O ex-deputado Eduardo Bolsonaro declarou que pretende comunicar ao governo de Donald Trump eventuais irregularidades envolvendo integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante o processo eleitoral deste ano. A afirmação foi feita em entrevista, na qual o ex-parlamentar indicou que autoridades brasileiras poderiam ser alvo de sanções internacionais, caso sejam consideradas inadequadas pelas autoridades norte-americanas. Segundo Eduardo Bolsonaro, o acompanhamento das eleições será feito de forma contínua, com possibilidade de envio de informações em tempo real. “Nós podemos fazer isso também em tempo real através de conversas de aplicativos de mensagem. Isso daí é importantíssimo. Hoje o mundo funciona em tempo real e a eleição brasileira vai ser muito dinâmica. Então, sim, estarei atento, farei as minhas denúncias quando entender pertinentes. E que Deus ilumine a cabeça das autoridades americanas para entender e adotar as providências”, disse o ex-deputado. Ele também afirmou que pretende compartilhar suas observações com diferentes atores influentes nos Estados Unidos, incluindo membros do governo, parlamentares e veículos de comunicação internacionais. A estratégia, segundo ele, é ampliar o alcance das denúncias e garantir visibilidade ao tema. “À Casa Branca, a deputados, a senadores e a quaisquer outras pessoas que tenham algum poder efetivo ou mesmo notoriedade, seja nas redes sociais, seja nos jornais internacionais. Onde eu tiver espaço, onde eu for consultado a levar informação, ali eu estarei para me expressar”, afirmou. Ao comentar o cenário eleitoral, o ex-parlamentar classificou como um “alerta” o relatório divulgado pelo Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, especialmente no que diz respeito à possibilidade de censura durante as eleições de outubro. Na avaliação de Eduardo Bolsonaro, o Tribunal Superior Eleitoral deveria adotar medidas preventivas para evitar questionamentos sobre a lisura do processo. “Tudo isso pode sim gerar consequências reais. Isso tem que ser interpretado como um alerta, e o TSE tem que se movimentar para impedir essa censura nas eleições”, afirmou. Ele também criticou decisões tomadas pela Corte eleitoral em pleitos anteriores, alegando que houve tratamento desigual entre diferentes candidatos. “O governo Trump pode implementar medidas contra quaisquer autoridades que identifique como sendo protetoras ou iniciadoras dessa censura, ou que tenham alguma participação em fraude eleitoral”, disse.
PT surta em defesa do Pix de Bolsonaro e ataca Flávio Bolsonaro associando-o a Trump
Em meio à repercussão internacional sobre o sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, o Partido dos Trabalhadores (PT) reagiu de forma exaltada em defesa do Pix — sistema que foi implementado durante o governo de Jair Bolsonaro — e partiu para o ataque contra adversários políticos, especialmente o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), tentando associá-lo ao presidente norte-americano Donald Trump. Em publicação nas redes sociais nesta quinta-feira (2/4), o partido afirmou: “Donald Trump, com o apoio de Flávio Bolsonaro, ameaça um dos maiores avanços recentes do país, um sistema que facilitou a vida de milhões de brasileiros e virou referência no mundo. ‘Não é só sobre tecnologia. É sobre soberania’…”. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Lula responde Trump sobre Pix e reafirma soberania nacional em tom oportunista
