A cantora Anitta aparece em relato do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Uma reunião teria acontecido envolvendo ainda empresários ligados ao setor de apostas esportivas. Reportagem de Paulo Cappelli, do site Metrópoles, revela esse fato. O banqueiro Daniel Vorcaro, que comandou o Banco Master, relatou uma reunião com a cantora Anitta, o irmão dela e empresários ligados ao setor de apostas esportivas. Na conversa obtida pela coluna, registrada em 9 de setembro de 2024, Vorcaro relata que teria mediado o encontro entre os convidados. “A Anitta vai vir agora com o irmão dela. Vamos fazer uma reunião bem rápida, de no máximo uma hora. Já falei que às 22h todo mundo out [fora], porque tenho jantar com o amor da minha vida”, escreveu à sua então namorada, Martha Graeff. Em seguida, Graeff questiona quem mais participaria do encontro, e o banqueiro detalha: “São quatro amigos meus, sócios de um negócio de bet, a Anitta e o irmão dela”. Em outro trecho, a companheira do empresário demonstra resistência em cruzar com a cantora. “Você se importa em encontrar com a turma?”, perguntou Vorcaro. “Eu não vou encontrar com ela, já falei”, respondeu Graeff. Não há informações sobre qual seria o “negócio de bet” mencionado pelo banqueiro. Recentemente, a plataforma Bet.Bet foi uma das patrocinadoras oficiais da turnê “Ensaios da Anitta” em 2025. O tema daquela edição foi “Maratona da Jogação”, homenageando modalidades esportivas. O irmão de Anitta, Renan Machado, é sócio da cantora e considerado o seu braço direito. Ele já exerceu as funções de produtor executivo e empresário, com atuação na gestão da carreira e em projetos profissionais. As mensagens interceptadas no celular de Daniel Vorcaro fazem parte da investigação da Polícia Federal que fundamentou a terceira fase da Operação Compliance Zero. Não há informação de que a cantora seja investigada ou tenha envolvimento com o caso Master.
Delação explosiva: Vorcaro é transferido de helicóptero e exige garantia de vida antes de falar
A movimentação desta quinta-feira (19) em Brasília chamou atenção nos bastidores do poder. Daniel Vorcaro foi transferido de helicóptero para a sede da Superintendência da Polícia Federal, em uma operação cercada de sigilo e tensão. A transferência não foi apenas logística. Ela faz parte de um movimento mais amplo que indica o avanço de negociações para um acordo de delação premiada. Nos bastidores, o clima é de expectativa máxima. Segundo informações apuradas, a defesa de Vorcaro colocou condições claras antes de qualquer avanço formal. Entre elas, a transferência para uma unidade sob maior controle da Polícia Federal e, principalmente, a exigência de garantia de vida. O receio é direto: o risco de se tornar uma “queima de arquivo” diante do potencial explosivo das informações que ele pode revelar. O pedido não é trivial. Ele indica que o próprio investigado avalia o nível de sensibilidade do que pode vir à tona. Quando alguém exige proteção formal do Estado antes de falar, normalmente não se trata de detalhes periféricos. No pré-acordo, os advogados também sinalizaram disposição total para colaboração. A promessa é de uma delação ampla, sem seletividade, com potencial para atingir diferentes esferas do poder. A expectativa entre investigadores é de que Vorcaro entregue uma narrativa completa, com provas, conexões e bastidores que até agora permaneciam ocultos. A partir dessa transferência, o cenário muda de patamar. A estrutura da Polícia Federal em Brasília oferece não apenas maior segurança, mas também o ambiente necessário para conduzir negociações e colher depoimentos com profundidade. Nos bastidores políticos e jurídicos, a pergunta já não é mais se haverá delação, mas o tamanho do impacto que ela pode gerar. Se Vorcaro realmente decidir falar tudo, quem, de fato, está preparado para o que pode vir à tona? Veja o vídeo:
Reportagem sobre ‘mochila misteriosa’ de jornalista alvo da PF por ‘perseguir’ Dino é censurada pela Justiça
O jornalista Luís Pablo, de São Luís, publicou uma reportagem investigativa sobre uma “mochila misteriosa” que foi entregue nas dependências da vice-governadoria do Maranhão. A matéria incluía fotografias de um homem se aproximando do local com o objeto. No próprio texto da reportagem, Pablo deixou claro que “a movimentação, por si só, não configura irregularidade”. O jornalista se limitou a fazer uma pergunta legítima: o que havia dentro da mochila? Em vez de simplesmente responder à pergunta jornalística, o vice-governador Felipe Camarão (PT) — aliado histórico do ministro Flávio Dino, tendo comandado quatro secretarias no governo dele — partiu para o ataque. Camarão foi às redes sociais acusar Pablo de “espionagem” e acionou imediatamente a Justiça. A juíza responsável pelo caso acatou o pedido de Camarão e determinou medidas severas contra o jornalista: retirada da reportagem do ar em até dois dias, suspensão da publicação no Instagram do profissional e multa diária de R$ 500 em caso de descumprimento. A justificativa apresentada pela magistrada foi que as falas do jornalista “ultrapassam o bom senso” e que políticos não podem sofrer “ofensas injustas”. O problema é que não havia ofensa no texto — havia apenas uma pergunta jornalística legítima sobre um fato fotografado. Este é o mesmo Luís Pablo que há menos de duas semanas foi alvo de operação da Polícia Federal por ordem do ministro Alexandre de Moraes. Na ocasião, o jornalista foi acusado de “perseguir” a família de Flávio Dino. Agora, dois instrumentos diferentes — o Supremo Tribunal Federal e a Justiça estadual — chegam ao mesmo resultado: silenciar um jornalista que faz perguntas que, aparentemente, não deveriam ser feitas.
