A subtenente da Polícia Militar Marlene de Brito Rodrigues, de 59 anos, foi encontrada morta a tiros no fim da manhã desta segunda-feira (6), no bairro Estrela Dalva, em Campo Grande. A Polícia Civil investiga o caso como possível feminicídio. Marlene era subtenente da Polícia Militar e trabalhava no Comando-Geral, no setor de Ajudância Geral. Equipes da Polícia Civil, da Polícia Militar e do Batalhão de Choque foram acionadas para atender a ocorrência. Vizinhos da subtenente definem o relacionamento dela com o companheiro, preso em flagrante por feminicídio, como conturbado e marcado por brigas constantes. Marlene era considerada uma mulher calma, alegre e extrovertida. No entanto, a vizinhança garante que as brigas entre ela e o companheiro eram frequentes. “Era estranho o dia que não tinha briga”, afirmou um vizinho que preferiu não se identificar. A informação foi confirmada por outro morador que também conhecia o casal. “Eles já passavam na rua brigando”, relatou. “Só via ele brigando, xingando e saindo falando alto; e ela, quieta”, descreveu outro vizinho. Apesar das brigas constantes, o feminicídio surpreendeu os moradores da região. Marlene é a primeira vítima de feminicídio em 2026 em Campo Grande. Ela foi morta com um tiro no pescoço.
Roberto Jefferson é condenado a pagar R$ 200 mil a agente da PF ferida em episódio de 2022
A Justiça do Rio de Janeiro determinou que o ex-deputado federal Roberto Jefferson pague uma indenização de R$ 200 mil a uma agente da Polícia Federal, em decorrência de um episódio envolvendo disparos contra a equipe policial durante o cumprimento de um mandado judicial. A decisão foi proferida em 1º de abril pelo juiz Eduardo Buzzinari Ribeiro de Sá, que atua na 1ª Vara da Comarca de Três Rios, Areal e Levy Gasparian. A ação foi movida pela agente Karina Lino Miranda de Oliveira, que solicitou reparação por danos morais após o ocorrido. O caso remonta a outubro de 2022, quando a policial participava de uma operação para efetuar a prisão do ex-parlamentar. Segundo o relato apresentado no processo, os agentes foram surpreendidos por ataques com granadas e disparos de fuzil ao chegarem ao local. Conforme descrito na sentença, a agente sofreu diversos ferimentos, incluindo lesões na cabeça, no cotovelo direito, no joelho esquerdo e uma grave lesão na região do quadril. Os danos físicos foram comprovados por meio de documentos médicos anexados aos autos. Ao fundamentar a decisão, o magistrado destacou que, embora o trabalho policial envolva riscos, isso não exclui o direito à reparação quando há danos causados de forma intencional. Em trecho da sentença, afirmou: “Embora a exposição a situações de risco seja inerente à natureza do trabalho policial, tal circunstância não elide o direito de se pretender à reparação civil por eventuais danos deliberadamente causados por terceiros contra si no exercício da profissão”. O juiz também ressaltou os impactos das lesões na vida profissional da agente, que precisou se afastar de atividades externas durante o período de recuperação. Segundo ele, “o fato é inegavelmente gerador de reconhecidos transtornos e constrangimentos”, evidenciando as consequências do episódio. A decisão ainda pode ser contestada por meio de recurso. Até o momento, não houve manifestação pública da defesa de Roberto Jefferson, que segue sendo procurada para comentar o caso. Atualmente, o ex-deputado cumpre pena em regime de prisão domiciliar, conforme determinação do Supremo Tribunal Federal.