Durante agenda oficial realizada em Salvador, o presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva respondeu ao governo Trump sobre o Pix. Com seu tradicional oportunismo, Lula reagiu às observações feitas no documento norte-americano, destacando a relevância social do sistema financeiro digital brasileiro. Segundo ele, “ninguém vai fazer a gente mudar o Pix, pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira”. O relatório divulgado pela Casa Branca na quarta-feira (1º/4) aponta que o Pix poderia gerar uma suposta “desvantagem” competitiva para empresas dos Estados Unidos que atuam no setor de pagamentos eletrônicos, como Visa e Mastercard. Ainda assim, Lula minimizou as críticas e enfatizou a autonomia do país na condução de suas políticas financeiras. Em sua declaração, Lula também comentou o teor do documento estrangeiro, afirmando: “Os Estados Unidos fez um relatório essa semana sobre o Pix, e ele disse que o Pix distorce o comércio internacional, porque o Pix acho que cria problema para a moeda dele.” “O que é importante a gente dizer para quem quiser nos ouvir: o Pix é do Brasil e ninguém vai fazer a gente mudar o Pix, pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira.” Recentemente, surgiram as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Moraes amplia área de exclusão aérea para 1 km na residência de Bolsonaro e autoriza abate de drones
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu ampliar significativamente o limite de restrição para o sobrevoo de drones nas proximidades da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, localizada em Brasília. A medida foi adotada nesta quinta-feira (2) e altera drasticamente o perímetro anteriormente estabelecido. Com a nova determinação, a área de exclusão aérea passa de 100 metros para um raio de 1 quilômetro. A Polícia Militar do Distrito Federal recebeu autorização para adotar medidas mais rígidas: poderá interceptar ou até mesmo abater drones que descumprirem a regra, bem como deter os responsáveis pela operação dos equipamentos. A decisão ocorre após um pedido formal da própria PMDF, que já havia alertado sobre a presença de drones não autorizados sobrevoando o imóvel. Inicialmente, em 28 de março, Moraes havia fixado um limite de 100 metros, atendendo à primeira solicitação da corporação. No entanto, diante de novos argumentos apresentados, o magistrado reconsiderou o alcance da restrição. Segundo a polícia, o avanço tecnológico desses dispositivos permite a captação de imagens em alta definição mesmo a longas distâncias, o que torna insuficiente um perímetro reduzido. Esse fator, de acordo com a corporação, comprometeria a eficácia das medidas de proteção e poderia facilitar práticas como vigilância indevida ou coleta de informações sensíveis. Ao justificar a ampliação, Moraes destacou que a limitação anterior não era capaz de neutralizar adequadamente os riscos à segurança institucional. Em sua decisão, o ministro afirmou: “Segundo consta no ofício enviado pela PMDF, a limitação espacial reduzida não mitiga de forma adequada os riscos à segurança institucional, como o monitoramento indevido, a coleta de informações sensíveis ou mesmo a preparação de condutas ilícitas”.
PMDF comunica ao STF nova ocorrência com tornozeleira de Bolsonaro
A Polícia Militar do Distrito Federal informou ao Supremo Tribunal Federal uma ocorrência envolvendo a substituição do carregador da tornozeleira eletrônica utilizada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. O registro foi encaminhado sem explicações detalhadas sobre o motivo da troca do equipamento. Segundo o documento oficial, a substituição ocorreu durante a madrugada de domingo (29), entre 00h34 e 01h03. A operação foi conduzida enquanto Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, condição que exige monitoramento contínuo por meio do dispositivo eletrônico. Responsável pela ação, a policial penal Rita de Cassia Gaio já havia sido mencionada anteriormente em outro episódio envolvendo o ex-presidente. No ano passado, ela ganhou notoriedade após entrar na residência de Bolsonaro durante uma tentativa de violação da tornozeleira com o uso de um ferro de solda. A corporação não apresentou detalhes adicionais sobre as razões da troca do carregador, limitando-se ao registro da ocorrência. A PMDF segue encarregada da vigilância da residência durante o período em que o ex-presidente permanece em casa. Relator do caso no STF, o ministro Alexandre de Moraes poderá solicitar esclarecimentos complementares com base nas informações recebidas.
