Em mensagem manuscrita enviada da prisão, o ex-presidente Jair Bolsonaro manifestou apoio direto à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e criticou ataques direcionados a ela e a outros aliados vindos “da própria direita”. Sem mencionar nomes diretamente, Bolsonaro lamentou as divergências públicas no campo conservador. Recentemente, Eduardo Bolsonaro fez críticas a Michelle e a Nikolas Ferreira por, segundo ele, não apoiarem a eventual candidatura de Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto. Todos são filiados ao Partido Liberal (PL). Outro episódio envolveu o comunicador Allan dos Santos, que trocou críticas com Michelle ao afirmar que ela atuaria para viabilizar uma candidatura de Tarcísio de Freitas (Republicanos) à Presidência, em vez de apoiar o nome de Flávio. Na carta, Bolsonaro escreveu: “Dirijo-me a todos que comungam conosco dos mesmos valores — Deus, pátria, família e liberdade — para dizer que lamento as críticas da própria direita dirigidas a alguns colegas e à minha esposa”. O ex-presidente também revelou ter orientado Michelle a adiar qualquer envolvimento eleitoral. “À Michelle pedi para só se envolver na política após março/26, já que a mesma se encontra por demais ocupada no atendimento da nossa filha Laura, recém-operada, bem como nos cuidados à minha pessoa”. Em janeiro, Laura passou por uma cirurgia de cinco horas no nariz, procedimento realizado em decorrência de uma operação ortognática anterior, destinada a reposicionar mandíbula e maxilar para corrigir dificuldades respiratórias, de mastigação e de fala. Bolsonaro reforçou ainda a necessidade de coesão entre lideranças conservadoras. “Numa campanha majoritária, bem como nas cobiçadas vagas para o Senado, os apoios devem vir pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques entre aliados. Meu muito obrigado a todos pelo carinho e consideração. Da nossa união, o futuro do Brasil. Jair Bolsonaro.” Mensagem manuscrita enviada por Bolsonaro da prisão
Moraes autoriza tratamento médico para Bolsonaro no batalhão da PM
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja submetido a sessões de estímulo elétrico craniano (CES). O procedimento tem a finalidade de auxiliar no controle de crises de soluço, além de contribuir para melhora do sono, da ansiedade e de sintomas depressivos. Na decisão, o magistrado permitiu que o médico Ricardo Caiado tenha acesso às dependências do 19º Batalhão de Polícia Militar, conhecido como Papudinha, às segundas, quartas e sextas-feiras, sempre às 19h, para a realização do acompanhamento clínico. Também foi liberada a entrada do equipamento necessário para a aplicação do tratamento. Conforme registrado, o profissional poderá portar o aparelho utilizado na aplicação do Estímulo Elétrico Craniano, tais como clipes auriculares bilaterais necessários ao procedimento, devidamente vistoriados pelo estabelecimento.
Bolsonaro escreve nova carta e encerra brigas internas na direita com apelo à união
O ex-presidente Jair Bolsonaro divulgou uma nova carta em que pede o fim das críticas internas na direita e reforça a necessidade de união em torno de valores conservadores. No documento, Bolsonaro se dirige a todos que compartilham dos mesmos valores – Deus, Pátria, família e liberdade – para lamentar as críticas vindas da própria direita dirigidas a alguns colegas e à sua esposa, Michelle Bolsonaro. O ex-presidente explica que pediu a Michelle para se envolver na política apenas após março de 2026, já que ela se encontra ocupada no atendimento da filha Laura, recém-operada, bem como nos cuidados com ele. “Numa campanha majoritária, bem como às cobiçadas vagas para o Senado, os apoios devem vir pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques entre aliados”, afirma Bolsonaro na carta. O ex-presidente agradece a todos pelo caminho e consideração, encerrando com a mensagem: “Da nossa união o futuro do Brasil”. A carta foi assinada por Jair Bolsonaro e representa um claro chamado à coesão entre as forças conservadoras diante das eleições que se aproximam.
458 criminosos presos e 74 menores apreendidos: o balanço preocupante do carnaval no Rio
O balanço da segurança pública durante o carnaval no Rio de Janeiro revelou números expressivos de ocorrências policiais. Entre os dias 13 e 17 de fevereiro, a Polícia Militar deteve 458 suspeitos de crimes, além de apreender 74 menores por atos infracionais. Segundo a corporação, o total representa aumento em relação ao ano anterior. Também houve recuperação recorde de celulares furtados: 97 aparelhos foram encontrados diretamente com suspeitos durante as abordagens. Mais de 12,5 mil policiais participaram do esquema de policiamento contínuo, com revistas em acessos a blocos e grandes eventos para tentar conter furtos rápidos, principalmente de telefones — alvo frequente nesse tipo de crime. A tecnologia também foi utilizada nas ações. Um foragido da Justiça foi identificado por reconhecimento facial durante evento na Ilha do Governador e preso após abordagem policial. Além da segurança pública, órgãos de defesa do consumidor atuaram na fiscalização de camarotes e pontos de venda. Estabelecimentos foram multados por irregularidades como produtos sem procedência, alimentos inadequados e falta de acessibilidade. Em blocos de rua, fiscais ainda apreenderam bebidas com indícios de falsificação, incluindo destilados comercializados irregularmente, apontados como risco à saúde dos frequentadores.