Filho de ex-governador condenado por corrupção terá que usar tornozeleira eletrônica
O médico Rodrigo da Cunha Barbosa terá que usar tornozeleira eletrônica para cumprir parte da pena por crimes de corrupção passiva e participação em organização criminosa, conforme decisão judicial do dia 4 de março. Em 2016, Rodrigo foi condenado a 9 anos, 4 meses e 27 dias de prisão, em regime semiaberto. A defesa recorreu da sentença, alegando erro no cálculo da pena e defendendo que o correto seria 6 anos e 27 dias. Além disso, argumentou que o acordo de colaboração premiada firmado com a Procuradoria-Geral da República (PGR), em 2017, e homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), garantiria o cumprimento da pena em regime aberto diferenciado. No entanto, a juíza Monica Perri, que analisou o caso, afirma que o acordo prevê o cumprimento da pena em duas etapas. A primeira fase consiste em dois anos em regime semiaberto diferenciado, com uso de tornozeleira eletrônica e recolhimento domiciliar entre 22h e 6h. Já a segunda etapa prevê o cumprimento do restante da pena em regime aberto diferenciado, sem monitoramento eletrônico, com a obrigação de comparecimento mensal à Justiça para informar atividades e endereço. Ao analisar o caso, a magistrada concluiu que Rodrigo ainda não completou os dois anos da primeira fase, restando 315 dias para o fim desse período. O médico é filho do ex-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa.
Secretário de Segurança Pública detona Lula: “Fraco, não protege o cidadão honesto” (Veja o vídeo!)
Em entrevista ao jornalista Ricardo Roveran, o Coronel Américo Higuti, Secretário de Segurança Pública de Bragança Paulista, defendeu com veemência o combate firme ao crime organizado e a classificação urgente de facções como PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. Ele criticou duramente o governo Lula, chamando-o de “fraco” e incapaz de proteger o cidadão honesto. No âmbito local, em Bragança Paulista, o secretário mencionou a implementação de duas camadas de proteção na rede de segurança estadual, além de uma “muralha digital” para garantir resposta rápida da polícia e maior tranquilidade à população. O Coronel Américo também alertou sobre as dificuldades que o agronegócio, pilar da economia brasileira, enfrenta no governo Lula, com falta de crédito, excesso de impostos, escassez de diesel e políticas que sufocam o setor. O cenário é bem diferente da época de Jair Bolsonaro, quando o agro recebia mais incentivo. Veja o vídeo:
Gilmar Mendes prepara recuo estratégico em voto sobre prisão de Vorcaro para evitar derrota ainda maior
Nesta sexta-feira (20) se encerra o prazo para o ministro Gilmar Mendes apresentar seu voto com relação à questão da prisão de Daniel Vorcaro. Um voto que, na prática, não muda absolutamente nada do resultado já consolidado. O que se cogita nos bastidores é que o decano deve votar pela manutenção da prisão do ex-banqueiro. Um recuo estratégico para não amargar ainda mais a derrota sofrida no plenário. Porém, para salvar as aparências, a fundamentação do voto deve ser outra, segundo apurou Isadora Teixeira, do site Metrópoles. “No entendimento do decano do STF, a prisão em penitenciária federal seria justificada por necessidade de isolamento em regime especial ou para proteger a própria pessoa de riscos, o que, na visão do magistrado, não é o caso de Vorcaro.” Ledo engano. Vorcaro precisa muito de proteção. Basta lembrar o que já aconteceu com o Sicário. Fica a pergunta: em que mundo vive Gilmar? A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber Veja a capa:
Carlos Bolsonaro relata estado fragilizado do pai no hospital: “Apagado e soluçando”
Carlos Bolsonaro fez um forte desabafo na rede social X, relatando um dos momentos mais difíceis ao visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro no hospital. “Confesso que, por algum motivo, hoje foi um dos dias mais difíceis ao visitar o Presidente Jair Bolsonaro”, escreveu Carlos. Ao entrar no quarto, o vereador se deparou com o pai “apagado” na cadeira, com a cabeça baixa, soluçando enquanto dormia. “Precisei recuar. Fiquei alguns minutos em silêncio, do lado de fora, tentando me recompor, antes de entrar novamente”, relatou. Quando voltou, Bolsonaro continuava da mesma forma. Carlos se aproximou, fez um carinho em sua cabeça, e ele sequer reagiu. A equipe médica explicou que, por conta das