Deputado do PL faz declarações contundentes na Câmara e Dino impõe restrição de aproximação
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (1º/4) medidas cautelares contra o deputado federal Coronel Meira (PL-PE), após declarações consideradas ameaçadoras durante uma audiência pública na Câmara dos Deputados. A decisão estabelece que o parlamentar mantenha distância mínima de 50 metros de um militar e se abstenha de qualquer forma de contato, inclusive por meios digitais. O episódio que motivou a medida ocorreu em 7 de outubro, durante reunião da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, que discutia o significado de tatuagens no contexto criminal. Segundo o relato da vítima, o coronel Elias Miler, representante de uma associação nacional de militares estaduais, houve um desentendimento direto com o deputado. De acordo com o militar, o parlamentar teria se dirigido a ele de forma ofensiva, afirmando: “Você eu cumprimento, mas esse filho da puta eu não cumprimento”, ao interagir com outro participante da audiência. O clima de tensão se agravou quando o deputado mencionou uma publicação atribuída à vítima com críticas a sua atuação. Durante a sessão, Coronel Meira declarou que resolve seus problemas “no braço” e “na bala”, o que foi interpretado como uma ameaça. Em sua fala, afirmou: “Tá aqui, traidor da tropa e cita meu nome textualmente. Então simplesmente eu cheguei aqui e disse que quem fez isso aqui é um filho da puta, e aí o coronel veio para cima de mim questionando se eu estava falando com ele. Se a carapuça caiu na cabeça dele é problema dele. Agora meus problemas eu resolvo, tá certo, Miler? Aqui dentro no braço, lá fora na bala. Eu não vou ficar desonrado”. Antes desse episódio, segundo o relato da vítima, já havia ocorrido outra situação envolvendo ofensas, inclusive com menção à mãe do militar, já falecida. Ao ser questionado, o deputado teria respondido que, “se a carapuça coubesse, era ao querelante que ele se referia”. Na decisão, o ministro destacou a gravidade das declarações e considerou o fato de o parlamentar possivelmente possuir porte de arma de fogo. Assim, determinou que ele não mantenha contato direto ou indireto com a vítima e respeite a distância mínima estipulada. A medida também inclui a proibição de comunicação por telefone, e-mail ou qualquer outro meio. “Expeça-se um único mandado com dúplice finalidade: intimação do querelado para que tome ciência e cumpra a cautelar deferida nesta decisão; sua notificação […] para, querendo, oferecer resposta no prazo de 15 (quinze) dias”, registra o despacho. Em resposta, o deputado afirmou que o episódio ocorreu no exercício regular de seu mandato e dentro do ambiente parlamentar. Ele argumenta que a decisão pode dificultar sua atuação na Câmara, especialmente devido à circulação constante nos espaços comuns da Casa. “A decisão que impõe distância mínima de 50 metros, junto com o credenciamento atual do coronel Elias Miler, acaba criando uma barreira prática dentro da própria Casa. Na hora de circular, de trabalhar e de cumprir meu mandato, isso vira um obstáculo real. E quem perde com isso é o cidadão que me elegeu”, declarou. O parlamentar também informou que encaminhou pedido ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), solicitando a revisão do credenciamento do militar envolvido, como forma de contornar a restrição imposta pela decisão judicial. Primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
CCJ aprova prazo de 10 dias para Mesa do Senado deliberar sobre pedidos de informação a ministros de Lula
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou um projeto de resolução que fixa o prazo de dez dias úteis para que a Mesa Diretora do Senado delibere sobre requerimentos de informações a ministros de Estado. O PRS 22/2023, de autoria da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e outros senadores, recebeu parecer favorável do senador Dr. Hiran (PP-RR) e segue agora para análise da Comissão Diretora (CDir). Conforme explica o relator, o requerimento escrito de informações a ministros de Estado ou a titulares de órgãos diretamente subordinados à Presidência da República é um instrumento de fiscalização exercido pelo Poder Legislativo sobre o Poder Executivo. A autoridade destinatária do requerimento dispõe do prazo de 30 dias para prestar as informações solicitadas. A recusa expressa, a omissão ou a prestação de informações falsas caracterizam crime de responsabilidade. O projeto altera o Regimento Interno do Senado Federal para prever que, se esgotado o prazo de dez dias, o primeiro-secretário da Mesa deverá encaminhar o requerimento de informações à autoridade demandada em até três dias úteis. Em outras palavras, caso a Mesa não decida sobre o encaminhamento no prazo estipulado, o requerimento será aprovado tacitamente e o pedido será encaminhado. Fiscalização do Executivo Na justificativa da proposta, Damares afirma que a falta de um limite temporal no Regimento Interno acaba limitando a atuação dos senadores. “Temos constatado que a Mesa pode passar