Marquito passa por cirurgia delicada e segue em estado grave após acidente de moto
O humorista Marco Antonio Gil Ricciardelli, conhecido nacionalmente como Marquito, enfrenta um momento delicado de saúde após sofrer um grave acidente de motocicleta na Zona Norte de São Paulo. O artista, que integra o elenco do SBT, foi submetido a um procedimento cirúrgico de alta complexidade, o que gerou preocupação entre admiradores e colegas de profissão. Segundo informações médicas divulgadas neste sábado (28), o estado clínico do humorista é considerado grave, porém estável. A cirurgia foi realizada na sexta-feira (27) no Hospital Nipo-Brasileiro, na capital paulista, e teve duração aproximada de quatro horas. Em comunicado oficial, o SBT esclareceu que a intervenção transcorreu dentro do esperado e sem complicações adicionais. O artista permanece hospitalizado e segue sendo monitorado continuamente pela equipe médica responsável. “A cirurgia do Marquito, com duração aproximada de quatro horas, transcorreu conforme o planejado e sem intercorrências. O quadro clínico é considerado estável.” “Neste momento, ele permanece internado, em processo de recuperação, sob acompanhamento permanente da equipe médica.” Ainda segundo a emissora, por solicitação da família, qualquer nova atualização sobre o estado de saúde será divulgada exclusivamente pela assessoria de imprensa do canal, medida adotada para preservar a privacidade neste momento sensível. Conforme nota do hospital, Marquito foi admitido na unidade na noite da última quarta-feira (25), logo após o acidente. Inicialmente atendido no pronto-socorro, ele foi posteriormente encaminhado à Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde permanece sob cuidados intensivos. O acidente ocorreu no bairro Vila Gustavo, na Zona Norte da capital paulista. Informações confirmadas pelo SBT apontam que o humorista teria sofrido um mal súbito enquanto conduzia a motocicleta, o que o levou a perder o controle do veículo e cair. Antes de a moto parar completamente, houve colisão com outro motociclista. O segundo condutor, que atua como enfermeiro, não sofreu ferimentos graves e prestou os primeiros atendimentos até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), procedimento essencial para garantir assistência rápida e especializada. Aos 65 anos, Marquito foi encaminhado consciente a um hospital particular. Posteriormente, os médicos optaram por induzir o coma como parte do tratamento, estratégia utilizada em situações específicas para estabilizar o quadro e favorecer a recuperação do paciente.
Michelle Bolsonaro divulga carta de apoio do ex-presidente a Marcos Pollon ao Senado
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) publicou uma carta assinada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em suas redes sociais. No documento, o ex-presidente confirma oficialmente seu apoio ao deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) na disputa ao Senado pelo Mato Grosso do Sul. A manifestação pública de Bolsonaro reforça o alinhamento político com o parlamentar sul-mato-grossense, consolidando o nome de Pollon como representante do projeto conservador no estado. Carta divulgada por Michelle Bolsonaro
Irã comete erro estratégico fatal ao atacar seis países simultaneamente
O Irã executou uma resposta desastrosa. O regime promoveu uma onda sem precedentes de ataques em todo o Oriente Médio — explosões que se estenderam das praias de Dubai até as ruas de Doha. Ao atacar seis países simultaneamente, Teerã cometeu um erro histórico: construiu a coalizão que não existia. Catar, Jordânia, Emirados, Kuwait e Arábia Saudita ativaram suas defesas aéreas e condenaram duramente os ataques iranianos. A coalizão do Golfo contra o Irã foi forjada pelo próprio Irã — em uma única manhã. O regime está desmoronando e chegando ao seu fim.
PF prende russo procurado pela Interpol em São Paulo por suspeita de fraude
A Polícia Federal (PF) prendeu em São Paulo um homem de nacionalidade russa que estava sendo procurado internacionalmente pelas autoridades de seu país. O indivíduo foi capturado por agentes brasileiros após constatação de que havia um mandado de prisão emitido pela Rússia em seu nome por suspeita de envolvimento em crime de fraude. O russo também era alvo da chamada lista vermelha da Interpol, mecanismo usado para localizar foragidos estrangeiros. A Difusão Vermelha da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) serve como um alerta global para que países membros identifiquem e detenham pessoas procuradas internacionalmente. Embora essa lista não seja um mandado de prisão automático, ela facilita a localização de suspeitos, que podem ser presos conforme as leis de cada país. No caso do russo, além do alerta internacional, o Supremo Tribunal Federal (STF) havia emitido também um mandado de prisão com fins de extradição, com o objetivo de que ele fosse enviado de volta à Rússia para responder às acusações. Após a detenção em território brasileiro, o suspeito foi colocado à disposição da justiça brasileira e permanece sob custódia enquanto seguem os trâmites legais para a extradição solicitada pelas autoridades russas.