Banco Central impõe sigilo de 8 anos sobre liquidação do Banco Master
O Banco Central (BC) determinou restrição de acesso a documentos relacionados à liquidação extrajudicial do Banco Master, estabelecendo período de sigilo de oito anos. A medida foi revelada por meio da Lei de Acesso à Informação. Segundo o BC, a divulgação imediata dessas informações poderia gerar impactos negativos na estabilidade financeira, econômica e monetária do país. A classificação de sigilo foi determinada pelo presidente da instituição, Gabriel Galípolo, em novembro do ano passado, fixando o prazo de restrição até novembro de 2033. A limitação de acesso abrange diferentes peças do processo de liquidação. De acordo com o órgão regulador, a eventual liberação do conteúdo poderia prejudicar atividades sensíveis, como ações de inteligência, além de interferir em investigações e procedimentos de fiscalização ainda em andamento. A decisão passou a ser alvo de questionamentos por parte de órgãos de controle. No final de março, o ministro Jhonatan de Jesus, do Tribunal de Contas da União (TCU), solicitou esclarecimentos ao Banco Central, pedindo a identificação precisa dos trechos que deveriam permanecer sob sigilo. O relator levantou ainda a possibilidade de divulgação parcial dos documentos, como forma de garantir maior transparência sem comprometer aspectos estratégicos. Essa iniciativa integra o acompanhamento do caso pelo TCU, que vem analisando os desdobramentos da liquidação. Antes mesmo da atuação do Banco Central, o Banco Master já havia apresentado defesa ao tribunal, contestando suspeitas levantadas no processo. A instituição negou a existência de risco sistêmico ou falhas em sua gestão. Entre os pontos analisados está uma operação de R$ 12,2 bilhões envolvendo o Banco de Brasília (BRB), que passou a ser examinada pela Corte de Contas. O Ministério Público junto ao TCU apontou possíveis impactos dessa transação para o BRB. Em resposta, o Banco Master sustentou que não houve omissão por parte do Banco Central e rejeitou qualquer irregularidade na operação. A instituição solicitou o arquivamento do processo, em manifestação enviada no dia 28 de maio de 2025. Por fim, o banco declarou não haver evidências que indiquem insolvência, má administração ou descumprimento de normas, reforçando sua posição diante das apurações em curso. Primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato Flávio Bolsonaro Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Deputado petista aciona Moraes para extraditar Eduardo Bolsonaro e incluí-lo na lista vermelha da Interpol
O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) apresentou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, um pedido formal para a extradição do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, além de sua inclusão na lista de difusão vermelha da Interpol. A solicitação foi protocolada nesta segunda-feira (6/4) e sustenta que Eduardo Bolsonaro estaria promovendo articulações com autoridades dos Estados Unidos com o objetivo de pressionar membros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No documento, Lindbergh argumenta que as falas ultrapassam os limites da crítica política tradicional. Segundo ele: “A gravidade da declaração é manifesta, uma vez que o réu não formula mera crítica política, nem se limita a reproduzir opinião genérica sobre o processo eleitoral. O que anuncia é a continuidade de uma estratégia de pressão estrangeira sobre autoridades brasileiras, agora voltada explicitamente contra a Justiça Eleitoral em pleno ano de eleição presidencial”. O deputado também sustenta que a permanência de Eduardo Bolsonaro no exterior representa um fator de risco para o andamento do processo em que ele é réu, relacionado à suposta trama golpista. Em outro trecho, afirma: “A permanência do acusado no exterior, somada à reafirmação pública da utilização do exterior como base de operação política contra tribunais brasileiros, reforça o risco de continuidade da conduta e de comprometimento da plena efetividade da jurisdição penal”. Com base nesses argumentos, o pedido encaminhado ao STF inclui tanto a extradição quanto a inserção do nome do ex-parlamentar nos registros da Interpol, medida que poderia ampliar o alcance de eventuais ações judiciais internacionais. Eduardo Bolsonaro comentou a possibilidade de sanções internacionais envolvendo autoridades brasileiras. Ele declarou: “Nós podemos fazer isso também em tempo real através de conversas de aplicativos de mensagem. Isso daí é importantíssimo. Hoje o mundo funciona em tempo real e a eleição brasileira vai ser muito dinâmica. Então, sim, estarei atento, farei as minhas denúncias quando entender pertinentes. E que Deus ilumine a cabeça das autoridades americanas para entender e adotar as providências”. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Com a polícia na porta, casal se desespera e tenta se livrar das provas jogando pela janela