meses sem se reunir, impossibilitando, assim, o encaminhamento dos requerimentos de informações à autoridade demandada e privando o parlamentar de dispor de um dos mais eficazes meios para exercer a fiscalização do Poder Executivo”, argumenta a senadora. Em seu relatório, Dr. Hiran explica que, embora o regimento não determine um prazo, o Ato da Mesa 1, de 2001, estabelece o limite de 15 dias úteis para a Mesa deliberar acerca do requerimento, inclusive com a possibilidade de o presidente do Senado deferir monocraticamente o pedido. Ele aponta, porém, que o ato normativo não prevê nenhuma consequência no caso da inobservância dessa norma. Para o relator, a previsão regimental de um prazo e de uma consequência para o seu descumprimento vai contribuir para evitar uma eventual inércia da Mesa Diretora. “Tal forma de proceder fortalece o mecanismo de fiscalização e controle, afasta os efeitos deletérios de eventual desídia ou inércia e confere, também, maior transparência ao processo de tomada de decisão política”, defendeu. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos! Fonte: Agência Senado
Surge a primeira camiseta de apoio a Flávio Bolsonaro pré-candidato à Presidência
Flávio Bolsonaro já é uma realidade no cenário político nacional. As pesquisas mostram um crescimento avassalador do senador contra o petista Lula. Em poucas visitas que fez pelo país, Flávio já mostrou um grande sucesso atraindo multidões. Até um hit com seu nome já viralizou: “Meu Amigo Flávio”. Eis que agora acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
The Economist denuncia: STF está envolvido em “enorme escândalo” com conexões financeiras suspeitas
A prestigiada revista britânica The Economist publicou nesta semana uma reportagem contundente afirmando que o Supremo Tribunal Federal (STF) está envolvido em um “enorme escândalo”. A matéria expõe em detalhes as conexões financeiras dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli com o banqueiro Daniel Vorcaro e o Banco Master. Segundo a publicação internacional, o escritório da esposa de Alexandre de Moraes recebeu R$ 3,6 milhões mensais do Banco Master em um contrato de três anos — um montante que totaliza até R$ 129 milhões. A revista também revelou que Dias Toffoli é sócio anônimo da Maridt, empresa dirigida por seus irmãos que vendeu participação em resorts a fundo controlado por Fabiano Zettel, cunhado e operador financeiro de Vorcaro. A The Economist não poupou críticas ao comportamento do tribunal brasileiro. A revista foi direta em sua análise: “O tribunal tem se mostrado mais intransigente, por vezes interpretando críticas a seus membros como um ataque à própria democracia”. Sobre o código de ética proposto pelo ministro Fachin, a revista britânica registrou a reação imediata: “Moraes e Toffoli reagiram imediatamente — ambos afirmam que é desnecessário. Independentemente de suas crenças, seus inimigos no Congresso estão de olho”. Com a eleição de 2026 se aproximando, candidatos de direita já utilizam o impeachment de ministros como principal bandeira política. O mais significativo dessa reportagem é a mudança de postura da imprensa internacional: veículos que antes defendiam incondicionalmente o STF contra Bolsonaro agora começam a questionar a corte que afirma defender a democracia. A repercussão internacional dos escândalos envolvendo os ministros do Supremo marca um ponto de inflexão no debate sobre os limites do poder judiciário no Brasil. A The Economist, considerada uma das publicações mais respeitadas do mundo, coloca em evidência aquilo que parte da imprensa nacional tem evitado abordar com profundidade. Livro “Supremo Silêncio” expõe perseguições e abusos do Inquérito das Fake News Para quem deseja compreender os bastidores do Supremo Tribunal Federal, o livro “Supremo Silêncio” permanece disponível. A obra expõe a perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fake News. Acesse o link e conheça o que está sendo revelado: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber
Ministro Gilmar Mendes defende descriminalização geral de drogas em entrevista pró-cannabis
Em declaração que causou forte reação, o ministro Gilmar Mendes afirmou em entrevista ao podcast “Cannabis Hoje Pod”, do canal Cannabis Hoje, na terça-feira (31/03), que o Supremo Tribunal Federal estaria próximo de discutir a descriminalização de todas as drogas no Brasil. A entrevista foi divulgada com o título “Gilmar Mendes – um ministro do STF simpático à cannabis”, mas as declarações do magistrado foram além da defesa da maconha. Durante a conversa, Mendes afirmou textualmente: “Acho que estamos próximos de discutir a descriminalização geral das drogas. Já temos, inclusive no âmbito da ONU, alguns critérios sobre isso”. A declaração levanta questões sobre a direção que o STF pretende dar ao tema no país, especialmente em um momento de alinhamento do Brasil com políticas mais conservadoras em âmbito internacional. É bom que Donald Trump não fique sabendo disso… A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber Veja a capa: