Meses de investigação, bilhões de reais sob suspeita, aposentados lesados e um escândalo que revelou um dos esquemas mais cruéis já praticados contra brasileiros vulneráveis. O resultado final? Absolutamente nada. A CPMI do INSS encerrou os trabalhos sem aprovar um relatório final — após mais de 16 horas de sessão — escancarando um impasse político que, na prática, enterrou qualquer possibilidade de consequência concreta para os envolvidos. O que deveria funcionar como instrumento de apuração transformou-se em palco de disputa partidária. De um lado, pedidos de indiciamento que atingiam figuras sensíveis do governo. Do outro, um movimento articulado para barrar o avanço dessas conclusões. O desfecho era previsível: o relatório foi rejeitado e a comissão terminou sem qualquer parecer oficial. Na prática, o resultado é simples: ninguém responde por nada. A própria dinâmica final da CPMI evidencia o problema estrutural. Quando governistas reagem com relatórios alternativos e a oposição tenta empurrar indiciamentos em sentido oposto, o foco deixa de ser a investigação e passa a ser exclusivamente o confronto político. O que deveria esclarecer vira apenas disputa narrativa. E quando tudo se transforma em disputa, nada avança. O mais grave é o contraste entre o tamanho do escândalo e o vazio institucional que se seguiu. As investigações apontam para um esquema bilionário de descontos indevidos que atingiu milhões de aposentados e pensionistas — justamente a parcela mais vulnerável da população. Ainda assim, o desfecho institucional foi o vazio absoluto. Não houve conclusão. Não houve responsabilização política efetiva. Não houve resposta proporcional à gravidade dos fatos apurados. É exatamente por isso que a expressão “termina em pizza” deixa de ser apenas figura de linguagem. Ela se torna diagnóstico preciso da realidade brasileira. A CPMI do INSS não fracassou por falta de fatos ou de provas. Fracassou por excesso de interesses políticos em jogo. No fim, o que se viu foi a repetição de um padrão já conhecido por qualquer brasileiro: quando a investigação começa a chegar perto demais de quem não pode ser atingido, o sistema trava. E quando o sistema trava, o escândalo morre — não por falta de provas, mas por ausência completa de vontade política. O recado que fica é perigoso: no Brasil, até um dos maiores escândalos envolvendo aposentados e pensionistas pode terminar sem qualquer consequência real. E isso não é apenas um problema institucional. É um sinal claro e inequívoco de impunidade generalizada.
Mês da Mulher: Presente especial para as guerreiras patriotas que não se calam
Em tempos desafiadores, coragem, força e determinação fazem toda a diferença — qualidades que definem tantas mulheres brasileiras que não se calam diante das adversidades. Estamos vivendo dias intensos. A liberdade de expressão enfrenta obstáculos, e o jornalismo independente segue sendo pressionado. Ainda assim, seguimos firmes — porque acreditamos na verdade e na força de quem escolhe se informar além das narrativas prontas. E neste Mês das Mulheres, queremos fazer algo especial: reconhecer e valorizar você que busca informação, que questiona, que não aceita menos do que clareza e transparência. Por isso, preparamos uma condição EXCLUSIVA: Assinatura por apenas R$ 19,99 mensais BÔNUS especial no PLANO TRIMESTRAL (por tempo limitado!) Livro digital EXCLUSIVO sobre a situação atual do país Com a sua assinatura, você terá acesso a: Conteúdos exclusivos da Revista A Verdade; O primeiro podcast conservador do Brasil; Informações que muitas vezes não chegam ao grande público. Essa é mais do que uma assinatura — é um posicionamento. É fazer parte de uma comunidade que valoriza informação e liberdade. Atenção: a promoção é válida por poucos dias! Assine agora: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao Contamos com você. Juntos, seguimos mais fortes.
