Flávio Bolsonaro discursou nos Estados Unidos durante o CPAC e fez um alerta contundente sobre a importância estratégica do Brasil para a América e o mundo. O pré-candidato à Presidência da República foi direto ao ponto: “Talvez você pense: ‘Por que devemos nos importar? Isso é um problema do Brasil’. Deixe-me explicar porque isso importa para a América e para o mundo.” “Temos 220 milhões de pessoas em uma nação que é 90% CRISTÃ. Representamos mais da metade da América do Sul em território, população e PIB. Apenas um estado brasileiro tem economia maior que a segunda maior economia da região.” “Controlamos as maiores reservas de água doce do mundo, vastas terras agrícolas que alimentam o mundo e recursos energéticos que poderiam abastecer continentes.” Flávio Bolsonaro concluiu com ênfase: “Se o Brasil fracassar, toda a América do Sul fracassará!” Veja: Surgem as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Noblat deturpa fala de Flávio Bolsonaro e é desmentido por jornalista presente no evento
No X, o jornalista Ricardo Noblat afirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria incitado os Estados Unidos contra o Brasil. A declaração foi feita ao repercutir uma matéria do UOL sobre o discurso do parlamentar na CPAC, maior conferência conservadora do mundo, realizada em Dallas, no Texas. Segundo a publicação, Flávio proferiu um discurso em inglês de aproximadamente 15 minutos, no qual caracterizou as eleições presidenciais brasileiras de outubro como uma batalha existencial para a direita dos Estados Unidos. Diante de uma plateia de milhares de apoiadores de Donald Trump, o senador comparou a trajetória do pai com a do ex-presidente americano. Durante o pronunciamento, Flávio acusou o presidente Lula de fazer lobby em favor de facções criminosas brasileiras e de privilegiar interesses chineses, cubanos e iranianos sobre os interesses norte-americanos. “Esta é a encruzilhada que a América enfrenta: ou vocês têm o aliado mais poderoso do continente, ou um antagonista que se alinha com adversários americanos e torna sua política para a região impossível”, afirmou o senador. Flávio destacou ainda a importância estratégica do Brasil: “O Brasil vai ser o campo de batalha onde o futuro do hemisfério será decidido, porque o Brasil é a solução dos EUA para quebrar a dependência da China por minerais críticos, especialmente elementos de terras raras”. O parlamentar foi direto ao criticar o atual governo brasileiro: “O presidente do meu país faz lobby nos EUA para proteger organizações terroristas que oprimem meu povo e exportam armas, lavam dinheiro e exportam drogas para os Estados Unidos e o mundo”. Flávio também se dirigiu ao presidente Trump: “Eu entendo que o Presidente Trump está incrivelmente ocupado ‘Fazendo a América Grande Novamente’ e deve manter relações institucionais com líderes de todos os países. E sei que às vezes, quando cercado por conselheiros com seus próprios interesses, o quadro fica confuso. Mas estou confiante de que o maior negociador da história [Trump] pode facilmente ver quem são seus verdadeiros aliados do Brasil”. O senador negou que esteja buscando interferência dos Estados Unidos na próxima eleição presidencial brasileira e acusou o governo de Joe Biden de ter atuado em favor de Lula em 2022. A versão de Noblat, porém, foi rapidamente contestada. O jornalista David Ágape, que esteve presente no evento, desmentiu categoricamente a interpretação: “Que mentira deslavada. Eu estava lá e não foi nada disso”. Recentemente surgiram as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Flávio Bolsonaro faz alerta nos EUA e pede que comunidade internacional monitore liberdade de expressão no Brasil
Em participação no CPAC (Conservative Political Action Conference), tradicional encontro de lideranças conservadoras realizado no estado do Texas, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu que a comunidade internacional acompanhe de perto o cenário eleitoral brasileiro. Em discurso realizado neste sábado (28), o parlamentar pediu que autoridades e instituições estrangeiras observem a situação da liberdade de expressão no país e incentivem a realização de eleições consideradas justas. Diante do público presente no evento, Flávio Bolsonaro afirmou: “Monitorem a liberdade de expressão do nosso povo. E apliquem pressão diplomática para que nossas instituições funcionem adequadamente”. Durante a apresentação, o senador também direcionou críticas à atuação do governo do ex-presidente americano Joe Biden, alegando interferência no processo eleitoral brasileiro de 2022. Segundo Flávio Bolsonaro, teria havido uma “enxurrada de dinheiro” proveniente da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). Apesar das críticas direcionadas ao governo Biden, o senador afirmou não defender interferência externa direta. Ele reiterou, no entanto, o pedido para que outros países acompanhem o processo eleitoral brasileiro com atenção. Em outro trecho do discurso, declarou: “Em vez da administração Biden interferir em nossas eleições para instalar um socialista que odeia a América, aplicar pressão diplomática por eleições livres e justas baseadas em valores de origem americana”. Surgiram as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Moraes nega acesso livre dos filhos de Bolsonaro à residência onde ex-presidente cumpre prisão domiciliar
