O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou que a equipe de defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro forneça informações detalhadas sobre a qualificação profissional de Carlos Eduardo Antunes Torres, apontado como possível cuidador durante o período de prisão domiciliar. A medida foi adotada depois que os advogados solicitaram a inclusão de Carlos Eduardo na lista de pessoas autorizadas a acessar a residência de Bolsonaro, localizada no bairro Jardim Botânico, em Brasília, sem a necessidade de autorização prévia do STF para cada visita — o que, na prática, ampliaria a flexibilidade de acesso ao local. Na decisão, o magistrado ressaltou a ausência de comprovação técnica que valide a atuação do indicado na função pretendida. Conforme registrado, Carlos Eduardo foi apresentado apenas como “pessoa de confiança da família” e irmão de criação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, sem evidências de formação como enfermeiro ou técnico de enfermagem, requisito considerado essencial no contexto. A concessão da prisão domiciliar ocorreu no final de março, com prazo estipulado de 90 dias, após Bolsonaro ter sido hospitalizado com diagnóstico de broncopneumonia bilateral. A decisão judicial estabelece que o convívio no imóvel fique restrito à equipe médica e aos familiares residentes: Michelle Bolsonaro, a filha Laura e a enteada Letícia Firmino — limitação que visa preservar tanto a saúde quanto o cumprimento rigoroso das condições impostas. Segundo a defesa, as integrantes da família possuem compromissos profissionais e acadêmicos, o que dificultaria a permanência contínua ao lado do ex-presidente. Diante disso, os advogados argumentaram que Carlos Eduardo já desempenhou funções de acompanhamento em outras ocasiões e, por isso, teria a confiança necessária para exercer o papel.
Patrimônio de Alexandre de Moraes explode 266% e atinge R$ 31,5 milhões enquanto esposa fatura R$ 75,6 milhões com Banco Master
Um levantamento baseado em registros de cartório revela que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, ampliaram de forma expressiva seu patrimônio imobiliário nos últimos anos. Conforme os dados apurados, o casal passou de R$ 8,6 milhões em bens imóveis, distribuídos em 12 propriedades em 2017, para um total de R$ 31,5 milhões atualmente. O crescimento representa impressionantes 266%. Hoje, eles possuem 17 imóveis entre casas, apartamentos, terrenos e salas comerciais. Nos últimos cinco anos, os investimentos somaram R$ 23,4 milhões, todos pagos à vista, conforme apontam escrituras e matrículas analisadas. As aquisições ocorreram principalmente em Brasília e São Paulo. O casal foi procurado por meio de suas assessorias desde o dia 27 de março, mas não apresentou manifestação até o momento da publicação das informações. Antes de assumir uma cadeira no STF, em março de 2017, após indicação do então presidente Michel Temer, Moraes recebia cerca de R$ 33 mil mensais. Atualmente, seu salário gira em torno de R$ 46 mil, representando aumento de aproximadamente 39%. Ao longo da carreira, ele também ocupou cargos como ministro de Estado e secretário em diferentes níveis de governo, além de ter atuado no Ministério Público. Viviane Barci de Moraes é sócia-administradora do escritório Barci de Moraes Advogados, que mantém com os filhos do casal. Segundo levantamento, a atuação da advogada em tribunais superiores aumentou de forma expressiva após a nomeação do marido ao STF, passando de 27 para 152 processos no Supremo Tribunal Federal e no Superior Tribunal de Justiça. Os dados mostram ainda que, ao longo de 29 anos, o casal adquiriu 27 imóveis, com investimento total de R$ 34,8 milhões. Parte desses bens foi posteriormente vendida, o que explica o valor atual da carteira imobiliária. A fase de maior expansão ocorreu a partir de 2021, período em que mais de 67% dos investimentos totais foram realizados. Parte das operações foi conduzida por meio do Lex Instituto de Estudos Jurídicos, empresa utilizada para administração patrimonial da família, que tem como sócios Viviane e os filhos. Entre as aquisições recentes, destaca-se um apartamento no bairro Jardim Paulista, em São Paulo, comprado por R$ 1,05 milhão, com parte paga como sinal e o restante quitado via transferência bancária. Também consta a compra de uma residência de alto padrão no Lago Sul, em Brasília, por R$ 12 milhões, além de dois apartamentos em Campos do Jordão que, juntos, somam 727 metros quadrados e foram avaliados em R$ 8 milhões. Além disso, a família possui imóveis em áreas valorizadas da capital paulista, incluindo unidades no Jardim América, adquiridas por cerca de R$ 3 milhões cada, e terrenos em São Roque. A ampliação patrimonial coincide com a expansão das atividades do escritório de advocacia da esposa. Em 2025, a banca adquiriu uma sala comercial em Brasília por R$ 350 mil para reforçar sua atuação na capital federal. O escritório também firmou contrato com o Banco Master no valor de R$ 129 milhões por três anos. Segundo nota divulgada, os serviços prestados envolveram áreas como compliance e direito criminal, com pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025. Especialistas ouvidos avaliaram que os valores pagos estariam acima da média praticada por grandes escritórios do setor. Ao longo de 21 meses, o faturamento com a instituição financeira alcançou pelo menos R$ 75,6 milhões. Parte das transações imobiliárias também envolveu profissionais do direito com atuação em tribunais superiores. Em um dos casos, um imóvel foi vendido por R$ 1,4 milhão a um advogado com processos no STF. O comprador afirmou não possuir relação pessoal com o ministro e declarou que a negociação foi realizada com uma pessoa jurídica. Os dados levantados se baseiam exclusivamente em documentos oficiais registrados em cartório e refletem os valores nominais pagos nas aquisições ao longo dos anos.
Mulher em surto faz manobras perigosas e bate de frente com caminhão na BR-226
Uma sequência de manobras irresponsáveis terminou em acidente grave na manhã de sábado (4), na BR-226, em Patu, região Oeste do Rio Grande do Norte. Uma mulher de 35 anos ficou gravemente ferida após colidir frontalmente com um caminhão. Segundo informações apuradas no local, a condutora dirigia uma Toyota Hilux e teria realizado uma manobra conhecida como “cavalo de pau” em um posto de combustíveis momentos antes do acidente. Na sequência, ao acessar a rodovia, perdeu o controle da direção, invadiu a pista contrária e acabou atingindo um caminhão que trafegava no sentido oposto. Testemunhas relataram que a motorista – em claro “surto” – repetiu a manobra arriscada mais de uma vez antes de deixar o posto. Parte da ação foi registrada em vídeos feitos por pessoas que estavam no local, o que ajudou a esclarecer a dinâmica do acidente. Equipes da Polícia Militar foram acionadas e, ao chegarem, encontraram a vítima com múltiplos ferimentos. O atendimento inicial foi realizado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, que encaminhou a mulher a uma unidade hospitalar da região. Devido à gravidade do quadro clínico, ela precisou ser transferida posteriormente para um hospital em Mossoró. Ainda conforme relatos colhidos pelos policiais, havia suspeita de que a condutora apresentasse sinais de embriaguez antes do acidente. No entanto, essa informação não foi confirmada oficialmente pelas autoridades até o momento. O motorista do caminhão, um homem de 39 anos, não sofreu ferimentos e permaneceu no local para prestar esclarecimentos. A ocorrência foi assumida pela Polícia Rodoviária Federal, que dará continuidade à apuração dos fatos.
Revista revela como STF enterrou CPMI que investigava R$ 6,3 bilhões em descontos ilegais no INSS
Enquanto aposentados e pensionistas enfrentam descontos ilegais que somam R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024, a maioria da Corte enterrou a CPMI do INSS. O papel de Davi Alcolumbre, presidente do Senado e do Congresso, foi decisivo nesse contexto. Em dezembro de 2025, a CPMI protocolou pedido de prorrogação por 120 dias. Alcolumbre simplesmente não leu o requerimento – omissão deliberada, segundo a comissão. O ministro Andre Mendonça, relator, determinou em 23 de março que o presidente do Senado cumprisse o regimento em 48 horas. Caso contrário, a prorrogação seria automática. Alcolumbre resistiu, acionou a Advocacia do Senado e apostou na derrubada. Acertou: três dias depois, o plenário do STF, por 8 a 2, derrubou a liminar de Mendonça. Apenas Fux o acompanhou. A CPMI “morreu” no sábado, 28 de março, sem concluir os trabalhos. Esse é o tema da última edição da Revista A Verdade: “A última resistência”. Clique no link abaixo: https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/81143/a-ultima-resistencia Para fortalecer a nossa batalha, considere se tornar um assinante, o que lhe dará o direito a ter acesso exclusivo ao conteúdo da Revista A Verdade, onde os “assuntos proibidos” no Brasil são revelados. Para assinar, clique no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao SEU APOIO É MUITO IMPORTANTE! CONTAMOS COM VOCÊ!