Jornalista maranhense desafia censura e divulga vídeo com familiares de Dino usando carro oficial para fins particulares
A Polícia Federal apreendeu celulares e computadores do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida em uma ação realizada no dia 10 de março, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Nesta quinta-feira (26), Luís Pablo divulgou um vídeo que mostra familiares do ministro Flávio Dino utilizando um veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão para fins particulares. As imagens foram registradas em 30 de outubro de 2025, quando Dino estaria em Brasília. O veículo em questão é um Toyota SW4 destinado ao uso oficial de desembargadores em deslocamentos privados. “Toda a estrutura do veículo, incluindo combustível, manutenção e operação, é custeada com recursos públicos do Tribunal”, afirma o blog de Luís Pablo. O jornalista destacou que “vale ressaltar que o ministro Flávio Dino desfruta simultaneamente de duas estruturas públicas de transporte e segurança: uma custeada pelo governo do Estado, com uma SW4 prata; e outra bancada pelo Poder Judiciário estadual”. A apreensão dos equipamentos aconteceu após Luís Pablo publicar, em novembro de 2025, uma reportagem sobre o uso do carro bancado pelo TJ-MA por Dino e sua família no Maranhão. A reportagem não está mais disponível. Na decisão que autorizou a operação, Moraes considerou que Luís Pablo realizava “monitoramentos ilegais da segurança do ministro Flávio Dino”. O Tribunal informou que a segurança institucional foi comunicada sobre a publicação de placas de veículos utilizados por Dino. O jornalista teria divulgado o número e os nomes dos agentes de segurança que trabalhavam com o ministro. Outros detalhes privados da vida do magistrado teriam sido expostos. Moraes afirma que a Polícia Federal apontou o jornalista como suspeito de crime de perseguição. Segundo o ministro da Corte, Luís Pablo teria se valido “de algum mecanismo estatal para a identificação e caracterização dos veículos empregados, que permitiram a exposição indevida relacionada à segurança das autoridades”. O magistrado transcreveu um trecho de uma representação da PF que indica que o jornalista já foi alvo de investigações. Essas investigações o apontam “como suspeito de praticar extorsão para não divulgar informações sobre operações policiais”. Moraes ordenou a audiência de “outros agentes com os quais os investigados tenham interagido mediante incitação e/ou cooptação para a prática dos crimes em apuração”. Foi determinada a análise do material eletrônico apreendido. Em seu blog, Luís Pablo afirmou que foram “apreendidos equipamentos de trabalho utilizados na atividade jornalística, como computador e aparelhos celulares”. O jornalista declarou que “aguarda acesso integral aos autos para compreender plenamente os fundamentos da decisão”. A OAB do Maranhão manifestou que a ação ordenada pelo Supremo causa “preocupação institucional”. Em comunicado assinado pela Comissão de Liberdade de Expressão e Imprensa, o órgão menciona a “preservação de sigilo de fonte e de proteção ao livre exercício profissional da atividade”. A ABERT, a ANER e a ANJ divulgaram nota conjunta sobre o caso. A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, a Associação Nacional de Editores de Revistas e a Associação Nacional de Jornais emitiram posicionamento conjunto sobre a determinação de Alexandre de Moraes. As associações afirmam considerar “preocupante” a decisão de Moraes. “O fato de a decisão se inserir no chamado inquérito das fake news, que não tem objeto determinado ou prazo de duração, e ainda ser aplicada a uma pessoa que não conta com prerrogativa de foro, torna ainda mais grave a situação”, diz o comunicado das entidades. A Abraji se pronunciou contra a medida adotada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal. A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo argumentou que a determinação representa risco para todos os profissionais que atuam na imprensa brasileira. “É importante ressaltar que, ainda que a informação divulgada fosse sigilosa, já ficou pacificado no Judiciário brasileiro que o jornalista tem o direito de publicar informações – sigilosas ou não – de interesse público. E não pode ser criminalizado por isso”, declarou a Abraji. A AIR somou-se às manifestações de preocupação com a decisão judicial. A Associação Internacional de Radiodifusão congrega mais de 17.000 emissoras de rádio e televisão distribuídas pelo continente americano. “Qualquer medida que possa afetar tais garantias deve ser avaliada com o máximo rigor e cautela, a fim de evitar impactos que possam restringir ou desencorajar a atividade informativa e o debate público em uma sociedade democrática”, afirmou a AIR. Veja o vídeo:
Senador do PL propõe adiar sabatinas do STF até 2027: ‘Este Senado perdeu legitimidade moral’
O senador Marcio Bittar (PL-AC) defendeu que o Senado só deveria realizar sabatinas e aprovar novas indicações para o Supremo Tribunal Federal (STF) a partir do ano que vem, após a renovação de dois terços da Casa nas eleições de outubro. “Este Senado perdeu a legitimidade moral para aprovar a indicação, não apenas do [Jorge] Messias, mas de qualquer outro nome indicado por esse governo em fim de linha. Não é questão pessoal, é questão de coerência constitucional e de dignidade”, afirmou o parlamentar. Bittar referia-se a Jorge Messias, nome indicado em novembro pelo presidente Lula para a vaga deixada no STF por Luís Roberto Barroso. Ainda não há previsão de data para a sabatina de Messias. “Como é que o Senado vai aprovar um indicado para a corte que humilha, castiga, usurpa e nulifica as decisões dessa corte e deste Senado? O melhor que fazemos é deixar para o eleitor, que vai eleger dois terços do Senado, que vai eleger um novo presidente. Que esses novos eleitos indiquem quem quiserem indicar, e o Senado aprova ou não”, propôs o senador. Para Bittar, é urgente que o Senado vote o fim das decisões monocráticas com efeito vinculante sobre atos do Poder Legislativo. “Um ministro do STF não pode, sozinho, suspender investigações parlamentares. Não pode, sozinho, restaurar decretos que o Congresso derrubou democraticamente. Não pode, sozinho, liberar investigados de comparecer às CPMIs constitucionalmente instituídas. Isso não é democracia, isso é oligarquia judicial. Enquanto este Senado não tiver a coragem de enfrentar essa realidade, continuaremos assistindo ao esvaziamento progressivo do Poder Legislativo”, declarou o parlamentar. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos! Fonte: Agência Senado
Jornalista experiente alerta: Moraes joga para matar Bolsonaro. Veja o vídeo!
José Nêumanne Pinto, um dos jornalistas mais respeitados e influentes do Brasil, foi o convidado especial do mais recente Podcast A Verdade. Com décadas de cobertura política e um conhecimento profundo da história nacional, Nêumanne não poupou palavras ao analisar o cenário atual, trazendo declarações contundentes que ecoam sua preocupação com os rumos do país sob a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva. “Do ponto de vista da democracia, a Lava Jato deu um resultado mais nojento do que o caso Master. O Lula, que era o grande condenado da Lava Jato, é hoje o presidente da República, eleito sem ser inocente. A que ponto vamos chegar se Lula for reeleito?”, questionou. Nêumanne fala com a propriedade de quem conviveu com Lula, como ele mesmo revela: “Eu conheci Lula em 1985. Ele tinha acabado de tomar posse, e eu era muito amigo do Paulo Egydio Martins, que foi governador do estado de São Paulo, e muito ligado ao General Golbery do Couto e Silva. Eu fiquei sabendo que Lula era homem de confiança de Golbery do Couto e Silva, e que ele deu muita força para Lula tomar conta dos sindicatos, tirando da jogada o Brizola. Em entrevista à revista Playboy, ele disse que admirava Hitler, e também o líder político atual [naquela época] que era o aiatolá Khomeini. Até o pessoal da esquerda começou a ser chamá-lo de AiatoLula”, lembrou. Para o jornalista, Lula vai levar uma “surra” de Flavio Bolsonaro nas urnas: “E nem precisa Bolsonaro morrer, o que é possível, porque Alexandre de Moraes joga para matar Bolsonaro, mas não sabe a burrice que ele está cometendo mais uma vez na vida”, alertou.