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o acesso livre dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro à residência onde ele cumpre prisão domiciliar. A decisão mantém as regras já estabelecidas para controle rigoroso de visitas e restringe a circulação de pessoas no local. Na última terça-feira (24), Moraes autorizou que Bolsonaro passasse a cumprir pena em regime domiciliar humanitário temporário, alegando questões de saúde. Simultaneamente, o ministro impôs uma série de medidas cautelares. Entre as condições determinadas estão o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica, restrições severas de comunicação e controle rígido de visitas. Conforme enfatizado pelo ministro, a autorização não altera o regime jurídico da pena, mas apenas adapta temporariamente sua execução. Ao justificar a decisão, Moraes advertiu: “O descumprimento das regras da prisão domiciliar humanitária temporária ou de qualquer uma das medidas cautelares implicará na sua revogação e ao retorno imediato ao regime fechado ou, se necessário for, ao hospital penitenciário”. Pelas normas em vigor, está autorizada a entrada de apenas um advogado por dia na residência. Profissionais de saúde também podem acessar o local, desde que previamente cadastrados, o que busca assegurar o acompanhamento médico necessário. No caso de familiares que não residem no imóvel, as visitas são permitidas, porém dentro de horários previamente definidos. Já os encontros com advogados devem ser agendados com antecedência junto ao Complexo Penitenciário do 19º Batalhão da Polícia Militar. As visitas estão restritas aos dias úteis, de segunda a sexta-feira, excluindo feriados, e devem ocorrer no intervalo entre 8h20 e 18h. A decisão mantém, portanto, um controle rigoroso sobre o cumprimento da medida, equilibrando questões de saúde com exigências legais.
Senador alerta: projeto que atualiza Código Civil ameaça segurança jurídica e abre brecha para ativismo judicial
O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) manifestou preocupação com o projeto de lei que atualiza o Código Civil brasileiro, atualmente em análise no Senado. O parlamentar alertou que a proposta (PL 4/2025) pode gerar insegurança jurídica ao introduzir conceitos amplos e aumentar perigosamente o espaço para decisões judiciais nas relações privadas. “Esse cenário acaba atendendo a um grupo restrito que pretende ampliar e perpetuar um Judiciário cada vez mais intervencionista, que muitas vezes extrapola as funções constitucionais que lhe foram atribuídas, enfraquecendo o sistema de freios e contrapesos, impondo os anseios de uma minoria à sociedade brasileira, que certamente não concorda com isso e vem, dia após dia, manifestando-se nas ruas e nas redes sociais”, afirmou o senador. Pontes destacou que apresentou 367 emendas à proposta visando corrigir, segundo ele, inconsistências e preservar direitos fundamentais. O parlamentar também defendeu a ampliação do debate, com a participação de toda a sociedade. “Uma mudança dessa magnitude não pode ser feita às pressas, nem sob o pretexto genérico de modernização. O caminho responsável não é uma reforma gigantesca feita de uma só vez. O caminho responsável é discutir mudanças pontuais, amadurecidas e amplamente debatidas. Por isso, eu faço aqui um apelo a esta Casa: tratemos essa matéria com toda a prudência que ela exige”, declarou o senador. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos! Fonte: Agência Senado
Em desespero, Soraya Thronicke é desmoralizada por Ana Paula Henkel após acusação contra deputado