medicações fortes, a sensibilidade do ex-presidente está ainda mais elevada. Ele usa, inclusive, uma pulseira com a indicação: “RISCO DE QUEDA”. Quando acordou, Carlos optou por não falar nada sobre o que está acontecendo fora do hospital. Apenas comentou, de forma leve, sobre o novo visual do jornalista Augusto Nunes, fato que arrancou do pai um “espanto” ao despertar. “Meu pai segue na unidade semi-intensiva, com a voz fraca, sonolento por conta dos medicamentos e reclamou de respiração debilitada, certamente devido à terceira pneumonia seguida após sua prisão ilegal”, afirmou Carlos. Ele presenciou a coleta de mais de cinco ampolas de sangue para exames. “Fiz a minha parte, com humildade. Ele me disse que gostou da minha presença e que amanhã eu voltaria”, escreveu o vereador. Carlos encerrou o relato dizendo: “Saio do hospital destruído, como sinceramente não esperava ficar. Mas seguimos. Amanhã é outro dia”.
Jogador do Grêmio sofre fratura exposta em campo e cena choca torcedores
Uma lesão grave marcou a partida entre Grêmio e Vitória pelo Campeonato Brasileiro. O zagueiro Marlon sofreu uma fratura que deixou jogadores e torcedores em choque. As imagens do momento da lesão são impactantes e mostram a gravidade do ocorrido durante a disputa pela bola. Veja o vídeo: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Presidente da CPMI do INSS desafia STF e estabelece prazo de 48 horas para explicações sobre contato com banqueiro
O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, formalizou pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando esclarecimentos sobre a titularidade de um número funcional que teria mantido contato com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. No ofício encaminhado à Corte, o parlamentar estabeleceu prazo de dois dias úteis para resposta, com término previsto para segunda-feira (23/3). Além disso, requisitou o envio de informações referentes aos últimos cinco anos, abrangendo o período de janeiro de 2021 até esta quinta-feira (19/3). A solicitação surge após a identificação, no âmbito das investigações da CPMI, de um número telefônico associado ao STF na lista de contatos de Vorcaro. Segundo Viana, embora tenha sido possível confirmar o vínculo institucional da linha, não se conseguiu determinar qual servidor ou autoridade seria o responsável por sua utilização. Durante sessão realizada nesta quinta-feira (19/3), o senador detalhou como se deu a apuração. De acordo com ele, a verificação foi conduzida por meio do Sistema de Investigação de Registros Telefônicos e Telemáticos (Sittel), ferramenta utilizada para requisições formais às operadoras de telefonia. “No curso regular das investigações desta CPMI, foi realizada, por meio do sistema Sittel, uma solicitação formal às empresas de telefonia. O objetivo era simples e técnico: confirmar a titularidade de um número telefônico citado na quebra de sigilo do banqueiro Daniel Vorcaro”, declarou Viana durante audiência da comissão. Informações que a grande mídia brasileira não teve coragem de noticiar, incluindo escândalos e detalhes das festas sexuais de Vorcaro para políticos e empresários poderosos, estão documentadas no livro recém-lançado “Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF”. Ainda não se sabe por quanto tempo essa obra estará em circulação. O “sistema”, certamente, já está de olho e, por esse motivo, a editora liberou o frete grátis para todo o país. O livro é descrito como a “autópsia do poder brasileiro”.
Vereador de Porto Alegre organiza mutirão de cartas em apoio a Bolsonaro no dia de seu aniversário
Por iniciativa do vereador Coronel Ustra (PL), será realizado em Porto Alegre um mutirão de cartas de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação está marcada para o próximo dia 21 de março, data em que Bolsonaro completa mais um ano de vida. O evento acontece a partir das 9h no Parcão (Parque Moinhos de Vento), em Porto Alegre, e tem como objetivo reunir mensagens de apoio ao ex-presidente. A proposta é simples: os participantes podem levar suas cartas já prontas ou escrever no próprio local, que contará com estrutura preparada para receber o público. De acordo com o vereador Coronel Ustra, a ideia é criar um espaço de manifestação espontânea, permitindo que cidadãos expressem apoio e solidariedade ao ex-presidente em um momento simbólico. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!