CEO de grande banco deve virar investigado por suspeita de fraude contra aposentados do INSS
O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), considera que o CEO do Banco C6 Consignados, Artur Ildefonso Brotto Azevedo, deve ser tratado como investigado pela comissão. Azevedo prestou depoimento na condição de testemunha ao tratar da suspensão do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) que impede a realização de novos empréstimos consignados do banco junto ao INSS e a determinação para que a instituição devolva cerca de R$ 300 milhões a aposentados e pensionistas. Segundo Gaspar, “muita coisa ficou em aberto” ao fim do depoimento. “O C6 em nada se diferencia das associações que foram criadas e ousaram roubar aposentados e pensionistas. Botem a mão na consciência e devolvam o dinheiro dos aposentados e pensionistas”, afirmou o relator. Para parlamentares da CPMI, a decisão de suspender os novos contratos do C6 Consignados — publicada na terça-feira (17) no Diário Oficial da União — é indicativa de possíveis cobranças indevidas. Segundo a Controladoria-Geral da União (CGU), o motivo da punição foi o descumprimento de regras previstas em um acordo firmado entre o INSS e o banco para o ressarcimento de valores de serviços não autorizados por aposentados e pensionistas, como seguros e pacotes adicionais, descontados diretamente dos benefícios dos segurados. Alfredo Gaspar ressaltou que o banco aparece reiteradamente entre as instituições com maior número de reclamações na plataforma consumidor.gov.br, relativas a crédito consignado, cartão de crédito consignado e reserva de margem consignável. “O C6 tem problemas. Para coroar esses problemas já identificados, na véspera da sua vinda [Azevedo], o INSS está cobrando R$ 300 milhões de devolução do seu banco, dizendo que vocês faziam venda casada, dizendo que vocês têm problemas e suspenderam o ACT [acordo de cooperação técnica]. Qual o produto que ocasionou isso aqui?”, questionou Gaspar. Segundo o relator e o senador Izalci Lucas (PL-DF), o INSS identificou 324 mil contratos do C6 com cobrança de clube de benefícios com desconto de até R$ 500 mensais ou no ato da operação. “Explicando melhor, do nada, o aposentado fazia parte de um clube de que ele não queria ser sócio e ainda cobrava para ele participar. Isso parece venda casada. Como você explica o clube dos benefícios sendo cobrado sem autorização do aposentado?”, indagou o parlamentar. O executivo negou irregularidades e afirmou que a instituição segue as normas estabelecidas nos acordos com o INSS. Ele disse discordar da decisão do instituto e afirmou que o banco já recorreu ao Judiciário. “Entendemos que não há irregularidade na atuação do banco”, declarou. Produtos acessórios O CEO do C6 detalhou a oferta de serviços adicionais ao crédito consignado. Ele disse que, entre setembro de 2022 e junho de 2024, o banco ofereceu seguro de vida, com adesão de cerca de 3% dos clientes. Posteriormente, passou a ofertar um pacote de benefícios, com serviços como assistência funeral, consultas médicas e descontos em exames e farmácias, contratado por cerca de 20% dos clientes. Segundo ele, os produtos eram opcionais e pagos à vista, sem desconto direto nos benefícios previdenciários. “Nunca houve venda casada ou qualquer tipo de irregularidade”, afirmou. O pacote foi suspenso em novembro de 2025 após manifestação contrária do INSS. No entanto, na visão dos parlamentares, o posicionamento da CGU e a decisão do INSS indicam que “houve venda casada”, o que é proibido por lei. “Aqui chegaram presidentes de associações, foram tratados como criminosos, foram tratados como bandidos porque eles são bandidos, eles roubaram do aposentado e do pensionista, meteram a mão no dinheiro do povo mais sofrido. Aí eu pergunto ao senhor: R$ 300 milhões retirados ilegalmente de aposentado e pensionista. O que é que diferencia um presidente de associação que tirou R$ 300 milhões de aposentados e pensionistas, que estão apertados e muitos, presos, de um grande banco, instituição financeira, detectado pelo INSS, que também meteu no bolso R$ 300 milhões que pertencem a aposentados e pensionistas?”, indagou o relator. Ele ainda quis saber se, independentemente da decisão judicial, o C6 vai ressarcir os aposentados e pensionistas do INSS e pagar os R$ 300 milhões que foram descontados. “Não nos parece correto fazer a devolução integral dos valores contratados legalmente com a anuência clara e explícita do contratante”, respondeu o diretor do banco. Ele ainda assegurou que a instituição não assinou termo de compromisso com o INSS para a devolução de valores de forma administrativa. O Banco C6 começou a operar empréstimos consignados junto ao INSS em 2020, após aquisição do Banco Fixa, que já possuía uma carteira de contratos acordados com o INSS. O C6 Consignados possui mais de 10 milhões de empréstimos e atualmente tem 6 milhões de contratos ativos junto ao INSS. De acordo com Artur Ildefonso Azevedo, na jornada de formalização do consignado, o cliente tem que dar 12 manifestações de vontade para, de fato, contratar o empréstimo. A liberação do dinheiro passa por critérios como biometria facial e prova de vida e somente após vencer as 12 etapas o valor é creditado exclusivamente na conta em que ele recebe benefício previdenciário. Gaspar indagou sobre a estratégia comercial que teria levado ao aumento expressivo de empréstimos consignados do C6 na vigência do acordo com o INSS. Azevedo atribuiu os números à “tecnologia” e à “qualidade do serviço”, mas, para o relator, há uma estratégia clara. “Os senhores ampliaram esta malha de captura de clientes, em detrimento da segurança jurídica, da ética e do compromisso com aposentados e pensionistas”, criticou. Primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato Flávio Bolsonaro Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos! Fonte: Agência Senado
Nikolas Ferreira se manifesta sobre prisão domiciliar de Bolsonaro: “Não deveria nunca ter sido preso”
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se pronunciou após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizar a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para o regime de prisão domiciliar, deixando o presídio da Papudinha. Em declaração pública, o parlamentar avaliou a medida como um avanço, embora tenha deixado claro que, em sua visão, o ex-chefe do Executivo não deveria ter sido preso. Nikolas também manifestou expectativa de que a decisão represente um movimento inicial em direção à liberação completa. “É um respiro de liberdade. Mas ressalto que Bolsonaro não deveria nunca ter sido preso. Espero que a liberdade plena esteja mais próxima do que nunca. Não só para Bolsonaro, mas para todos os presos injustiçados do 8 de Janeiro”, disse Nikolas. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Ex-namorada de Vorcaro reaparece e nega conhecimento sobre irregularidades do banqueiro
A influenciadora digital Martha Graeff declarou nesta sexta-feira (27) que desconhecia por completo as supostas irregularidades atribuídas a Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master e seu ex-namorado. A manifestação veio após o vazamento de conversas privadas entre o casal. “Não, eu não sabia. Soube exatamente como a maioria dos brasileiros: pela imprensa. E, não, eu não desconfiava, assim como também não sabiam e não desconfiavam os órgãos reguladores e autoridades, parceiros de negócio, clientes e tantos outros”, declarou Martha. Martha contestou veementemente o vazamento das mensagens trocadas com Vorcaro. Os diálogos foram tornados públicos durante este mês. As conversas revelaram aspectos da intimidade do casal e informações sobre as relações do ex-banqueiro. “Fui linchada, cancelada e vulgarizada. A quem interessa tudo isso?”, questionou a influenciadora, manifestando indignação com a exposição das conversas privadas. Negativa sobre recebimento de patrimônio A influenciadora refutou categoricamente ter recebido propriedades, veículos ou embarcações em decorrência do relacionamento com o empresário. Conforme reportagem da Folha, Vorcaro propôs à então namorada que patrimônios fossem registrados em seu nome. A proposta ocorreu durante negociações para aquisição de uma residência de luxo em Miami, nos Estados Unidos. As mensagens trocadas pelo casal mostram que o ex-proprietário do Banco Master negociou a criação de um trust. A estrutura de planejamento patrimonial seria registrada em nome de Martha. Vorcaro havia concluído anteriormente a compra de uma propriedade na Sabal Palm Road. O valor da transação foi superior a US$ 85 milhões, equivalentes a R$ 490 milhões na cotação da época. “Trabalho desde os meus 14 anos, portanto, há 26 anos, dos quais, moro fora do Brasil há mais de 20 anos. Todo meu patrimônio foi construído por mim e está devidamente declarado”, afirmou Martha. Martha abordou aspectos pessoais da relação no texto divulgado. Ela defendeu a imagem de Vorcaro durante o período em que estiveram juntos. O relacionamento durou um ano e oito meses, entre 2024 e 2025. A primeira prisão do ex-banqueiro ocorreu em novembro do ano passado. “Eu me apaixonei por um homem que era especial não apenas comigo, mas também com a minha família e com os meus amigos. Um pai e um empresário bem-sucedido, respeitado por pessoas respeitáveis, não apenas no Brasil, mas no exterior”, declarou a influenciadora. A influenciadora encerrou o comunicado expressando o impacto emocional da situação. “Me sinto quebrada por dentro e por fora, mas não escrevo essa manifestação como vítima. Estou aqui como mulher, como mãe e como profissional, tentando superar essa imensa dor. E com o mesmo esforço, foco e determinação que sempre tive até aqui, pretendo passar por esse momento de cabeça erguida”, completou Martha.
Jornalista maranhense desafia censura e divulga vídeo com familiares de Dino usando carro oficial para fins particulares
A Polícia Federal apreendeu celulares e computadores do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida em uma operação realizada no dia 10 de março, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Nesta quinta-feira (26), Luís Pablo divulgou um vídeo que mostra familiares do ministro Flávio Dino utilizando um veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão para fins particulares. As imagens foram registradas em 30 de outubro de 2025, quando Dino estaria em Brasília. O veículo em questão é um Toyota SW4 destinado ao uso oficial de desembargadores em deslocamentos privados. “Toda a estrutura do veículo, incluindo combustível, manutenção e operação, é custeada com recursos públicos do Tribunal”, afirma o blog de Luís Pablo. O jornalista destacou que “vale ressaltar que o ministro Flávio Dino desfruta simultaneamente de duas estruturas públicas de transporte e segurança: uma custeada pelo governo do Estado, com uma SW4 prata; e outra bancada pelo Poder Judiciário estadual”. A apreensão dos equipamentos aconteceu após Luís Pablo publicar, em novembro de 2025, uma reportagem sobre o uso do carro bancado pelo TJ-MA por Dino e sua família no Maranhão. A reportagem não está mais disponível. Na decisão que autorizou a operação, Moraes considerou que Luís Pablo realizava “monitoramentos ilegais da segurança do ministro Flávio Dino”. O Tribunal informou que a segurança institucional foi comunicada sobre a publicação de placas de veículos utilizados por Dino. O jornalista teria divulgado o número e os nomes dos agentes de segurança que trabalhavam com o ministro. Outros detalhes privados da vida do magistrado teriam sido expostos. Moraes afirma que a Polícia Federal apontou o jornalista como suspeito de crime de perseguição. Segundo o ministro da Corte, Luís Pablo teria se valido “de algum mecanismo estatal para a identificação e caracterização dos veículos empregados, que permitiram a exposição indevida relacionada à segurança das autoridades”. O magistrado transcreveu um trecho de uma representação da PF que indica que o jornalista já foi alvo de investigações. Essas investigações o apontam “como suspeito de praticar extorsão para não divulgar informações sobre operações policiais”. Moraes ordenou a audiência de “outros agentes com os quais os investigados tenham interagido mediante