Ali Khamenei: o aiatolá que governou o Irã com mão de ferro por 35 anos
A morte do líder supremo do Irã, confirmada por autoridades americanas e israelenses após uma ação militar conjunta, marca o fim de um dos ciclos mais longos e influentes da política do Oriente Médio contemporâneo. Afinal, quem era o homem que governou a República Islâmica por mais de 35 anos? De clérigo revolucionário a chefe máximo do regime Nascido em 1939, na cidade de Mashhad, Khamenei cresceu em uma família religiosa xiita. Ainda jovem, aproximou-se do movimento liderado por Ruhollah Khomeini, que culminaria na Revolução Islâmica de 1979 e na queda do xá Mohammad Reza Pahlavi. Após a revolução, Khamenei ocupou cargos estratégicos dentro do novo regime teocrático. Foi presidente do Irã entre 1981 e 1989, período marcado pela guerra contra o Iraque e pela consolidação do modelo islâmico radical. Com a morte de Khomeini, foi escolhido pela Assembleia dos Peritos como novo líder supremo — o posto mais poderoso do país. O que significa ser líder supremo Diferentemente do presidente iraniano, o líder supremo não é apenas chefe de Estado simbólico. Ele detém controle direto sobre as Forças Armadas, a Guarda Revolucionária, o Judiciário, os serviços de inteligência e influencia decisivamente o Parlamento. Na prática, nenhuma decisão estratégica relevante no Irã é tomada sem o aval do líder supremo. Ao longo de sua liderança, Khamenei concentrou poder e ampliou a influência da Guarda Revolucionária na economia e na política interna. Política externa e confronto com o Ocidente Khamenei sempre manteve uma postura de confronto ideológico com os Estados Unidos e Israel. Sob sua liderança, o Irã apoiou grupos aliados no Líbano, Síria, Iraque e Gaza, consolidando um eixo de influência regional. O programa nuclear iraniano também avançou nesse período, tornando-se ponto central de tensão internacional. Sanções econômicas severas foram impostas ao país ao longo dos anos, mas o regime manteve sua linha estratégica. Repressão interna e desafios domésticos Internamente, seu governo foi marcado por repressão a protestos populares, controle rígido da imprensa e restrições severas a liberdades civis. Movimentos de contestação, especialmente liderados por jovens e mulheres, foram enfrentados com forte aparato de segurança. Ainda assim, o regime sobreviveu a sucessivas ondas de instabilidade, sustentado por uma estrutura político-religiosa consolidada. Um vácuo de poder e incertezas A morte de Khamenei abre uma nova fase para o Irã. A sucessão no cargo de líder supremo é um processo complexo e sensível, conduzido pela Assembleia dos Peritos. A escolha do próximo nome poderá redefinir os rumos internos e externos da República Islâmica. O Oriente Médio observa com atenção. A saída de cena de uma figura que dominou o cenário iraniano por décadas pode alterar o equilíbrio de forças na região. Independentemente das disputas geopolíticas, encerra-se um capítulo central da história contemporânea do Irã — e começa outro, ainda imprevisível.
Homem que matou a própria mãe por causa de pão é brutalmente executado na cadeia
Washington Ramos Brito, de 31 anos, foi executado no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. O crime bárbaro ocorreu na madrugada de sábado (28). Brito estava preso desde 25 de fevereiro sob suspeita de ter assassinado a própria mãe. O motivo do matricídio teria sido uma discussão envolvendo um pão. Dois detentos confessaram a autoria da execução dentro da unidade prisional: Rodrigo Galvão dos Santos e Jose Welington Matos Vitorino. Eles utilizaram uma lâmina de barbear para decapitar Washington e mutilar seu corpo de forma extremamente cruel. Durante a madrugada de sábado, agentes penitenciários flagraram Rodrigo Galvão dos Santos segurando apenas a cabeça da vítima em uma cena chocante. Os dois presos também efetuaram um corte profundo no abdômen de Washington. Eles extraíram os órgãos internos da vítima e os colocaram em uma embalagem. As orelhas de Brito também foram cortadas durante a ação brutal. Ao serem interrogados, Rodrigo e Jose Welington confessaram a autoria do assassinato sem hesitação. Eles declararam que a motivação para o crime teria sido o fato de Brito ter matado a própria mãe por causa de um pão. Os dois detentos afirmaram que nenhum deles tinha mãe. Eles disseram que se comoveram com o caso de matricídio por um motivo tão fútil, o que resultou na execução de Washington dentro da unidade prisional. Os dois suspeitos foram encaminhados ao 91° Distrito Policial, onde prestaram depoimento e mantiveram a confissão do crime.