“Moraes joga para matar Bolsonaro”, alerta jornalista José Nêumanne Pinto
José Nêumanne Pinto, um dos jornalistas mais respeitados e influentes do Brasil, foi o convidado especial do mais recente Podcast A Verdade. Com décadas de cobertura política e um conhecimento profundo da história nacional, Nêumanne não poupou palavras ao analisar o cenário atual, trazendo declarações contundentes que revelam sua preocupação com os rumos do país sob a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva. “Do ponto de vista da democracia, a Lava Jato deu um resultado mais nojento do que o caso Master. O Lula, que era o grande condenado da Lava Jato, é hoje o presidente da República, eleito sem ser inocente. A que ponto vamos chegar se Lula for reeleito?”, questionou. Nêumanne fala com a propriedade de quem conviveu com Lula, como ele mesmo revela: “Eu conheci Lula em 1985. Ele tinha acabado de tomar posse, e eu era muito amigo do Paulo Egydio Martins, que foi governador do estado de São Paulo, e muito ligado ao General Golbery do Couto e Silva. Eu fiquei sabendo que Lula era homem de confiança de Golbery do Couto e Silva, e que ele deu muita força para Lula tomar conta dos sindicatos, tirando da jogada o Brizola. Em entrevista à revista Playboy, ele disse que admirava Hitler, e também o líder político atual [naquela época] que era o aiatolá Khomeini. Até o pessoal da esquerda começou a ser chamá-lo de AiatoLula”, lembrou. Para o jornalista, Lula vai levar uma ‘surra’ de Flavio Bolsonaro nas urnas: “E nem precisa Bolsonaro morrer, o que é possível, porque Alexandre de Moraes joga para matar Bolsonaro, mas não sabe a burrice que ele está cometendo mais uma vez na vida”, alertou. Para assistir ao podcast completo, acesse: https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/80858/podcast-a-verdade-moraes-joga-para-matar-bols… Vale ressaltar que o Podcast A Verdade é um conteúdo exclusivo para assinantes. Para ter acesso completo a esse e outros conteúdos exclusivos, acesse: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao
Senador e antigo aliado de Lula declara voto em Flávio Bolsonaro (Veja o vídeo!)
A debandada de políticos em relação ao PT assume contornos devastadores para os planos de reeleição de Lula. O senador Flávio Bolsonaro, que tem demonstrado habilidade política notável, vem conquistando apoio de diversas vertentes ideológicas. O movimento mais recente ilustra essa capacidade de articulação: o senador Ângelo Coronel, identificado como antigo aliado de Lula, declarou voto no “amigo” Flávio. A ascensão de Flávio no cenário político parece ganhar força irreversível. Veja o vídeo:
Rejeição de Lula bate 50,6% e PT avalia substituição: Haddad surge como alternativa
Lula registra 50,6% de rejeição, segundo levantamento da AtlasIntel. O índice alarmante está provocando intensas discussões no Partido dos Trabalhadores sobre a viabilidade de nova candidatura presidencial do petista em 2026. Aliados avaliam nos bastidores a possibilidade de Lula não concorrer. O ex-ministro Fernando Haddad é um dos nomes citados para eventual substituição. Para agravar a situação, a elevação dos números de rejeição está associada diretamente a declarações públicas que geraram enorme repercussão negativa. Em Fortaleza (CE), na quarta-feira (1º), durante encontro com estudantes, Lula afirmou: “Vocês são as pessoas honestas que vocês querem que eu seja”, ao incentivar jovens a participarem da vida pública. Críticos interpretaram a fala como evidência de distanciamento em relação à percepção da população. Episódios similares se acumulam desde o início do atual mandato, há dois anos e meio. No campo internacional, uma comparação feita em fevereiro de 2024, ao relacionar ações militares em Gaza ao Holocausto, provocou crise com Israel, que passou a considerá-lo persona non grata. Na segurança pública, Lula inverteu termos ao dizer que o Brasil seria respeitado no “crime organizado”, quando pretendia abordar o combate a organizações criminosas. Em outro momento, sugeriu que traficantes seriam “vítimas” de usuários de drogas. A declaração gerou controvérsia sobre o entendimento das dinâmicas do narcotráfico. A rigor, Lula está senil. Sem condições de administrar. Sem condições de concorrer. É o autêntico Joe Biden brasileiro.
Filha de Fidel Castro destrói regime comunista do pai: ‘Momento de mudança chegou há décadas’
Alina Fernández Revuelta, filha biológica de Fidel Castro, fez um forte apelo por mudança de regime em Cuba durante entrevista recente. “Para mim, o momento de mudança de regime já chegou desde o final dos anos 80”, afirmou Alina. Ela argumenta que a necessidade de transformação é mais urgente do que nunca, diante do colapso econômico contínuo de Cuba, das crises energéticas e das dificuldades humanitárias enfrentadas pela população. Alina viveu em Cuba até escapar em 1993, aos 37 anos, disfarçada de turista. Depois de deixar a ilha, estabeleceu-se em Miami e tornou-se uma das críticas mais contundentes do sistema comunista criado por seu pai e do regime cubano. Seu livro de memórias de 1998, “Castro’s Daughter: An Exile’s Memoir of the Cuban Revolution”, detalha suas experiências crescendo dentro do sistema que seu pai construiu. Alina não é a única filha de ditador comunista a detestar o regime imposto por sua família. Svetlana Alliluyeva — que posteriormente adotou o nome Lana Peters —, filha única de Joseph Stalin, desertou de forma dramática em 1967, na Índia, entrando na embaixada americana em Nova Délhi para pedir asilo. Ela denunciou o sistema soviético, chamou o pai de “monstro moral e espiritual” e passou grande parte da vida posterior nos Estados Unidos. O comunismo, ao que se observa, não serve nem mesmo para os filhos e parentes de seus ditadores. Ao menos para os que pensam.
Governo Lula gasta R$ 1,5 bilhão em publicidade e privilegia Google e Meta enquanto ataca big techs
Um levantamento da Folha de S.Paulo revelou que o governo Lula elevou os gastos com publicidade a R$ 1,5 bilhão em 2025 — o maior valor desde 2017. Os números expõem uma flagrante incoerência na gestão petista. O detalhe que expõe a contradição: o mesmo Lula que afirma publicamente que se as big techs “não quiserem regulação, que saiam do Brasil” destinou mais de R$ 120 milhões para Google e Meta no ano. O orçamento priorizou comunicação institucional — R$ 924 milhões foram destinados para promover bandeiras ideológicas como “Brasil Soberano” e “Gás do Povo” — contra apenas R$ 613 milhões para campanhas de utilidade pública como vacinação. Google e Meta ocupam pela primeira vez o topo do ranking de destinação de verbas publicitárias do governo, ficando atrás apenas de Globo e Record. Apenas o X de Elon Musk foi excluído dos planos — após as críticas públicas de Musk ao STF e ao próprio Lula. O governo que move processos contra o X por supostamente não cumprir ordens de censura pagou generosamente a todas as outras plataformas. A conclusão é evidente: Lula não é contra as big techs. É contra as big techs que não obedecem às suas imposições.
Patrimônio imobiliário do casal Moraes explode 266% e alcança R$ 31,5 milhões desde entrada no STF
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, detêm 17 propriedades avaliadas em R$ 31,5 milhões. O levantamento foi realizado pelo Estadão com base em documentos de cartórios de São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. O patrimônio imobiliário do casal cresceu impressionantes 266% desde março de 2017, quando Moraes assumiu a cadeira na Corte. Entre 2021 e 2026, a família desembolsou R$ 23,4 milhões na compra de imóveis em Brasília e São Paulo. Todas as transações foram quitadas à vista, segundo registros cartoriais. O Estadão procurou Moraes e Viviane por meio de suas assessorias de imprensa desde 27 de março para obter manifestação sobre as informações. Não houve retorno. Quando o ex-presidente Michel Temer nomeou Moraes para o STF, o casal tinha 12 imóveis com valor estimado em R$ 8,6 milhões. Antes da indicação ao tribunal, o ministro recebia salário de cerca de R$ 33 mil. Sua remuneração atual é de R$ 46 mil mensais, aumento de 39% na renda. Antes de integrar o STF, Moraes ocupou cargos de ministro de Estado, secretário estadual e municipal. Atuou também no Ministério Público. Todas essas posições ofereciam vencimentos próximos ao teto do funcionalismo público. Viviane é sócia-administradora do Barci de Moraes Advogados. O escritório é mantido em sociedade com os filhos Alexandre e Giuliana. O número de ações da advogada tramitando no STF e no Superior Tribunal de Justiça saltou de 27 para 152 processos após a nomeação do marido ao STF, segundo dados divulgados pelo Estadão. Os documentos consultados indicam que o casal investiu R$ 34,8 milhões na aquisição de 27 propriedades ao longo de 29 anos. Parte dessas propriedades foi vendida posteriormente. Isso explica a diferença entre o total investido e o valor atual da carteira imobiliária. O crescimento patrimonial mais acentuado concentra-se nos últimos anos. Os investimentos do casal em imóveis desde 2021 somam R$ 23,4 milhões. O valor corresponde a mais de 67% de todos os recursos aplicados no mercado imobiliário durante quase três décadas. A maior parte das transações imobiliárias foi conduzida por meio do Lex Instituto de Estudos Jurídicos. A entidade funciona como empresa para administração dos bens familiares. A firma possui natureza jurídica de sociedade limitada. Viviane e os dois filhos do casal, Alexandre e Giuliana, são os sócios. Moraes não consta formalmente como sócio do Lex Instituto de Estudos Jurídicos. O ministro é casado com Viviane sob regime de comunhão parcial de bens. Nessa modalidade, os bens adquiridos durante o matrimônio integram o patrimônio comum do casal. As propriedades compradas após o casamento pertencem a ambos os cônjuges. Diversas aquisições antigas que permanecem sob posse da família foram transferidas para a firma ao longo do tempo. Outras propriedades foram compradas diretamente pelo Lex Instituto. A estratégia de centralizar as operações em uma única pessoa jurídica caracteriza o padrão adotado nas movimentações patrimoniais. Em fevereiro deste ano, o Lex Instituto transferiu R$ 166 mil como sinal para a compra de um apartamento de 86 metros quadrados no Jardim Paulista, bairro nobre de São Paulo. No dia 9 de março, a empresa quitou o restante do valor por meio de uma transferência via Pix de R$ 883 mil. O total da propriedade foi de R$ 1,05 milhão. A mansão de 776 metros quadrados no Lago Sul, região mais valorizada de Brasília, foi arrematada em agosto de 2025 por R$ 12 milhões junto à Construtora Modelo. A operação envolveu o pagamento inicial de R$ 6 milhões destinados à construtora e aos corretores envolvidos na negociação. Uma transferência bancária de outros R$ 6 milhões completou o valor integral da transação. Quatro meses antes dessa aquisição, o casal adquiriu um apartamento em edifício de alto padrão localizado em Campos do Jordão, na Serra da Mantiqueira. A propriedade complementa outra unidade no mesmo condomínio, comprada em 2014. As duas unidades, posicionadas lado a lado, totalizam 727 metros quadrados. O investimento foi de R$ 8 milhões. O patrimônio imobiliário da família inclui sete propriedades na capital paulista. Entre elas, destacam-se dois apartamentos no Jardim América, adquiridos em 2021 pelo valor de R$ 3 milhões cada. As escrituras registradas em cartório especificam que ambas as compras foram realizadas à vista. A família mantém quatro lotes em São Roque, município do interior paulista. Os terrenos somam 1.250 metros quadrados. A diversificação geográfica das propriedades abrange áreas metropolitanas, regiões interioranas e turísticas. Em 2025, o escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados desembolsou R$ 350 mil na compra de uma sala comercial no Edifício Terra Brasilis, localizado no centro de Brasília. A aquisição visou estabelecer um ponto fixo para a filial da capital federal. A decisão de investir em espaço próprio ocorreu após a banca ampliar suas operações em Brasília no final de 2024. O escritório também detém participação de 4% em uma sala no Edifício Diâmetro, situado na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo. O endereço constitui um dos principais eixos do mercado financeiro brasileiro. Esta propriedade foi arrematada em leilão judicial. A atuação do escritório passou a receber críticas após a divulgação do contrato da banca com o Banco Master no montante de R$ 129 milhões por três anos. Consulta realizada pelo jornal a 13 dos maiores escritórios de advocacia do país revelou que os valores pagos pelo Master a Viviane destoam do praticado pelo mercado de advocacia de elite. Em nota divulgada no dia 9 de março, o Barci de Moraes Advogados detalhou os serviços prestados à instituição financeira. A advogada sustenta que, entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, prestou serviços jurídicos nas áreas de compliance e direito criminal ao banco. Os pagamentos mensais foram de R$ 3,6 milhões. Ao longo de 21 meses, o escritório faturou ao menos R$ 75,6 milhões com a instituição financeira controlada pelo banqueiro Daniel Vorcaro. O empresário é investigado em inquérito no STF sob suspeita de operar um esquema bilionário de fraudes financeiras. Especialistas consultados pelo jornal avaliaram que o trabalho prestado na área de compliance não excederia os R$