A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou nesta segunda-feira (6) a Operação Mounjaro Delivery, que revelou um esquema de venda irregular de medicamentos. A investigação, conduzida pela Delegacia do Consumidor (Decon), apura a comercialização de canetas emagrecedoras sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), prática que representa riscos à saúde pública. Durante o cumprimento das diligências, um homem e uma mulher foram presos em flagrante sob suspeita de vender produtos terapêuticos de origem desconhecida por meio das redes sociais. Além dos medicamentos, o casal também estaria envolvido na comercialização de roupas e perfumes falsificados. Apesar da autuação por crimes contra a saúde pública e contra as relações de consumo, ambos foram posteriormente liberados. Os investigados foram identificados como Laryssa de Souza Gonçalves e Tanan Antony Sant’Anna Machado. No momento da abordagem policial, realizada na residência do casal em Oswaldo Cruz, na Zona Norte do Rio de Janeiro, eles tentaram eliminar provas ao arremessar uma caixa contendo canetas emagrecedoras pelo telhado. A ação, no entanto, foi frustrada, e os agentes determinaram que um dos suspeitos recuperasse o material descartado. A operação também incluiu o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão em endereços vinculados ao esquema. Entre os locais investigados está um imóvel situado no Centro de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, onde funcionaria uma loja de veículos relacionada aos suspeitos — o que indica possível diversificação das atividades ilegais. As apurações indicam que os produtos eram ofertados pela internet sem qualquer tipo de autorização sanitária, o que levanta preocupações quanto à segurança dos consumidores. A origem das mercadorias ainda está sob análise das autoridades competentes. O inquérito, iniciado há aproximadamente dois meses, entra agora em uma nova fase, com foco na identificação de outros possíveis envolvidos na rede clandestina. A Polícia Civil também busca dimensionar o alcance da distribuição dos produtos e a abrangência das vendas realizadas por meio das plataformas digitais.
Eduardo Bolsonaro surpreende ao ignorar polêmica com Nikolas e dar lição sobre eleições
Eduardo Bolsonaro chamou a atenção ao publicar um vídeo com a frase provocativa: “Nikolas x Eduardo. Compartilhe ao máximo.” No entanto, ao invés de alimentar a polêmica desnecessária, o deputado federal surpreendeu ao usar o momento para ensinar aos brasileiros algo muito mais importante sobre o processo eleitoral. Em outra frente, acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Nikolas Ferreira detona Janja após 170 dias fora do Brasil: ‘Única que saiu da pobreza no governo Lula’
A primeira-dama Janja da Silva já acumulou 170 dias fora do Brasil desde a posse do presidente Lula. As viagens incluem estadias em hotéis de luxo ao redor do mundo. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou duramente a quantidade de viagens internacionais da primeira-dama. Segundo o parlamentar, ela seria a “única que saiu da pobreza no governo Lula”. O deputado publicou uma imagem ironizando a situação: Surgiram recentemente as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Para adquirir as camisetas, basta acessar o link: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Bolsonaro aciona STF contra André Janones após acusações graves em vídeo
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ingressou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o deputado federal André Janones (Rede-MG), após a divulgação de um vídeo com acusações direcionadas a ele. O processo foi protocolado no dia 30 de março e tem como base declarações feitas pelo parlamentar sobre a atual situação do ex-chefe do Executivo. A controvérsia teve origem em um vídeo no qual Janones questiona a condição de saúde de Bolsonaro, sugerindo que o ex-presidente estaria simulando problemas para obter benefícios judiciais. Na gravação, o deputado afirma que a liberação para prisão domiciliar não teria relação genuína com questões médicas, mas sim com interesses estratégicos. No conteúdo divulgado, Janones utilizou termos contundentes e fez acusações diretas. Ele declarou: “Xandão caiu na lábia dele. Ele não vai pra casa, para ficar lá com a mulher dele, com os filhinhos cuidando dele. Não, ai, eu tô doente. Esse vagabundo, ladrão que mandou matar o Lula, mandou matar o Alckmin, esse safado está indo para casa para articular contra o fim da escala 6×1. É isso que ele quer para poder articular com o Trump, para ferrar com o povo brasileiro e principalmente para fazer você continuar trabalhando igual um condenado”. Diante dessas falas, a defesa de Bolsonaro sustenta que houve prática de calúnia e difamação, especialmente pelas acusações de que o ex-presidente teria ordenado atentados contra Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, além de alegações sobre articulações políticas com Donald Trump. Outro ponto levantado pelos advogados diz respeito à impossibilidade de resposta imediata por parte de Bolsonaro. Segundo a defesa, as restrições impostas pela prisão domiciliar — como a proibição do uso de celular e redes sociais — impediram que ele se manifestasse publicamente para rebater as declarações. Em trecho da ação, os representantes legais afirmam: “Não há, no discurso impugnado, qualquer elemento que possa ser caracterizado como exercício de crítica política ou dissenso ideológico. O tom empregado é exclusivamente raivoso, pessoal e ofensivo, com o objetivo manifesto de criar uma atmosfera de ódio contra Jair Bolsonaro junto à sociedade”. Com base nesses argumentos, os advogados solicitam a condenação de André Janones pelos crimes de injúria, calúnia e difamação, além do pagamento de indenização por danos morais. O caso ainda aguarda análise por parte do STF, que deverá avaliar os elementos apresentados pelas partes.
Defensor dos animais Rodrigo Maroni aciona IBAMA contra Lula e Janja por consumo de paca
No domingo (5), Janja compartilhou um vídeo nas redes sociais mostrando o preparo de um almoço de Páscoa ao lado de Lula. O cardápio chamou atenção: carne de paca, um roedor silvestre de grande porte protegido pela legislação ambiental brasileira. Durante a gravação, Janja detalhou o processo de preparo, informando que a carne ficou dois dias marinando com alho, temperos verdes e ervas. Segundo ela, esse processo é essencial, já que “carne de caça pede ervas”, o que ajuda a realçar o sabor e suavizar características mais marcantes desse tipo de alimento. Após a refeição, Lula apareceu no vídeo elogiando o prato preparado. Em tom satisfeito, declarou: “Eu acabei de comer a paca. Eu duvido que algum lugar do país alguém já comeu uma paca tão gostosa como essa paca que eu comi hoje. Divina. Parabéns, Janjinha” A publicação gerou reação imediata de Rodrigo Maroni, reconhecido defensor dos animais no país. Maroni anunciou que levará o caso às autoridades competentes: “Quem deveria dar exemplo… está em silêncio. A paca é um animal silvestre protegido por lei ambiental no Brasil. Se não houver comprovação de origem legal, podemos estar diante de um possível crime ambiental. Por isso, eu vou levar essa denúncia ao Ministério Público Federal, à Procuradoria-Geral da República e ao IBAMA. Porque proteger a fauna brasileira não é escolha. É obrigação.” Veja: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Eduardo Bolsonaro alerta: Moraes pode voltar à lista de sanções dos EUA
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) declarou que existe a possibilidade de o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, voltar a ser incluído em sanções previstas pela Lei Magnitsky, eventualmente aplicadas pelo governo de Donald Trump, nos Estados Unidos. Em entrevista, Eduardo afirmou: “O retorno pode ocorrer sim. Até porque outras autoridades estavam no processo de serem inclusas na lista de sancionados da OFAC (Agência de Controle de Ativos Estrangeiros dos EUA), através da lei Magnitsky, inclusive membros do Judiciário brasileiro”. Na sequência, ele acrescentou: “Quando os EUA suspenderam a lei Magnitsky para com o Moraes e a sua esposa, Vivi Barsi de Moraes, ele não o fez declarando-os como não violadores de direitos humanos. Ou seja, todos os ingredientes ainda estão lá”. Segundo o ex-parlamentar, a eventual retomada das sanções dependeria exclusivamente de fatores políticos ligados à administração norte-americana. Nesse contexto, ele destacou: “Basta uma conveniência política para o Trump, o secretário Rubio e o secretário Bessent apertarem novamente o botão e voltar a vigorar a Magnitsky contra essas pessoas”. O histórico recente reforça o cenário mencionado. Em julho de 2025, Alexandre de Moraes foi alvo de medidas restritivas impostas pelo governo dos Estados Unidos, que incluíram o bloqueio de possíveis ativos e propriedades em território americano, além da proibição de realizar transações financeiras ou utilizar serviços de empresas sediadas no país. Na mesma ocasião, as sanções também alcançaram a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, bem como o Lex Instituto de Estudos Jurídicos, organização vinculada a ela — o que ampliou o alcance das restrições aplicadas. Posteriormente, essas medidas foram suspensas, com a revogação formal ocorrendo meses depois, em 12 de dezembro de 2025. A fala de Eduardo Bolsonaro, portanto, reacende o debate sobre a possibilidade de reativação dessas sanções, especialmente em um contexto de eventuais mudanças políticas no cenário internacional.