incitação e/ou cooptação para a prática dos crimes em apuração”. Foi determinada a análise do material eletrônico apreendido. Em seu blog, Luís Pablo afirmou que foram “apreendidos equipamentos de trabalho utilizados na atividade jornalística, como computador e aparelhos celulares”. O jornalista declarou que “aguarda acesso integral aos autos para compreender plenamente os fundamentos da decisão”. A OAB do Maranhão manifestou que a ação ordenada pelo Supremo causa “preocupação institucional”. Em comunicado assinado pela Comissão de Liberdade de Expressão e Imprensa, o órgão menciona a “preservação de sigilo de fonte e de proteção ao livre exercício profissional da atividade”. A ABERT, a ANER e a ANJ divulgaram nota conjunta sobre o caso. A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, a Associação Nacional de Editores de Revistas e a Associação Nacional de Jornais emitiram posicionamento conjunto sobre a determinação de Alexandre de Moraes. As associações afirmam considerar “preocupante” a decisão de Moraes. “O fato de a decisão se inserir no chamado inquérito das fake news, que não tem objeto determinado ou prazo de duração, e ainda ser aplicada a uma pessoa que não conta com prerrogativa de foro, torna ainda mais grave a situação”, diz o comunicado das entidades. A Abraji se pronunciou contra a medida adotada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal. A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo argumentou que a determinação representa risco para todos os profissionais que atuam na imprensa brasileira. “É importante ressaltar que, ainda que a informação divulgada fosse sigilosa, já ficou pacificado no Judiciário brasileiro que o jornalista tem o direito de publicar informações –sigilosas ou não– de interesse público. E não pode ser criminalizado por isso”, declarou a Abraji. A AIR somou-se às manifestações de preocupação com a decisão judicial. A Associação Internacional de Radiodifusão congrega mais de 17.000 emissoras de rádio e televisão distribuídas pelo continente americano. “Qualquer medida que possa afetar tais garantias deve ser avaliada com o máximo rigor e cautela, a fim de evitar impactos que possam restringir ou desencorajar a atividade informativa e o debate público em uma sociedade democrática”, afirmou a AIR. Veja o vídeo:
Justiça obriga página petista a se retratar por fake news contra Flávio Bolsonaro
A Justiça determinou que o perfil petista “Heroína13” no Instagram se retratasse após divulgar informação falsa sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL). A página havia compartilhado publicação afirmando que o parlamentar pretendia “acabar com o salário mínimo” caso chegasse à Presidência da República. A equipe de advogados do senador ingressou com ação contestando a veracidade da informação. Após a concessão de liminar favorável ao parlamentar, o perfil removeu a postagem original e divulgou um pedido público de desculpas. O “Heroína13” possui uma base superior a 46 mil seguidores no Instagram. A página mantém uma linha de publicações voltada para destacar ações de integrantes do PT, incluindo Lula e o ministro Fernando Haddad. O texto de retratação publicado pela página reconhece o erro cometido. “Quero pedir desculpas pelo post que compartilhei dizendo que o Flávio Bolsonaro queria acabar com o salário mínimo. Depois fui verificar melhor e percebi que a informação não era verdadeira. Não foi minha intenção espalhar algo falso nem prejudicar alguém. Já apaguei o conteúdo e peço desculpas a quem possa ter sido afetado pela partilha. Vou ter mais cuidado antes de compartilhar qualquer informação daqui para frente”, afirma a mensagem. A estratégia de conteúdo do “Heroína13” inclui críticas direcionadas a figuras políticas identificadas com a direita brasileira. O governador Tarcísio de Freitas, filiado ao PL, figura entre os alvos recorrentes das publicações do perfil. A página divulgou material questionando a atuação do ministro André Mendonça, integrante do Supremo Tribunal Federal. Mendonça recebeu a relatoria de processo relacionado ao Banco Master.