou e o bolsonarismo pode enterrar de vez a carreira do petista”, afirmou Gil Diniz. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Oracle promove demissão em massa de milhares de funcionários em todo o mundo, incluindo o Brasil
A gigante de tecnologia Oracle iniciou uma ampla reestruturação que resultou na demissão de milhares de colaboradores ao redor do mundo. A informação foi divulgada pela emissora norte-americana CNBC na terça-feira (31). A iniciativa reflete mudanças estratégicas adotadas pela companhia diante das transformações no setor tecnológico. De acordo com informações divulgadas, a empresa pretende direcionar mais recursos para o fortalecimento de sua infraestrutura voltada à inteligência artificial. Essa mudança de foco ocorre em meio à crescente competição com gigantes como Alphabet e Amazon, que também disputam espaço no mercado global de computação em nuvem. A tendência de associar cortes de pessoal ao avanço da inteligência artificial não se restringe à Oracle. Segundo análise da BBC, outras grandes empresas, como Amazon e Meta, também vêm adotando justificativas semelhantes ao promover desligamentos recentes, evidenciando um movimento mais amplo no setor. Executivos influentes da área tecnológica defendem essa transformação. Líderes como Mark Zuckerberg e Jack Dorsey argumentam que, com o avanço das novas ferramentas digitais, será possível manter ou até ampliar a produtividade com equipes mais enxutas, o que altera significativamente a dinâmica do mercado de trabalho. Em março, a Oracle divulgou um documento no qual estima que os custos totais de seu plano de reestruturação para o ano fiscal de 2026 podem alcançar até US$ 2,1 bilhões. Esse montante inclui principalmente despesas com indenizações e outros encargos relacionados às demissões. Parte dessas medidas já havia sido antecipada: na própria terça-feira (31), a companhia comunicou o desligamento de 491 trabalhadores que atuavam remotamente no estado de Washington e em escritórios localizados em Seattle, nos Estados Unidos. Conforme a legislação trabalhista americana, os cortes passam a vigorar a partir de 1º de junho. Apesar da redução no quadro de funcionários, a empresa destacou que suas operações em Seattle continuarão ativas. Até maio de 2025, a Oracle contava com cerca de 162 mil empregados em tempo integral em todo o mundo. No Brasil, a multinacional realizou o desligamento de pelo menos 200 funcionários, segundo informações do Sindicato dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (Sindpd). No dia 2 de abril, o Sindpd ingressou com uma Ação Civil com pedido de tutela de urgência, alegando que a companhia efetuou dispensas em massa sem qualquer negociação prévia com a entidade sindical. A iniciativa busca reverter os efeitos das demissões e impedir novas medidas semelhantes.
Primeiras camisetas de apoio a Flávio Bolsonaro para 2026 já estão disponíveis
Flávio Bolsonaro já é uma realidade na corrida presidencial. As pesquisas mostram um crescimento avassalador do senador contra o petista Lula. Em poucas visitas que fez pelo país, Flávio já demonstrou grande sucesso atraindo multidões. Até um hit com seu nome já viralizou: “Meu Amigo Flávio”. Agora acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Lula exonera presidente do INSS após apenas 11 meses no cargo; troca ocorre em meio a escândalos e conflitos internos
O governo federal exonerou nesta segunda-feira (13) o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Gilberto Waller, que comandava o órgão há apenas 11 meses. A substituta já foi definida: Ana Cristina Viana Silveira, servidora de carreira. Conforme nota divulgada pelo Ministério da Previdência Social, Ana Cristina assume a presidência do órgão com a missão estratégica de acelerar a análise de benefícios e simplificar os processos internos do instituto. O ministro Wolney Queiróz divulgou a seguinte nota: “Agradeço a Gilberto Waller pela importante contribuição nesse período e dou as boas-vindas à Dra. Ana Cristina. Ela tem o perfil ideal para iniciar esse novo momento e cumprir a determinação do presidente Lula, que é solucionar a fila e não deixar nenhum brasileiro para trás.” “Sua nomeação também entrega o comando do Instituto nas mãos de seus próprios servidores. Tenho a alegria ainda de anunciar mais uma mulher para a alta cúpula do órgão, que já tem quatro diretoras.” Waller foi nomeado por Lula em substituição a Alessandro Stefanutto, demitido em meio às repercussões do escândalo dos descontos indevidos na remuneração de aposentados e pensionistas do INSS. Ele entrou em rota de colisão com o ministro Wolney Queiroz. Sua demissão não cheira bem.
Eduardo Leite entrega carta a Caiado e apunhala dois de uma só vez
O plano de Eduardo Leite era meramente um projeto pessoal. Tentou enganar Gilberto Kassab, mas não conseguiu. Assim, bem antes do que se poderia imaginar, demonstra a intenção de abandonar o acordo partidário que havia firmado. Numa carta entregue a Caiado, Leite critica a promessa de anistia feita pelo candidato do PSD. “Compreendo que há, por parte do governador Caiado, a verdadeira intenção de buscar a pacificação do país ao tratar da questão envolvendo os atos de 8 de janeiro. Esse é um objetivo que todos nós devemos compartilhar. Mas, sinceramente, não me parece que a pacificação nacional será alcançada com a inauguração de um governo tendo como um de seus primeiros atos a concessão de anistia ampla aos envolvidos nesses episódios.” Em outras palavras, o governador gaúcho abre caminho para buscar outro candidato a presidente, descumprindo o acordo partidário que havia feito. Por outro lado, com sua permanência no governo, apunhala também o seu vice, Gabriel Souza, candidato a governador, que planejava assumir o governo para ter alguma chance na disputa pelo Palácio Piratini. Leite armou um teatrinho, mas se deu mal.
Para o Senado, Gleisi Hoffmann lidera no Paraná… a rejeição
A disputa pelas duas cadeiras para o Senado Federal no Paraná promete ser acirrada. Pelo menos quatro prováveis candidatos estão melhores posicionados que a petista Gleisi Hoffmann: Álvaro Dias, Deltan Dallagnol, Alexandre Curi e Filipe Barros. Gleisi, no entanto, lidera em um quesito específico. É disparadamente a mais rejeitada entre os candidatos ao Senado no Estado. Os índices de rejeição apresentados são os seguintes: Gleisi Hoffmann (PT): 45,9% Álvaro Dias (MDB): 13,1% Cristina Graeml (PSD): 11,7% Deltan Dallagnol (Novo): 11,1% Alexandre Curi (Republicanos): 9,5% Filipe Barros (PL): 8,5% Rosane Ferreira (PV): 4,6% Poderia votar em todos: 10,9% Não sabe/Não opinou: 11,5% Os números revelam que a senadora petista enfrenta resistência significativa do eleitorado paranaense, com rejeição superior a 45%, enquanto seus principais concorrentes apresentam índices bem inferiores.
Jogo no Rio está virando: Paes despenca nas pesquisas após imitar deficiente visual no Carnaval
Levantamentos recentes apontam mudanças relevantes no cenário eleitoral do Rio de Janeiro. Entre março e abril, o deputado Douglas Ruas (PL) apresentou crescimento expressivo nas intenções de voto, enquanto o ex-prefeito Eduardo Paes registrou recuo significativo. Em março, pesquisa do instituto Real Time Big mostrava Eduardo Paes com 49,7% das intenções de voto, contra 13% de Douglas Ruas. Já em abril, levantamento do instituto Veritá indica uma disputa bem mais acirrada: Paes aparece com 46%, enquanto Ruas salta para 32,7%. Na comparação entre os dois períodos, Ruas registra o maior avanço, com crescimento de 19,7 pontos percentuais, reduzindo significativamente a distância para o líder. Eduardo Paes, por sua vez, apresenta queda de 3,7 pontos. A derrocada de Paes teve início no Carnaval, quando ele foi flagrado imitando um deficiente visual. Os números indicam um cenário de maior competitividade antes mesmo do início oficial da campanha, com tendência de polarização na disputa pelo governo do estado. As pesquisas foram realizadas entre março e abril de 2026 e estão registradas na Justiça Eleitoral sob os números TSE-04191/2026 e TRE-03394/2026.
Nova pesquisa no Paraná aponta liderança folgada de Sérgio Moro a seis meses da eleição
O Instituto Paraná divulgou nesta segunda-feira (13) uma nova rodada de pesquisa eleitoral para o governo do estado do Paraná. Os números revelam uma liderança expressiva do senador Sérgio Moro. A seis meses da eleição, o resultado aponta para uma definição antecipada: Moro deverá ser o próximo governador do Paraná. Nos quatro cenários analisados pelo instituto, o ex-juiz da Operação Lava Jato lidera com vantagens significativas que variam entre 25 e 30 pontos percentuais sobre seus adversários. No primeiro cenário, foram testados seis candidatos: Sergio Moro, Rafael Greca (MDB), Requião Filho (PSD), Guto Silva (PRD), Tony Garcia (DC) e Luiz França (PSB). Nessa simulação, Moro lidera com 46% das intenções de voto, contra 19,7% de Greca e 17,7% de Requião. O segundo cenário analisou as intenções de voto com cinco candidatos, sem a participação de Rafael Greca. Na simulação, Moro amplia sua vantagem e lidera com 52,5%, seguido por Requião Filho, que obtém 22,9%. No terceiro cenário, cinco candidatos foram avaliados. Entra na disputa o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Alexandre Curi (Republicanos), enquanto Rafael Greca e Guto Silva ficam de fora. Nessa simulação, Moro lidera com 50,9%, contra 22% de Requião e 11,7% de Curi. No quarto e último cenário, cinco nomes foram avaliados: Moro, Greca, Requião, Garcia e França. Na simulação, o ex-juiz mantém a liderança com 46,8%, seguido por Greca, com 21,4%.
José Guimarães desiste de carreira política e assume ministério em meio ao fracasso de Gleisi Hoffmann
O deputado federal José Guimarães (PT-CE) — em seu quinto mandato consecutivo — toma posse na terça-feira (14) como ministro da Secretaria de Relações Institucionais, substituindo Gleisi Hoffmann. Com isso, ele abre mão do mandato de deputado federal e abandona a pré-candidatura ao Senado pelo Ceará. Praticamente desiste da carreira política. Seu lugar na Câmara será ocupado pelo ex-senador Inácio Arruda (PCdoB) — primeiro suplente da Federação PT-PCdoB-PV no Ceará. A troca revela o desespero do Planalto. Gleisi chegou em março de 2025 para resolver a articulação com o Congresso. Saiu 13 meses depois sem conseguir qualquer êxito. Agora Guimarães — que já era o articulador na Câmara — sobe um degrau para fazer o mesmo trabalho com outro título e maior sacrifício pessoal. Os desafios que herda são os mesmos que afundaram Gleisi: fim da escala 6×1 — travada no Congresso. Regulamentação do trabalho por aplicativos — idem. Aprovação de Messias no STF — ameaçada. E emendas parlamentares — moeda de troca que o governo usa mal. Um homem investigado por desvio de emendas vai gerenciar emendas parlamentares. Lula isolado a 61% de desaprovação nomeou seu articulador da Câmara para articular melhor — com o mesmo Congresso hostil.