Lindbergh Farias e Soraya Thronicke fizeram uma grave acusação de estupro contra o deputado Alfredo Gaspar. O parlamentar, no entanto, contra-atacou apresentando documentos e exames de DNA. Em evidente recuo, Soraya já começou a mudar o discurso e demonstrar sinais de desespero diante das provas apresentadas pelo deputado. “Uma acusação de estupro de vulnerável com possível paternidade só se refuta com um exame de DNA (‘de si próprio!’)! Deputado, procure o DG da Polícia Federal, pois as vítimas já se encontram sob a custódia da União. Estou, realmente, com muita vontade de ter de lhe pedir desculpas publicamente pelo inconveniente. Tenha um bom dia!”, escreveu a senadora. A comentarista política Ana Paula Henkel não poupou críticas à postura de Soraya Thronicke: “Você é uma mulher vil e desprezível que nos envergonha. Vamos te acusar dos crimes mais abjetos, mas se não for verdade, pediremos desculpas. Que absurdo! Uma senadora que se rebaixa a tal ponto merece apenas o esquecimento na história e o total desprezo das pessoas de bem”, declarou Henkel. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Senador denuncia: STF está liquidando CPIs e CPMIs com decisões judiciais
O senador Eduardo Girão (Novo-CE) criticou decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e alertou para um processo de enfraquecimento das Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) e Comissões Parlamentares Mistas de Inquérito (CPMIs). De acordo com o parlamentar, decisões judiciais recentes estão comprometendo o funcionamento desses instrumentos de investigação no Congresso Nacional. “Estão acabando com o instrumento da CPI e da CPMI. Será que ninguém está vendo isso? Não é acabando, mesmo, é liquidando. Hoje mesmo tivemos uma sessão cancelada por decisão judicial que impediu depoimento. Isso enfraquece o Parlamento”, denunciou. O senador citou caso envolvendo o ex-senador Roberto Rocha, alvo de queixa-crime no STF por declarações feitas durante o mandato. Girão questionou o alcance da imunidade parlamentar e a liberdade de expressão no exercício do mandato. “Com o encerramento do mandato, o processo de calúnia e difamação não deveria mais ser acolhido pelo STF. Acabou o seu foro privilegiado. Então, teria que se deslocar esse processo para a primeira instância. Além disso, seu pronunciamento em nenhum momento faz qualquer ofensa pessoal. Ele limita-se a chamar a atenção de autoridades e da população para irregularidades praticadas durante a campanha”, afirmou. O parlamentar defendeu que a Mesa Diretora do Senado atue na defesa das prerrogativas parlamentares e cobrou posicionamento institucional diante de decisões que, segundo ele, afetam diretamente o funcionamento do Legislativo. Fonte: Agência Senado
CPMI do INSS arquivada: Centrão e esquerda unidos preparam sepultamento do escândalo do Banco Master
A CPMI do INSS foi devidamente enterrada, deixando milhões de aposentados lesados sem qualquer satisfação. Agora, o próximo alvo está definido. O próximo caso a ser sepultado, numa manifestação de patifaria sem precedentes no Brasil, é o do Banco Master. Centrão e esquerda unidos na corrupção, aparentemente, jamais serão vencidos.
Petistas investem em narrativas falsas para explorar prisão domiciliar de Bolsonaro
Diversas estratégias vêm sendo utilizadas por petistas com o objetivo de transformar a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro em instrumento de polêmica. A primeira estratégia consiste em explorar o discurso de Eduardo Bolsonaro no CPAC, criando a narrativa de que Jair Bolsonaro poderia ter assistido à apresentação sem autorização do ministro Alexandre de Moraes. A segunda tática envolve a divulgação de vídeos antigos, agora repostados como se Bolsonaro estivesse violando as determinações do ministro. Todas essas manobras dependem do engajamento e das respostas dos bolsonaristas. A recomendação é não alimentar essas polêmicas. Daqui até outubro, vale a regra dos três dias sempre.
Congresso Nacional Brasileiro morre por corrupção e ausência de ética, diz nota satírica
Uma nota de falecimento satírica divulgada na madrugada de 27 de março declarou a morte do Congresso Nacional Brasileiro. A causa da morte: falência geral de seus membros, que já vinham agonizando há anos. Segundo o texto, o Congresso parou de respirar por ausência de ética, moral, caráter e decência, sendo asfixiado pela corrupção e apodrecimento de seus membros. A instituição teria morrido melancolicamente, numa madrugada sem democracia. A nota afirma que não foi possível – e nem desejado pela classe política – conter a metástase da corrupção que tomou conta de todo o organismo. A morte teria ocorrido logo em sequência ao falecimento de outra instituição parceira, o Supremo Tribunal Federal. A doença evoluiu rapidamente para o descaramento total – que foi fatal – quando investigações uniram o roubo do INSS brasileiro ao caso do Banco Master, implicando figuras do Centrão, sistema que domina a política brasileira, e que correu para se unir à esquerda, dando um fim à CPMI e livrando seus membros de investigações. O texto conclui com uma frase mordaz: “Surpresa para ninguém. O Brasil pertence a uma quadrilha, uma praga espalhada por todas as instituições.” A nota termina com as siglas RIP (Rest in Peace – Descanse em Paz).